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Panorama acolhe concerto de abertura do Cister música

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No próximo sábado, dia 9 de maio, pelas 21h30, no Panorama – Multiusos de Alcobaça decorrerá o concerto de apresentação do 34.º Festival de Música de Alcobaça.
A Orquestra das Beiras, em colaboração com a Orquestra Sinfónica do DeCA / Universidade de Aveiro, sobe ao palco no concerto de apresentação do Cistermúsica , sob a direção do maestro Jan Wierzba.
O programa será inteiramente dedicado à monumental Sinfonia n.º 5 de Gustav Mahler, uma das obras mais marcantes do repertório sinfónico daquele compositor.
Esta sinfonia percorre um arco expressivo que vai da solenidade inicial à luminosidade triunfante final, passando pelo célebre Adagietto, um dos momentos mais líricos e comoventes da história da música.
Interpretada por uma grande orquestra que reúne profissionais e estudantes de música, o momento promete uma experiência musical intensa e momentos de reflexão graças à profundidade da música de
A temporada Cistermúsica oferece programação cultural ao longo de todo o ano, mas é no verão que terá o seu ponto alto, com o Festival de Música de Alcobaça.
Em 2026, este que é o maior festival de música erudita do país celebra a sua 34.ª edição, entre os próximos dias 26 de junho e 31 de julho, com cerca de cinco dezenas de espetáculos, sob o tema “Ressurreição”.
O festival Cistermúsica é organizado pela ABA – Banda de Alcobaça Associação de Artes e conta com o apoio da Direção-Geral das Artes.
O Festival Cistermúsica apresenta uma temporada anual terá nas suas propostas alguns dos melhores intérpretes de música na cena nacional e internacional.
Este espetáculo de abertura do Cistermúsica conta com entradas livres.
O multiusos de Alcobaça, o Panorama fica na R. Prof. Eng. Joaquim Vieira Natividade, na entrada norte de Alcobaça.

Susy Starlite lança álbum no Museu António Duarte

No sábado, 9 de maio, a partir das 20h00, no Atelier Museu António, no Centro de Artes a multi-instrumentista e compositora Suzy Starlite sobe ao palco para uma apresentação a solo histórica. A britânica irá apresentar ao vivo de seu álbum de estreia”1966”.
A noite será filmada na íntegra para lançamento internacional, com a equipa de filmagem presente não apenas para documentar, mas para também fazer parte da atmosfera da noite de estreia mundial.
Inspirada na roupa estendida que vê nas varandas portuguesas, Susy Starlite realizou recentemente uma exposição, no Malaica Social Art Club. Neste espaço caldense a artista apresentou a instalação “Raising a Nation” onde refletiu sobre as mais variadas questões sobre a mulher.
Por causa das roupas nos estendais, onde se revela a intimidade dos moradores, a autora decidiu imprimir imagens de rostos de mulheres, em grandes pares de cuecas de senhora.
A artista britânica, que é natural de Ross-on-Wye, é multi-instrumentista e possui, com o seu marido Simon Campbell, um estúdio de gravação na Foz do Arelho.
Depois desta realização de artes plásticas chegou a hora de apresentar um pouco sobre a sua vertente musical.

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Camila Chasca e Zélia Évora junto aos trabalhos feitos em parceria

Gravuras de Zélia Évora para conhecer na Bohio Creative

Zélia Évora, artista que se mudou recentemente dos Silos para as imediações da Praça da Fruta, inaugurou no sábado, 2 de maio, uma nova exposição de gravura na Bohio Creative. “Biofilia” dedica-se sobre a relação do ser humano com o mundo natural. A mostra é pois um lembrete sobre o facto de pertencemos a este planeta e que nada somos sem o mundo animal e natural”, disse a autora sobre esta mostra composta por várias linogravuras desta artista que lhe junta vários detalhes em ouro e também de costura pois diferencia os seus trabalhos bordando, por exemplo, a representação dos batimentos cardíacos.
“Até à preparação desta mostra eu desconhecia que os morcegos são polinizadores”, disse a artista acrescentando que se seguem às abelhas. E como tal, há linogravuras com a representação deste animal.
“Os próprios humanos também fazem a sua “polinização”, sublinhou a autora dando a conhecer o retrato de uma família. Durante a visita guiada, Zélia Évora foi explicando que se inspirou também em poemas para realizar trabalhos sobre figos e figueiras, elementos naturais que fazem parte da sua própria infância.
Numa área da exposição há trabalhos que foram feitos em parceria. À autora caldense que se dedica a várias artes juntou-se a artista Camila Chasca que se dedica aos bordados e às aguarelas. Durante o último mês e à troca de aprender a costurar à máquina com Zélia Évora, também bordou de forma livre algumas das gravuras da caldense. “Foi uma ótima troca e ela bordou o que quis sobre as gravuras”, disse a autora. Flores, motivos de mar e outros detalhes mais específicos deram um novo toque aos trabalhos desta autora. “Entreguei os trabalhos em cru à Camila e ela deu-lhe uma nova leitura”, contou Zélia Évora . Uma das suas obras sobre o tema envelhecer Camila Chasca imaginou na imagem o próprio mar.
Ao longo da mostra será sorteada entre os clientes de Zélia Évora que lhe adquiriram gravuras – uma das obras que integra “Biofilia”. No final há uma moldura decorada para que os visitantes possam levar um retrato feito na Bohio Creative.
“Biofilia”, mostra que é composta por 32 gravuras de Zélia Évora poderá ser apreciada até ao próximo dia 30 de maio. A galeria fica na Praça da Fruta. ■

 

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