O homem foi identificado depois de ter sido apanhado em flagrante delito pela Polícia Marítima da Nazaré, numa acção realizada numa altura em que as condições meteorológicas são favoráveis para o meixão subir o rio.
Além desta identificação, foram apreendidos diversos apetrechos destinados à pesca do meixão deixados no local “por pescadores furtivos que, ao se aperceberem da presença da Polícia Marítima, se colocaram em fuga”, adianta aquela força policial.
Dois dias antes já aquelas forças da autoridade tinham realizado outra acção no Rio Tornada, tendo sido também identificado um indivíduo por pesca ilegal de enguia juvenil e apreendido diverso material com esse fim.
Nessa acção não foi pesado o pescado para não comprometer a sua sobrevivência, mas “foram devolvidos ao mar largas centenas de exemplares”, referiu a Polícia Marítima.
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No dia 20 de Janeiro foram detidos mais quatro homens, com idades entre os 36 e os 44 anos por pesca de meixão, mas no concelho da Nazaré. Foram detectados em flagrante delito pelo Núcleo de Proteção Ambiental das Caldas da Rainha. Os sujeitos foram constituídos arguidos e sujeitos a termo de identidade e residência. O meixão apreendido, cerca de 800 gramas, foi devolvido ao habitat natural.
A pesca da enguia europeia no seu estado juvenil é proibida por se tratar de uma espécie ameaçada. No entanto, por se tratar de uma iguaria muito apreciada em países europeus e asiáticos, tem um valor comercial elevado. O pescado pode ser transaccionado a valores entre os 400 e os 600 euros por quilo através do mercado clandestino, com destino a Espanha. No mercado final pode atingir valores acima dos 5000 euros, segundo a GNR.
Na madrugada de 22 de Janeiro um jovem de 21 anos foi detido em flagrante delito, suspeito de furto num estabelecimento comercial nas Caldas da Rainha. O jovem tinha uma caixa metálica dentro da qual tinha uma quantia de 28,10 euros.
A PSP deteve nas Caldas da Rainha entre os dias 17 e 23 de Janeiro seis homens, com idades entre os 33 e os 60 anos, por conduzirem sob o efeito do álcool, com taxas acima do limite considerado crime, tendo o valor mais elevado acusado 1,64 g/l. Foi ainda detido um homem de 44 anos por conduzir um automóvel sem carta de condução. Em Peniche, um condutor foi detido por conduzir com uma taxa de alcoolemia de 2,08.
Não são conhecidas as circunstâncias em que animal ali chegou nem a sua origem, uma vez que a carcaça se encontrava já em estado de decomposição e não possuía o brinco de identificação.
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