No Oeste existem 149 bens imóveis culturais a visitar

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A igreja de Nossa Senhora do Pópulo, nas Caldas, é um monumento nacional

Os tempos são de confinamento, mas após a pandemia não deixe de visitar os 32 monumentos nacionais, 98 imóveis de interesse público e 19 de interesse municipal que existem no conjunto dos 12 concelhos oestinos

Em 2019 existiam no Oeste 149 bens imóveis culturais, segundo os dados da Direção-Geral do Património Cultural, recentemente divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Há, portanto, mais um imóvel do que os 148 registados em 2018, o que se explica com a inscrição das Linhas de Torres como monumento nacional, que ocorreu precisamente no ano de 2019.
Entre estes 149 imóveis, a maioria estão classificados com interesse público (98), como é o caso do Aqueduto da Usseira (em Óbidos), do Forte de São Miguel Arcanjo (na Nazaré), assim como do edifício que hoje é a sede da União de Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório e também do Chafariz das Cinco Bicas, estes últimos localizados nas Caldas.
Há 32 monumentos nacionais no conjunto dos 12 concelhos oestinos. Alguns exemplos são o Castelo e a Cerca de Óbidos, a Fortaleza de Peniche, a Igreja de São Gião, na Nazaré, a Capela de Nossa Senhora do Desterro, em Alcobaça, assim como a Igreja de Nossa Senhora do Pópulo, nas Caldas.
Da lista fazem parte 19 imóveis classificados com interesse municipal, como o Hotel Parque, em São Martinho do Porto, o Teatro Chaby Pinheiro, na Nazaré, e a Capela de São Brás, no concelho do Bombarral.
Numa análise aos dados mais recentes do INE (ou seja, recuando cinco anos de 2019 até 2014) é possível perceber que o número de imóveis culturais neste território tem aumentado. É que nesse ano existiam 145 bens imóveis culturais registados no Oeste, dos quais 31 monumentos nacionais, 96 imóveis de interesse público e 18 de interesse municipal.
Esse número manteve-se até 2017, ano em que a Quinta do Hespanhol (Torres Vedras) recebeu a classificação de imóvel de interesse público.
No ano seguinte havia mais dois bens imóveis culturais, um de interesse público e outro de interesse municipal, ambos em Alenquer. ■