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EHTO tem uma Cozinha sem Fronteiras

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Tetiana Kuznietsova partilhou a gastronomia e a cultura ucranianas

Projeto pedagógico foi lançado este ano

Está a decorrer o Cozinha sem Fronteiras, um projeto pedagógico da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste que decorre no âmbito da unidade de competência de cozinha internacional dos cursos de nível 4 e de nível 5 e que convida chefs da região (e não só) a partilharem as receitas, o know-how e a cozinha com os alunos. No dia 25 de fevereiro o almoço era dedicado à Ucrânia, com a ajuda da ex-aluna Tetiana Kuznietsova, que fez parte de uma turma de 15 alunos (de seis nacionalidades) da primeira edição do Programa Integrar, do Turismo de Portugal, que permite que jovens estrangeiros experimentem esta área. Atualmente, a jovem que está a trabalhar no Royal Óbidos Resort, desenvolveu um Pashtet z Pechinky z Fruktovym couli (paté de figado de frango com groselha e couve), um Varenyky z Kartopleiu i Grybamy (um prato típico com batata e cogumelos) e ainda Mlyntsi z Syrom ta Rodzynkamy (uma sobremesa à base de requeijão)

Mas a iniciativa já havia arrancado, com um menu da Geórgia, com o chef Archil, do restaurante Geo. Depois foi França, antes da Ucrânia, seguindo-se Itália, com Maria João Marcelino, dos Sabores d’Itália, o Nepal (com um casal nepalês que trabalha no Royal Óbidos), regressando a Itália (com Ricardo Silva, ex-aluno que faz parte da equipa que irá abrir um restaurante italiano no Royal Óbidos) e a Índia, bem como o Japão e ainda o Egipto (com a chef Catherine, do restaurante Cairo), entre outros. O projeto decorre todas as semanas e vem no seguimento de outros que já desenvolveram, como os Sabores do Mundo.

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O diretor da EHTO, Daniel Pinto, frisou que pretendem que o restaurante pedagógico seja “um laboratório de ensaio e experimentação para projetos criativos de gastronomia, explorando também sempre esta perspetiva de valorizar a realidade existente, como os restaurantes, produtos e marcas, e dar aos alunos a possibilidade de contactar com profissionais, outras culturas, técnicas e conhecimento”. Por outro lado, estes projetos são também uma forma de atrair mais gente ao restaurante pedagógico, que pretendem que volte a ganhar uma nova dinâmica. Este funciona quase todos os dias da semana, mediante marcação. Além do “Cozinha sem Fronteiras”, há para experimentar o “Ligações Improváveis” e o “Da terra ao mar”.

A escola pretende assinalar anualmente o aniversário do Ferreira da Silva, que faleceu há dez anos e também preparar o centenário do seu nascimento, a comemorar em 2028.

 

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