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Apresentado plano para requalificar rede viária

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O munícipe caldense Jaime Neto elaborou uma proposta de Plano Municipal de Reconstrução/Requalificação da Rede Viária e Valorização Territorial das Caldas da Rainha, que apresentou na última Assembleia Municipal. A ideia é simples, disse o antigo vereador e deputado municipal pelo PS, e passa pela necessidade do município ter um plano de reconstrução, mas também de requalificação das estradas municipais, nomeadamente da EN360.
A destruição de parte significativa da rede viária municipal, resultante das tempestades que ocorreram há cerca de três meses, colocou em evidência fragilidades estruturais. “Perante este cenário de destruição, não podemos responder apenas com medidas e ações avulsas, reativas ou mesmo desarticuladas” ou ficar apenas à espera das verbas prometidas pelo governo, salienta Jaime Neto, defendendo a necessidade de planeamento. No documento, que entregou aos deputados, Jaime Neto entende que a rede viária, e em particular a EN360, “deve deixar de ser entendida apenas como uma infraestrutura funcional, para passar a ser um verdadeiro eixo estruturante de valorização territorial, paisagística e económica”. Sendo um eixo rodoviário transversal do concelho, que liga a Foz do Arelho a Santa Catarina, a EN360 “tem um elevado potencial para se transformar num dinâmico corredor territorial multifuncional, capaz de articular espaços, valorizar paisagens, ligar pessoas e comunidades e potenciar atividades económicas, contribuindo para uma maior coesão social e territorial”, destaca.
O plano apresenta também uma matriz de investimento estruturada, estimada em cerca de 12 milhões de euros, identificando fontes potenciais de financiamento e estabelecendo prioridades de intervenção. “Isto demonstra que não estamos perante um exercício abstrato, mas perante uma proposta com base concreta e exequível”, justifica o munícipe.
Para que este se concretize terá de haver vontade política para planear, investir e executar, mas também para consensualizar, porque, como ressalvou o seu autor, “projetos desta natureza, pela sua dimensão e impacto, exigem continuidade no tempo e compromisso coletivo na sua melhor execução para além do atual mandato autárquico”.

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