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Unidade Local de Saúde do Oeste aposta na criação de Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos

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A Unidade Local de Saúde do Oeste criou uma Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos. A recém-criada ECSCP do Oeste faz parte do Serviço Integrado de Cuidados Paliativos (SICP) da ULSO e iniciou recentemente a sua atividade assistencial à população residente nos concelhos de Torres Vedras e Sobral Monte Agraço.

“Compete à ECSCP da ULS Oeste prestar cuidados especializados a pessoas em situação de doença limitante de vida, avançada, progressiva ou terminal, em contexto comunitário e domiciliário”, esclarecem os responsáveis da ULSO, notando que “é uma equipa multidisciplinar, com formação diferenciada em Cuidados Paliativos, que atua segundo uma visão holística da pessoa” e que “assegura a avaliação contínua das necessidades, a elaboração do Plano Individual de Intervenção, bem como a capacitação dos familiares e cuidadores, garantido a continuidade e a adaptação ao longo do processo de cuidados e do luto”.

 

A ECSCP da ULS Oeste “assegura apoio e aconselhamento diferenciado em Cuidados Paliativos às equipas às equipas dos Cuidados de Saúde Primários e às Unidades da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, nomeadamente às Equipas de Cuidados Continuados Integrados (ECCI) que prestam cuidados domiciliários e promovem ações paliativas, bem como às equipas das Unidades de Internamento de Cuidados Continuados Integrados, onde são prestadas ações paliativas”, acrescentam, notando que “o processo de consultoria visa reforçar a capacitação das equipas, promover a continuidade e a integração de cuidados e garantir a articulação interinstitucional entre os diferentes níveis de prestação de cuidados”.

Em nota enviada aos órgãos de comunicação social, o Conselho de Administração da ULS do Oeste “congratula a Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos pelo início da sua atividade, sublinhando a sua relevância na prestação de cuidados domiciliários humanizados e de proximidade” e defende que “esta intervenção garante a permanência do utente com necessidades paliativas no seu ambiente familiar e comunitário, promovendo dignidade, qualidade de vida e resposta adequada às crescentes necessidades de pessoas com doença avançada ou terminal”.

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Edição #5625

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