Abordagem Permanente abre duas lojas nas Caldas

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Elisabete Noronha traz um conceito de moda que classifica entre o clássico e o exuberante

Espaços de venda de roupa, calçado e acessórios promete soluções diversificadas para o público

A Abordagem Permanente abriu duas lojas de roupa, calçado e acessórios no centro das Caldas da Rainha. Elisabete Noronha, proprietária dos espaços, promete soluções diversificadas em relação ao que já existia no mercado caldense, não só em relação ao estilo, mas também ao conceito.

Elisabete Noronha nasceu em França, de onde chegou em março deste ano com o marido, natural das Caldas da Rainha. No país de origem, a gaulesa já se dedicava a este mercado e veio, agora, implementá-lo nas Caldas da Rainha, com dois espaços distintos.

A primeira loja abriu a 15 de setembro, no número 47 da Rua General Queirós e trata-se de um espaço premium onde se pode encontrar bijuteria criada pela própria Elisabete Noronha, e roupas e acessórios em segunda mão de marcas prestigiadas e outras mais mainstream, e ainda roupas novas, também de designers menos conhecidos, mas cujo trabalho a empresária quer fazer chegar ao público.

Elisabete Noronha quis abrir esta loja num espaço mais discreto, embora com muita passagem de tráfego, “porque a venda de artigos em segunda mão é algo que ainda não está muito enraízado em Portugal, embora também haja quem queira justamente esse tipo de artigo”, explica.

A abertura da segunda loja, a 9 de outubro, veio da necessidade de ter uma oferta num estilo mais casual e para um público mais amplo. A localização escolhida foi a Rua das Montras, coração do comércio tradicional caldense.

“Acaba por não ser roupa tão casual quanto isso, porque sou um pouco excêntrica e acabámos por seguir essa linha, mas os comentários têm sido muito positivos, porque oferecemos estilo completamente diferente, que nem é muito clássico nem muito exuberante, é para aquela mulher que se assume completamente”, descreve a empresária.

Com estas duas lojas em funcionamento, Elisabete Noronha quer chegar a todo o tipo de clientes e carteiras.

A empresária diz que traz influências de França, mas que também se inspira no que tem visto nas Caldas.

“Há muitos jovens com looks especiais, e senhoras com uma certa idade mas que são muito chiques, estou a adaptar a oferta a tudo isso”, realça Elisabete Noronha, que aposta, também, nas comunidades estrangeiras a residir na região e tem sentido muita recetividade sobretudo entre as comunidades francófonas, sobretudo a francesa, belga e a canadiana.

Além das lojas físicas, está a ser ultimado um site para vendas online, que também são feitas através da página da loja no Facebook com vendas em direto.

“Foi algo que a pandemia trouxe e que nos permite chegar a mais público”, realça. Este canal de venda permite aos clientes adquirir à distância, com entregas pelo correio, ou encomendar para levantar em loja.

As duas lojas criaram três postos de trabalho em horário completo e mais um em tempo parcial. ■