Festa de Natal recordou os 20 anos do Colégio Rainha D. Leonor

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Festa contou com a atuação de 600 alunos, mas também ex-alunos

Cerca de 600 alunos representaram os 20 anos do CRDL, que no próximo ano deverá entrar numa nova fase com o currículo internacional

A Festa de Natal do Colégio Rainha D. Leonor deste ano, na noite de sexta-feira, 19 de dezembro, contou com a participação de cerca de 600 alunos e perto de 2000 espetadores em duas sessões. Este ano o tema da festa foram os 20 anos da escola, que foram passados em revista com música, dança e muita animação. Desde a criação do Colégio Rainha D. Leonor nas Caldas, com as obras de construção em 2005, aos momentos mais felizes e também os de maiores desafios e dificuldades, como, dez anos após a inauguração, a questão da quebra dos contratos de associação ou, há cinco anos, a pandemia e, depois, o regresso, “a ideia foi pegar numa atuação de cada ano e representar aqui”, explicou Sandra Santos, da direção pedagógica do Colégio Rainha D. Leonor.

Na festa atuaram 34 turmas e “a parte mais simbólica foi ter uma atuação com os nossos ex-alunos”. Além desta festa, houve também anteriormente a da Creche e da Pré-Escola do CRDL.

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Sandra Santos mostrou-se ainda “muito orgulhosa desta caminhada de 20 anos”, acrescentando que “foi muito bom reviver os momentos, trazer cá os ex-alunos e ter a casa cheia em duas sessões, a primeira com 980 espetadores e a segunda com cerca de 950 pessoas”, sem contar com os alunos.

Atualmente, com uma grande dinâmica, o Colégio Rainha D. Leonor está prestes a entrar numa nova fase da sua vida, com a perspetiva de criação, já no próximo ano, do currículo internacional a partir do equivalente ao 9º ano português. Esta é uma novidade que aguarda apenas a autorização do Ministério da Educação e a oficialização da Cambrige, após a recente aprovação, na sequência de uma visita oficial.

O interesse e procura tem existido, especialmente por parte de famílias estrangeiras, mas “achamos que mesmo famílias portuguesas poderão ter interesse neste currículo, quer seja para prosseguir estudos no ensino português, quer seja para o ensino superior no estrangeiro, porque é um diploma que é reconhecido em todas as universidades portanto é muito positivo, sobretudo para quem quer ir estudar para fora”, refere Sandra Santos.

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