Telefilme será rodado em Alcobaça no mês de agosto

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O filme, que será rodado no concelho vizinho, será realizado por Rita Barbosa e adaptado de uma obra de Carlos Oliveira

Vai ser rodado um telefilme sobre uma família alcobacense que vivia da fruticultura. Câmara de Alcobaça apoia este projeto para a RTP

A Câmara de Alcobaça vai colaborar com a produtora Ukbar Filmes e com a RTP1 na realização de um telefilme que vai ser filmado no concelho vizinho em agosto próximo.
O filme “Jogo de enganos” será baseado na obra de Carlos Oliveira, “Pequenos Burgueses”, centrando-se na tradição da fruticultura desta zona do país, sem esquecer que a história terá o Mosteiro de Alcobaça como cenário.
O telefilme, que conta com adaptação de Martim Baginha Cardoso, será realizado por Rita Barbosa, que está ligada ao universo da publicidade, além de ser cenógrafa e artista visual.
A ação situa-se nos anos 1940, no seio de uma família ligada à produção de fruticultura e vai contar várias pequenas histórias “em torno das árvores de fruto, sonhos de compotas e heranças”, explica nota de imprensa sobre este projeto para a televisão.
Nesta história vão conviver personagens “que muito trabalham” enquanto outras “pouco fazem” numa intriga do género de crítica social.
A história desenrola-se nos tempos conturbados da II Guerra Mundial, que tiveram grande impacto na criação de indústria de compotas de frutas”, explica a mesma nota.
Esta proposta fará parte da iniciativa “Contado por Mulheres”, da qual vão resultar 10 telefilmes na região Centro, realizados exclusivamente por mulheres.
Os filmes vão ser rodados entre abril e agosto deste ano em diversos locais da região Centro, com o apoio das respetivas Câmaras Municipais e candidato ao Fundo do Turismo e do Cinema.

Será contada a história de uma família que produz frutas e compotas nos anos 1940. O mosteiro será destacado

De acordo com entidade produtora, a série vai ser exibida na RTP1 no último trimestre deste ano.
“Contado por Mulheres” tem o objetivo de passar a um formato televisivo e cinematográfico, dez textos de autores portugueses do séc. XX, criando um património audiovisual para o futuro. As autoras desafiadas a integrar o projeto são de várias gerações e algumas vão apresentar as primeiras obras audiovisuais.
As convidadas “possuem forte sentido narrativo, experiência ora na representação ora na publicidade e têm merecido grande reconhecimento a nível nacional e internacional”. ■