Category: Sociedade

  • Amigos do Patareco pedalaram até Évora

    No passado domingo, os Amigos do Patareco realizaram mais uma viagem de convívio e foram, de bicicleta, até Évora. O périplo, de cerca de 170 quilómetros, iniciou-se às 7h00, em Santa Catarina, quartel-general do grupo de aventureiros.
    “Saímos de Santa Catarina com chuva miúdinha e esteve a chover até Santarém, mas chegámos a Évora com sol”, contou Rogério Batista à Gazeta das Caldas.
    O percurso, descreveu, “é muito bonito e não é muito difícil, apanhámos temperaturas agradáveis, o que também ajudou”. Pelo caminho encontraram “algumas subidas entre Raposa e Coruche” e também “o sobe e desce em Évora, mas é fazível” e encontraram “boas estradas” e também a animação de alguns automobilistas que buzinavam quando passavam por eles.
    Em Rio Maior um dos cicloturistas teve um furo, algo que não atrapalhou o grupo, que após resolver a questão continuou a pedalar.
    O mais novo do pelotão tinha cerca de 40 anos e o mais experiente já contava 62 primaveras.
    Os aventureiros pararam em Raposa e também em Montemor-o-Novo, “para abastecer de comida e água e para refrescar as pernas”, esclareceu.
    A chegada à Praça do Giraldo, em Évora, deu-se por volta das 14h00, ou seja, cerca de sete horas depois da partida. “Fizemos mesmo questão de terminar o passeio naquele local e de assinalar a nossa chegada com uma fotografia”, referiu Rogério Batista.
    Com os 14 ciclistas iam duas carrinhas de apoio (uma, comercial, para trazer as bicicletas de volta e outra, de nove lugares, para os trazer a eles). Além disso, vinha também um automóvel ligeiro para completar as “boleias” de volta até Santa Catarina. Ou seja, no total, esta iniciativa envolveu diretamente 17 pessoas.
    O “capitão”, António Luís Lourenço, que é conhecido como o Patareco, não participou diretamente nesta aventura, porque recentemente teve um acidente e se encontrava lesionado. Ainda assim, participou, obviamente, na organização do mesmo.
    Depois da chegada e dos banhos, seguiu-se o almoço, levado numa das carrinhas. Os aventureiros fizeram então um piquenique no Parque de Campismo da Orbitur em Évora e, depois de saciados, voltaram para casa, com mais uma aventura para contar.
    O próximo passeio do grupo dos Amigos do Patareco deverá ser o já tradicional passeio da Sexta-feira Santa e que anualmente leva um autocarro cheio de participantes para fazer um passeio de bicicleta diferente a cada ano. Nos últimos dois anos, 2020 e 2021, não foi possível organizar este evento devido à pandemia, mas a expetativa é que regresse já no próximo ano. Também em 2022 gostariam de ir de Santa Catarina até Santiago de Compostela.
    O grupo dos Amigos do Patareco tem a sua origem há cerca de 15 anos e começou como um grupo informal, mas que há cerca de três anos se associou ao clube da terra, a Associação Recreativa e Cultural Catarinense. ■

  • Coluna parlamentar: O Orçamento do Estado para 2022

    Coluna parlamentar: O Orçamento do Estado para 2022

    Sara Velez
    deputada do PS

    Todos os anos, e com o regresso da atividade parlamentar, assume particular centralidade a apresentação e discussão do Orçamento do Estado.
    Tratando-se de um documento eminentemente financeiro, é a tradução das grandes opções políticas e definição de caminhos futuros para o país. Entre outras medidas, gostava de destacar algumas que me parecem bem significativas para todos.
    O Orçamento do Estado entregue na Assembleia da República aposta na recuperação dos rendimentos das famílias, através do desdobramento dos escalões de IRS, aumento das deduções fiscais para famílias com filhos e ainda com a gratuidade das creches para todas as crianças até ao segundo escalão.
    O Orçamento retoma a regularidade das atualizações salariais e reforça os salários da Administração Pública com um aumento geral de 0,9%, aumenta o salário mínimo em linha com o aumento médio dos últimos anos, continuando a honrar o compromisso de chegar aos 750€ em 2023, e aumenta as pensões de acordo com os valores da inflação, também reforçando as mais baixas com um aumento extraordinário de 10€ (bem acima dos valores da inflação) em agosto de 2022.
    O Orçamento reforça o investimento público, particularmente na área da saúde, introduzindo novos mecanismos na gestão dos hospitais, com o reforço do número de médicos a contratar e a formar e com o aumento do pagamento por hora extraordinária, entre outras medidas.
    O Orçamento continua, ainda assim, comprometido com as contas certas mantendo o equilíbrio financeiro essencial para a nossa estabilidade financeira, bem como para nossa reputação internacional, cuja salubridade é essencial para a captação de investimento internacional, fundamental para o nosso crescimento económico.
    Enquanto instrumento de aplicação e execução de políticas públicas, o Orçamento agora apresentado, e que iremos discutir e votar no final deste mês, tem subjacente a toda a sua filosofia uma estreita articulação com a aplicação e execução do PRR, mecanismo de apoio financeiro singular, que representa uma oportunidade única para o desenvolvimento do nosso país. Ninguém compreenderia que desperdiçássemos estes recursos. ■

    O Orçamento continua comprometido com as contas certas

  • Alcobaça: Rui Alexandre reeleito na associação Veteranos do Ginásio

    Alcobaça: Rui Alexandre reeleito na associação Veteranos do Ginásio

    Rui Alexandre foi reeleito como presidente da Direção da Associação dos Veteranos do Ginásio Clube de Alcobaça.

    José Gomes é o novo líder da Assembleia Geral, enquanto à frente do Conselho Fiscal, devido a abdicação de António José Costa, foi nomeado Nuno Sousa.

    A proposta de lista foi aprovada por unanimidade e aclamação, tendo obtido a totalidade dos votos dos sócios presentes na assembleia geral. ■

  • Cadaval: Festa das Adiafas Sobre Rodas prossegue este sábado

    Cadaval: Festa das Adiafas Sobre Rodas prossegue este sábado

    A “Festa das Adiafas Sobre Rodas”, que teve uma primeira parte a 16 de outubro, prossegue este sábado.

    Trata-se de uma iniciativa simbólica e evocativa do certame com o mesmo nome que, devido à pandemia, não se pôde realizar pelo segundo ano consecutivo.

    A Câmara do Cadaval, através da participação do Grupo “Toc’Andar”, promove um percurso pelas aldeias do concelho, através de animação móvel com banda e DJ. ■

  • Nuno Santos pede “civismo” aos cidadãos para manter freguesia limpa

    Nuno Aleixo Santos, novo presidente da União das Freguesias das Caldas da Rainha – Santo Onofre e Serra do Bouro, considera “prioritário envolver a população” no esforço para “ter uma freguesia mais limpa e mais cuidada”, tendo solicitado aos fregueses e visitantes “que não limpem, mas que não sujem” e “que não reparem, mas sim que não destruam”.

