
André Viola deu a conhecer o espaço museológico numa peça com cinco minutos
“Queria dar a conhecer, porque é o Museu de Ciclismo, mas tem esta vertente do cinema, que ao princípio pode parecer um pouco desconcertante, então no vídeo tentei criar uma ponte, o elo de ligação, entre as duas” áreas, explica o jovem caldense André Viola, de 26 anos, que fez um vídeo de apresentação para aquele espaço. Este foi o seu projeto de final de curso de Técnico de Multimédia, no Cencal, que foi importante para “aprofundar conhecimentos” e que, pela sua forte componente técnica, viria a ser um complemento à licenciatura que fez, em Programação e Produção Cultural, entre 2018 e 2021, na ESAD, e que “foi interessante e desafiante”, tendo aberto “novos horizontes no sentido cultural”.
“Na licenciatura já tinha planeado fazer um ciclo de cinema naquele espaço, mas infelizmente não consegui”, recorda, notando a amizade que se criou com o fundador do museu, Mário Lino. “Gostamos de falar um com o outro”, conta, revelando que ofereceu o seu trabalho ao museu. Como já conhecia o local, as filmagens “foram relativamente fáceis”.
Atualmente, este caldense está em vias de arranjar trabalho, tendo como principais áreas de interesse a produção e edição de vídeo. “Sempre gostei da criação de narrativas e curadoria de imagens em movimento”, refere André Viola, que concorreu, em fevereiro e com Bruno Gil Lopes, a um concurso da Gulbenkian para a criação de uma curta-metragem de ficção inspirada num “conto divertido humorístico que se passa no interior do país”. Querem também concorrer ao ICA para aumentar o orçamento.











