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Politécnico de Leiria lança pós-graduação em Proteção Civil

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O presidente do IPLeiria assegura que a instituição supera os requisitos legais para se constituir como Universidade

Nova oferta formativa arranca no próximo ano letivo. Instituição anuncia também novos espaços criativos na Escola Superior de Arte e Design

O Politécnico de Leiria vai abrir uma pós-graduação em Proteção Civil e Gestão de Emergências e Catástrofes no próximo ano letivo. O anúncio foi feito pelo presidente da instituição, Carlos Rabadão, que destacou também a criação de uma ‘Art Factory’ na Escola Superior de Arte e Design (ESAD), nas Caldas da Rainha.

A nova pós-graduação surge da necessidade de capacitar autarquias, empresas e outras instituições para a gestão de catástrofes naturais, tecnológicas e ambientais. Segundo Carlos Rabadão, a formação terá uma abordagem multidisciplinar, integrando áreas como o planeamento territorial, a engenharia, a psicologia e a liderança. “A título de exemplo, o Politécnico de Leiria sofreu, há três anos, um ciberataque, o que também é uma catástrofe muito difícil de recuperar”, afirmou o dirigente, sublinhando que o conhecimento é “fundamental para começar a criar um território mais resiliente”.

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Em simultâneo, nas Caldas da Rainha, a ESAD vai receber a ‘Art Factory’. O espaço funcionará como um polo criativo de interação entre a comunidade académica e o exterior. Nas palavras do presidente do Politécnico, será “um espaço de trabalho onde os artistas se encontrem com os alunos, com a sociedade em geral e desenvolvem a sua criatividade”. O projeto contempla ainda a criação de condições para que artistas externos realizem temporadas no local, trabalhando diretamente com estudantes e investigadores.

Além destas iniciativas, o Politécnico de Leiria prevê a criação de um centro multidisciplinar de ciência e tecnologia. O objetivo é agregar centros de investigação dispersos e atrair unidades de grandes empresas e start-ups. Sobre a área da proteção civil, Carlos Rabadão recordou que a instituição já teve uma licenciatura no setor, encerrada por falta de procura, mas reiterou que o atual contexto de alterações climáticas e ameaças tecnológicas torna “essencial para avançar” com a nova formação.

*Com Lusa

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