Tag: Edição 5128

  • Cães do canil de Óbidos ajudam na terapia familiar

    Cães do canil de Óbidos ajudam na terapia familiar

    O projecto Familiarmente – “Um amigo especial”, promovido pelo canil municipal e a unidade de saúde de Óbidos foi premiado com 11.158 euros pela Missão Sorriso, do Continente. Este projecto articula a terapia familiar sistémica, potenciadora das competências das famílias com a relação que os seres humanos têm com os cães.

  • UM LIVRO POR SEMANA | «A verdadeira história do século 20» de Claudio Willer

    UM LIVRO POR SEMANA | «A verdadeira história do século 20» de Claudio Willer

    Trata-se do primerio livro da nova colecção «cadeRnos suRRealistas sempRe» dirigida por Maria Estela Guedes.
    Claudio Willer (n.1940) foi presidente da União Brasileira de Escritores entre 1988 e 2004.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Poeta, ensaísta e tradutor, é também psicólogo e sociólogo. Os seus poemas neste livro integram epígrafes de Julien Gracq, Rimbaud, Henri Béhar, Novalis, Herberto Helder, André Breton e Mário Cesariny, o que revela um grande conhecimento do surrealismo por parte de um autor que já em 1965 escrevia algo como isto: «Tudo o que escrevo se dirige a um só tipode público, muito difícil de definir – o uso de palavras como «marginal» ou «rebelde» arrisca rotular ou cristalizar o que é muito mais dinâmico e complexo. Na realidade trata-se de pessoas portadoras de alguma monstruosa deformação espiritual, como uma ferida mal cicatrizada que as torna mais sensíveis a certos estímulos.»
    Esse texto de 1965 antecipa o do século XXI colocado na página 7 do livro no sentido em que interroga o intervalo entre a vida e a morte: «POESIA PICTÓRICA; VISUAL: SIMBOLOGIA DA ÁGUA Quando a praia onde você está é sentida como real unicamente por / trazer a lembrança viva dos cheiros, claridade e ruídos da / outra praia onde você esteve, muito tempo atrás /quando nada mais resta a não ser a impressão de que viver foi inútil / e de que morrer é algo totalmente idiota.»

    (Editora: Apenas Livros «apenaslivros2@gmail.com», Revisão: Luís Filipe Coelho, Capa: Maria
    Tomás, Direção: Maria Estela Guedes)[/shc_shortcode]

  • PAÇOS DO CONCELHO | As rotundas

    PAÇOS DO CONCELHO | As rotundas

    Poucas cidades em Portugal terão mais rotundas do que as Caldas da Rainha. Pelo menos se tivermos em conta a dimensão da cidade. Isso faz dos caldenses verdadeiros “rotundólogos”.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Não serve esta crónica para criticar a loucura das novas regras de circulação dentro de rotundas mas apenas para demonstrar que os caldenses perceberam, porventura melhor do que os habitantes de outras cidades do país, que, tal como um rio dá a volta a uma montanha no seu caminho para o mar, por vezes é melhor contornar os obstáculos para poder seguir em frente do que tentar embater cegamente nesses mesmos obstáculos.
    Tal como uma rotunda serve, e bem, para distribuir o trânsito sem os inconvenientes de um cruzamento tradicional, nas Caldas sempre nos habituámos a dar a volta às situações e evitarmos, dessa forma, “choques” desnecessários. Um bom exemplo disso mesmo é o património termal, que estava a degradar-se com a gestão estatal e, contrariamente ao que muitos aconselhavam, a Câmara Municipal teve a coragem de assumir a sua gestão. Se a autarquia tivesse ouvido as vozes daqueles que são sempre contra tudo, teria enfrentado o poder central, exigindo que fosse o governo a restaurar e a continuar a gerir aquele património. O resultado seria dramático: se o Estado até na educação retira o financiamento a escolas que estão a proporcionar ensino público às nossas crianças, certamente não iria gastar mais dinheiro dos contribuintes para melhorar a gestão do nosso património termal. Assim, como especialistas em rotundas que são, os caldenses deram a volta à situação e hoje é com esperança que aguardamos pela reabertura do Hospital Termal, já para não falar do prazer que é passear no Parque, que se encontra muito bem cuidado pela Junta de Freguesia.
    Mas as rotundas também têm os seus inconvenientes. De tanto andarem à roda, alguns caldenses habituaram-se a não sair do lugar, não evoluírem e ficam, vezes sem conta, a reclamar e a dizer mal de algo sem se aperceberem que apenas estão a dar a volta à rotunda mas não saem para lado nenhum. Pior do que isso são aqueles que não perceberam que, quando se entra numa rotunda, convém saber ao certo qual o destino que se pretende seguir. Entrar na rotunda e depois sair numa saída qualquer é arriscar voltar para trás e desperdiçar o trajeto que já se havia feito.
    Ora, é isto que muitos portugueses, que não os caldenses, ainda não perceberam. Com a alteração que ocorreu após o derrube do governo eleito nas últimas eleições, em que a oposição se uniu para tomar o poder, aproveitando o facto de não poderem, naquela altura, e por imperativo constitucional, serem marcadas novas eleições, Portugal entrou numa rotunda sem saber por qual saída deveria seguir. Os vários partidos que agora apoiam o governo defendem ideias contrárias e, assim, o governo vai navegando à vista, cedendo aqui e ali, saindo da rotunda por onde o trânsito lhe parece menos congestionado, mas sem se perceber que, na verdade está a voltar para trás.
    Se não vejamos: o desemprego, que já estava a diminuir após o embate das reformas impostas pela Troika para nos emprestarem o dinheiro suficiente para sairmos da bancarrota, voltou a aumentar. As exportações que, honra seja feita aos nossos trabalhadores e empresários, batiam recordes sucessivos, voltaram a cair. O défice que, se não tivesse sido a pressa de António Costa em “vender” o BANIF, ficaria finalmente abaixo dos três porcento, parece estar novamente a descontrolar-se.
    Enfim, bairrismos à parte, as Caldas bem que podiam dar uma lição sobre como conduzir nas rotundas a quem tem, por ora, a responsabilidade de conduzir o país.[/shc_shortcode]

  • O CACHECOL DO ARTISTA | A pior cópia

    O CACHECOL DO ARTISTA | A pior cópia

    Com o verão finalmente a entrar em força no calendário e nos termómetros, o país da geringonça lá vai avançando rumo à normalidade, contra as piores expectativas e previsões dos profetas da desgraça. O governo socialista tem-se esforçado, há que dizê-lo com sinceridade, para devolver substância ao substantivo, perdoe-se o pleonasmo. Os indicadores económicos e sociais vão no bom sentido, há alguma confiança na população que sente um ânimo diferente. O país respira tranquilidade e olha para a europa para ver o que vai acontecer a seguir. Todo o país? Não. Algures no Oeste há um enclave que resiste a este sentimento colectivo.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Desta vez não escrevemos sobre as tristes misérias caldenses a que não deixaremos de voltar. Escrevemos sobre um território próximo, vizinho, que numa escala regional também sentimos como nosso. Um território donde parece que as instituições nacionais, aquelas que nos dão sentido e coesão como país parecem ter desaparecido para parte incerta. Não escrevemos sequer sobre Peniche ou a Marinha Grande, dois municípios que nos recordam a cada eleição que mesmo no distrito de Leiria há ainda territórios onde a esquerda respira saúde. Por razões históricas fundas, a que as novas realidades sociológicas e sobretudo a consciência acrescida nas populações das malfeitorias da direita portuguesa vieram trazer novo sentido nos anos mais recentes. Não. Hoje escrevemos, com mágoa, sobre um município de maioria e Câmara Municipal socialista – onde esta maioria, conquistada à direita, tem servido para tentar despedir funcionários, além dos habituais números de marketing político. Num território litoral e piscatório onde tradicionalmente a esquerda tem uma implantação significativa, elege-se uma Câmara Municipal “socialista” depois de anos e anos de regabofe económico-financeiro da direita, e assim que chega ao poder desata a despedir funcionários. Para vergonha de todos os seus camaradas e de todos o que conhecem o significado da palavra socialismo. Longe vão os tempos em que nenhum secretário-geral do PS ganhava uma eleição nacional sem passar pela Nazaré para dar um animado pé-de-dança com as peixeiras. A Nazaré actual está entregue a pseudo-socialistas com o desejo lascivo de governar como a direita. Um filme já visto, e com muito maus resultados. Quem não se lembra do PS socrático, não do PS filosófico mas daquele das engenharias manhosas. É este PS que ainda existe por aÍ, pelos vistos, em algumas autarquias. Composto por autocratas invés de autarcas, gente que julga estar acima da lei. Pessoas que pensam que podem ignorar uma ordem de um tribunal que ordenou a reintegração dos trabalhadores nos seus postos de trabalho.
    O caso é mais bicudo do que parece à partida: estamos perante uma autarquia que entende ignorar – mais, entende desrespeitar, uma ordem judicial. Estamos perante uma nova espécie de neo-feudalismo onde cada presidente de câmara passa a ignorar as instituições nacionais, nomeadamente o poder judicial e passa a governar impunemente a seu bel-prazer, fazendo o que quer e bem lhe apetece. Seja por que via for, este caso só pode ter um desfecho exemplar. O Estado enquanto entidade que representa todos os cidadãos não pode ser posto em causa desta maneira. É preciso recordar a estes socialistas de contrafacção que as decisões dos tribunais são para cumprir. E que o incumprimento, para um autarca, implica perda de mandato. É preciso recordar-lhes também que o original é sempre preferível à cópia e que para governarem como a direita talvez fosse preferível lá estar a direita. A Nazaré é um bom exemplo de uma autarquia onde é preciso acabar com a alternância ou o arco da governação.[/shc_shortcode]

