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‘O Ardina’ de Carlos Enxuto

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Descrição

Carlos Enxuto Nascido em 1963, desde cedo teve contacto com a cerâmica, foi durante a sua juventude que emergiu a sua vontade de criar manifestando -se através da pintura, do desenho e da escultura. Em 1988 iniciou a sua formação no CENCAL, nas Caldas da Rainha, cidade reconhecida como um dos principais centros cerâmicos portugueses e hoje reconhecida como Cidade Criativa da UNESCO no panorama do Artesanato e Arte Popular.

Foi ainda em 1989 que se estabeleceu com o seu espaço próprio e em 1990 obteve o seu primeiro reconhecimento com o prémio; “Recuperação de Formas Tradicionais” no concurso de Design Cerâmico, Caldas da Rainha. Este foi apenas o primeiro de muitos. Dedicou grande parte da década de noventa e do novo milénio ao ensino, à investigação e à experimentação em vários domínios da produção de cerâmica a altas temperaturas e inspirado em técnicas milenares orientais e ocidentais da produção de cerâmica que associa à sua paixão pela escultura nas suas criações artísticas em cerâmica.

Hoje conta com 35 anos de uma carreira inteiramente dedicada à cerâmica, que conta com dezenas de exposições individuais e coletivas, nacionais e internacionais, recentemente foi premiado na Bienal de Aveiro 2019 e é atualmente membro da Academia Internacional de Cerâmica desde 2021.

Sinopse da Peça
Titulo da obra: O Ardina
Série de 10 esculturas e uma prova de autor.
Materiais: Pasta de grés, engobes de alto fogo, aço inox.
Dimensão: 12m(Largura) x 20cm(Altura) x 14cm (Profundidade)
Ano de realização: 2025

Técnicas: Esculturas realizadas através de lastras e gravação direta na pasta, onde as antigas técnicas de modelar o barro se cruzam com as técnicas contemporâneas de escultura. Transformadas pelo fogo a1280° em atmosfera redutora.

A escultura nasce a partir da figura do ardina que apregoava as notícias e distribuía a palavra escrita através da venda do jornal, algo que a gazeta das Caldas faz há dez décadas.

Através das minhas memórias dessa figura que esteve presente na minha infância e juventude, nasceram através de círculos e linhas onde o número 100 (1 século) foi o ponto de partida da escultura que assim vem apregoar em 2025 o centenário da Gazeta das Caldas.

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