Quarta-feira, 14 _ Janeiro _ 2026, 17:41
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A semana do Zé Povinho

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Gazeta das CaldasA Adega Cooperativa do Bombarral estava à beira da falência. Um empresário da Arruda dos Vinhos comprou-lhe as instalações e assegurou o pagamento da uva aos sócios e os dez postos de trabalho existentes. É motivo para que Zé Povinho felicite o espírito empreendedor do empresário do sector vinícola Júlio Barreto, que, em 15 anos transformou um pequeno negócio de vinhos num armazém de 200 metros quadrados numa grande empresa que em 2017 vendeu 17 milhões de litro de vinho e espera facturar este ano mais de dez milhões de euros.

Júlio Barreto é o proprietário da Condado Portucalense, a empresa que fundou em Arruda das Vinhos para a comercialização de vinho a granel e que viria a comprar a Adega Cooperativa do Sobral de Monte Agraço e, mais tarde, a Adega Cooperativa do Bombarral.
Para começar, as instalações do Bombarral já foram pintadas e há investimento em curso na adega, o que augura um futuro mais risonho para aquela que já foi uma das maiores adegas cooperativas do país.
Na expectativa de que saiba honrar os seus compromissos e que traga um novo dinamismo ao sector vitivinícola do Bombarral – seja na produção, no armazenamento ou na comercialização – Zé Povinho deseja boa sorte ao empresário Júlio Barreto.

Gazeta das CaldasZé Povinho já não se surpreendeu com o discurso triste, simples e infantil do Presidente Trump na Assembleia Geral da ONU. Para este personagem, o mundo é a preto e branco, sem outras matizes que os amigos e os inimigos, onde predominam o “nós” e os “outros”, os bons e os maus.
Trump rejeitou a globalização (como se esta não fosse um facto consumado) e apelou a uma “doutrina do patriotismo”, voltada para dentro do umbigo, ignorando a cooperação e as vantagens das instituições transnacionais para dirimir conflitos e atingir objectivos comuns.
Para este pobre de espírito, os países maus são o Irão, a China e a Venezuela, enquanto os países bons são a Arábia Saudita, Israel e a Polónia. Mas podia ser ao contrário, que na sua mente haveria sempre maneira de os rotular entre amigos e inimigos.
O mundo pós guerra fria está cada vez mais complicado e a última coisa que necessitava era que o presidente da (ainda) maior potência mundial viesse com discursos incendiários para o tornar ainda mais complexo e perigoso.

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Edição #5625

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