Há um jovem caldense, de apenas 18 anos, que foi chamado a integrar a Orquestra de Jovens Músicos do Mediterrâneo e isso, por si só, já seria merecedor de notícia. Acontece, porém, que o caso de Diogo Silva, que domina o fagote quase tão habilmente como o Zé Povinho, tem uma história de vida que merece ser ressalvada, pois, além de ter nascido prematuro, é quase surdo do ouvido esquerdo, o que levou os pais a introduzi-lo no mundo da música logo aos 4 anos, por forma a desenvolver o ouvido direito. A verdade é que o talento do jovem cedo permitiu identificar um intérprete de qualidade e o trabalho, que só no dicionário vem depois do sucesso, levou-o a notabilizar-se e a ser convidado a integrar um projeto internacional. São estes bons exemplos que merecem ser ressalvados: afinal, somos do tamanho dos nossos sonhos. O Diogo, que está de parabéns, tal como a família, que o diga. ■








