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Conservatório no CCC e também no E. Brazão

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Estiveram quatro centenas de alunos do Conservatório no espetáculo “Feiticeiro de Oz” no palco do CCC

Quatrocentos estudantes fizeram espetáculo no centro cultural das Caldas. Hoje atuam no Bombarral

“Toca e Foge ou a Flauta sem Mágica”, uma produção que reúne intérpretes dos diversos cursos de Música e de Teatro do Conservatório das Caldas da Rainha, será apresentada hoje, 11 de junho, pelas 19h00, no Teatro Eduardo Brazão, no Bombarral. O espetáculo é uma adaptação de António Torrado, foi sugerido pela professora de teatro, Joana Oliveira e retrata como seria o mundo se a música deixasse de existir. Também retrata o que seria preciso fazer para que ela pudesse voltar.

Será interpretado pelos alunos do Conservatório das Caldas que frequentam o polo da escola no Bombarral e por alguns alunas das Caldas que frequentam Técnicas Teatrais. Esta é uma disciplina que ajuda os futuros músicos e também atores a aprender técnicas que lhes permitam estar mais à vontade em palco. “Ao todo vão integrar o elenco deste espetáculo, um total de 80 alunos”, disseram os docentes Bernardo Mendes e Luís Santos, ambos da direção pedagógica do Conservatório.

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Na sua opinião é igualmente importante para os estudantes ode atuar em espaços como o CCC mas também em locais diferentes como o histórico Eduardo Brazão. “São ótimas experiências para os nossos alunos”, remataram.

No passado dia 3 de junho, em duas sessões, à tarde e à noite, os alunos do Conservatório das Caldas voltaram ao palco do CCC para apresentar o espetáculo de música e de teatro “O Feiticeiro de Oz”.

Entre a fantasia e a realidade, “O Feiticeiro de Oz” convidou o público a entrar num universo onde a magia acontece através da arte e da imaginação.

A música e o teatro criaram uma viagem de descoberta, onde cada encontro revela novos desafios, aprendizagens e formas de encontrar a própria voz.

Os alunos do Conservatório das Caldas representam e musicaram a jornada de Dorothy e dos seus companheiros nesta história que é uma metáfora para o crescimento artístico e humano, que teve como objetivo celebrar o talento e a dedicação de todos os que fizeram parte deste espetáculo.

Bernardo Mendes e Luís Santos, ambos da direção pedagógica do Conservatório, explicaram que não foi fácil a parte logística de ter quatro centenas de alunos no palco mas na sua opinião “foi importante que todos os alunos pudessem participar na apresentação”.
Na primeira apresentação participaram todos os estudantes. Na segunda apresentação já não foi possível contar com os estudantes do polo do Conservatório do Bombarral. No total assistiram aos dois espetáculos cerca de 1200 pessoas.

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