Oestina, a nova cerveja que pretende chegar a todo o Oeste

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Primeira produção foi de 1.500 garrafas, que se venderam em apenas dois meses

Oestina é a nova marca de cerveja artesanal que pretende chegar a todos os concelhos do Oeste. “Foi uma ideia criada no primeiro confinamento”, explicou Emanuel Minez, proprietário do Cais da Praia e dos bares Monkey Mash e Red Frog, ambos em Lisboa e que, recentemente, abriu o Cais do Parque, no Parque D. Carlos I.
A celebrar o 40º aniversário, o empresário pensou que seria interessante… criar a sua própria cerveja. “As pessoas estão saturadas das marcas mainstream” de cerveja e procuram outras ofertas, nota.
A receita e a produção não são próprias, mas a marca é e pretende ser uma personagem figurativa do que é ser um oestino, alguém que tem uma identidade própria e que convive e é influenciado por este característico microclima. Os textos que suportam o produto foram desenvolvidos por Paulo Caiado, alguém “que escreve muito bem!”.
Neste arranque, Emanuel Minez lançou para o mercado três receitas: a Pilsner Lager, que é mais cítrica e leve, a IPA, que é mais amarga, mas com notas de maracujá e ananás e ainda a Stout, com sabor a caramelo, café e chocolate e que combina bem com sobremesas cremosas. O teor alcóolico varia entre os 5% na Lager e os 6,5% na IPA e na Stout.

“As pessoas estão saturadas das marcas mainstream”

Emanuel Minez

A primeira produção foi de 1.500 garrafas, que se venderam em dois meses. “O feedback tem sido muito bom”, disse. Além das garrafas, que são vendidas individualmente ou em kits, no Cais do Parque também está à venda a Oestina à pressão, que na primeira semana de funcionamento do estabelecimento já vendeu, entre as três receitas, cerca de 250 litros.
A cerveja pode ser adquirida através do site da marca, mas também no Cais do Parque (Caldas) e no Cais da Praia e 7ª Vaga (Foz do Arelho).
O empresário pretende que a Oestina tenha também um cariz solidário e que parte do lucro possa reverter para a realização de investimentos em melhorias no Parque D. Carlos I, por exemplo, ao nível da replantação. O objetivo não é que ter uma produção massiva, mas sim que seja possível encontrar a Oestina em todos os concelhos do Oeste, tendo para tal alguns espaços de referência em cada município.
Para o futuro o empresário mantém, ainda assim, a vontade de ter a sua própria receita e produção de cerveja. Nos planos para o futuro está também a ideia de lançar uma marca de espumante. ■