    “Que o civismo e a cidadania sejam um exemplo para todos”, solicitou, em comunicado, o eleito do Vamos Mudar, pedindo que os cidadãos “respeitem os lugares de cargas e descargas e lugares para pessoas portadoras de deficiência”, que o “estacionamento seja ordenado e cumprindo as regras de trânsito e a sinalização existente” e “que o civismo e a cidadania sejam um exemplo para todos”. ■

  • Nazaré: Retomada requalificação da Av. Vieira Guimarães

    As obras de requalificação da Avenida Vieira Guimarães, na Nazaré, vão ser retomadas, após a suspensão dos trabalhos durante a época balnear. Esta empreitada está avaliada em mais de 769 mil euros. Segundo a Câmara, “dentro em breve terá, ainda, início a obra de requalificação da Praça Sousa Oliveira”, num investimento a rondar os 524 mil euros (com apoios nacionais e comunitários) e com uma duração prevista de cinco meses. ■

  • Bombarral: Orçamento Participativo tem votação aberta

    Bombarral: Orçamento Participativo tem votação aberta

    A Câmara do Bombarral anunciou a abertura, esta segunda-feira, do período de votação dos projetos apresentados na segunda edição do Orçamento Participativo, que se prolonga ao longo de um mês, terminando a 17 de novembro.

    A votação poderá ser efetuada on-line, em https://opb.cm-bombarral.pt/login, mediante o registo no referido portal, ou em boletim de voto disponível para o efeito nos serviços municipais e nas Juntas do concelho. ■

  • Alcobaça: Freixo junto ao Mosteiro classificado como interesse público

    A Rocha – Associação Cristã de Estudos e Defesa do Ambiente viu deferido pelo ICNF a requisição para a classificação de interesse público de um freixo que se encontra situado junto à cerca do Mosteiro de Alcobaça e à Levadinha. A classificação implica a criação de uma zona geral de proteção, com um raio de 20 metros a contar da base do freixo e estão proibidas intervenções que possam destruir ou danificar a árvore. ■

  • Lourinhã: Ciclo de conferências está de regresso às escolas

    O ciclo de conferências “Olhares sobre… As crianças, adolescentes e famílias” está de regresso ao concelho da Lourinhã já a partir deste mês e até maio. Estas conferências gravitam em torno do mundo da educação, explorando práticas educativas e parentais promotoras de ambientes familiares e educacionais onde predomine o saber estar, saber ouvir e o saber fazer. Decorrem na última quarta-feira de cada mês e têm transmissão online. ■

  • Emissário submarino continua sem bóia de sinalização

    Emissário submarino continua sem bóia de sinalização

    O emissário submarino da Foz do Arelho continua sem a bóia de sinalização. Esta é uma situação que se prolonga há cinco anos, sendo que recentemente chegaram à Gazeta das Caldas queixas relativamente a este tema.
    O emissário (ou exutor) submarino é, na prática, um tubo que transporta as águas residuais tratadas da Estação de Tratamento de Águas Residuais por mais de dois quilómetros, para o mar e que está em funcionamento desde o ano de 2005.
    O emissário tem obrigatoriamente de estar assinalado com uma bóia de sinalização, para que as embarcações saibam onde está e, assim, evitar que constitua um perigo à navegação.
    Gazeta das Caldas procurou respostas junto da empresa Águas do Oeste, mas tal não foi possível até ao fecho desta edição.
    No entanto, Vítor Diniz, da Comissão Cívica de Defesa das Linhas de Água e Ambiente, recordou ao nosso jornal que já no último ano a comissão tinha alertado para esta situação.
    Vitor Diniz esclareceu ainda que as últimas informações que a Comissão obteve junto da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) chegaram há cerca de um ano.
    Recuando a março de 2020, a um artigo publicado na Gazeta das Caldas sobre o mesmo tema, a APA confirmou então que tinha conhecimento da situação e que a entidade responsável pelo exutor é a empresa Águas do Tejo Atlântico, que já lançou concurso para a inspecção subaquática de emissários submarinos na sua área de concessão, que inclui o da Foz do Arelho. Só que a APA não se comprometeu com uma data em concreto e, mais de um ano depois, continua o exutor sem a bóia. ■

  • Caldas da Rainha: Multiopticas ofereceu cheques visão

    A MultiOpticas do La Vie Caldas da Rainha esteve no passado dia 14 na Escola Básica EB1/JI do Bairro dos Arneiros para entregar “Cheques Visão” a crianças de famílias carenciadas, referenciadas e identificadas pelo agrupamento. Sandra Silva, diretora de marketing da empresa, defendeu que “temos a responsabilidade de alertar a sociedade para a importância da saúde visual e o impacto da mesma no sucesso escolar”. ■

  • Jazz na reabertura do Centro Social e Recreativo da Foz do Arelho

    Após dois anos encerrado devido à pandemia, o Centro Social e Recreativo da Foz do Arelho abre portas amanhã, sexta-feira, pelas 21h30, com um espectáculo inserido na itinerância do Quarteto João Guimarães, de lançamento do novo álbum designado UM.
    Este trabalho de João Guimarães foi editado em fevereiro de 2020, no Porto, e aos músicos que habitualmente compõem o quarteto – João Guimarães no saxofone, Eduardo Cardinho no Vibrafone, Francisco Brito no contrabaixo e Marcos Cavaleiro na bateria – juntaram-se Hermon Mehari no trompete, Travis Reuter na guitarra e Oscar Graça no Piano.
    João Guimarães, o líder do grupo, músico, compositor e saxofonista é membro da Orquestra de Jazz de Matosinhos, do trio Hitchpop e fez parte da banda portuense Insert Coin, do Miguel Ângelo Quarteto, entre outros. Depois do seu primeiro trabalho como líder Zero, para octeto, e o Festival de Jazz de Guimarães em 2013, lança em 2020 o disco, UM. A tournée de lançamento teve início em abril, mas depois foi suspensa com a pandemia. Para retomar o trabalho, numa nova tour, em 2021 foi solicitado apoio ao programa do Ministério da Cultura, “Garantir Cultura” com o objetivo de levar a música ao público e aos espaços culturais menos centralizados, cultivando a apetência por este estilo através da música ao vivo. Depois das Caldas, no dia seguinte, o quarteto irá atuar em Arcozelo.
    O Grupo de João Guimarães está presente em Portugal desde 2017, tendo sido apresentado em Coimbra, no Quebra- Costas, em Lisboa no Hot Club de Portugal, na Porta – Jazz no Porto e no Museu Bernardino Machado no Dia Internacional do Jazz 2019.
    O Centro Social e Recreativo da Foz do Arelho fica situado no Largo do Arraial, no centro da vila. ■

  • Peniche: Plano de gestão de ZEC está em consulta pública

    O Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas abriu o período de consulta pública da proposta dos planos de gestão de Zonas Especiais de Conservação (ZEC), entre as quais o de Peniche/Santa Cruz. Durante três semanas, é possível consultar a proposta do plano de gestão e os respetivos documentos anexos nas Câmaras e na sede da Direção Regional da Conservação da Natureza e Florestas de Lisboa e Vale do Tejo (Santarém). ■

  • Homem detido por tráfico de estupefacientes na Foz do Arelho

    O Posto Territorial de Caldas da Rainha da GNR deteve, esta quarta-feira, em flagrante, na Foz do Arelho, um homem, de 27 anos, por tráfico de estupefacientes.

    Em comunicado, a GNR revela que a detenção surgiu na sequência de uma ação de patrulhamento, em que os militares se depararam com um ajuntamento de pessoas. No seguimento desta ação foram realizadas diligências que permitiram identificar um indivíduo, culminando na sua detenção pela posse de 29 pastilhas de MDMA.

