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A semana do Zé Povinho – 20-04-2018

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Gazeta das Caldas
| D.R.

Advogado, empresário, homem do turismo e da cultura, o Dr. Jacinto Gameiro tem desenvolvido intensa actividade de divulgação cultural a partir do seu Casal da Eira Branca, um projecto de turismo rural que tem sido ponto de encontro e de debate de escritores e artistas de diversas áreas.
Numa iniciativa inédita, em colaboração com a editora Abysmo, de João Paulo Cotrim, sob o lema “Abysmo nos arredores de Imaginário”, este novo agente cultural caldense promoveu a realização de um festival literário que congregou poetas, romancistas, designers, ceramistas, músicos, caricaturistas, enfim, gente de todas as artes que foi recebida em espaços, propositadamente diferentes, da cidade.
Foram três dias intensos de feliz intercâmbio, em que as Caldas da Rainha beneficiaram da presença de gente da cultura, com reconhecimento nacional, permitindo aos visitantes uma gratificante interacção com os caldenses, não tendo faltado, sequer, um animado  jantar numa coletividade de um meio rural.Deste festival, Zé Povinho não resiste a destacar o lançamento de três livros de três colaboradores da Gazeta das Caldas: Carlos Querido, Isabel Castanheira e Henrique Fialho.
Apesar da organização ter sido algo confusa (não havia informação sobre os sítios onde decorriam os eventos), o “Abysmo nos arredores do Imaginário” provocou um verdadeiro sobressalto cultural na cidade, que fez Zé Povinho recordar-se dos bons velhos tempos em que o seu mestre agitava a pacatez da vila. Por isso felicita o Dr. Jacinto Gameiro e insta-o a que não desista de despertar a cidade da sonolência cultural em que às vezes parece mergulhada.

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Gazeta das Caldas
| D.R.

Bruno de Carvalho seria o último personagem que Zé Povinho se lembraria para repetir uma censura pelas atitudes menos responsáveis que tomou. Até porque os caminhos irracionais e insondáveis do futebol profissional são muito arriscados para qualquer comentador que não esteja treinado nas tribunas do desporto rei.
Mas um presidente de um clube de futebol que caia na miséria de atacar em público, e através da redes sociais, os seus próprios servidores, os seus assalariados (mesmo que altamente bem pagos), dizendo deles aquilo que muitas vezes nem os adversários dizem, é totalmente censurável.
Não admira que a própria massa associativa se revolte contra ele, num jogo em que os jogadores se bateram que nem heróis, saindo ele pela esquerda baixa, apoiado de uma dor súbita em abraços por alguns trabalhadores do seu clube.
Hoje em dia, ninguém, ou quase ninguém, o percebe quando este coloca e retira processos disciplinares, falando e desmentindo propósitos, não se sabendo afinal como irá terminar esta triste história.
Infelizmente, cenas deste género têm-se multiplicado amiúde, inclusive na governação de certos países democráticos, como é o caso da América de Trump.
Bruno Carvalho pouparia bastante aos sportinguistas e aos portugueses se se retirasse para o seu canto e ficasse silencioso para o futuro, apesar da gente da comédia perder um bom tema diário.

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