Infancoop e ColorADD reforçam a rede de instituições que irão trabalhar por fomentar a sustentabilidade

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No dia 6 de junho realizou-se no, centro comercial, a sessão comemorativa

Infancoop e ColorADD reforçam a rede de instituições que irão trabalhar por fomentar a sustentabilidade

O projeto de sustentabilidade ambiental do La Vie das Caldas da Rainha, Go Green, que foi lançado em 2021, conta com dois novos parceiros: Infancoop e ColorADD (responsável por um código desenvolvido por um designer português que permite aos daltónicos identificar as cores através de símbolos). André Teixeira, da ColorADD explicou que, por exemplo, um daltónico saber que estacionou numa zona vermelha é uma das dificuldades que sente “que são muitíssimo fáceis de resolver”, explicou, notando que “o La Vie implementou as soluções e trouxe às Caldas, coincidente com o Hospital das Caldas da Rainha, que também está implementar nas pulseiras de Manchester”. Por sua vez, Lúcia Fernandes, da Infancoop, realçou o trabalho que fazem com as crianças e que tentam que transmitam às famílias. “A sustentabilidade é um tema que nos é muito querido”.
Luís Loureiro, administrador da Wider Property, salientou o crescimento da rede, que inicialmente era de seis parceiros e atualmente já conta com 11. “Queremos que nos desafiem”, lançou. Já João Xavier, diretor retail da empresa, detalhou as ações realizadas no âmbito da estratégia ESG assente em dez eixos. Um é a comunidade de parceiros, outro a reciclagem, onde têm vindo a registar subidas. Em 2023 foram mais de 123 mil quilos de papel e cartão, mais de 25 mil quilos de plástico, mais de seis mil de vidro e quase 2500 de metal. Foi um aumento em quase todos os materiais, excepto no vidro (ligeira redução) e no plástico, devido à diminuição na utilização do mesmo. Outros eixos são a economia circular e a redução de consumos, os fornecedores responsáveis, diversidade e inclusão, responsabilidade ambiental e social, satisfação do cliente, contratos verdes (com cláusulas “verdes” nos contratos) e a garantia da fiabilidade e gestão.
Raquel Moreira, da Blueotter, empresa que gere e valoriza resíduos e que também integra o projeto, esclareceu que o La Vie “não elimina nada, dá uma valorização a todos os resíduos”, detalhando que, das cerca de 300 toneladas de resíduos produzidas no último ano, cerca de 50% foram recicladas e os restantes 50% encaminhados para valorização energética.
António Vidigal, da Câmara das Caldas, sugeriu envolver o La Vie no projeto Biorainha, dedicado ao aproveitamento dos bioresíduos. ■