Macho ou fêmea?

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Na altura de escolher um animal de estimação, o género pode ser importante, mas tudo se resume à personalidade de quem e do que procura

Esta edição da Gazeta das Caldas é dedicada ao Dia Internacional da Mulher, em que se luta sobretudo pela igualdade de oportunidades e direitos para mulheres e homens. E nos animais de estimação, já pensou se há diferenças na altura de escolher entre macho e fêmea?
Num mundo ideal, a situação perfeita seria ter não apenas um, mas pelo menos dois animais da mesma espécie e, de preferência, do mesmo sexo. Tal como os humanos, os nossos amigos de quatro patas não gostam de estar sozinhos. Mas quando os donos vão para o trabalho ou para a escola, a maior parte dos animais fica sozinho em casa. A situação ideal é que haja companhia, de preferência em casal – de forma responsável para evitar a reprodução descontrolada -, até para evitar disputas territoriais que mais facilmente acontece entre machos ou fêmeas.
No entanto, muitas pessoas optam por ter apenas um. Nesse caso, podem haver diferenças entre macho ou fêmea, mas não há uma questão de melhor ou pior. Cada animal tem a sua personalidade, assim como cada dono tem a sua, e a parelha perfeita é quando as personalidades se adequam mutuamente entre animal de companhia e dono.
Mesmo assim, há alguns aspetos que são mais ou menos característicos. Os machos têm um temperamento mais constante, porque não passam por mudanças hormonais. São, por norma, mais agressivos, o que pode ser vantajoso se se pretende que faça guarda.
Como desvantagens, o cão tem maior instinto para marcar território e pode fazer xixi nos lugares errados. Também podem ser mais irrequietos e ter brincadeiras inconvenientes, como morder objetos.
Já as fêmeas têm maior tendência para serem mais meigas, apesar da imprevisibilidade provocada pelas hormonas, assim como o risco de fugir quando estão com o cio. Problemas que se ultrapassam com a esterilização.
As fêmeas, quer de gato, quer de cão, são menos “brutas” que as dos machos, principalmente à medida que se tornam adultas.
Outra vantagem é que as fêmeas são menos territoriais, o que significa que aprendem mais depressa onde podem ou não urinar.
Quando castradas, as fêmeas ficam tranquilamente em casa, sem necessidade de ir para a rua para procurar um macho. ■