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Colégio arranca com o currículo internacional já em setembro

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O descerrar da placa pela vereadora Conceição Henriques, com Sandra Santos e João Calvete, da administração

Arranque previsto com uma turma. Inscrições divididas entre estrangeiros e portugueses

O Colégio Rainha D. Leonor vai arrancar em setembro com a primeira turma do currículo internacional, no equivalente ao 9º ano português. A ideia é que seja progressivo, ou seja, no ano seguinte ter o 9º e 10º e assim consecutivamente, atingindo a plenitude daqui a quatro anos. “Temos a autorização também para descer para o 3º ciclo, mas nós primeiro vamos fazer este percurso”, explicou a diretora pedagógica, Sandra Santos, à margem do Step In & Connect, que se realizou a 24 de abril na escola e que foi um dia aberto com três propósitos: celebrar os 20 anos do Colégio, comemorar a integração na rede da Cambridge International Education e dar a conhecer a escola a futuros alunos e famílias.

Durante o dia houve várias apresentações culturais, os visitantes separaram-se para visitar salas de aulas. O objetivo é proporcionar um dia aberto “para as famílias novas que queiram conhecer a dinâmica em contexto real” e “sentir a escola no ambiente mais real possível”. O evento destina-se também a famílias de alunos em transição de ciclo. Realizou-se ainda uma sessão de esclarecimentos sobre o currículo internacional e uma demonstração das academias, no pavilhão da escola.

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Durante a manhã foi descerrada uma placa evocativa da adesão do Colégio à rede de Cambridge. A diretora pedagógica revelou que atualmente já contam com inscrições para o currículo internacional, sendo sensivelmente metade de portugueses e metade de estrangeiros de diversas nacionalidades. “Temos recebido muitos pedidos de informações”.

O currículo internacional vai arrancar com os professores do Colégio (que têm recebido formação), mas funcionará num modelo misto, com professores nativos na língua inglesa e professores que já lecionam o currículo internacional. Sandra Santos admite que, com esta oferta, será necessário reforçar a equipa com mais quatro a cinco docentes.
Esta turma juntar-se-á às duas do currículo nacional e esta oferta servirá a região Oeste, dado que no distrito apenas existem duas escolas na rede.

Sandra Santos frisa que há muitas famílias estrangeiras que escolhem o sítio para morar consoante a escola dos filhos, “como já acontece também com o currículo nacional”. Além das universidades estrangeiras, faz notar, o currículo internacional também dá equivalência para seguir os estudos superiores em Portugal.

“Este é um marco importante na história do nosso Colégio, um passo firme na consolidação do projeto educativo que, ao longo de 20 anos, tem sabido crescer, adaptar-se e acima de tudo manter-se fiel ao que realmente importa, os nossos alunos e os nossos valores”, referiu, acrescentando que acreditam que “não há um único caminho de sucesso” e que, “quer seja o percurso nacional, o percurso internacional, ou uma via mais profissional , todos são válidos e todos podem levar longe”. Sandra Santos apresentou ainda o novo lema do Colégio: “Grow here, shine everywhere”, ou seja, “crescer aqui, num ambiente seguro, humano e inspirador” e “brilhar em qualquer lugar, como alunos, como profissionais, mas sobretudo como pessoas”. Até porque querem que desta escola os estudantes levem conhecimentos, mas também “valores, pensamento crítico, capacidade de adaptação e, acima de tudo, a vontade de contribuir para um mundo melhor, porque o mundo precisa, talvez mais do que nunca, de pessoas que inspirem, que saibam pensar, mas também sentir, que saibam competir, mas também cooperar e que saibam chegar longe, sem nunca perder de vista aquilo que realmente importa”.

A vereadora da Educação da Câmara das Caldas, Conceição Henriques, frisou que “as características desta cidade indiciam que uma oferta de educação internacional é mais do que uma mera aspiração, é uma decisão que vai ajudar estruturalmente a cidade a progredir e a ter até um maior grau de atratividade”. A autarca revelou que aa nível escolar há cerca de 30% alunos estrangeiros no concelho e frisou a importância de uma educação internacional num mundo global.

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