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Lançada Bolacha do Centenário da Casa do Pão de Ló de Alfeizerão

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A cerimónia de apresentação da Bolacha Mariana decorreu a 12 de junho

Criação original de Mariana Ferreira é inspirada na tradição dos doces conventuais

Chama-se “Bolacha Mariana” e foi a vencedora do concurso promovido no âmbito das comemorações dos 100 anos da Casa do Pão de Ló de Alfeizerão, com o objetivo de estimular a criatividade, a inovação e o espírito empreendedor dos futuros profissionais da gastronomia, contribuindo simultaneamente para a valorização e reinvenção das tradições locais. A criação original de Mariana Ferreira, aluna do curso de Gestão e Produção de Pastelaria e Padaria da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste (EHTO) foi lançada, no passado dia 12 de junho, na Casa do Pão de Ló de Alfeizerão numa cerimónia que contou com a presença do executivo da Junta de Freguesia de Alfeizerão, reforçando a relevância deste momento para a comunidade local e para a valorização do património gastronómico da região.

Inspirada na tradição dos doces conventuais, em particular no emblemático Pão de Ló de Alfeizerão, esta bolacha distingue-se pela utilização de farinha de amêndoa e por um delicado recheio de doce de ovos. “A sua elegância e fiel ligação às raízes da centenária Casa do Pão de Ló conquistaram o júri do concurso que esteve na origem desta criação”, refere a EHTO.

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Para assinalar a ocasião, Helena Castro, proprietária da Casa do Pão de Ló de Alfeizerão, recebeu os convidados com um lanche especial, onde não faltaram o tradicional Pão de Ló, a degustação das novas Bolachas Mariana, bem como chás frescos e o emblemático Licor de Pão de Ló.

Fundada em 1925, a Casa do Pão do Ló de Alfeizerão está a comemorar o seu centenário. O pão de ló é o produto âncora da empresa e representa sensivelmente metade da faturação da empresa, que também produz toda a pastelaria, entre as quais se destacam, por exemplo, as trouxas de ovos, feitas manualmente, uma a uma, ou as empadas, inicialmente, as de galinha, agora também as de espinafre. Os pasteleiros começam a trabalhar às 6h30 e as portas abrem uma hora e meia depois, encerrando às 20h00, todos os dias do ano, menos no Natal. O 15 de agosto, a véspera de Natal e o domingo de Páscoa são os dias de maior fluxo de vendas.
Os clientes são maioritariamente pessoas de fora, que estão de passagem, de férias ou que vêm de propósito buscar este doce tradicional.

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