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Caldas fez festa da formação e o Sp. Covilhã da manutenção

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Guilherme Lopes fezx o quarto jogo pelos seniores do Caldas

Último jogo da temporada no Campo da Mata teve desfile das camadas jovens e modalidades

Convencionou-se que quando os campeonatos caminham para o fim, os jogos com pouco ou nada por decidir são “típicos de fim de época”, e normalmente dão espetáculos enfadonhos e empates. Para o Caldas, este jogo era a feijões, mas nem por isso houve falta de empenho competitivo e os pelicanos quase obrigaram os leões da Serra a jogar sob pressão na última jornada. Mas, no fim., houve festa para os dois conjuntos.

Ambiente de festa no Campo da Mata, com o Caldas a ativar a fan zone com um piquenique daqueles a trazer a magia da Mata e da festa popular ao futebol antes do pontapé de saída.

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No campo, com as bancadas bem compostas pela adesão das camadas jovens do clube – que desfilaram ao intervalo juntamente com as modalidades – e com os adeptos a quererem homenagear a equipa nesta despedida da época, também houve empenho competitivo, mesmo com várias alterações na equipa caldense promovidas pelo treinador João Aguiar.
O Sp. Covilhã entrou em campo a saber que só precisava de um ponto e não quis arriscar. O Caldas, mesmo em ritmo descontraído, conseguia, em algumas acelerações, aproximar-se e criar sensação de perigo, com Rui Carreira a destacar-se no corredor esquerdo, no plano ofensivo a surgir como o pelicano mais rematador na primeira parte.

Com o Caldas a convidar por vezes o Sp. Covilhã a ter bola no seu meio campo, os serranos também chegaram com perigo, ainda que apenas em duas ocasiões e ambas bem resolvidas pelo central Zé Ricardo. E logo a seguir a uma delas, o Caldas marcou.

Insistência ofensiva do Caldas, com Gonçalo Chaves a ganhar um ressalto à esquerda, toque para Rui Carreira e desta para Tiago Catarino. O jovem médio viu o espaço e colocou na corrida de Gonçalo Chaves, o centro foi bom, o mesmo não se pode dizer do corte de Edu Silva, que saiu contra Farinha e para dentro da baliza.

O golo criou instabilidade na equipa visitante, mas o Caldas não conseguiu aproveitar para fazer o segundo golo, mesmo com o refrescar da frente ofensiva promovido por João Aguiar.

O golo do empate acabou por surgir ao minuto 70, com oportunismo por parte dos serranos (ver Momento do Jogo). E com o ponto à mercê, Rui Mota foi rápido a mexer na equipa para dar equilíbrio defensivo a partir do meio campo.

O Caldas não se acomodou, queria oferecer a vitória aos adeptos e quase o conseguiu com um excelente trabalho de Guilherme Lopes e Tarzan, o disparo de zé Gata saiu ao lado.

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