O Centro Hospitalar do Oeste (CHO), criado pela Portaria 276/2012 de 12 de setembro, é uma pessoa coletiva de direito público, dotada de autonomia administrativa e financeira e património próprio, tendo resultado da fusão do antigo Centro Hospitalar do Oeste Norte e do antigo Centro Hospitalar de Torres Vedras, mantendo a natureza específica de hospital do setor público administrativo.
1. O novo ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, que conheci e com o qual tive o prazer de participar em dois colóquios realizados aqui nas Caldas da Rainha, é um homem conhecedor do estado da Saúde em Portugal, empenhado em fazer a necessária reforma da rede hospitalar que o anterior governo não fez nem nunca quis fazer;
2. Os caldenses e as forças políticas que os representam devem solicitar ao novo ministro que desencadeie as ações políticas e os estudos técnicos necessários para o projecto de construção de um novo e moderno hospital nas Caldas da Rainha, que possa servir os 293 mil habitantes do Oeste no futuro;
3. Enquanto tal projecto não se concretizar, é urgente reabilitar, ampliar e modernizar o serviço de urgências do hospital das Caldas da Rainha;
4. O novo projecto de implementação de ferramentas de informação e comunicação que facilitem e poupem tempo aos utentes quando estes tenham de interagir com o CHO, com um investimento de 1,043 milhões de euros, é uma boa notícia, mas é fundamental não esquecer a integração e a melhoria do sistema de informações e comunicação com os Centros de Saúde;
5. É necessário encetar um diálogo aberto e frutífero entre a administração do CHO e o município das Caldas da Rainha, tendo em vista a melhoria da acessibilidade dos utentes ao hospital, diversificando os modos de transporte, público e privado, ao mesmo tempo que se organiza e qualifica o espaço público, nomeadamente o estacionamento nesta área tão sensível da orla da Mata Rainha Dª Leonor.







