
Exigem também que seja realizada uma reunião de trabalho, “com carácter de urgência e conclusiva”, com o Ministério da Saúde, de modo a encontrar um modelo sustentável e definitivo para aquele equipamento, e que este se mantenha inserido no Serviço Nacional de Saúde.
Na moção agora aprovada, que será enviada ao governo, os deputados exigem ainda que seja considerada a disponibilidade da autarquia caldense em comparticipar financeiramente na recuperação do hospital e do seu património, pagando a contrapartida nacional de uma candidatura a fundos comunitários.
Esta Assembleia Municipal extraordinária foi convocada exclusivamente para debater o problema do Hospital Termal, após mais um inesperado encerramento devido à contaminação das suas águas. Contou com uma grande adesão de público, que também interveio a pedir uma solução para aquele hospital e a sugerir que este venha a ter uma administração autónoma que garanta o seu cabal funcionamento.
O presidente da Câmara das Caldas, Fernando Costa, afirmou que a autarquia nunca fez qualquer acordo com o Ministério da Saúde para a transferência do património termal, justificando que receberam uma proposta, que “foi mandada para trás por se encontrar incompleta”. O autarca acrescentou ainda que considera que “este não é o momento” da Câmara receber o Hospital Termal e que essa decisão passará também pela Assembleia Municipal.








