A situação pandémica no Oeste, depois de ter vivido meses numa quase calmaria, piorou, a partir do final do ano passado, na maioria dos concelhos. Em Torres Vedras o problema foi mais acentuado, especialmente pelo facto da própria unidade hospitalar ter sido onde se propagaram vários surtos, levando a que neste momento estejam ausentes do serviço 134 profissionais por infeção ou isolamento profilático. Isso levou o presidente da Câmara a colocar a necessidade de o país ativar um pedido de ajuda internacional, ainda quando publicamente as autoridades nacionais não a consideravam necessária (situação que se inverteu numa semana). De forma solidária e responsável, o Dr. Tinta Ferreira manifestou solidariedade com Torres, atitude, certamente, sábia para, no médio prazo, ajudar a entendimentos importantes na resolução da falta de instalação hospitalares do SNS e. especialmente, de Serviços de Cuidados Intensivos. ■