  • Colégios vão à Assembleia e pedem intervenção da Câmara para evitar encerramento

    Colégios vão à Assembleia e pedem intervenção da Câmara para evitar encerramento

    Cerca de 40 professores e funcionários dos colégios Rainha D. Leonor e Frei Cristóvão, que têm contrato de associação, pediram a intervenção do presidente da Câmara das Caldas para evitar o encerramento dos estabelecimentos. O administrador João Calvete (filho do empresário António Calvete, do grupo GPS), alertou para o impacto social e económico desta decisão do Ministério da Educação, que afectará os funcionários e docentes daqueles estabelecimentos de ensino.
    Nesta reunião foi também aprovada a contratação de mais 42 trabalhadores para a Câmara, elevando para 350 o número de trabalhadores camarários.
    O CDS-PP criticou as sessões públicas desenvolvidas no âmbito do Plano Estratégico caldense, por não darem ao público o tempo suficiente para o debate de ideias.  o PS quer que o executivo mostre aos deputados os planos antes de fazer as candidaturas a fundos comunitários, permitindo-lhe assim dar também contributos.

  • “Esta geração [de exilados] teve um papel muito importante na formação das mentalidades em Portugal”

    “Esta geração [de exilados] teve um papel muito importante na formação das mentalidades em Portugal”

    Recusaram fazer a guerra colonial e partiram para os países europeus democráticos. Grande parte organizou-se em comités que por vezes até eram rivais, e muitos aderiram a movimentos de extrema esquerda (quase todos maoístas). Depois do 25 de Abril uma grande parte regressou a Portugal.
    Pacheco Pereira diz que esta foi uma experiência geracional que marcou o país e sem a qual Portugal não seria aquilo que é hoje.

  • A Semana do Zé Povinho – 01/07/2016

    A Semana do Zé Povinho – 01/07/2016

    As indicações geográficas protegidas servem, além de informar o consumidor sobre a origem ou a proveniência de um produto, para garantir que o mesmo tenha sido colhido na zona que reúne determinadas características e qualidades específicas.

  • Brexit não agrada aos ingleses que vivem em Portugal nem aos portugueses que vivem no Reino Unido

    Brexit não agrada aos ingleses que vivem em Portugal nem aos portugueses que vivem no Reino Unido

    O resultado do referendo no Reino Unido deixou perplexos a maioria dos europeus e as suas ondas de choque continuam a sentir-se uma semana depois dada a insegurança e incertezas que este veio trazer aos destinos da União Europeia.
    Gazeta das Caldas ouviu alguns dos seus assinantes que vivem no Reino Unido e alguns súbditos de Sua Majestade que vivem na nossa região. Como seria de esperar, nem uns nem outros estão satisfeitos com este resultado.

  • Novo director da ESAD toma posse sob impugnação

    Novo director da ESAD toma posse sob impugnação

    João dos Santos tomou posse como director da ESAD na sexta-feira, dia 24 de Junho, na sequência das eleições para aquele cargo que tiveram lugar a 19 de Maio. Simultaneamente tomaram posse como subdirectores os docentes Samuel Rama e João Mateus. Mas, mais uma vez, o candidato António Delgado (que só obteve três votos em 10) voltou a impugnar o acto eleitoral, tal como já havia feito por duas vezes em eleições anteriores, durante os quais tem interposto vários recursos em batalhas judiciais que parecem não ter fim.

  • Foz do Arelho e praia da lagoa já ostentam a bandeira azul

    Foz do Arelho e praia da lagoa já ostentam a bandeira azul

    A bandeira azul já se encontra hasteada nas praias do Mar e da Lagoa, na Foz do Arelho. A vistoria foi realizada no passado dia 22 de Junho e logo depois içado o galardão que distingue estancias balneares que cumprem vários critérios de gestão ambiental, educação ambiental, informação, qualidade da água balnear, serviços e segurança dos utentes.
    A praia da Lagoa é galardoada desde 2012 e a praia do Mar desde 1999.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Nos mastros das duas praias está também hasteada a bandeira da acessibilidade, garantia de que estas têm condições de acesso para pessoas com mobilidade condicionada.
    Está também prevista a colocação da bandeira de ouro da Quercus e a de QualityCoast, atribuída por um organismo da Comissão Europeia (EUCC- Coastal & Marine Union), que certifica a qualidade ambiental para um turismo sustentável.
    Este ano, com o areal mais extenso e a uma cota mais alta, a praia do Mar conta com novas protecções, entre elas a sinalização junto à aberta para evitar que os mais incautos saltem para a água, prevenindo assim os acidentes.
    A autarquia começou também a remover os passadiços de betão que existem no areal e a substituí-los por placas de borracha reciclada, com melhores condições para as pessoas circularem.
    Para além das duas praias caldenses, foram distinguidas com a bandeira azul mais 23 praias do Oeste, entre elas S. Martinho do Porto, que no ano passado não constou da lista devido a uma nova directiva europeia que alterou os critérios das análises.
    Ostentam também este galardão as praias Paredes de Vitória (Alcobaça), Nazaré, Baleal Norte e Baleal Sul, S. Bernardino, Cova de Alfarroba, Medão – Supertubos, Gamboa, Consolação (Peniche), Areia Branca, Areia Sul, Porto Dinheiro (Lourinhã), Santa Rita norte e sul, Navio, Mirante, Física, Centro – Santa Cruz, Formosa, Azul, Santa Helena e Pisão (Torres Vedras).[/shc_shortcode]

  • Uma viagem de dois meses pelas bandas filarmónicas de Caldas e Óbidos

    Uma viagem de dois meses pelas bandas filarmónicas de Caldas e Óbidos

    A rubrica semanal que a Gazeta das Caldas iniciou no dia 13 de Maio terminou na semana passada. Foram sete as bandas filarmónicas que viram parte da sua história recontada numa página deste jornal sob um olhar que cruzou o passado e o presente destes grupos musicais.
    Alternando entre os concelhos de Caldas e de Óbidos, a Banda Comércio e Indústria abriu a rubrica, seguindo-se a União Filarmónica de A-da-Gorda, a Sociedade Filarmónica de Alvorninha, a Sociedade Musical e Recreativa Obidense, a Sociedade Filarmónica Catarinense, a Sociedade Filarmónica e Recreativa Gaeirense e a Sociedade de Instrução Musical, Cultura e Recreio de A-dos-Francos.
    Embora cada uma bandas tenha a sua particularidade, é possível identificar uma série de pontos comuns a todas elas. O facto das primeiras formações serem exclusivamente constituídas por homens e actualmente os repertórios serem muito diversificados são apenas dois exemplos.

