
Depois da bienal realizou-se uma exposição com as obras de arte que vão ocupar os espaços públicos já definidos por Tominho (que se designa “Terra de Artistas” e por Vila Nova de Cerveira (intitulada Vila das Artes).
Em ambos os lados da fronteira estiveram em exposição pública três obras de arte esculpidas neste certame. Do lado português esteve presente a obra do caldense Vitor Reis, formado na ESAD. A sua peça foi feita em mármore, sintetiza um esguicho de água e foi escolhida para ficar colocada em Vila Nova de Cerveira. Foi apresentada do lado português lado a lado com as propostas dos seus congéneres de Taiwan e da Bielorússia.
N.N.





