
Derrota do 1.º Dezembro contra o Amora garantiu que os pelicanos vão continuar a fazer o pleno na Liga 3
Está confirmado, o Caldas garantiu a manutenção na Liga 3 e nem precisou do ponto que lhe faltava. No sábado, os pelicanos perderam na Tapadinha, num encontro em que estava em jogo o primeiro lugar da série, mas no domingo o Amora – que se agarra ao último fio de esperança na manutenção – bateu o 1.º Dezembro e fez o trabalho pelos alvinegros.
Na Tapadinha, o Caldas procurava devolver o resultado de há três jornadas ao Atlético e, com isso, superar a formação de Alcântara no topo da classificação da Série 2. E a entrada em jogo foi prometedora, com Gonçalo Chaves a regressar à titularidade e a procurar manter o protagonismo que teve na vitória do outro lado da ponte 25 de Abril uma semana semana antes. O camisola 9, logo ao minuto 2, recebeu uma bola perdida à entrada da área e rematou de pronto, obrigando Fábio Ferreira a uma defesa difícil.
Mas, mesmo com uma tarde de calor, seria sol de pouca dura para os alvinegros. O Atlético começou a controlar o encontro após o ímpeto inicial do Caldas. Mais rápidos sobre a bola e com boas dinâmicas de movimentação e troca de bola, o Atlético conseguiu esconder a bola dos jogadores do Caldas e atacar a profundidade, mesmo tendo pouco espaço para explorar nas costas da defensa caldense.
Golo que deu vantagem à turma de Alcântara chegou através de um lance de bola parada. Um canto à direita do ataque, no qual Nicolas Souza conseguiu, entre um chacho de jogadores, desviar de cabeça e bater Duarte Almeida pela primeira vez.
Com problemas para controlar o jogo com bola, o Caldas foi percebendo as dinâmicas do jogo adversário e conseguiu controlar, com bom alinhamento defensivo e tempo de chamada para o fora de jogo. Mesmo mais dominante, o Atlético não criou lances válidos de finalização.
O Caldas, mesmo com dificuldades para ter bola tempo suficiente para montar os seus ataques, voltou a aproximar-se nos 10 minutos finais do primeiro tempo, com um centro perigoso de Filipe Oliveira e um remate de Edu, que saiu à figura.
Na segunda parte, as alterações promovidas por João Aguiar trouxeram mais equilíbrio e capacidade de ocupação dos espaços ao pelicanos. João Tarzan esteve perto do empate no que parecia um centro, mas foi um remate que deu sensação de golo. Passou por cima.
O resultado manteve-se em aberto até ao tempo de compensação, mas os pelicanos não conseguiram criar mais perigo e acabaram por sofrer o segundo golo em tempo de compensação.










