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Autarquia investe 100 mil euros na criação do novo Cartão de Saúde

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A falta de médicos de família levou o município do Cadaval a investir um total de cerca de 100 mil euros para lançar o Cartão Municipal de Saúde Cadaval Cuida +.

O objetivo da autarquia é “apoiar os residentes que não têm médico de família atribuído, facilitando o acesso a cuidados de saúde”.

Com este cartão, os utilizadores passam a contar com uma rede alargada de prestadores — hospitais, clínicas, laboratórios, óticas e farmácias — com preços convencionados e utilização simples, sem necessidade de autorizações prévias.

Sem limite de utilização e idade, sem idade limite de permanência, sem período de carência, sem exclusões de doenças crónicas, sem exclusões de doenças pré-existentes e sem necessidade de questionário médico, o cartão dá acesso a consultas ao domicílio (sem limite) a 15 euros, acesso às redes convencionadas de Medicina Dentária óticas e bem-estar, bem como um check-up anual por 75 euros, consultas de clínica geral por 25 euros e consultas de especialidade desde 35 euros. Há ainda consultas clínico geral online por 10 euros e aconselhamento médico telefónico (sem limite).

As marcações são feitas diretamente com o prestador escolhido e existe ainda uma linha de apoio disponível 24 horas por dia, através do número 210 425 107.
Podem aderir todos os cidadãos com residência no concelho que não disponham de médico de família atribuído.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas online, na página do Cadaval Cuida +, ou presencialmente nas Juntas de Freguesia e no Balcão Único do Município.O presidente da Câmara do Cadaval, Ricardo Pinteus, explicou à Gazeta das Caldas que este foi um processo longo, com quase sete meses e que “é uma forma de minimizar o impacto da falta de médicos”.

Notando que esta é uma competência do Estado Central, junto do qual têm feito pressão, afirma que o cartão municipal de saúde “é uma forma de minimizar o impacto, mas também não queremos contribuir para esvaziar o Serviço Nacional de Saúde que consideramos importante”. Ou seja, não pretendem concorrer com o SNS. Só que dada a falta de resposta e a pressão que causa, foi esta a resposta encontrada.

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Edição #5627

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