     

     

  • Caldas Anima começa hoje e traz dois meses de animação de rua à cidade

    Caldas Anima começa hoje e traz dois meses de animação de rua à cidade

    Começa hoje a edição deste ano do Caldas Anima, festival de animação de Verão que tem animado as ruas da cidade durante os meses de Julho e Agosto.
    O início da época está marcado para as 15h30, no Parque D. Carlos I, com o teatro Clérikuss. Trata-se de uma peça que se desenvolve à volta do padre Albano e da freira Ludovina que, dando-se conta da forma apressada de viver da maioria dos fiéis, decidem transportar um confessionário ambulante para os ouvir em confissão.
    No dia 2 de Julho, sábado, a partir das 11h00, realiza-se A La Minute, um teatro itinerante em que os personagens, acompanhados de uma máquina à la minute com o sorriso integrado, percorrem as ruas Dr. Leão Azedo, Heróis da Grande Guerra e Dr. Miguel Bombarda. Estas duas actuações serão apresentadas pela Companhia Marimbondo.

  • Comédia ‘Allo ‘Allo pôs o CCC às gargalhadas… por duas vezes

    Comédia ‘Allo ‘Allo pôs o CCC às gargalhadas… por duas vezes

    As famosas personagens de ‘Allo ‘Allo saltaram do ecrã televisivo para o palco do CCC nos dias 25 e 26 de Junho, interpretadas por caras bem conhecidas do público português como João Didelet, Elsa Galvão, Melânia Gomes, Suzana Borges, Filipe Crawford ou Pedro Pernas. Onze actores recordaram as principais peripécias da série britânica numa história que girou à volta da famosa pintura da Madona Caída (com grandes mamas).
    ‘Allo ‘Allo foi produzida pela Yellow Star Company e encontra-se em digressão pelo país depois de ter estado em exibição no Teatro da Trindade e no Armando Cortez.

  • Parque D. Carlos I recupera o brilho de outros tempos

    Parque D. Carlos I recupera o brilho de outros tempos

    Depois de décadas de relativo abandono, o Parque D. Carlos I volta a ocupar um lugar central na vida cultural e recreativa dos caldenses e dos visitantes da cidade. O baile revivalista organizado no passado sábado provou que as pessoas aderem facilmente a este tipo de iniciativas e já estão previstos mais eventos como é o caso dos Jogos Sem Fronteiras que amanhã terão lugar na zona do parque das bicicletas e do lago com seis colectividades caldenses em competição.

     

  • “Argilas”, quando se faz cerâmica nos Silos

    “Argilas”, quando se faz cerâmica nos Silos

    De 4 a 16 de Julho decorre nos Silos a iniciativa “Argilas” que junta um workshop, uma exposição e várias conferências em torno da cerâmica. Trata-se de um evento organizado pela artista plástica Umbelina Barros em parceria com os Silos que terá como base um workshop com aquela artista caldense, com a ceramista Mirta Morigi (Faenza, Itália) e com o oleiro João Oliveira (Barcelos). Cada um dos artistas será responsável pelas aulas de escultura, modelação e de olaria, respectivamente, e vão coordenar as sessões de cerâmica onde os participantes vão criar totens e pequenas peças em barro. Esta será a oportunidade de aprender mais sobre cozeduras pois as peças feitas durante o workshop serão cozidas em forno de lenha (amovível), de papel e num forno de raku. Os dois primeiros serão construídos no exterior dos Silos.
    O projeto inclui também momentos abertos ao público de acesso livre com diversos convidados. Entre os dias 4 e 9 de Julho haverá tertúlias que terão lugar à noite nos Silos. No dia 4, o primeiro convidado será o ceramista Carlos Enxuto, a 5 de Julho será a vez de Teresa Almeida, que virá conversar sobre luminescências (matéria que brilha no escuro). A 6 será a vez de João Oliveira (que também constrói instrumentos musicais) se juntar a Adelino Mota, Maria João Veloso e Orlando Trindade para partilhar um serão sobre a música.
    No dia seguinte, o serão será dedicado ao Raku e no dia 8 estará nas Caldas o professor Pedro Fortuna, das Belas Artes de Lisboa que vem falar sobre “Barro Pobre, Barro Nobre”. No dia 9 de Julho, será inaugurada a exposição com os trabalhos feitos durante o workshop. Os comes e bebes vão estar a cargo de Hagira Guibá, que trará iguarias vegetarianas.
    A iniciativa tem um custo de 150 euros por pessoa e as inscrições podem ser feitas pelos tel. 937602930 ou 912288809.

     

  • Caricaturas de António na Nazaré e na Festa da Vista Alegre

    Caricaturas de António na Nazaré e na Festa da Vista Alegre

    As “Figuras, Figurinhas e Figurões” de António estarão patentes, a partir de 4 de Julho, na Galeria Municipal Paul Girol, na Nazaré. Ao todo são mais de 70 cartoons escolhidos entre os mais de dois mil publicados que o autor realizou nas últimas quatro décadas no jornal Expresso e os figurões em cerâmica (Eusébio, Mário Soares, Barack Obama, Papa Francisco e Ângela Merkel), feitos em parceria com a Bordallo Pinheiro. A exposição apresenta também a colecção de chávenas “Viagem”, produzidas pela Fábrica de Porcelanas da Vista Alegre, com base nas caricaturas de figuras portuguesas da música, pintura, literatura e cinema, bem como de Eusébio, criadas por António para a estação de Metro do Aeroporto de Lisboa.

  • Criatividade no fabrico de velas ajuda a Promol a manter a vitalidade aos 40 anos

    Criatividade no fabrico de velas ajuda a Promol a manter a vitalidade aos 40 anos

    A Promol – Indústria de Velas S.A. completa em Setembro 40 anos de existência. A empresa, que integra um grupo económico sueco, atravessa um período de vitalidade. Em 2015 atingiu os 18 milhões de euros de volume de negócios e trabalha para atingir os 20 milhões num período de dois anos. A empresa ultrapassou as dificuldades criadas pela concorrência da Polónia e da China e pela forte subida do preço da parafina, recorrendo à criatividade e a matérias-primas alternativas. O futuro é encarado com optimismo.

  • Moscas em Óbidos motivam queixa da Câmara contra entidades públicas

    Moscas em Óbidos motivam queixa da Câmara contra entidades públicas

    O calor chegou e com ele as moscas, que voltam a incomodar a população de Óbidos. O problema não é novo e a Câmara refere que o foco está na exploração avícola da Avarela, a qual foi fiscalizada por duas entidades públicas que – surpreendentemente – emitiram conclusões diferentes.
    A autarquia quer agora apurar responsabilidades sobre esta situação e vai pedir à Inspecção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT) uma inspecção à CCDR e à DRAP, bem como à Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que é a entidade que emitiu a licença ambiental aquele aviário.