    O detido foi constituído arguido, tendo os factos sido remetidos ao Tribunal Judicial de Caldas da Rainha, tendo a ação contado com o reforço dos Postos Territoriais de São Martinho do Porto e de Bombarral.

  • Serviço de bicicletas elétricas suspenso nas Caldas

    Serviço de bicicletas elétricas suspenso nas Caldas

    O serviço de bicicletas elétricas Rainhas, disponibilizadas pelo município caldense, está suspenso está suspenso temporariamente devido a uma falha técnica detetada nalguns equipamentos, informou a autarquia. O serviço de bicicletas partilhadas será retomado assim que o problema estiver resolvido.

    O projeto Rainhas, que resultou de uma proposta do Orçamento Participativo, foi disponibilizado este mês com 20 bicicletas e quatro estações de docagem e pretendo promover a mobilidade leve e sustentável.

  • Município do Cadaval financia totalidade do transporte escolar ao secundário

    Município do Cadaval financia totalidade do transporte escolar ao secundário

    A partir do próximo dia 1 de novembro, a Câmara do Cadaval vai passar a assegurar a totalidade do custo do transporte escolar para os alunos do ensino secundário.

    Esta nova medida de apoio destina-se aos alunos residentes no concelho e a frequentar a Escola Básica e Secundária do Cadaval, ou que frequentem outro estabelecimento de ensino fora do concelho, desde que a transferência tenha ocorrido devido à inexistência de curso ou disciplinas de opção no Cadaval.

    A medida abrange cerca de 70 alunos, que atualmente já usufruem de 50 por cento de comparticipação. A transição será feita automaticamente pela autarquia, que contactará as respetivas operadoras.

    Caso existam alunos que reúnam os requisitos anteriormente identificados e que não estejam, por qualquer motivo, a usufruir de transporte escolar, comparticipado pela Câmara do Cadaval, e desejem passar a beneficiar desse apoio, deverão dirigir-se ao Balcão Único do Município até 25 de outubro, a fim de requisitar o respetivo título de transporte.

  • Comissão cívica alerta ministro para excesso de furos para agricultura

    O perigo de falta de água e necessidade de gestão eficiente da água na agricultura são preocupações

    A Comissão Cívica de Proteção das Linhas de Água e Ambiente enviou uma carta ao ministro do Ambiente, João Pedro Marques Fernandes, na qual volta a alertar para o excesso de furos no consumo de água para agricultura o perigo de envenenamento da mesma e a desfloração de pinheiros e eucaliptos.
    A primeira exposição ao governante ocorreu em finais do ano passado, sendo dada conta do excesso de furos de consumo de água para a agricultura e o perigo de envenenamento da mesma, através do uso de pesticidas na zona entre o Campo e a Serra do Bouro. Numa visita feita ao local, o porta-voz da comissão, Vítor Dinis, denunciava a “concentração de hectares de explorações agrícolas, com um uso intensivo de pesticidas que podem levar ao envenenamento dos lençóis freáticos e contaminar as captações de água da autarquia” na zona.
    De acordo com o responsável, aqueles campos agrícolas levam ao consumo de “milhões de metros cúbicos de água para rega”, podendo originar a “falta de água para o abastecimento às populações”, sobretudo no verão.
    Mostra-se também preocupado com o “excesso” de corte de pinheiros e eucaliptos para aproveitamento agrícola, que poderá “colocar em causa a falta de qualidade do ar, numa zona considerada o pulmão do concelho”.
    Vítor Diniz lamenta a falta de resposta por parte da tutela e, em nova missiva, acrescenta que numa conferência realizada recentemente, especialistas na área, alertaram que “Portugal tem de se preparar para cenários ambientais francamente maus”. O dirigente cita posições de responsáveis como Miguel Miranda, presidente do IPMA, do especialista em alterações climáticas Filipe Duarte Santos, da economista Filipa Saldanha e do presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento do Plano de Recuperação e Resiliência, António Costa e Silva, para mostrar a “preocupação” da comissão.
    Vítor Diniz avança ainda que se não obtiver uma resposta “num prazo razoável”, irá pedir uma audiência o primeiro ministro para expor o problema. Caso esta não seja atendida, pretende levar o caso a instâncias europeias. ■

  • MultiOpticas entregou cheques visão na EB do Bairro dos Arneiros

    MultiOpticas entregou cheques visão na EB do Bairro dos Arneiros

    A MultiOpticas do centro comercial La Vie das Caldas da Rainha esteve no passado dia 14 na Escola Básica do Bairro dos Arneiros para entregar Cheques Visão a crianças de famílias carenciadas, referenciadas e identificadas pelo agrupamento. Com esta iniciativa, a marca tem como objetivo contribuir para a sensibilização da importância da saúde visual sobretudo nos primeiros anos de aprendizagem escolar.
    Sendo a visão determinante para o desenvolvimento físico e social, estima-se que cerca de 80% da aprendizagem seja processada por meio visual, tornando fundamental garantir e possibilitar uma correta aprendizagem e igualdade de oportunidades para as crianças.
    Para Sandra Silva, diretora de marketing da MultiOpticas, “cuidar da sua visão é determinante no processo de aprendizagem. Nós temos a responsabilidade de alertar a sociedade para a importância da saúde visual e o impacto da mesma no sucesso escolar, para além de assumirmos a missão de ajudarmos os pais e crianças com maiores dificuldades de acesso a estes cuidados”.
    Ana Portugal, Head of CSR da GrandVision, afirma que “esta é uma iniciativa que muito nos orgulha, estando cada vez mais próxima das comunidades em que estamos envolvidos, via sensibilização e apoio direto através dos “Cheques Visão”.

  • Liga entrega donativos para profissionais de saúde e hospital das Caldas

    Liga entrega donativos para profissionais de saúde e hospital das Caldas

    Televisores para o Serviço de Medicina, batas para os profissionais e pijamas para as crianças na Urgência de Pediatria foram as ofertas

    Depois das pinturas terapêuticas para humanizar a nova Urgência Pediátrica do Hospital das Caldas, foi agora a vez dos recursos humanos afetos aquele serviço receberem coloridas batas, para também alegrar os pequenos doentes durante a sua estadia no hospital. A oferta, de cerca de 50 batas, é da Liga dos Amigos do Centro Hospitalar de Caldas da Rainha e a confeção da roupa é da responsabilidade das próprias voluntárias. Foram também oferecidos 23 pijamas, em algodão, para ser utilizados pelas crianças internadas, pois algumas não têm roupa de substituição e o serviço não possuía reservas.
    A Liga ofereceu ainda, recentemente, duas balanças, uma de tabuleiro e outra de pé alto, respondendo assim a um dos pedidos deste serviço, e entregou 10 televisores, que foram distribuídos pelos quartos do Serviço de Medicina. Estes aparelhos permitem distrair os doentes internados, sobretudo durante o período de pandemia, em que há restrições nas visitas dos familiares. Apesar de algum do equipamento já estar a funcionar, a cerimónia oficial de entrega destes donativos decorreu a 6 de outubro, com a presença da presidente do conselho de administração do CHO, Elsa Baião, do presidente e da coordenadora do voluntariado, da Liga dos Amigos do Centro Hospitalar de Caldas da Rainha, Joaquim Urbano e Manuela Paula, respetivamente, entre outros profissionais daquele hospital.

