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Ode às Mães Reais

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Lurdes Pequicho
Educadora de Infância

Ser MÃE é o melhor do mundo. É um caminho de muitas dúvidas, incertezas, erros e expetativas que se traduzem sempre em amor – amor incondicional, daquele que nos tira o sono à noite, que não nos deixa respirar de preocupação, que aperta o coração e que, ao mesmo tempo nos enche a alma e apazigua.
Uma montanha russa de emoções que nos faz respirar fundo e sentir aquele abraço apertado que nos enche o coração, que nos faz ouvir “gosto muito de ti” e todo o corpo estremece.

Aquele AMOR que nos faz olhar para um ser lindo, maravilhoso que foi gerado em nós, que nos faz recuar no tempo quando cheiramos o pescoço e o cabelo, e que nos relembra a bênção de ser mãe. Um amor que nos faz mordiscar os dedinhos, a barriguinha e ainda fazer umas cócegas, viver um momento mágico de pura ternura.

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Um amor que não cabe no peito, que inunda todo o nosso corpo e nos faz acreditar que, apesar de todos os erros e falhanços, somos e seremos as melhores mães do mundo para os nossos filhos.

Mãe é guerreira que luta todos os dias para dar o melhor aos filhos. Que corre para os treinos de futebol, a dança, o ballet, a natação e as outras infindáveis atividades. E depois há a casa e as compras e o resto da família que também exige a nossa presença.

Aquela mãe perfeita que vês nas redes socais não existe – não te compares. Sê apenas a melhor mãe que consegues ser e lembra-te: todas nós erramos, mesmo que te digam o contrário. Errar faz parte do caminho e é essencial para aprendermos.

Só percebemos que erramos porque refletimos acerca das nossas ações, porque temos a consciência que não sabemos tudo e que estamos, constantemente, a aprender. Os nossos comportamentos estão relacionados com os nossos valores, com a forma como lidaram connosco e com as ferramentas internas que temos para dar resposta aos desafios que surgem no caminho.

Por isso, liberta-te da culpa, ela é inimiga da ação, prende-nos os movimentos e impede-nos de fazer diferente.

Mãe, antes de tudo, é mulher. Uma mulher habituada a cuidar de todos, menos de si.

O que fazes pela mulher que és? Tens cuidado de ti? Há quanto tempo já não fazes uma coisa que gostas muito, mas que não tens tido tempo? Há quanto tempo não pensas em ti?

Quando vais olhar para a mulher por detrás da mãe, da filha, da dona de casa, da esposa, da trabalhadora?

O nosso autocuidado é muito importante para nos mantermos em equilíbrio e conseguirmos cuidar dos nossos filhos de forma consciente e presente. Por isso, não adies esses momentos e pensa em ti, para seres ainda melhor MÃE.

Com Amor!

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