
A médica, que é responsável pela consulta disciplinar de pé diabético no Hospital de Torres Vedras e que é fundadora e provedora da Santa Casa da Misericórdia de Venda do Pinheiro, irá substituir o Dr. Francisco Martín y Sánchez, que pediu a demissão em Julho deste ano.
É certo e sabido que o cenário que a recém-anunciada directora clínica vai encontrar nos três hospitais do CHO não é o mais favorável, mas também não deixa de ser verdade que os problemas deste centro hospitalar também já foram mais negros. Há ainda questões importantes a resolver para que a população do Oeste seja servida por bons cuidados médicos até à criação do novo hospital para toda a região e a expectativa é que a nova directora clínica possa ajudar na solução dos problemas.
Na sua experiente ignorância, Zé Povinho acredita que o facto de a médica já ter trabalhado nas três unidades – Caldas da Rainha, Torres Vedras e Peniche – e ter experiência na gestão de uma instituição de solidariedade social, poderá ser uma mais-valia, pelo conhecimento empírico que ali adquiriu.

Nalguns desses conflitos locais, a morte tem estado presente, como na Bolívia, Irão, Iraque, Chile, Sudão, Honduras, Palestina, para além de outros países em que as vidas têm sido poupadas, mas a violência nas ruas tem permanecido, como nos casos de França, Espanha, Venezuela, Hong Kong e Haiti.
As razões dessas movimentações sociais são as mais diversas, não havendo uma motivação comum. Variam desde questões independentistas a aumentos do custo de vida, para além das já tradicionais lutas étnicas e de afirmação territorial.
Zé Povinho interroga-se se ainda se vive o tempo – correram já duas décadas do séc. XXI – para a resolução destes conflitos através da violência física e da morte infligida pelas forças de segurança. Em tempos do maior avanço tecnológico, não se compreende como ainda é necessário infligir tanto sofrimento físico as pessoas. Muitas delas indefesas.
Zé Povinho sabe que, paralelamente, também é cada vez mais corrente a violência psicológica usando os meios mais sofisticados das redes sociais e de outras formas soft, mas lidar-se ainda, em muitas sociedades, com as formas mais cruas, agressivas e ancestrais de violência, não é aceitável.
Assim, esta semana, a crítica vai para atitude passiva e de grande insensibilidade de muitos cidadãos perante este estado de coisas.