    Levantamento deu conta da necessidade de 70 televisores para colocar em enfermarias nas três unidades do CHO

    Rosa Amorim, diretora do Serviço de Medicina nas unidades das Caldas e Peniche, destacou a importância da oferta que, “não tendo uma vertente assistencial, ajuda muito os nossos utentes a passarem os dias”, realçando tratar-se de uma mais valia pois, para além de lhes fazer companhia, também funciona como estímulo. O Serviço de Medicina foi remodelado há perto de duas décadas e não tinha televisores, porque na altura estes não foram contemplados na aquisição de equipamento.
    Um levantamento feito o ano passado deu conta que havia muitas enfermarias, nas três unidades do CHO, que não possuíam televisores, sendo necessária a aquisição de cerca de 70 aparelhos. Foi lançado um apelo às ligas de amigos dos hospitais, que ajudaram na aquisição de alguns aparelhos e o CHO garante a compra do restante. “A vertente das condições hoteleiras e de humanização também é muito importante para o bem-estar dos doentes e até, em última instancia, para uma recuperação mais rápida”, salientou Elsa Baião, destacando a prontidão na resposta, por parte da Liga caldense.
    “É bom contar com este contributo da comunidade, das nossas ligas e de outras entidades privadas ou de solidariedade, para estes fins”, concretizou a responsável. Elsa Baião referiu ainda que estão a substituir o parque de camas nas várias enfermarias, permitindo melhores condições aos doentes, mas também aos profissionais de saúde, tendo em conta que o equipamento mais antigo exige um esforço adicional. ■

    Abertas inscrições para novos voluntários

    A Liga dos Amigos do Centro Hospitalar das Caldas da Rainha tem abertas as inscrições para novos voluntários para aquela unidade do CHO. Os interessados podem deixar os seus dados no Espaço Rainha (localizado no Hospital Termal) às terças e quintas-feiras, entre as 14h30 e as 17h00. De acordo com Manuela Paula, coordenadora do voluntariado, será depois dada formação para os novos voluntários e feita uma reciclagem para os mais antigos. “A nossa tarefa é ajudar os doentes em todas as atividades em que possamos ser úteis, nomeadamente na alimentação, receção e encaminhamento para os locais de atendimento, ou mesmo ajudar a tomar conta das crianças internadas enquanto os pais vão almoçar”, exemplificou.
    Desde a pandemia que o voluntariado tem estado suspenso. A presidente do conselho de Administração do CHO, Elsa Baião, também espera que o voluntariado retome em breve a sua atividade, destacando a sua importância para a humanização dos cuidados e bem estar dos doentes. “Esperemos ter condições epidemiológicas para que eles possam retomar a sua atividade, que é uma mais valia para todos e também para os próprios, certamente, pelo bem que proporcionam aos outros”, disse, especificando que o assunto será discutido com a Comissão de Controlo de Infeção.
    A Liga dos Amigos do Centro Hospital das Caldas da Rainha foi constituída em 1993, com o objetivo principal de criar condições para o bem-estar do doente.■

  • Grupos de folclore e gaiteiros levaram a cultura popular ao coração da cidade

    Grupos de folclore e gaiteiros levaram a cultura popular ao coração da cidade

    As tradições voltam às ruas da cidade levando-a a recordar um tempo em que ainda era vila. Este foi também o retomar da atividade cultural para os vários grupos do concelho, e das localidades vizinhas, após o período de pandemia

    “É para o Joaquim Orelhas a pulha que vou lançar. Não é homem de grandes pressas, principalmente quando está a trabalhar”. Esta foi apenas uma das pulhas (boatos) lançadas pelos elementos dos ranchos folclóricos, a par de inconfidências sobre namoros proibidos, queixas de trabalhadores descontentes e piropos, numa das recriações feitas enquanto desfilavam pela cidade. As apelidadas pulhas, antigamente entoadas à noite na aldeia e que apregoavam o que se dizia pela calada durante o dia nas vindimas ou na apanha da fruta, foram a novidade desta edição das Tradições da Vila, que voltaram a percorrer a cidade, durante a manhã de 9 de outubro, e após um ano de suspensão devido à pandemia.

    Profissões e saberes do passado “desfilaram” pela cidade para mostrar como se vivia e trabalhava noutros tempos

    Perto de centena e meia de elementos de grupos folclóricos e de grupos de gaiteiros e concertinas participaram no desfile que começou junto à Escola D. João II e percorreu várias ruas da cidade, recriando as vivências de finais do século XIX, inícios do século XX. “Do religioso ao profano, do trabalho rural ao ambiente de festa, das brincadeiras de escola aos teatros de robertos, dos pregões às fogaceiras, das desgarradas aos fandangos, das danças de roda coletivas às modas espontâneas, dos trajes ricos aos trajes de trabalho, tudo nos transporta de volta no tempo e se transforma num quadro vivo do passado”, resume a apresentação do projeto. E este ano com uma determinação ainda maior. “Esta é a primeira atividade, após a pandemia, para todos os grupos”, explicou Sérgio Pereira, da organização do evento. De acordo com o responsável, a iniciativa pretendeu também estimular o arranque das iniciativas por parte dos grupos populares, alguns deles bastante “adormecidos” por causa da pandemia.

    Perto de centena e meia de elementos de grupos folclóricos e de grupos de gaiteiros e de concertinas participaram no desfile

    A ideia foi proposta às juntas de freguesia urbanas, mas havia uma condição: o desfile só seria feito quando os seus elementos não tivessem de usar máscara na rua. Isto porque, de acordo com Sérgio Pereira, não lhes é permitido, quando trajam, usar elementos que identifiquem a atualidade por causa do rigor histórico e etnográfico a que estão sujeitos. “Se não permitimos o uso do relógio, as unhas pintadas, e brincos só com características da época, não fazia sentido usarmos máscara”, explicou. Quem não se privou da tecnologia do século XXI foram os transeuntes que, confrontados com esta manifestação de cultura popular, filmaram e fotografaram todos os pormenores que conseguiram.

    O evento, organizado pelos grupos de folclore do concelho, quer voltar para o ano, durante mais tempo e alargando-se a outros pontos da cidade

    Aos grupos de folclore do concelho, juntaram-se os convidados ranchos folclóricos de Geraldes e do Arco da Memória, o grupo de bombos da ETEO, as concertinas da Rebolaria (Batalha) e de Óbidos e vários gaiteiros. Também os atores José Ramalho e Inês Fouto participaram, recriando as figuras de Bordalo Pinheiro e da Saloia num quadro sobre a vida mundana da altura.
    Este ano a recriação decorreu apenas durante o período da manhã, e com grande envolvência das pessoas que circulavam pelas ruas. O objetivo é que o evento possa ter continuidade, aumentando a sua duração e também chegando a outros pontos da cidade, um pouco à semelhança do que já foi feito pelos gaiteiros, que percorreram outras ruas que não as do cortejo e foram ao Parque, animando esses locais durante a manhã de sábado.
    Os presidentes das uniões de freguesia da cidade, Jorge Varela e Vitor Marques, salientaram que esta iniciativa foi um exemplo da colaboração entre as duas freguesias da cidade e destacaram o papel de Sérgio Pereira na dinamização do evento.■

  • Filipe Marques renunciou ao cargo na presidência dos Bombeiros da Benedita

    Filipe Marques renunciou ao cargo na presidência dos Bombeiros da Benedita

    Protesto dos bombeiros impediu a tomada de posse de Filipe Marques, que foi obrigado a renunciar. Novas eleições ainda sem data marcada

    Foi no dia 1 de outubro, e após sucessivos adiamentos, que se realizou a assembleia para eleger os novos órgãos sociais da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Benedita. Duas listas concorreram: a lista A, encabeçada por Filipe Marques, que venceu com 67 votos e a lista B, encabeçada por Alice Moura Lourenço, que reuniu 55 votos.
    Só que após o ato eleitoral iniciou-se um protesto por parte dos bombeiros da corporação, que não queriam que a direção eleita tomasse posse. Entre os motivos para esta tomada de posição estava o facto de a lista ser composta pelos mesmos elementos que a direção anterior da associação, havendo apenas uma rotação de cargos.