    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]A Câmara de Óbidos vai apresentar uma queixa à Inspecção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT) para que faça uma inspecção à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), à Direcção Regional de Agricultura e Pescas (DRAP) de Lisboa e Vale do Tejo e à Agencia Portuguesa do Ambiente (APA). Em causa estão os relatórios emitidos por duas entidades públicas (CCDR e DRAP) feitos na sequência de uma visita inspectiva conjunta à exploração avícola da Avarela e com pareceres muito diferentes.
    A CCDR-LVT refere no relatório que está a ser desenvolvida actividade em pavilhões que deviam estar desactivados, verificando-se que a condicionante da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) não está a ser cumprida. Refere ainda que das seis condicionantes, como é o caso da desactivação dos pavilhões ou questões relacionadas com o sistema de drenagem, apenas duas estão a ser cumpridas.
    Já o documento da DRAP-LVT (entidade que tem a tutela do licenciamento e fiscalização da actividade), refere que o aviário da Avarela se encontra a funcionar dentro das regras.
    O presidente da Câmara, Humberto Marques, questiona como é que se verificam conclusões “totalmente díspares” destas duas entidades, quando a acção inspectiva foi realizada em conjunto. Quer ainda ver esclarecido porque é que a DRAP-LVT refere que a actividade está a funcionar dentro das regras e a CCDR-LVT enumera as condicionantes que não estavam a ser cumpridas em Fevereiro.
    Humberto Marques diz ainda que levou esta proposta à última sessão de Câmara (25 de Junho) e que foi aprovada por unanimidade, após ter recebido “inúmeras queixas” da população com o aumento exponencial de moscas, sobretudo na zona da Avarela, Bairro da Senhora da Luz e Bairro das Morenas. O autarca acrescentou que uma equipa de técnicos da autarquia tem feito vistorias por todo o concelho e não encontraram outros focos de origem de insectos.
    O autarca defende que a população, visitantes e investidores no concelho não podem estar à “mercê de tamanha leviandade por parte das entidades que tutelam o funcionamento das actividades susceptíveis de colocar em causa a saúde pública e o meio ambiente, licenciamentos e autorizações”.
    A Câmara também já contactou por várias vezes a Secretaria de Estado do Ambiente sobre este assunto. Inclusivamente já houve uma reunião entre o vice-presidente da CCDR, os representantes da Comissão Municipal da Avarela e da hotelaria e restauração de Óbidos, onde foi “assumido que a origem das moscas eram os aviários e que a entidade fiscalizadora e com responsabilidades era a DRAP-LVT”, disse o autarca. Para ontem, 30 de Junho, estava prevista uma reunião do secretário de Estado do Ambiente com a APA, CCDR-LVT e IGAMAOT.[/shc_shortcode]

  • Festival da Codorniz do Landal arranca hoje

    Festival da Codorniz do Landal arranca hoje

    O já famoso Festival da Codorniz do Landal arranca hoje e vai decorrer durante dois fins-de-semana (de 1 a 3 e de 8 a 10 de Julho), juntando uma vez mais gastronomia e animação.
    Na sua sexta edição, o evento vai realizar-se em Julho e não em Outubro, como era habitual. O adiantamento para Julho e o alargamento para dois fins-de-semana, têm como objectivo optimizar os custos e aproveitar as condições meteorológicas e as férias de Verão.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]

    O primeiro fim-de-semana é exclusivamente dedicado à codorniz, sendo que no segundo as associações que participam podem apresentar outras propostas dado que, além destas aves, o certame dará também a conhecer outros produtos da freguesia como o Pão-de-Ló do Landal, as Pêras Bêbedas e o vinho.
    O Grupo Desportivo de Santa Suzana, a Comissão da Igreja do Landal, o Grupo Desportivo do Landal e a Associação de Benfeitores da Nossa Senhora do Rosário de Amiais vão ter as suas tasquinhas no festival, que contará com a presença de produtores e criadores de codorniz e com uma mostra de artesanato da região. A Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste também se associou ao evento.
    O Landal é a freguesia do país que produz mais codornizes, valendo-lhe esse facto o epíteto de capital daquelas aves.

    PROGRAMA

    1 de Julho
    19h00 – Inauguração com entidades oficiais
    20h00 – Animação com Gaiteiros da Fanadia
    23h00 – Baile com Banda Enigma
    2 de Julho
    12h00 – Abertura das Tasquinhas
    15h00 – Animação de rua com Bandinhas
    20h00 – Animação com Gaiteiros da Fanadia
    23h00 – Baile com Mega Music
    3 de Julho
    8h30 – Cicloturismo à volta do Landal
    12h00 – Abertura das tasquinhas
    14h30 – Festa da igreja, missa e procissão acompanhada pela Banda Filarmónica de A-dos-Francos
    16h30 – Actuação do Grupo OTL Sénior do Landal
    17h00 – Festival de Acordeão com José Cláudio, Catarina Brilha e amigos seguida de animação com acordeonistas
    22h00 – Baile com AF Music
    8 de Julho
    20h00 – Abertura das tasquinhas seguida de animação de rua com Bandinhas
    23h00 – Baile com Os Lord’s
    9 de Julho
    12h00 – Abertura das tasquinhas seguida de animação de rua com Bandinhas
    23h00 – Baile com Anabela & Top Girls
    10 de Julho
    8h30 – Caminhada pelo Landal
    12h00 – Abertura das tasquinhas
    15h00 – Animação de rua com Bandinhas
    18h00 – Final do Torneio de Futsal
    22h00 – Baile com Paulo Holandês

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  • Um baile, futebol, tasquinhas e jazz num sábado de Verão no Parque D. Carlos I

    Um baile, futebol, tasquinhas e jazz num sábado de Verão no Parque D. Carlos I

    A partir das seis da tarde foram muitas as famílias que vieram passear na alameda principal do Parque D. Carlos I petiscando nas tasquinhas, jogando xadrez, ou dando um pezinho de dança ao som dos BJazz, que actuaram, antes e depois do jogo Portugal-Croácia, no coreto. Depois do jogo terminar e com a vitória de Portugal em França, aquele espaço transformou-se numa pista de dança ao ar livre, tendo dado lugar a mais uma verdadeira festa revivalista dos anos 80, onde foram recordados temas dessa década. Os convivas acham que este tipo de eventos – co-organizado entre a Gazeta das Caldas, o Museu do Hospital e a União de Freguesias – poderiam ganhar regularidade, pelo menos durante o Verão.

    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]

    Isabel Lourenço veio ao baile ao fim da tarde com a sua filha e netas. Estava a gostar do ambiente e, antes de irem aos insufláveis, degustaram saborosas panquecas holandesas. “Está um óptimo ambiente”, disse a participante que acha que eventos do género poderiam ter lugar de forma mensal. Joana Tornada também veio acompanhada pela sua filha e achou que o evento “é uma excelente ideia para toda a família”. Depois de ter saboreado um hambúrguer especial na Taskinha do Beco, acompanhou a sua filha até ao insuflável.
    Uma das empresas caldenses presentes, a Gramas com Sabor trouxe os seus produtos e fez questão de criar um de propósito para este evento. “Nós trabalhamos os produtos de hoje com os sabores de antigamente”, explicava Isa Nobre, uma das responsáveis dando a conhecer a novidade: uma empada de sardinha com pimento.
    Manuel Dias, do Raízes, não podia estar mais satisfeito com a realização deste evento. “É destes e de outros eventos que o parque precisa, por isso era bom que se realizassem de forma regular”, disse o chef que tinha casa cheia para assistir ao jogo de Portugal- Croácia, tendo salientado a presença de vários estrangeiros.
    Idealmente no Verão eventos deste tipo deveriam realizar-se quinzenalmente e no Inverno nas datas festivas. O Raízes marcou presença com os Montaditos, pedaços de pão com várias conjugações que fizeram as delicias de quem os provou. Havia as mais diversas propostas desde morcela com uvas no forno, húmus com grão assado, atum com vegetais, entre tantas outras.
    Por seu lado, o Maratona trouxe comida saudável e apostou em propostas cruas, feitas com vegetais, frutos e peixe onde usaram a casca dos próprios alimentos. A equipa do Maratona apresentou-se com uma banca em madeira e as iguarias aguardavam para ser servidas numa original bancada de gelo. Não faltou quem se tenha deliciado com ceviche de salmão ou as outras propostas coloridas à base de vegetais ou de frutas. A repetir, sem dúvida.

    Jazz animou dia e serão

    Ao longo da tarde e no início do serão, os BJazz trouxeram aquele género musical a este baile. Do grupo fazem parte músicos da região que integram também outros agrupamentos como a Orquestra do Monte Olivetti.
    David Santos (tuba), Rafael Neves (clarinete), Hugo Santos (trombone), João Ventura (bateria) e Ana Matos (voz) trouxeram standards daquele género musical dos anos 20 até à década de 60 e conseguiram arrancar elogios do público. “O jazz é um pouco elitista e nós tentamos chegar às pessoas, apostando em temas mais mexidos”, disseram os músicos que estiveram à conversa com a Gazeta das Caldas.
    Para os BJazz é fundamental sentir a energia do público, algo que aconteceu no parque pois algumas pessoas deram uns passitos de dança e outras aplaudiram os vários solos dos músicos.
    Vividas as emoções do jogo Portugal-Croácia, a noite caiu e o Parque ganhou outras cores. O jazz deu lugar ao DJ do We love the 80 e assim que o jogo terminou afluíram ao parque mais pessoas.
    O presidente da Câmara, Tinta Ferreira, e o presidente da União de Freguesias, Vítor Marques, estavam satisfeitos com a iniciativa e ambos referiram a importância de dinamizar e de atrair público aos eventos locais.

