A Brain Academy das Caldas da Rainha vai promover workshops sobre Baby Signs para profissionais e para pais que vão decorrer nas suas instalações, situadas no prédio da Pizzaria Novo Mundo. Trata-se de dar a conhecer uma linguagem de gestos para ensinar aos bebés antes do desenvolvimento da capacidade física de falar.
No dia 26 de Outubro, às 18h00, vai realizar-se o workshop para profissionais ou estudantes da área da educação e da saúde que queiram enriquecer o seu currículo. No dia 28 de Outubro, pelas 16h00, realiza-se o workshop do Programa Baby Signs para pais.
As acções serão dinamizados pela instrutora de Baby Signs, Sabla D’Oliveira e têm vagas limitadas. É a primeira vez que há formação nesta área nas Caldas da Rainha.
Mais informações e inscrições em www.mscbrainacademy.com/workshopbabysignsprofissionais
Category: Sociedade
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Brain Academy promove workshops de Baby Signs
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Confraria do Príapo reúne terça-feira
A Assembleia Geral que definirá o futuro da Confraria do Príapo está marcada para as 21h00 da próxima terça-feira, 23 de Outubro, no Centro da Juventude.
Na ordem dos trabalhos está a apresentação e votação do relatório de contas e de actividades da confraria, a admissão de novos sócios, a alteração dos estatutos e a marcação de eleições para os órgãos sociais.
Aquela confraria, dedicada à promoção do falo caldense, tem estado inactiva nos últimos quatro anos. O objectivo da reunião é encontrar uma nova direcção e sair do impasse. Apesar da inactividade, a confraria não tem dívidas nem dinheiro. -
Clube Sénior reabre amanhã com festa
No sábado, 20 de Outubro, o Clube Sénior, que funciona na Columbófila, reabre as suas portas, após o período de férias. Para celebrar o recomeço das actividades haverá uma festa convívio que terá início às 14h30 com música ao vivo.
O Clube Sénior é um espaço idealizado pela autarquia e juntas de freguesias urbanas para acolher a população idosa que não tinha na cidade um local para conviver, ler o jornal, ou jogar às cartas. Às segundas-feiras, entre as 14h30 e as 17h00 decorre o atelier “Outros Pontos” e às quintas-feiras, no mesmo horário, realiza-se o atelier de Bordados das Caldas. Às terças e sábado, entre as 14h30 e as 18h00, há actividades de animação com dança.
O Clube Sénior organiza para os seus utilizadores passeios, visitas a museus, teatros e revistas, festas, piqueniques, aulas de lavores, entre outras iniciativas. Está aberto todos os dias à tarde, excepto domingos e feriados. -
Hotel literário de Óbidos recebe 20 mil livros da Gulbenkian
O projecto do hotel literário, do empresário obidense Telmo Faria, recebeu no dia 8 de Outubro, cerca de 20 mil livros doados pela Fundação Calouste Gulbenkian. A delegação de Paris está a mudar de instalações e contactou-o para ser fiel depositário das obras por considerar a Vila Literária um “projecto fascinante”, contou o empresário à Gazeta das Caldas.
Telmo Faria diz que se trata de um reconhecimento do trabalho dos privados na construção de uma “atmosfera de livros” em Óbidos que, por sua vez, se integra num projecto maior de uma vila literária.
Nesta primeira entrega vieram milhares de livros relacionados com a História a e Gastronomia, que foram directamente para o novo restaurante literário que procura também recuperar tradições da cozinha popular portuguesa. “Queremos que a História seja revisitada pelos pratos, pelos livros, objectos e também pelos artigos que temos numa loja de produtos históricos”, disse Telmo Faria. No The History Man é possível encontrar produtos da Confiança ou da Ach Brito na área da cosmética, a pasta medicinal Coto, os chocolates Regina, ou os biscoitos da Paupério, marcas icónicas do século passado.
Livros sobre a história do vinho e a própria agricultura estão relacionados com as garrafas existentes no restaurante, mobilado com cadeiras dos anos 30 e 40 do século passado que vieram do Pavilhão Carlos Lopes.
O empresário diz que recebe semanalmente doações, seja de um livro ou de colecções que as pessoas precisam de se desfazer.