    Eleições decorreram a 1 de outubro, seguindo-se protestos

    O grupo contestatário, que depositou os 26 capacetes em frente ao quartel, ameaçou entrar no quadro de reserva caso a lista eleita tomasse posse.
    Na noite de 4 de outubro realizou-se uma vigília em frente ao quartel. Filipe Marques tentou perceber quais as condições necessárias para tomar posse, mas a única solução para o grupo de bombeiros era que tal não ocorresse.
    Já no dia 9 de outubro Filipe Marques renunciou publicamente ao cargo, porque, conforme explicou à Gazeta das Caldas, “nunca seria um problema para esta instituição”. Filipe Marques diz-se profundamente “triste e desiludido com esta situação”, lamentando que uma eleição democrática não seja respeitada.

    Filipe Marques renunciou ao cargo a 9 de outubro

    Numa carta aberta que publicou nas redes sociais revelou que antes desta decisão, reuniu “com vários representantes dos Bombeiros para os ouvir e para que de forma construtiva, e em equipa, conseguíssemos definir um rumo que respondesse às suas preocupações e que acima de tudo protegesse a Instituição. Não me demonstraram abertura para o diálogo e adotaram uma postura completamente intransigente”.
    Filipe Marques disse também que nos últimos anos tem apoiado os bombeiros da Benedita, “quer enquanto cidadão individual através de donativos quer enquanto membro suplente na anterior Direção” e refutou as acusações de que tem sido alvo. “As acusações que me dirigiram são falsas, colocam em causa os valores que sempre defendi e afetam negativamente não somente a mim, mas também à minha família”, afirmou, condenando “os que se aproveitam dos seus cargos e das suas posições para se destacarem publicamente esquecendo-se que estão a prejudicar o bom nome de uma instituição como os Bombeiros Voluntários da Benedita e a comprometer a sua credibilidade e funcionamento futuro”.
    Na carta aberta que publicou nas redes sociais, o candidato mais votado no ato eleitoral concordou ainda com algumas das reividincações dos soldados da paz, nomeadamente ao nível da formação.
    Gazeta das Caldas tentou perceber quando se irão realizar novas eleições nos corpos sociais da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Benedita, mas à data de fecho desta edição ainda não estava definida nova data. ■

  • Associação de Solidariedade Social da Foz do Arelho assinalou 30 anos

    Associação de Solidariedade Social da Foz do Arelho assinalou 30 anos

    IPSS promove serviços em três valências, dando resposta a perto de uma centena de utentes, mas precisa de maior colaboração das entidades oficiais

    No início da década de 90, um grupo de cidadãos decidiu criar um espaço onde os idosos pudessem tomar as suas refeições, fazer a higiene e ocupar o tempo com atividades, fugindo à solidão e desenvolvendo as suas capacidades físicas e psíquicas. O nascimento da Associação de Solidariedade Social da Foz do Arelho, foi recordado pela presidente da direção, Maria Fernanda Mendoça, na cerimónia do 30º aniversário da instituição, assinalado na tarde de 9 de outubro.
    A IPSS, que começou com a valência de Centro de Dia, aumentou a sua oferta para o Serviço de Apoio Domiciliário e, em 2006, criou o lar com capacidade para 19 utentes, que depois foi ampliado, com capacidade para mais 15 utentes. Atualmente a associação mantém os serviços nas três valências, apesar do Centro de Dia ter estado suspenso desde março de 2019 até ao início deste mês. Retomou a atividade com apenas 11 utentes (mas tem capacidade para 20), enquanto que o Serviço de Apoio Domiciliário dá resposta a 37 utentes e na valência de Lar estão 35 idosos. O serviço é assegurado por uma equipa de 34 colaboradores, um médico, uma enfermeira, um professor de yoga e um de educação física.

    O aniversário aproveitado para evocar o passado, falar do presente e preparar o futuro

    Em dia de aniversário, Maria Fernanda Mendoça, fez um balanço dos 30 anos de atividade., destacando as remodelações feitas, O próximo passo será “arranjar o exterior para os utentes terem um espaço de lazer mais confortável”, disse.
    João de Sá Nogueira, presidente da mesa da Assembleia Geral, lembrou que a pandemia afetou especialmente os idosos, em que “o isolamento a que estiveram sujeitos potenciaram casos de solidão, perdas relacionais e de sociabilização, desgaste, stress e ansiedade, tristeza e, até, medo”. Situações que, de acordo com o responsável, a associação conseguiu ultrapassar, readaptando o seu plano de ação às novas condições de trabalho e garantindo a continuação da criação de valor para os utentes, mas também para os colaboradores.
    Das autoridades centrais espera um novo ciclo de colaboração, com um reforço do apoio financeiro, melhoria da articulação dos serviços públicos de saúde e da segurança social com as IPSS, mas também uma maior simplificação dos processos administrativos e flexibilização dos acordos de cooperação relativamente aos serviços prestados.
    Os responsáveis deixaram ainda uma palavra de agradecimento ao apoio dado pela vereadora com o pelouro da ação social, Maria da Conceição Pereira, e pelo presidente da Câmara, Tinta Ferreira, ambos a terminar funções. O edil caldense salientou que os apoios da administração central para estas entidades são escassos no que respeita à necessidade de recrutar recursos humanos. Defendeu um maior apoio estatal, mas também da comunidade e a própria autarquia, para o bom funcionamento da instituição. ■

     

  • Oeste Sustentável já permitiu poupança de sete milhões aos municípios do Oeste

    Oeste Sustentável já permitiu poupança de sete milhões aos municípios do Oeste

    Agência responsável pela estratégia de energia no Oeste fez balanço de uma década de funcionamento e aposta nas temáticas da transição energética e emergência climática

    Uma poupança de sete milhões de euros para os municipios do Oeste e menos 15 mil toneladas de CO2. Este o resultado de 11 anos de funcionamento da OesteSustentável – Agência Regional de Energia e Ambiente do Oeste, período durante o qual movimentou 31 milhões de euros numa centena de projectos. O balanço foi apresentado pelo presidente do Conselho de Administração da agência, Humberto Marques, na assembleia geral que também marcou o encerramento do ciclo da sua sua liderança de mais de uma década.
    O também autarca de Óbidos, em final de mandato, destacou os resultados líquidos e disponibilidades financeiras em média superiores a 250 mil euros, com resultados líquidos sempre positivos, e tendo inclusive alcançado 339 mil euros em 2019. Estes montantes foram alicerçados numa distribuição de receitas provenientes de projectos internacionais, financiamentos obtidos para projectos de eficiência energética (53%) e baixa dependência de quotas de associados (47%). “Em 11 anos os custos com pessoal representaram cerca de 37% das despesas, 26% do total de receitas”, especificou.