    “Eventos sim, sem esquecer tranquilidade”

    Dado o sucesso da regata no passado Verão, Gazeta das Caldas voltou a aliar-se ao Museu do Hospital e à Agrupamento de Freguesias para organizar um evento destinado a relembrar os passeios no parque, a música ao vivo no coreto e os bailes que tinham lugar no Casino. E há muitos caldenses que se lembram de tais iniciativas. O Museu do Hospital “está em todas!”, disse a responsável Dora Mendes, acrescentando que “o parque sempre teve grande animação na época de Verão” e por isso faz sentido recuperar uma programação regular de eventos. O museu está aberto a mais propostas desde que estas contribuam para a animação diurna e nocturna do parque, mas que “nunca se esqueça também a vertente da tranquilidade”.

    Memórias de outrora

    Nos bons tempos do Parque durante os meses de Verão, às quintas e aos domingos, havia concerto da Banda Comércio e Indústria no coreto. Quem o confirma é Madail Mendes que é do Cartaxo, mas que veio para as Caldas ainda menino. Em jovem era um dos que percorria a alameda principal do parque nestes dias e “foi aqui que conheci a minha mulher”. E por isso esta festa, com vista a recordar estes dias e estes passeios, ganham mais importância para este conviva que acha que naquela altura “havia menos dinheiro mas nós divertíamo-nos mais”.

    Na sua opinião, eventos como este poderiam ter uma periodicidade quinzenal durante o Verão. Luís Santos também não esquece os bailes do Casino, onde chegou “a actuar mais do que uma vez a Amália Rodrigues, assim como o conjunto do Shegundo Galarza”. Ambos eram já considerados figuras de top a nível nacional.

    Luís Santos, da loja Ramiro, também recordou que as senhoras se vestiam bem para passear pela alameda do parque. Na relva havia ainda uma bordadura com pequenos vasos com velas iluminadas que muito contribuíam para criar um ambiente especial.

    Já Nazaré Andrezo, também se lembra dos bailes do Casino e também os do Lisbonense e dos passeios ao som da música que se faziam no parque. Por ter gostado de se relembrar desses tempos, a conviva gostaria que este evento se repetisse e promete voltar a participar. Opinião partilhada por Gracinda Elias e Arlete Nunes que recordam com saudade as práticas sociais do parque. A primeira, lembrou que vinha a pé de Santa Rita para ouvir a Banda tocar e para passear pelo principal artéria do Parque.

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  • Nova direcção da ACCCRO quer alargar acção a todo o Oeste

    Nova direcção da ACCCRO quer alargar acção a todo o Oeste

    Decorreu na passada quinta-feira, 23 de Junho, a tomada de posse dos órgãos sociais da ACCCRO – Associação Empresarial das Caldas da Rainha e Oeste para o triénio 2016/2019. A nova associação empresarial – que continua a ser liderada por Paulo Agostinho – deu posse aos novos elementos, numa cerimónia onde foi ainda assinado um protocolo com o Banco Bic, que oferecerá vantagens aos associados. Foram ainda apresentadas novas empresas que agora integram esta associação.
    A ACCCRO passou agora a ter um orgão consultivo de personalidades locais do mundo das artes, da música e da restauração “que nos ajudarão a ter uma visão diferente sobre tecido empresarial”, afirmou o presidente Paulo Agostinho.

    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]A ACCCRO tem agora novos associados que foram apresentados nesta cerimónia. São eles o Balance Club, o Grupo Auto Júlio, a Master Vantagem, a Transwhite, Lda., a Objeto OLE, a Barros e Moreira SA., a FGP, Lda e a Pan & Past, Lda.
    A associação empresarial possui agora um órgão consultivo onde pontuam profissionais ligados à restauração, aos livros, à música, ao teatro, aos museus, às escolas e ao desporto que permitirão aconselhar e a ter um olhar diferente sobre os projectos. Este novo órgão, constituído por nove elementos, foi criado dada “a nossa necessidade de ter massa crítica de outras áreas que nos possam dar uma outra visão sobre o tecido empresarial”, disse o presidente da ACCCRO, Paulo Agostinho. Dele fazem parte Ricardo Madruga, José Ramalho, Maria José Rocha, Isabel Castanheira, José Elói, Carla Cardoso, Daniel Pinto, Carlos Coutinho e Adelino Mota.
    O dirigente diz que a sua associação empresarial terá como parceiros activos as autarquias oestinas e em breve irá reunir com a Câmara do Bombarral onde este tipo de associação não existe e onde “os empresários locais também têm necessidade de se rever e sentir representados”.
    A ACCCRO já coordenou programas como o Comércio Investe e já está a tratar de um segundo, o “Dinamizar” ligado ao comércio e aos serviços. No entanto, o presidente da associação considera que não faz sentido terem apenas projectos nesta área “quando temos mais de 300 associados na área da restauração e da hotelaria”, afirmou. Também vão ser desenvolvidos projectos na área do turismo.
    Durante a sessão foi ainda assinado um protocolo com o Banco Bic que oferece “condições de crédito mais vantajosas aos nossos associados”, disse o presidente, acrescentando que esta instituição tem um gabinete destinado a tratar do Projecto 2020.
    A ACCCRO tem 113 anos e é a sexta associação deste tipo mais antiga do país num universo de 500 associações empresariais. Conta com 2000 sócios que são de Alcobaça, Bombarral, Caldas da Rainha, Cadaval, Óbidos, Peniche e Torres Vedras.[/shc_shortcode]

  • Ginja de Óbidos e Alcobaça já tem área protegida

    Ginja de Óbidos e Alcobaça já tem área protegida

    A Comissão Europeia aprovou no início desta semana o pedido de atribuição de Indicação Geográfica Protegida à ginja de Óbidos e Alcobaça. No Jornal Oficial da União Europeia, a ginja é descrita como “um pequeno fruto da família das cerejas, contendo uma forte concentração de açúcares e de ácidos”. É cultivada na região que se estende entre a Serra dos Candeeiros e o Oceano Atlântico, compreendendo os concelhos de Óbidos, Alcobaça, Nazaré, Caldas da Rainha, Bombarral e Cadaval. Entre as suas numerosas utilizações estão os licores, chás e doçaria.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Contactado pela Gazeta das Caldas, o presidente da Câmara de Óbidos, Humberto Marques, diz que a atribuição desta “região demarcada” à produção da ginja local representa um momento de regozijo para a região e o culminar de um longo processo. O autarca destaca que o facto de ser uma indicação europeia dá-lhe “um carácter mais global e vai potenciar a ginja a nível externo”.
    Está confiante que mais produtores possam ver aqui uma oportunidade, mas adianta que esta distinção também obriga a que sejam seguidas algumas regras.
    A Câmara de Óbidos, em conjunto com a secção de ginja que integra a Associação de Produtores da Maçã de Alcobaça, já apresentou uma proposta preliminar também para a defesa do licor de ginja.
    Os produtores que estão fora da União Europeia também podem submeter os pedidos de registo de nome dos produtos, desde que estejam ligados a uma área geográfica delimitada. Foi o caso da República Dominicana que obteve, pela primeira vez e no mesmo dia da ginja, uma protecção de indicação geográfica com o “Café de Valdesia”.[/shc_shortcode]

