Balbino & Faustino investe em novas instalações em Mangualde

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A empresa familiar nasceu em 1980 e tem vindo a afirmar-se no mercado do comércio de derivados de madeira

Empresa pretende reforçar presença na zona de Viseu, tendo aplicado 650 mil euros na aquisição de espaço e realização de obras

A Balbino & Faustino encerrou o armazém que detinha em Reigoso e investiu uma verba de 650 mil euros em novas instalações em Mangualde, espaço em que, após a realização de obras de melhoramento durante o verão, permitiu abrir uma instalação comercial para servir o centro norte do país.
Com este investimento, a empresa, com sede no Facho, reforça a presença e serviço na zona de Viseu, com um espaço de 2.500m2 e mais de 10.000m2 de logradouro, onde foi possível reunir as condições para armazenamento e distribuição de derivados de madeira e componentes para a indústria do mobiliário
O investimento no armazém insere-se na política de crescimento definida pela administração, “reforçando a proximidade ao cliente e aumentando o nível de serviço”.
“Acreditamos que a zona tem potencial de crescimento, melhorando o serviço prestado aos muitos clientes que já temos na zona, e possibilitando crescer a norte e este, sendo inclusivamente uma possibilidade o serviço também alargar as entregas a Espanha”, salienta a administração da empresa, em resposta à Gazeta das Caldas.
O investimento inicial nestas instalações rondou os 650 mil euros e a Balbino & Faustino, que conta com 4 colaboradores em Mangualde, prevê realizar obras de ampliação das instalações num horizonte de dois anos, “aumentando o investimento e o número de colaboradores envolvidos”.

Falta de matérias-primas
A Balbino & Faustino começou a sentir, no final de 2020, “alguma degradação nos prazos de entrega por parte dos fornecedores e na carência de algumas matérias-primas”, tendo sofrido, ainda, com “repetidos aumentos de preços ao longo de todo o ano”, o que tornou a atividade mais difícil. Ainda assim, as expetativas são risonhas.
“Podemos considerar que o ano de 2021 está a ser trabalhoso, mas muito interessante, acreditamos que iremos atingir os objetivos inicialmente definidos, sendo que o grande desafio é encontrar alternativas e soluções que possam colmatar as faltas de alguns produtos”, sublinha a administração da empresa fundada em 1980 no Facho, localidade da Cela, no concelho de Alcobaça. O comércio de derivados de madeira e componentes para a indústria de mobiliário representa cerca de 70% do volume de negócios ■