Desafio ao Poder Local

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José Marques
administrador hospitalar

1.Hospital Oeste Norte! Turismo de Saúde. Em junho do corrente ano fará 20 anos que apresentei ao Ministério da Saúde a proposta da criação do Centro Hospitalar do Oeste Norte (integrando o hospital de Caldas da Rainha, Alcobaça e Peniche) o qual foi criado pelo Ministério da Saúde.
Igualmente propus a edificação do Hospital Oeste Norte (aprovado pela resolução do Conselho de Ministros de 28 de Agosto de 2008). Que não foi concretizado por desencontro entre as Câmaras de Caldas da Rainha e de Alcobaça relativamente à sua localização. Pretendia ser um hospital Humano, moderno e Inteligente, verde e Sustentável. Com a capacidade de 250 camas em substituição dos hospitais de Caldas da Rainha, Alcobaça e Peniche. Seria criado um Centro Integrado de Cuidados de Saúde, em rede com o HON e os edifícios hospitalares já existentes. Também estava prevista a prestação de cuidados hospitalares para o, já na moda, turismo de saúde global
2.Hospital Termal. Turismo de Saúde. Agora na esfera da responsabilidade autárquica compete ao poder local a sua reabilitação e a sua adequação a um turismo termal de qualidade e o aproveitamento da água termal não só para fins públicos mas também para a hotelaria termal
3.Parque D. Carlos I e Mata Rainha D. Leonor. Estes ex-libris patrimoniais da cidade devem ser renovados e potenciados como foco de atração dos visitantes locais e nacionais. Têm condições para estarem no top 5 dos parques e jardins nacionais. Falta criar condições paisagistas e de piso de circulação como outras ofertas de atração e mais fruição de prazer e alegria para os visitantes, sobretudo crianças e idosos.
4.Monumento moderno de tributo à Rainha D. Leonor. Pensamos que falta honrar e tributar a Rainha fundadora da cidade com um monumento de tributo e glória, artístico, arrojado, moderno, símbolo de honra, de reconhecimento e glória.
5.Reabilitação do património edificado público e privado. A cidade de Caldas da Rainha é dona de um património edificado de fazer inveja a muitas cidades da província do nosso país. Compete ao poder local promover a sua reabilitação plástica e funcional para a tornar mais bonita, para alegrar os caldenses e atrair mais visitantes locais, nacionais e estrangeiros. Por mim, a situação dos pavilhões é uma vergonha e um escândalo. Defendo a sua reabilitação não como hotel mas como centro de artes. Caldas Cidade Criativa.
6.Quinta Pedagógica. Existe uma quinta nos Olivais, em Lisboa. Seria uma boa ideia replicar esta infraestrutura para a educação ambiental e animal, destinada às crianças e adolescentes. Ponto de atração muito forte.
7.Centro Cultural Infantil. Museu do Brinquedo. Falta na cidade um contraponto ao CCC para as crianças com a instalação de um museu do brinquedo que interessa a todos, miúdos e graúdos
8.Caldas cidade das Pessoas, verde, saudável, criativa, alegre e feliz. É possível ser for desenhada uma mobilidade urbana, carros elétricos, dois lugares de aluguer (ficando as viaturas particulares em parque nas entradas da cidade), bikes de aluguer, ciclovias e pedonais. Assim, a cidade será mais atrativa, saudável será menos ruidosa e uma qualidade do ar ambiente no exterior e interior das habitações mais conforme à garantia de mais e melhor saúde para os seus residentes e visitantes. A electrificação da linha do Oeste será uma mais-valia para os que partem e para os que chegam. Menos poluição das automotoras a diesel. Aproxima Lisboa.
9.Dar mais VIDA aos Anos. Equipamentos de animação social, educativa e de Lazer e desporto. Não podemos esquecer o envelhecimento populacional e que o exercício físico adequado proporciona aos idosos e a todos uma vida mais ativa. Condição necessária para mais saúde física e mental
10.Monumento V de tributo às Vítimas de Violência Doméstica. Há vários meses que temos defendido junto da APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima) e outras autarquias a edificação de um monumento de tributo às vítimas de violência doméstica. Na minha proposta imagino um V, de Valentina, vitória, violência, a localizar nas imediações da cidade, mas de âmbito nacional e por isso visível da A8. ■