  • Jogos Sem Fronteiras no Parque

    Jogos Sem Fronteiras no Parque

    Amanhã, sábado, 2 de Julho, pelas 16h30, no parque das bicicletas do  vão realizar-se uns Jogos Sem Fronteiras com a participação de algumas colectividades caldenses. Pretende-se reeditar o conceito do evento que encantou várias gerações europeias nas décadas de 80 e 90, reforçando o espírito de camaradagem e o convívio entre os participantes. Trata-se de uma iniciativa do centro comercial La Vie, organizada em conjunto com a União de Freguesias de N. Sra. do Pópulo, Coto e São Gregório.
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    Nos jogos vão participar equipas do A.C.D.R. Arneirense, da Casa do Benfica das Caldas da Rainha, do Caldas Sport Clube, dos Pimpões, do Agrupamento de Escuteiros das Caldas e do Sporting Clube das Caldas, que vão lutar pelo título da primeira edição dos jogos. Cada equipa terá 14 elementos (sete homens e sete mulheres) que irão competir em oito provas que englobam o lago do parque, provas em insufláveis gigantes, provas físicas e de perícia e perguntas de cultura geral. A iniciativa terminará ao final da tarde com a entrega dos prémios no La Vie.
    Os Jogos Sem Fronteiras caldenses foram apresentados em conferência de imprensa na segunda-feira, 27 de Junho. Segundo o director do La Vie, nesta edição de estreia, que vai custar 4500 euros ao centro comercial, vão participar três associações de cada uma das freguesias urbanas das Caldas. “Se tudo correr bem, poderemos dar continuidade ao evento e para o ano até admitir mais equipas”, disse o responsável, satisfeito com a parceria que estabeleceu com o município e com a Junta para a realização deste evento, que terá entrada livre.

    Duas novas lojas no La Vie

    Questionado pela Gazeta das Caldas sobre novos projectos comerciais no La Vie, Amaro Correia respondeu que vão abrir em breve as lojas Wycon (cosmética) e Emotion (sapataria).
    O responsável não quis revelar qual a evolução da facturação do centro comercial nos últimos anos, tendo as vendas crescido entre os 2% e os 4%.
    Quanto à existência de lojas com rendas em atraso, Amaro Correia disse apenas que “hoje em dia se vivem situações complicadas ao nível da falta de liquidez um pouco por todo o lado”. No entanto garantiu que a administração do centro comercial “está cá também para ajudar a ultrapassar momentos menos bons e não fechamos nenhuma loja sem um contacto e uma abordagem a todas as lojas”.
    Posteriormente à conferência de imprensa, e num e-mail enviado à redacção, a administração do centro comercial refere que este é o primeiro ano completo do La Vie Caldas da Rainha e que “a actividade comercial dos lojistas está a melhorar”. As expectativas são positivas e “acreditamos que esta tendência de melhoria poderá consolidar-se no segundo semestre”, informaram. Também como resultado de toda a dinâmica colocada na gestão do La Vie Caldas, “existe já uma lista de espera de lojistas que se pretendem fixar no centro comercial, incluindo grandes marcas internacionais”.

    Euro 2016 dá prémios 

    “Euro 2016 é no La Vie”, assim se designa a campanha promocional válida durante todo o período do Euro 2016 (de 10 de Junho a 10 de Julho) e que visa premiar os clientes que efectuem compras na superfície comercial e ali assistam aos jogos. No total serão distribuídos 1800 euros em prémios – em cartão oferta Pão de Açúcar – podendo ser utilizados em compras no mesmo supermercado das Caldas. Estes serão distribuídos em cartões  de valor individual de 100 euros. Para mais informações consultar o Facebook do La Vie Caldas.

    Cinemas ainda sem nova empresa 

    Os cinemas do centro comercial continuam a operar com a empresa Vivacine, a última que resta do grupo FDO, que foi proprietário do então Vivaci e que declarou insolvência.
    Fonte oficial do La Vie Caldas da Rainha diz que, “face aos dados conhecidos, a administração do La Vie Caldas da Rainha e do La Vie Guarda tem vindo a trabalhar numa solução que permita manter as salas de cinema a funcionar de forma sustentável”. Nesse sentido, explica, “existem contactos em curso para garantir uma alternativa para a exploração das salas de cinema”.
    Para o La Vie, os cinemas são considerados como mais um lojista do centro comercial. Na mesma resposta enviada ao nosso jornal, a administração diz que “esta é uma situação alheia ao centro, relacionada com um lojista, pelo que quaisquer questões específicas devem ser remetidas para o mesmo”. C.C.

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  • NELSON JERÓNIMO – fazer pão foi sempre o meu ganha pão

    NELSON JERÓNIMO – fazer pão foi sempre o meu ganha pão

    • 80 ANOS

    • CASADO, DOIS NETOS E UM BISNETO

    Quando a UPACAL foi inaugurada era uma das maiores e melhores padarias do país. Um luxo para a época. Aqui se juntaram numa só sociedade 47 padarias que estavam espalhadas por toda a cidade e pelo concelho. Um investimento de 3000 contos (15 mil euros) onde chegaram a trabalhar 60 pessoas. Eu tinha 24 anos e já era padeiro. Aqui andei durante 34 anos até me reformar. A minha vida foi trabalhar de noite, a amassar e cozer o pão para os outros. A ganhar a vida, a ganhar o meu próprio pão.

  • Parque vai acolher feira de artesanato mensal

    Parque vai acolher feira de artesanato mensal

    Vão ser instaladas no Parque D. Carlos I a sede da associação Nostrum e novas estufas para as espécies daquele espaço verde. Está prevista a realização de uma nova feira de artesanato que terá regularidade mensal. Para Vítor Marques, presidente da União de Freguesias, as entradas para a utilização regular do Parque devem ser gratuitas mas, para os eventos deveriam ser pagas.

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    As entradas para usufruir do Parque D. Carlos I vão manter-se gratuitas, mas “os eventos que aqui se realizam deveriam começar a ser pagos”. Esta é a opinião do presidente da União de Freguesias de N. Sra. do Pópulo, Coto e S. Gregório, que tem a missão de gerir estes espaços verdes. O autarca considera que estes eventos têm custos elevados e por isso “têm que ser comparticipados nem que seja com uma entrada de valor simbólico”, disse. Será também uma forma de se poder ir aumentando a fasquia da qualidade das iniciativas. Não era preciso que os preços fossem muito caros. Bastaria que fossem dois ou três euros, dando direito a algumas horas de estacionamento gratuito.
    Ao todo, a Câmara Municipal transferiu 200 mil euros para a União de Freguesias para a gestão do espaço. Este montante, quando a gestão pertencia ao CHO, em épocas financeiras mais desafogadas, “era gasto só em jardinagem”, referiu Vítor Marques.
    Já sob coordenação da Junta já foi recuperado o coreto, e estão agora disponíveis mais duas salas no Céu Vidro que permitem a realização de mais actividades. Além da Casa dos Barcos, foram também recuperados caminhos, bancos e papeleiras.
    A decorrer está a segunda fase da instalação eléctrica que permite a substancial melhoria da iluminação do parque.
    “Nunca fechamos o parque antes das 22h30. E quando há eventos, só encerramos à meia-noite ou 1h00”, disse o autarca, explicando que se têm multiplicado os eventos como peças de teatro, jantares temáticos, concerto, conferências, corridas, PAPs das escolas, num sem fim de actividades. Encontra-se em avaliação a possibilidade de melhorar a vigilância e de o parque vir a ficar aberto 24 horas por dia, disse o presidente da Junta.

    Estufas e sede da Nostrum

    A curto prazo serão criadas estufas que vão funcionar como viveiros de espécies para plantar no Parque e na Mata e também em todos os jardins da cidade. Além do CEERDL estão previstas outras parcerias com entidades como o Paúl de Tornada. “Poderão também vender-se plantas ao público”, disse Vítor Marques.
    Em curso está também a parceria com a associação Nostrum. Em breve, esta associação ligada às questões ambientais irá ter sede no Parque, instalando-se numa estrutura pré-fabricada no espaço onde esteve a Orbitur. “Usando recursos e equipamentos que já existem vamos conseguindo avançar”, disse o autarca.
    Na Mata Rainha D. Leonor têm sido feitos trabalhos de manutenção, recuperação e limpeza. Estão a ser recuperados caminhos e canteiros. Já nos últimos dois anos, as pequenas obras tinham sido levadas a cabo pela Junta de Freguesia que pretende melhorar as condições do parque de merendas daquele espaço. Ainda assim “há muita coisa para fazer nos dois espaços verdes”, referiu.

