
Para que conste ficam na ficha de leitura duas receitas. A primeira na página 3 é «Bacalhau à taverneiro»: «Coze-se o bacalhau. Aquece-se uma travessa e guarnece-se o fundo com bom azeite., misturado com salsa, chalotas, alho e cebolinho picados, temperando com pimenta e noz-moscada ralada, lasquece-se o bacalhau por cima, ainda quente e regue-se com limão ou agraço.»
A segunda é «Bacalhau à marinheira» na página 10: «Cozido o bacalhau, depõe-se numa travessa com a água da cozedura, na qual se dissolve uma gema de ovo cozida, um alho esmagado e pimenta, juntando-se-lhe além disso azeite cru, vinagre e cebolinhas cozidas com o bacalhau.»
Fiquemos por aqui não sem antes lembrar uma conversa com José Quitério que explicava a paixão portuguesa pelo bacalhau com esta ideia: «O bacalhau só sabe bem com bom azeite e onde há bom azeite é em Portugal…»
(Editora: Apenas Livros, Colecção: Papoulas Gustativas)





