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Caldas em fase de “recuperação ativa”

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Pelicanos têm três jornadas para recuperar a confiança. O que possa vir a mais será ganho

O Caldas voltou à competição após a pausa das Festas, a polémica partida com o Braga para a Taça de Portugal e uma possível mudança de treinador (que não se concretizou dado que a direção manteve a confiança em José Vala). A somar a isso, uma fase complicada de resultados na Liga 3. No fim, em Mafra a série de resultados negativos manteve-se, mas nesta altura, mais do que os resultados, interessa ao grupo alvinegro sarar as feridas e aumentar os níveis de confiança, sabendo que a primeira fase ainda pode acabar bem, mas sobretudo é importante que a entrada na segunda seja decidida.

O Mafra, que desde a visita às Caldas – ou seja, numa volta inteira – só tinha perdido com o líder Belenenses, entrou forte no jogo e marcou logo ao segundo minuto.

A defensa do Caldas também não ficou bem na fotografia, com a formação da casa a conseguir furar com facilidade pelos corredores central e direito, Lénio encontrou Ninte sozinho e este não se fez rogado.

O golo acentuou alguma falta de confiança do Caldas na saída de bola, visível aos 10’, quando um passe arriscado de Edu para Tarzan foi intercetado por Iheanacho, que obrigou Wilson a uma boa defesa.

Os pelicanos foram reagindo e criaram perigo aos 15 minutos, num remate de Zé Ricardo, após boa jogada pela esquerda com assistência de Tarzan, mas Luís Ribeiro segurou.

O Mafra voltou a ser eficaz. Depois de vários avisos em cantos consecutivos, Niang fez o 2-0 aos 20’, ao cabecear com precisão após nova sobra recolhida por Andrey ao segundo poste.

Os pelicanos sentiam dificuldades para conter o adversário, tanto no ataque organizado – cedendo vários pontapés de canto –, como nos lances de bola parada.

Ainda assim, procuraram reduzir antes do intervalo: Zé Gata testou Luís Ribeiro aos 22’, Tarzan cabeceou por cima num canto e Clemente criou desequilíbrios pela esquerda, sem sucesso na finalização. A persistência foi premiada aos 41’, quando Edu Monteiro, de primeira e em vólei, reduziu para 2-1 após lançamento lateral e assistência de cabeça de Tarzan, relançando o jogo antes do descanso.

Se o golo deu esperança, a abrir a segunda parte o Mafra voltou ao conforto ao fazer o 3-1, novamente num canto. O Caldas não desistiu, mesmo com a chuva e um jogo físico que não favorecia os pelicanos. Mas aos 90 abriu-se uma brecha, Matheus Palmério não conseguiu bater Luís Ribeiro, mas Gonçalo Chaves foi feliz na recarga. No entanto, logo depois o Mafra voltou a marcar com algumas facilidades…

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Edição #5628

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