    Feira mensal destacará artesanato

    A Feira das Velharias já se realiza há vários anos no Parque. Aos segundos domingos de cada mês, com base no parque das Bicicletas, o evento foi crescendo e hoje estende-se para várias artérias laterais, percorre as traseiras do Museu Malhoa e estende-se até ao parque das merendas, junto ao chamado roseiral, até ao Pavilhão que em breve vai passar a albergar uma feira de artesanato regular. Esta vai designar-se Feiroeste, será mensal e vai realizar-se ao segundo sábado de cada mês. A primeira está prevista para 9 de Julho e será organizada por autores formados no Cencal.
    A gestão das Feiras das Velharias é feita com conhecimento da União de Freguesias mas sob coordenação ADIO, onde também se realizam Feiras das Velharias. “Eles têm os meios humanos e desde o início do ano que têm a gestão deste evento”, disse Vítor Marques. No mês de Junho participaram nas Velharias cerca de 150 feirantes, a maior participação de sempre.

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  • Começa hoje a Feira Internacional de Cutelaria Artesanal

    Começa hoje a Feira Internacional de Cutelaria Artesanal

    Começa hoje a primeira feira internacional de cutelaria artesanal das Caldas no foyer do CCC. O evento decorre até domingo e reúne 40 expositores de seis países. Haverá ateliers para montar e afiar navalhas e exposições tanto de cutelaria artesanal como industrial. A entrada é gratuita.

    A primeira Feira Internacional de Cutelaria Artesanal das Caldas da Rainha começa hoje. O certame, que decorre até domingo, reunirá no foyer do CCC 40 expositores oriundos de Portugal, Espanha, França, EUA, Rússia e Paquistão.
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    Os cuteleiros da região poderão mostrar o seu trabalho e contactar com fornecedores de matérias-primas. O público poderá apreciar exemplares únicos e contactar com cuteleiros, visitar exposições que retratam a evolução da cutelaria na região e poderá participar em workshops para montar navalhas. Um destes workshops integra o projecto Familiarte. Haverá ainda uma sessão de esclarecimento acerca da lei das armas brancas, a cargo da PSP.
    A feira, que tenta dar a conhecer o que é feito nesta região, procura mostrar tanto o lado artesanal, como o industrial.
    A apresentação deste evento decorreu no passado sábado no posto de turismo (ao cimo da Praça da Fruta). No pátio dois cuteleiros – David Garrote, de Alcobaça e Tiago Garcia, do Painho – forjavam ferro enquanto as pessoas apreciavam. Aqueciam o ferro, colocavam-no em cima da bigorna e batiam com os martelos, num tão típico som, que se prolongou durante a conferência de apresentação.
    Rui Rocha, presidente da Junta de Santa Catarina, salientou o peso desta actividade na freguesia a que preside e na vizinha Benedita. “É a actividade económica mais importante da freguesia, emprega cerca de 500 pessoas e mais 500 pessoas na Benedita”, afirmou, sugerindo que a região deveria ser a Capital Mundial da Cutelaria. “Existem cinco empresas que exportam mais de 90% da sua produção para 70 países”, informou, sugerindo que exista uma aposta no turismo industrial em que as cutelarias abram as portas para receber turistas.
    Já Filipa Norte, da oficina Lombo do Ferreiro, disse que o número de expositores que se inscreveram foi superior às expectativas, tal como os apoios recebidos.
    Filipa Norte referiu ainda que a cutelaria é um nicho de mercado muito interessante.
    Por sua vez, Carlos Norte explicou que querem “retirar a conotação de arma” que é atribuída às facas e educar as crianças para o uso e respeito por este tipo de objectos.
    Durante a apresentação foi lançado um livro sobre o canivete português que reúne dez modelos típicos e informação sobre os mesmos. A ideia de lançar esta obra surgiu da participação do Lombo do Ferreiro em feiras internacionais de cutelaria no estrangeiro. “Tínhamos vontade de dar a conhecer o canivete português”, esclareceu.
    Paulo Tuna, cuteleiro que tem sido procurado para criar peças únicas, afirmou a sua “dificuldade em encontrar matéria-prima”, o que condiciona o crescimento do seu projecto.
    Vítor Marques, presidente da União de Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório, sugeriu que “o Cenfim e o Cencal têm potencial e provas dadas” para integrar um curso profissional de cutelaria. Mas Tinta Ferreira, presidente da Câmara, disse que já houve uma tentativa de criar um curso profissional equivalente ao 12º ano na área da cutelaria, na escola de Santa Catarina, mas que “não houve inscrições”. Ainda assim, o edil referiu que as opções pelo Cencal e Cenfim são uma possibilidade a considerar.

    PROGRAMA

    Sexta-feira – 1 de Julho

    17h00 – Abertura ao Público
    17h30 – Inauguração
    21h00 – Encerramento
    Sábado – 2 de Julho
    10h00 – Abertura ao Público
    11h00 às 13h00 – Atelier “Monta a tua própria navalha”
    15h00h às 17h00 – Atelier “Monta a tua própria navalha”
    17h00 – “Afiação e Manutenção de Lâminas”
    17h30 – Sessão de Esclarecimento “Lei das Armas Brancas” a cargo da PSP
    21h00 – Encerramento

    Domingo – 3 de Julho

    10h00 – Abertura ao Público
    11h00 – “Afiação e Manutenção de Lâminas”
    11h00 às 13h00 – Atelier “Monta a tua própria navalha”
    15h00 às 17h00 – Atelier “Monta a tua própria navalha”
    18h00 – Sorteio de Peças de Cutelaria entre os visitantes
    19h00 – Encerramento do Evento

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  • Diogo Oliveira e Afonso Reis venceram em Carcavelos

    Diogo Oliveira e Afonso Reis venceram em Carcavelos

    A dupla caldense Diogo Oliveira e Afonso Reis venceu e convenceu na segunda etapa do circuito nacional de vólei de praia, em Carcavelos, realizada no passado fim-de-semana.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]A competir no escalão de Sub18, os caldenses entraram muito fortes e não perderam nenhum set no caminho para a final, marcado por muito vento e calor. Na final venceram com uma vantagem confortável e mostraram uma superioridade notória.
    A participação destes atletas no escalão sénior tem dado outra maturidade que reflete claramente na qualidade do voleibol apresentado. Os treinadores de praia do Sporting das Caldas, Luís Moreira e Ricardo Oliveira, não se tem poupado a esforços no treino desta dupla e os resultados fazem-se sentir.
    A próxima etapa realiza-se já este fim-de-semana e os caldenses jogam em casa, na Foz do Arelho, numa prova organizada pela FP Voleibol, Câmara Municipal de Caldas da Rainha e Sporting Clube das Caldas.[/shc_shortcode]

  • Diogo Bento, Alexandre Cruz e Natalino reforçam o Caldas SC

    O Caldas divulgou no final da semana passada os três primeiros reforços para a próxima época. Natalino é um guarda-redes, Diogo Bento reforça a ala direita e Alexandre Cruz é opção para o ataque.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Diogo Bento, de 25 anos, é um jogador formado no Torreense. Representou o Peniche na época passada e tem ainda passagens no At. Malveira e no Lourinhanense. Na época passada foi utilizado por Pedro Solá sobretudo a lateral direito, mas na parte final da época surgiu a ocupar a posição de extremo. Fez 33 jogos pelo Peniche e marcou cinco golos.
    Com a entrada de um lateral no plantel, José Vala fica com a garantia, salvo duplo infortúnio, de poder contar em exclusivo com André Santos para o meio-campo, posição na qual se tem evidenciado mais ao serviço do pelicano.
    Para o ataque o Caldas garantiu o concurso de Alexandre Cruz, que na época passada se destacou ao serviço do Campeão Distrital Ginásio de Alcobaça. O jovem avançado tem 21 anos e marcou por 24 vezes ao serviço dos azuis em 38 jogos, revelando-se fundamental na conquista do título. O avançado é natural do Juncal e conta com passagens por Beneditense, Marinhense, U. Leiria e Portomosense.
    Da Divisão de Honra Distrital vem também Natalino, guarda-redes de 22 anos que fez todo o seu percurso pela AE Óbidos, onde foi treinado justamente por José Vala. É, para já, o único guardião garantido para fazer concorrência ao titular da baliza alvinegra nas últimas quatro temporadas, Luís Paulo.
    Estas três contratações encaixam como uma luva na política desportiva dos alvinegros, jovens com valor, da região, que trabalham para dar o salto competitivo nas suas carreiras.
    O plantel tem agendado o regresso aos trabalhos no dia 18 de Julho.[/shc_shortcode]

