

Na sessão, Fernando Santos recordou os momentos passados neste lugar, referiu-se aos amigos pelo nome e, no fim, disse que poderiam continuar a contar com ele. Estes retribuíram-lhe o afecto, com uma carta onde recordaram 59 anos de vivência em comum.
Natural de Lisboa, Fernando Santos começou a passar férias nas Gaeiras com seis anos e sente-se sempre um de cá. “Se hoje me perguntarem de onde é que sou, eu diria que sou das Gaeiras”, disse na cerimónia.
Zé Povinho expressa os seus parabéns ao seleccionador nacional pela distinção atribuída por Óbidos, e faz votos para que possa repetir a proeza europeia no futebol deste ano e depois regresse, campeão, à festa da sua terra para comemorar.

Mas as eleições directas no PSD também foram uma derrota para vários destacados dirigentes sociais-democratas da nossa região, nomeadamente alguns presidentes de Câmara, que se empenharam pessoalmente no processo eleitoral. Humberto Marques (Óbidos) sofreu uma derrota considerável, dado que o apoio que manifestou a Miguel Pinto Luz apenas “valeu” 5 votos na Concelhia… Para Tinta Ferreira (Caldas da Rainha), a vitória expressiva de Luís Montenegro no concelho pode dar algum alento, mas, no final do dia, o autarca acabou por apoiar um candidato derrotado… E até para Paulo Inácio (Alcobaça) a coisa não correu propriamente bem. Depois de ter apoiado Pedro Santana Lopes nas anteriores eleições internas, o autarca decidiu formalizar o apoio a Rui Rio, mas a vitória na Concelhia recaiu em Luís Montenegro…
Zé Povinho sabe que, em política, quase nunca os candidatos assumem derrotas. Mas, neste caso concreto, há uma coisa que parece inevitável: qualquer que seja o resultado da segunda volta nas directas do PSD, agendadas para amanhã, ninguém poderá cantar vitória. A não ser, talvez, António Costa, que deve esfregar as mãos de contente. Afinal, com uma oposição assim, quem é que precisa de adversários políticos?







