Parque infantil da Quinta dos Moinhos inaugurado

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Espaço tem quatro zonas de lazer, incluindo um campo de basquetebol

Espaço projetado há mais de 20 anos foi inaugurado em clima de festa. Investimento de cerca de 70 mil euros

Foi no passado sábado, num clima de festa, que foi inaugurado o parque infantil da urbanização da Quinta dos Moinhos, nas Caldas. Trata-se de um projeto com mais de 20 anos e que resulta de um investimento de cerca de 70 mil euros. As obras decorreram desde setembro do ano passado.
O presidente da União de Freguesias de N. Sra. Pópulo, Coto e São Gregório, Pedro Brás, explicou que esta é “uma ideia que não é deste executivo, tem mais de 20 anos, quando foi feito este loteamento, e estava arrumado numa gaveta. Quando tomámos posse tivemos conhecimento dele e achámos a ideia interessante”, tendo avançado para a sua concretização com ligeiras alterações.
Miguel Monteiro, do executivo da União de Freguesias, esclareceu que se trata de um espaço com 1414 metros quadrados, divididos entre as áreas verdes de relva, os arruamentos em calçado e quatro zonas de lazer (uma com uma pérgola e uma mesa para convívio, outra com cerca de 64 metros quadrados que é o jardim infantil, com um baloiço de cesto e um escorrega e uma pequena escalada, uma zona de fitness com três equipamentos (remo, patins e surf) em ilhas de botão poroso e um campo de basquetebol (com 260 metros quadrados), que no futuro poderá vir a ter também balizas.
Este espaço vai estar sempre aberto quer a moradores, quer a outros interessados.
Pedro Brás esclareceu ainda que têm como objetivo requalificar uma média de quatro parques infantis por ano. “Muita gente quer que se façam coisas novas, mas temos 17 e todos estão a precisar de requalificação”, apontou, esclarecendo que já conseguiram terminar quatro (os polidesportivos da Encosta do Sol e de São Cristóvão e os parques infantis da Rua Abílio Flores e do Bairro Lisbonense).
O presidente da Câmara das Caldas, Vítor Marques, destacou que a execução da União de Freguesias trouxe “vantagens financeiras” e que agora são precisas duas coisas: manutenção, a cargo da União de Freguesias, e dar vida ao espaço, desafiando os moradores para organizarem um convívio, que ficou agendado, por sugestão de Pedro Brás, para setembro, quando forem replantadas as árvores. ■