    OesteLed permitiu poupanças de mais de 4,3 milhões de euros na factura de electricidade

    De acordo com Humberto Marques, a Oeste Sustentável nunca recorreu a nenhum modelo de financiamento através de endividamento e o elevado volume de execução correspondeu à “responsabilidade dos planos de actividades ambiciosos, tendo sido sempre efectuado com base na gestão rigorosa entre disponibilidades de tesouraria e de capitais próprios assegurados através de programas de financiamento”. O autarca, citado em nota de imprensa, considerou os custos com pessoal “insipientes” face aos resultados e destacou que “com poucas pessoas foi notável o trabalho que foi feito, dirigindo àqueles que trabalham no dia-a-dia”, destacando o papel dos profissionais que ali trabalham.
    O autarca destacou o OesteLED como um dos principais projectos para os 12 municipios do Oeste, permitindo “poupanças efectivas de mais de 4,3 milhões de euros na factura de electricidade, evitando também emissões de gases com efeito de estufa em perto de 10 mil toneladas por ano”.

    Já o diretor executivo, Rogério Ivan, destacou a importância das temáticas da transição energética e emergência climática, as quais a agência tem vindo a “desenvolver projectos que alavanquem estas prioridades no contexto sócio-económico assim como a importância daquilo que deve ser o binómio água-energia”.
    Nuno Rodrigues, vice-presidente do IPL e presidente da mesa desta assembleia geral, realçou a importância desta “Agenda Verde” e o papel que a Oeste Sustentável tem tido na captação de financiamentos e fundos para a região, que permitiram a execução de projectos importantes.
    A agência foi designada coordenadora nacional para o Pacto dos Autarcas, uma iniciativa suscitada pela Comissão Europeia que visa unir os autarcas europeus no desenvolvimento de boas práticas, com vista ao aumento da eficiência energética.
    A nível nacional está a estabelecer parcerias com fundos de investimento na área da eficiência energética.

    Até ao final do ano será decidido, em assembleia, o próximo presidente

    A curto prazo, a Oeste Sustentável pretende finalizar a segunda fase do projeto OesteLed, complementando o parque de luminárias e o Oeste Solar, dedicado à colocação de painéis fotovoltaicos em edifícios públicos, explicou Rogério Ivan à Gazeta das Caldas.
    A agência, que desde 2010 é responsável pela estratégia de energia para os 12 municípios do Oeste, teve como primeiro presidente Telmo Faria, edil de Óbidos, que delegou funções no seu vereador Humberto Marques, que viria a assumir a presidência durante esta década de funcionamento até agora, altura em que termina funções na Câmara de Óbidos. Na próxima assembleia, que deverá decorrer até ao final do ano, serão definidos os novos órgãos sociais da Oeste Sustentável. ■

  • Caldense é candidata a miss em concurso internacional

    Caldense é candidata a miss em concurso internacional

    Érica Moreira vai participar no Miss Friendship International, um concurso onde é valorizada a interculturalidade. A caldense foi a vencedora do concurso Miss Portuguesa Reino Unido e foi uma das finalista do Miss Portuguesa 2021. Foi no concurso luso que a jovem caldense foi escolhida para representar Portugal no Concurso Miss Friendship Internacional 2021.“A minha experiência no Miss Portuguesa foi uma oportunidade única de adquirir experiência, conhecimento e divulgar o meu país”, disse a caldense de 20 anos.
    Agora, a jovem terá a oportunidade de o fazer internacionalmente através do Miss Friendship Internacional. Este concurso internacional de beleza tem como objetivo promover e fortalecer o intercâmbio cultural e a amizade entre a China (país anfitrião do concurso) e dezenas de outros países estrangeiros que terão as suas representantes.
    Concorrentes de todo o mundo vão celebrar e partilhar as suas diferentes culturas e tradições com todas as participantes internacionais.
    Este ano, a maior parte da seleção será feita online através de diversas sessões fotográficas, vídeos e ações de ajuda e solidariedade. O resultado será decidido no dia 28 de Dezembro 2021 por dois parâmetros de votação e decisão do júri do concurso. Em 2020 o concurso não se realizou por causa da pandemia.
    Érica Moreira vive em Leicester há seis anos e é naquela localidade inglesa que estuda Psicologia.■

  • Marta Craft lança linha de perfumes para casa e artesanato

    Marta Craft lança linha de perfumes para casa e artesanato

    A marca caldense Marta Craft, que surgiu durante a pandemia, lançou recentemente uma linha de perfumes que se destinam à casa

    Marta Calhau tem uma marca dedicada à venda de material de artesanato que lançou durante o confinamento, designada Marta Craft. Agora decidiu avançar para a criação de uma linha de fragrâncias para a casa e que também se destinam a aromatizar peças de artesanato. “Havia pouca oferta no mercado nacional e, por isso, criei uma linha de fragrâncias e perfumes para a casa”, explicou a empresária, também a responsável pelo restaurante Marta’s Place nas Caldas.
    Para dar corpo à nova ideia da aromatização conta com a colaboração de uma engenheira e de uma técnica da área e fez um investimento de mais de seis mil euros para criar a sua própria linha. Para tal, criou também um espaço laboratorial na Torre (Salir de Matos). No próximo ano, Marta Calhau prevê criar mais dois postos de trabalho relacionados com a marca Marta Craft.

    Caldense é a responsável pelo Marta’s Place e, desde 2017, pela marca Marta Craft. Prevê criar mais dois empregos

    Neste momento, tem 18 fragrâncias que têm nomes como Miss Pavlova, The Only One, White Diamond e Éden. Uns têm notas florais, outros cítricas ou amadeiradas. Os perfumes destinam-se à casa e também para perfumar papel e tecido (cortinados, sofás, cama). Dispõe ainda de home sprays e de mikados aromatizadores.
    A marca Marta Craft tem preocupações ecológicas e tenta reduzir ao mínimo o uso de plástico, preferindo o vidro, a madeira, a cortiça e o papel. Há ainda uma linha destinada a aromatizar peças de artesanato. Também há produtos para o automóvel e para espaços de trabalho. Um perfume para papel (100 ml) custa12,50 euros enquanto que uma fragrância (50 ml) que é mais concentrada custa 6,90 euros.

