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Montepio lança concurso público para remodelar o lar

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Já foi publicado o anúncio do lançamento do concurso público para a remodelação do lar Dr. Ernesto Moreira. O investimento previsto é de 780 mil euros com aposta na eficiência energética.

Foi recentemente publicado em Diário da República o lançamento do concurso público para a remodelação do lar Dr. Ernesto Moreira, do Montepio Rainha D. Leonor.
O concurso prevê a reabilitação e beneficiação do edifício inaugurado em 1995, numa empreitada que deverá custar cerca de 780 mil euros e que terá um prazo de execução de um ano.
O projecto prevê a instalação de painéis fotovoltaicos no telhado do edifício.
O presidente do Conselho de Administração do Montepio Rainha D. Leonor, João Marques Pereira, disse à Gazeta das Caldas que o projecto aposta na eficiência energética.
“Com os mais de 60 painéis solares e fotovoltaicos em várias zonas do telhado e com outros elementos, cremos que será possível poupar 50% na factura da energia”, esclareceu.
No Inverno, a facturação mensal de gás atinge os cinco mil euros, pelo que a instalação de uma bomba de calor irá trazer poupanças consideráveis.
A obra prevê, ainda, o envolvimento do edifício, com um produto isolante, a substituição das actuais caixilharias de madeira por modernas, de alumínio e com vidro duplo e um sistema de extracção, circulação e filtragem do ar, entre outras melhorias, por exemplo, ao nível do pavimento e do mobiliário.
Entretanto, ao contrário do que acontecia em Maio deste ano, em que o Montepio tinha grande parte das consultas de especialidade suspensas devido à pandemia, actualmente grande parte destas já estão a funcionar. “Tem havido mais uma a reabrir a cada dia”, contou o dirigente, estimando que dentro de duas semanas as consultas estejam “a trabalhar em pleno”. “Temos criado condições e os utentes têm de usar e máscara e de fazer uma triagem prévia”, explicou.
O Montepio entrou em layoff parcial na primeira semana de Abril, uma medida que atingiu 43 dos cerca de 230 funcionários, todos da Casa de Saúde.
No último ano, esta unidade de saúde facturou 4,8 milhões de euros, mas desde a segunda quinzena de Março deste ano, e devido à situação de pandemia, registou quebras na facturação a rondar os 50%.
Com a retoma das consultas de especialidade, desde a primeira semana de Maio, já estão apenas 16 trabalhadores em lay-off.

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