  • Torneio de futebol trouxe cerca de 900 jovens ao Oeste

    Torneio de futebol trouxe cerca de 900 jovens ao Oeste

    Decorreu entre domingo e quarta-feira a primeira edição do Portugal Internacional Cup nas Caldas, em Óbidos e Peniche. A iniciativa, de uma empresa privada, movimentou cerca de 900 jovens dos 8 aos 19 anos.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Ao todo estiveram envolvidas 58 equipas em seis escalões diferentes. Os traquinas, benjamins e infantis jogaram futebol de 8, os iniciados, juvenis e juniores jogaram futebol de 11. Mais de metade das equipas (36) viajaram de Espanha e muitos dos jovens atletas vieram acompanhados dos respectivos familiares, o que também contribuiu não só para a divulgação do Oeste, como para trazer movimento ao comércio e à hotelaria da região durante estes dias.
    As equipas que viajaram do país vizinho representaram os clubes Calasanz, Pasillo Verde, Atlético Pinto, Hogar, Puentecastro, Getafe, Ponteferradina e L’Alcudia.
    A estes juntaram-se várias equipas dos clubes da região, como AE Óbidos, Caldas, Peniche, Escola Académica e Bombarralense, e ainda uma equipa do SL Marinha, da Marinha Grande.
    A abertura realizou-se no domingo de manhã no Estádio Municipal de Óbidos, onde todas as equipas desfilaram ao som do tema da Liga dos Campeões. Alberto Pereira, Pedro Félix e Jorge Amador, vereadores das autarquias das Caldas da Rainha, Óbidos e Peniche – parceiras do evento – deram o pontapé de saída perante uma plateia entusiasta, composta sobretudo pelas comitivas espanholas. O público pôde ainda assistir à actuação do Rancho Esperança na Juventude do Nadadouro.
    A organização do evento, a cargo da empresa Futból Base Internacional, reiterou a ideia deixada na apresentação do evento, de que pretende tornar esta competição na mais importante a este nível realizada na costa atlântica e agradeceram a confiança depositada quer pelas autarquias, quer nos clubes parceiros.
    Já os vereadores dos municípios foram unânimes em reconhecer que, para além da componente desportiva, este torneio é uma boa forma de dar a conhecer a região em termos de turismo. De resto, o calendário da prova integrou roteiros turísticos, como idas à praia, e culturais.
    As finais decorreram na quarta-feira, no Estádio do GD Peniche, já depois do fecho desta edição.[/shc_shortcode]

  • “Seria trágico se Caldas e Óbidos tivessem a mesma oferta termal”

    “Seria trágico se Caldas e Óbidos tivessem a mesma oferta termal”

    O cluster termal Caldas e Óbidos tem que ser diferenciado e dirigido a públicos diferentes. A cidade deve apostar na reabilitação e a vila na área do bem-estar. Foi o que defendeu João Pinto Barbosa, secretário-geral da Associação das Termas Portuguesas no ciclo “Regresso às Termas”. Na sua opinião o destino até deve ser pensado em conjunto, sem esquecer que é preciso apostar nos produtos da região.“Usem e abusem do que é local”, disse o convidado, que é também da área do marketing, e que vê também um potencial de atracção raro na piscina da Rainha. “Há turistas que pagariam bom preço pela experiência de mergulhar naquele espaço histórico”, disse.

     

    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]

    Caldas da Rainha “não pode perder a sua identidade histórica e deve dedicar-se à terapêutica e à recuperação enquanto que Óbidos poderia dedicar-se ao bem-estar”. O convidado considera que seria trágico se os dois concelhos fizessem a mesma coisa.
    “Faz sentido que trabalhem o destino em conjunto e que tenham motivações e até públicos diferentes”, comentou João Pinto Barbosa, secretário-geral da Associação das Termas Portuguesas. O convidado recordou que entre 2018 a 2020 haverá uma  realidade termal nas Caldas e em Óbidos e é preciso pensar na melhor forma de as aliar para criar um cluster atractivo, tão próximo da capital. Foi esta uma das principais interrogações que João Pinto Barbosa, secretário-geral da Associação das Termas Portuguesas, trouxe à Eira Branca, a 18 de Junho. Segundo aquele responsável, também docente universitário na área do marketing, há vários anos que o Ministério da Saúde “nada ou quase nada fazia” pela estrutura termal caldense e por isso, congratulou-se com o facto de ser agora a Câmara a gerir esta realidade.
     “O foco tem que ser na reabilitação no Hospital Termal e não apenas a nível nacional mas também internacional”, disse o convidado que considera que “seria trágico fechar o hospital e inventar qualquer outra coisa. Disso, não tenho dúvidas”, afirmou. Uma das apostas poderia ser o turismo médico. Portugal poderia tentar cativar público que precisa de recuperar de intervenções cirúrgicas em ambiente termal. Seria uma ideia para as Caldas que, à semelhança de estâncias termais da Hungria, já o estão a fazer com êxito. “Convalescer em ambiente termal é muito mais barato do que numa cama de hospital, além de que é muito mais saudável”, disse o orador. A questão da vida e dos hábitos saudáveis estão também muito em voga e pelos 34 espaços termais lusos estão a surgir propostas na área da saúde e da prevenção que pretendem captar mais turistas. Além de diversificar a oferta das estâncias, procura-se que também ajudem a desenvolver as regiões mais desfavorecidas do país onde estão as estâncias termais. “São programas que se inspiram nas mini-curas francesas e que decorrem em programas de sete dias”, explicou João Pinto Barbosa, acrescentando que estes programas também querem captar população mais urbana e activa.

    A piscina da rainha

    Durante a sua intervenção, o orador destacou uma pérola do património termal caldense: a piscina da Rainha. “Quando mostro esta piscina nos congressos internacionais, perguntam-me logo se é possível tomar ali banho”, comentou João Pinto Barbosa, enquanto mostrava uma bela fotografia desta piscina ancestral, existente no Hospital Termal das Caldas. “E porque não tirar proveito do património? Poderia ser uma espécie de ritual, caro, pois é algo único que merece ser vivido. Estou em crer que muita gente gostaria de o fazer”. Na sua opinião, nunca poderia custar menos de 500 euros (e poderia chegar ao dobro) pois é algo que tem uma “capacidade de atracção invulgar”. E deixou ainda outros conselhos: apostar na produção local e saber vender o que é autêntico e singular. “Faz todo o sentido fazer uma exfoliação com rosas da Bulgária naquele país. Por cá é preciso descobrir o que a localidade tem para oferecer. Usem e abusem do que é local”, afirmou o secretário-geral, recordando que os turistas vão sempre à procura do que as localidades têm de diferente para lhes oferecer.
    Na anterior sessão deste ciclo sobre as termas, a convidada foi a professora universitária Manuela Hasse que fez uma reflexão sobre o património e sobre a simbologia da água. Na sua intervenção deixou clara a necessidade manter, actualizar e salvaguardar o património termal. Salientou o dever de todos na manutenção e conservação dos espaços.

    TINTA FERREIRA ENCERRA CICLO DAS TERMAS

    O ciclo “Regresso às Termas” termina amanhã, 2 de Julho, pelas 16h00, no Museu Malhoa com a participação do presidente da Câmara das Caldas, Tinta Ferreira, que fará a apresentação “Caldas da Rainha: Que caminho para o termalismo?”. Será o final de um ciclo de sessões organizadas pelo Casal da Eira Branca e coordenadas por Jorge Mangorrinha.

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