    A linha de perfumes e fragrâncias são para casa, para perfumar divisões e o carro

    As fragrâncias da Marta Craft são vendidas ao público e também se destinam à revenda. “Destinam-se a quem faz artesanato e também para lojas de gifts e de decoração”, disse Marta Calhau que tem clientes por todo o país e ilhas e lamenta ainda não ter os seus produtos à venda nas Caldas.
    Neste momento já há três lojas que estão a comercializar os seus produtos em Barcelos, Lisboa e na Figueira da Foz. Cerca de 20% dos produtos desta marca caldense já se destina a outros países da Europa, sobretudo em transações on-line. A empresária vai continuar a dedicar-se com afinco ao mundo da cozinha e agora também ao da aromatização.■

  • Greve climática na Praça de Touros a 22 de outubro

    Greve climática na Praça de Touros a 22 de outubro

    A manifestação é organizada pelo movimento Greve Climática Estudantil

    Na tarde de 22 de outubro (sexta-feira) volta a realizar-se uma greve climática nas Caldas. O protesto, organizado pelo movimento Greve Climática Estudantil, exige “uma mudança sistémica e respostas à iminente crise climática”.
    A manifestação tem o seu início marcado para as 15h00, junto à Praça de Touros da cidade termal.
    “Sabemos que o motivo de termos chegado a este estado das coisas não é da nossa responsabilidade individual, mas do sistema que leva à destruição das sociedades como as conhecemos”, realçam os manifestantes.
    “Quando olhamos à nossa volta, apercebemo-nos de que somos uma maioria cujas vidas estão em risco pela procura incessante de lucro ao invés da preocupação com a sustentabilidade neste planeta”, fazem notar em comunicado enviado aos órgãos de comunicação social a anunciar a realização desta ação.
    Os ativistas alertam também que “é urgente e é possível proceder a uma transição energética justa, uma transição que faça cortes drásticos das emissões carbónicas a nível global para fazer face à crise climática, mas que não deixa ninguém para trás, garantindo o trabalho digno e a justiça social”.
    Por outro lado, não deixam de realçar que “não basta a redução de emissões a nível nacional para mudar tudo”. Mais do que isso, “é preciso um movimento global, interconetado, plural que reconheça o perigo que a crise climática significa nas nossas vidas”. ■

  • É preciso dotar o SNS de mais técnicos de saúde mental neste período pós pandemia

    É preciso dotar o SNS de mais técnicos de saúde mental neste período pós pandemia

    Na região, o CHO regista uma “evolução”, com mais recursos e investimentos na área da saúde mental e anseia pelo internamento, que deverá começar a funcionar no próximo ano, em Peniche

    “A pandemia tem uma grande importância em termos do agravamento da saúde mental. Os serviços de psiquiatria e saúde mental estão subfinanciados e se não forem tomadas medidas muito rápidas o panorama vai-se agravar ainda mais”. O alerta foi deixado pelo psiquiatra Daniel Sampaio, a 10 de outubro, na sessão comemorativa do Dia Internacional da Saúde Mental, que decorreu no Edificio da Psiquiatria, da unidade caldense do CHO.
    O especialista, que esteve infectado com o vírus da Covid 19 no início do ano, considera que a pandemia é mais uma razão para que sejam criados serviços que possam dar uma resposta adequada às pessoas que sofrem de perturbações psiquiátricas. “É importante percebermos que em Portugal existe subfinaciamento para a saúde mental e não é fácil ter acesso a uma consulta de psiquiatria nos nossos hospitais, apesar dos excelentes profissionais que temos espalhados pelo país”, disse. O também professor universitário considera que tem-se combatido muito pouco o estigma e que há uma iliteracia muito evidente no que respeita à saúde mental, defendendo que é preciso falar mais sobre este assunto, nomeadamente as figuras públicas, mas também nas escolas, e levar as pessoas a procurar ajuda.

    O CRI de Psiquiatria a e Saúde Mental do CHO assinalou o Dia Internacional da Saúde Mental com um evento nas suas instalações, nas Caldas

    “Não é fácil ter acesso a uma consulta de psiquiatria nos nossos hospitais”

    Daniel Sampaio

    Perante uma plateia de profissionais de saúde, Daniel Sampaio partilhou a sua experiência de luta contra o vírus, que o levou, no início do ano, a estar 50 dias internado, 15 dos quais em coma induzido. Teve pouquíssimos sintomas “de uma doença muita grave”, apenas uma pequena obstrução nasal, que assumiu como sendo constipação, e quando por insistência de amigos foi verificar os níveis de oxigénio estes estavam baixos e foi internado. Um dia depois estava nos Cuidados Intensivos. Foi dessa experiência “muito dificil”, que também quis falar, porque tratou-se de um período confusional em que desejou que houvesse um psicólogo ou psiquiatra com quem pudesse falar e partilhar a sua ansiedade.
    Daniel Sampaio considera que são necessários mais técnicos, sobretudo a nível da psicologia e terapia ocupacional. “Precisamos de dotar o SNS de recursos que possam fazer face a este período pós pandémico, que vai ser particularmente difícil para as questões de saúde mental”, defendeu, acrescentando que também nos centros de saúde as equipas de saúde mental são muito importantes para tratar as perturbações psiquiátricas mais frequentes, como a ansiedade e depressão.

    Internamento de Psiquiatria
    Daniel Sampaio, que foi diretor do serviço de psiquiatria no Hospital de Santa Maria, esteve na coordenação do projeto de psiquiatria do CHO e destaca que este é particularmente importante para si. O serviço, que começou com consultas feitas pelos médicos do serviço de psiquiatria do Hopsital de Santa Maria foi-se desenvolvendo e a equipa de saúde mental do CHO é agora constituída por oito psiquiatras, quatro psicólogos, cinco enfermeiros, que dão resposta aos utentes das unidades das Caldas da Rainha e Peniche. Está também já a fazer a transição em Torres Vedras, onde o serviço tem sido assegurado por profissionais do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa.
    “Espero que em breve possa existir um serviço de psiquiatria com internamento e hospital de dia, como é desejo dos profissionais e, sobretudo, das populações dessa zona”, referiu o psiquiatra, destacando as necessidades existentes em termos de saúde mental e que o acesso a Lisboa, apesar de não ser longe, por vezes não é fácil para as famílias oestinas.
    Um desejo também partilhado pela presidente do Conselho de Administração do CHO, Elsa Baião, que espera que o serviço de internamento de Psiquiatria, no Hospital de Peniche, possa estar concretizado dentro de um ano, com 15 camas, e a perspetiva de depois alargarem para mais 10 camas.
    De acordo com a responsável, este centro hospitalar bons motivos para comemorar a data, tendo em conta a “evolução extraordinária ao nível da saúde mental” dos últimos anos, com mais recursos e investimentos para esta área, que está a crescer.

    “O serviço esteve sempre a funcionar durante o período de pandemia ”

    Patrícia Frade

    Patrícia Frade, diretora da CRI de Psiquiatria a e Saúde Mental do CHO, considera urgente a resposta de internamento, em Peniche

    Sem lista de espera
    De acordo com Patrícia Frade, diretora da CRI de Psiquiatria a e Saúde Mental do CHO, o tempo de espera para uma consulta da especialidade, depois de referenciada pelos médicos de família, é inferior a três meses. “Melhorámos imenso em relação há uns anos”, explicou, acrescentando que esta melhoria deveu-se ao aumento de recursos humanos. Antes havia um psiquiatra e um prestador de serviços, mas a equipa foi sendo alargada e atualmente é constituída por oito psiquiatras, quatro psicólogos e cinco enfermeiros, que vão dando resposta em função da prioridade.
    Este serviço esteve sempre a funcionar durante o periodo de pandemia. “Organizámo-nos de forma a manter sempre uma atividade presencial para doentes que necessitavam de ser vistos presencialmente e fazer teleconsultas para doentes que não tinham essa necessidade, nos casos dos doentes não covid”, especificou. A mesma equipa deu apoio à Unidade de Internamento Covid nas Caldas da Rainha, com psiquiatras e psicólogos a ajudar doentes internados e família.
    Patrícia Frade considera “urgente” que se façam obras no Hospital de Peniche para conseguirem dar resposta localmente aos doentes. Com o internamento serão necessários mais recursos humanos, nomeadamente psiquiatras, psicólogos, enfermeiros, assistentes operacionais, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, concretizou a responsável.
    Atualmente os internamentos são assegurados em Lisboa, os utentes das Caldas e Peniche vão para o Hospital de Santa Maria, e de Torres Vedras para o Centro Hospitalar Psiquiátrico. ■

