

Os títulos nacionais, medalhas e transferências de atletas caldenses para os grandes deram à escola de atletismo do Arneirense grande notoriedade. Daí que não fosse expectável que praticamente desaparecesse do mapa durante dez anos. Tal facto, porém, deveu-se precisamente ao fim de ciclo de um grupo de atletas e às tais saídas para os grandes clubes, às quais se juntou a crise económica mundial. No entanto, é bom notar que o atletismo naquela colectividade que nasceu no Bairro dos Arneiros no final dos anos 1980 (e que resultou da fusão de duas outras associações) está a viver uma nova fase da sua história e a tentar regressar aos anos de ouro.
Assim, Zé Povinho considera da mais elementar justeza destacar todos os atletas, ex-atletas, equipa técnica e dirigentes do Arneirense que ajudaram a manter vivo este desporto nas Caldas e também valorizar o trabalho daqueles que, nos últimos anos, têm procurado devolver o clube à glória de outros tempos. A bem da modalidade e do desporto do concelho das Caldas da Rainha.

Zé Povinho acha que fosse o seu criador, Rafael Bordalo Pinheiro vivo, esta acção dos juízes não lhe escaparia, uma vez que não é possível imaginar que titulares de cargos públicos tão importantes necessitem de utilizar artifícios que eles próprios condenam ao povo mais ingénuo ou mesmo matreiro. Por tudo isto, caso se comprovem as acusações, a figura da justiça de olhos vendados deve estar bastante envergonhada e intrigada, quando alguns juízes, uma das classes mais bem pagas, alegadamente necessitam de esquemas para aumentar os seus rendimentos…








