Voo atribulado acaba com derrota, multa e pontos subtraídos

0
491

O Praiense-Caldas voltou a não se realizar no passado dia 11 de Abril, depois de já ter sido adiado numa primeira ocasião, a 31 de Março. Desta vez os alvinegros não viajaram depois do primeiro voo ter regressado a Lisboa após ter sido atingido por um raio. A federação decretou derrota por falta de comparência, multou os alvinegros em 842 euros e retirou-lhes três pontos.

Não foi à terceira que o Caldas conseguiu deslocação para a Praia da Vitória, na Terceira. O voo em que os pelicanos seguiram acabou por ser noticiado a nível nacional depois de ter sido forçado a regressar a Lisboa 20 minutos depois de ter levantado do Aeroporto Humberto Delgado. A aeronave foi atingida por um raio numa das asas.
Enquanto alguns dos passageiros seguiram viagem duas horas depois, num outro aparelho, os caldenses alegaram que não tinham condições psicológicas para seguir viagem e ficaram em terra. O argumento não convenceu nem o Praiense, nem o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol – em primeira instância.
O organismo decretou derrota por falta de comparência e, seguindo o regulamento, puniu o Caldas com uma multa de 77 euros, outra de 765 euros e ainda com a subtração de três pontos na tabela classificativa, o mínimo previsto pelo artigo 68.1 a). O Caldas vai recorrer desta decisão.
Mesmo que o Conselho de Disciplina venha a confirmar a pena, a subtração de pontos não coloca em risco a manutenção da equipa no Campeonato de Portugal, uma vez que nenhuma das equipas abaixo da linha de água tem hipóteses de alcançar a pontuação dos alvinegros.