  • A Arte possui um lado terapêutico

    A Arte possui um lado terapêutico

    Ana Cruz e Maria de Betânia são artistas e mediadoras em instituições de saúde mental. A arte, dizem, ajuda utentes no processo de recuperação

    Ana Cruz e Maria de Betânia são duas artistas plásticas que possuem oficina de cerâmica nas Caldas.
    Ambas são, há 12 anos, mediadoras em duas instituições de saúde mental em Lisboa: Ana Cruz trabalha na Associação Comunitária de Saúde Mental de Odivelas – que é uma IPSS – enquanto que Maria de Betânia está no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa (antigo Hospital Júlio de Matos). Ana Cruz trabalha com 25 utentes, com idades entre os 30 e os 70 anos, com doença mental crónica estabilizada.
    Por seu lado, Betânia labora com grupos de jovens – dos 15 aos 25 anos – sempre diferentes. Também trabalha com 30 a 35 utentes das residências, da área dia e que se encontram em reabilitação.

    Artistas-mediadoras usam o metódo criativo no processo de recuperação dos doentes

    “O nosso trabalho é feito dentro das terapias expressivas e no contexto de reabilitação dos doentes”, disse Maria de Betânia acrescentando que têm comprovado que o processo criativo e artístico tem sido muito útil para a reabilitação dos utentes. As autoras desenvolvem o seu trabalho em equipas multidisciplinares com psicólogos e terapeutas ocupacionais.
    “Não há reabilitação sem ateliers de arte”, disseram as autoras que trabalham o processo criativo, uma atividade “super eficaz para treinar uma série de competências: projetar, tomar decisões e materializar uma ideia”.
    Os utentes, por vezes, por causas das doenças, esquecem-se dos pequenos poderes que cada um de nós tem: o que se quer desenhar, se colocamos a folha na horizontal ou vertical e, em pequenos passos, “ajudamos a readquirir competências”, contaram as artistas que auxiliam os seus utentes a desenhar, a pintar ou a fazer peças em cerâmica. Explicam a cada doente como se faz e depois cada um materializa a sua ideia. Ao trabalhar o processo criativo “tomam decisões, concentram-se nas tarefas e, no final, há uma grande satisfação e melhoria na autoestima pois conseguiram criar algo sozinhos”, disseram.
    Ana Cruz e Maria de Betânia, que até já trabalharam em conjunto, promovendo atividades entre utentes das duas instituições, contam que têm sido benéficas as parcerias também com entidades exteriores.
    As saídas e os projetos na comunidade são uma constante na Associação em Odivelas. Fazem parceria com o centro de exposições, com a associação de artesãos ou com biblioteca municipal. “A ideia é usufruir das infrastruturas da comunidade para que os doentes possam voltar ao contato com esses espaços”, disse Ana Cruz.
    Maria de Betânia exemplificou que os utentes do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa desenvolveram um projeto com o Museu Bordalo Pinheiro, o que implicou a ida semanal dos utentes durante dois meses às instalações do museu e esse “foi uma iniciativa muito importante para eles”.
    Há outros bons exemplos de parcerias com jovens da escola António Arroio que construíram peças de cerâmica em duplas de estudante-utente. E as mediadoras notam que há sempre um grande impacto em todos os que integram estas iniciativas. Muitos inclusivamente mantêm o contato após o términos dos projetos, escrevendo cartas.
    “Há cada vez mais jovens a precisar de reabilitação”, disseram as artistas.
    “Durante a pandemia muitos sentiram na pele questões bastante complicadas”, disseram as mediadoras a quem surgem pessoas, com profissões de grande responsabilidade, e que ao viverem determinada situação “despoleta uma descompensação”, disseram as autoras que trabalham com utentes que sofrem de vários tipos de esquizofrenia, doença bipolar, depressão e de perturbações esquizoafetivas. e que afirmaram que “ninguém está imune a ter problemas de saúde mental”. ■

  • Caldas da Rainha: “Caravana da Justiça” passou pelo tribunal

    Caldas da Rainha: “Caravana da Justiça” passou pelo tribunal

    A caravana de funcionários judiciais, que anda a percorrer o país para fazer a radiografia da Justiça, esteve no tribunal caldense no passado dia 8 de outubro. Esta iniciativa, promovida pelo Sindicato dos Funcionários Judiciais, visa identificar os problemas no edificado e dos recursos humanos e, depois, fazer chegar todo o material recolhido à Assembleia da República, por ocasião da entrega do Orçamento de Estado para o próximo ano ■

  • Alunos da ESAD vencem segundo prémio em concurso nacional

    Dois alunos da escola de artes caldense, Pedro Carvalho e Sílvia Teixeira, alcançaram segundo lugar no Concurso Poliempreende com uma ideia que oferece vários serviços para a indústria cerâmica e que inclui todo o processo de modelação e ainda oferece novas ferramentas como a prototipagem

    O projeto “Forma Cerâmica” dos estudantes Pedro Carvalho e Sílvia Teixeira, da Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (ESAD.CR) conquistou o segundo lugar no Concurso Nacional Poliempreende, cuja fase final decorreu em setembro, no Politécnico de Santarém.
    Os dois estudantes da ESAD.CR conquistaram um prémio no valor de cinco mil euros, que poderá ser investido no desenvolvimento do seu projeto inovador.
    A ideia de negócio desenvolvida por Pedro Carvalho e Sílvia Teixeira consiste em oferecer à indústria cerâmica vários serviços dentro do mesmo espaço, integrando todo o processo de modelação cerâmica e utilizando novas ferramentas como a prototipagem.
    Perante a falta de profissionais qualificados que existe para esta indústria – na qual Portugal se tem posicionado como um dos maiores produtores a nível mundial – a dupla de estudantes apostou num negócio que aposta forte na concentração de serviços num só lugar. Desta forma consegue-se contornar os atuais constrangimentos relacionados com a questões logísticas e também com os custos acrescidos ao longo do processo de produção.
    O projeto dos dois estudantes da escola de artes caldense está a ser concebido em parceria com um engenheiro aeroespacial com o objetivo de desenvolver a primeira máquina de fabricação aditiva de cerâmica para fins industriais.

    Politécnico distinguido
    O Politécnico de Leiria foi distinguido com o segundo prémio no Concurso de Casos de Co-Criação de Inovação, através do projeto “Creating SM@RT Walls”. Neste contexto, a PCTS Intelligent Spaces, empresa sediada na região de Leiria especializada no desenvolvimento de paredes que se podem mover e adaptar às necessidades dos seus utilizadores, lançou o desafio de agregar valor às paredes móveis que já produz, como a capacidade de comunicar através delas com o mundo e de lhes integrar recursos novos e inovadores. A equipa de cocriação, que recebeu um prémio no valor de três mil euros, foi constituída por cinco estudantes do Politécnico de Leiria, numa equipa multidisciplinar: Ana Carvalho, Anmol Gupta, Sarahi Bedon, Saúl Carvalho e Tatiana Ferro. Marcelo Gaspar, professor do Departamento de Engenharia Mecânica da ESTG.■

    Estudantes da escola caldense distinguidos em concurso nacional

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