
Eu não acredito nesta democracia. Quem realmente governa não dá a cara. Esta estrutura política serve para controlar as massas. Onde há o poder há corrupção. Gostava muito que a democracia funcionasse, mas não funciona.
Nunca votei, nem pretendo. Acredito no sistema, sou rebelde, mas consciente de que tem de ser assim. No entanto, na política, de momento, não acredito.
[showhide]

Acho que já se estava à espera deste resultado. Acho que Tinta Ferreira tem feito um bom trabalho, já se sabe que há sempre críticas e uma delas é de que a cidade está suja, mas eu acho que o cidadão também não cumpre com as regras de higiene. Acho até que a nossa cidade está mais limpa, julgo que já não há tantos animais vadios a sujar as ruas, pois as associações existentes têm feito a sua recolha.
Por outro lado, fiquei surpresa com a reeleição de Fernando Sousa como presidente da Junta da Foz do Arelho tendo em conta as suspeitas que recaem sobre a sua gestão.

A nível local não estou nada surpreendido. Desde que Fernando Costa saiu que a cidade tem evoluído bastante. O Tinta Ferreira, sendo uma pessoa mais jovem, rodeando-se de jovens e tendo a mais valia de saber ouvir, pode ainda fazer coisas muito positivas para a cidade.
Estive emigrado alguns anos e voltei há meses e gostei de como vi a cidade. As Caldas esteve estagnada vários anos, resultado de uma aposta apenas no comércio, ao invés da indústria e tecnologia.
Estou um bocado incrédulo com os resultados na Foz do Arelho, tendo em conta o que aconteceu no anterior mandato e o mesmo candidato ganhar, mas é um bocadinho típico da mentalidade portuguesa, de votar na mesma pessoa, sem alterar a cor clubística. A nível local voto na pessoa e não tanto na cor.
[/showhide]






“Nada te turbe, nada te espante” é máxima para religiosos em conventos. Em Democracia temos de nos espantar para mudar! Então se o PSD é o vencedor crónico nas Caldas como é possível que não se respeitem aqueles valores básicos como é a propriedade privada dos outros? Numa nova urbanização existem cancelas automáticas de acesso automóvel e a indicação de uma “propriedade privada”. Existe no local uma Loja de Contabilidade confinante para uma rua privada e para um espaço do domínio público. Não se entende como os trabalhadores daquela loja fumam e produzam ruído de vozes em plena rua privada, sendo certo que o fumo de tabaco facilmente entra dentro das habitações e condiciona a liberdade de circulação dos proprietários e até de crianças na sua rua privada por direito! A presença de estranhos, para todos os efeitos, num espaço privado não é bem visto pelos moradores e proprietários e um abuso quem sabe mesmo “introdução em local vedado ao público”. Ainda por cima tendo a alternativa do espaço público adjacente, obviamente não sujeito ao regulamento interno do Condomínio, aprovado pela Assembleia de Condóminos regulamento esse onde está estipulada a proibição de emissão de fumos e ruídos. Ou será porque aqueles trabalhadores da dita Loja observam alguns moradores a fumar à janela na mesma rua? Ou se tem um sentido da legalidade arreigado ou não. Só porque se vê outros a prevaricarem é razão para também termos os mesmos comportamentos? aprendemos por imitação sem dúvida se não tivermos um código de conduta baseado num sistema de valores, uma hierarquia de valores a respeitar. É lamentável que uns façam por ver fazer os outros. Há um oportunismo lamentável nessa atitude, quando é certo que as situações referidas foram já objeto de denúncia e estão em fase de resolução. Não é aceitável que se invoque o desconhecimento da lei interna do Condomínio através dum comportamento que revela grande galra de educação e respeito pelos moradores. não deixa de ser um comportamento provatório para quem por direito mora no local e tem direito a ter um espaço despoluído, calmo e harmonioso, sem condicionamentos e restrições que apenas se justificam para quem não é morador e proprietário. Em democracia aos nossos atos não se justificam a partir dos atos dos outros se estes forem condenáveis. “No combóio descendente vinha tudo à gargalhada, uns por verem rir os outros, outros sem ser por nada”. Assim vai a nossa falta de formação cívica!