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Zé Povinho 30-04-2020

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Há muitas formas de celebrar o 25 de Abril de 1974, dia da Revolução Portuguesa liderada pelo Movimento dos Capitães e a que o povo português de imediato se associou e celebrou.
Zé Povinho gosta muita desta data, mas às vezes pensa que muitos a comemoram por obrigação ou por frete, faltando-lhe a genuinidade e a simplicidade, que a data hoje merece.
Em 2020, ano de pandemia e do novo coronavírus, a maioria dos acontecimentos foi anulada ou adiada, com algumas excepções, como a simbólica comemoração feita em boa hora na Assembleia da República, que teve um discurso do Presidente da República oportuno e esclarecedor. Felizmente também houve um cidadão quase anónimo, não fossem os jornais mais atentos, que também fez notícia a propósito: Carlos Ferreira, de 71 anos, empunhou uma enorme bandeira nacional desceu sozinho a avenida da Liberdade, sem temer o trânsito ou o vírus, demostrando desta forma singela a sua adesão aos 3 D’s do 25 de Abril: Democratizar, Descolonizar e Desenvolver!
Obrigado ao senhor Carlos Ferreira, porque o seu acto irmanou os portugueses que se revêem ainda, e cada vez mais, no movimento redentor do 25 de Abril de 1974, ainda mais atual em tempos que a crise vai obrigar a novos desafios para Portugal, para a Europa e para o Mundo.

 

| D.R.

O leitor pode pensar que Zé Povinho tem em Donald Trump um inimigo de estimação, mas isso não corresponde à verdade. A presença assídua do presidente dos Estados Unidos neste espaço deve-se, tão só, à incrível capacidade revelada pelo chefe de Estado de um dos países mais poderosos do mundo de nos continuar a surpreender, pela negativa, com afirmações e posições públicas que não passariam pela cabeça de uma criança de 5 anos.
Para além de continuar a evidenciar uma incapacidade de respeitar os jornalistas, o presidente norte-americano foi capaz de insinuar que uma injecção de desinfectante resolveria, num ápice, o surto de coronavírus. Do alto da sua inteligência, Trump conseguiu passar um atestado de imbecilidade a toda a comunidade médica e científica… Como era possível ninguém se ter lembrado disso antes? O homem é, de facto, de outra galáxia. E, pior do que dizer disparates é querer desdizer-se e, ainda por cima, voltar a acusar os mesmos jornalistas que se limitam a fazer perguntas e, por isso, ser enxovalhados em público. Felizmente, na Casa Branca decidiram terminar com estes briefings. A bem da saúde. E também a mental…

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Edição #5626

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