[shc_shortcode class=”shc_mybox”]Actualmente nos armazéns está um espólio de cerca de 50 mil livros ainda por colocar. A estes acrescem mais de 60 mil nas paredes do The Literary Man, 30 mil no The History Man, e mais 5000 na biblioteca existente no Rio do Prado (o outro projecto do casal Marta Garcia e Telmo Faria, mais ligado à sustentabilidade e natureza).
Com 30 quartos, o hotel The Literary Man não é apenas procurado pelo seu serviço clássico de hotelaria, mas também porque cria um ambiente de encontro e de convívio entre quem gosta da leitura e dos livros. Telmo Faria destaca que as obras estão acessíveis às pessoas e que é comum vê-las levar à noite e deixarem-nas depois no dia seguinte ao pequeno-almoço.
Esta estratégia ligada ao livro e à leitura permitiu-lhe aumentar a equipa, que é actualmente de cerca de 50 pessoas nos três projectos, bem como a sua capacidade para fazer novos investimentos. O empresário calcula que, em Óbidos, graças aos livros, tenham sido criados mais de 100 “empregos literários”, termo que utiliza para as pessoas que conseguiram trabalho em resultado da abertura de livrarias e de hotéis literários.
Estes investimentos privados das livrarias e dos hotéis rendem cerca de três milhões de euros por ano, estima Telmo Faria, dando conta que nesta estratégia integram-se, além das suas unidades, as Livrarias Ler Devagar, o Bichinho do Conto ou o novo projecto de um Atelier de Artes e Letras com tipografia e máquinas antigas de impressão. [/shc_shortcode] -
Jovens querem cacifos públicos na cidade
Os jovens caldenses (na verdade, uma pequena parte deles) escolheram como prioridade a construção de cacifos públicos no âmbito do Orçamento Participativo para menores de 30. A ideia da proposta vencedora pertence a Maria Margarida, que pretende que sejam construídas estruturas fortes (para evitar vandalismo) onde seja possível a qualquer cidadão guardar os seus bens gratuitamente e em segurança.
Esta proposta custa 40 mil euros e praticamente esgota a verba disponível de 50 mil euros. Os 10 mil euros que sobraram não são suficientes para avançar para o segundo projecto mais votado.
[shc_shortcode class=”shc_mybox”]Os cacifos receberam 36 pontos de um total de 108.
O segundo mais votado foram os postos de carregamento para telemóveis e fichas de electricidade, com 31 pontos.
Mas o que é mais relevante nesta tentativa de Orçamento Participativo Jovem é a sua fraca participação – apenas votaram 18 pessoas (duas online e 16 presencialmente).
Em terceiro lugar ficou a requalificação do parque desportivo do Bairro dos Arneiros, seguido pela construção de balneários públicos e, por fim, os jardins verticais num ou mais prédios da cidade.
Os resultados foram conhecidos a 10 de Outubro, numa assembleia participativa que serviu para a votação presencial.[/shc_shortcode] -
MVC promove debate público sobre memória da Secla
Cristina Horta (ex-directora do Museu de Cerâmica) e Rui Gonçalves (arquitecto e ex-vereador), moderados por Jorge Mangorrinha, são os convidados do próximo 21 às 21, o ciclo de debates do Movimento Viver o Concelho (MVC) que se vai realizar no próximo domingo, dia 21 de Outubro, pelas 21h00, na sede da União de Freguesias de Nª Sra. do Pópulo, Coto e São Gregório.
O tema do debate será “Que memória para a Secla?”.
“A incerteza quanto ao futuro do património cerâmico da Secla que ainda subsiste e o recente projecto de transformação da área da Fábrica 1 que está em análise na Câmara Municipal justificam um debate sobre o tema”, explica nota de imprensa sobre o debate.
Jorge Mangorrinha é doutorado em Urbanismo, com pós-doutoramento em Turismo, professor universitário e quadro da Câmara Municipal de Lisboa. Rui Gonçalves exerce a profissão de arquitecto como profissional liberal, depois de ter sido funcionário da Secla até ao seu encerramento. Ambos foram vereadores da Câmara das Caldas, o primeiro com os pelouros do Planeamento Urbanístico, Património e Termalismo, entre 2002 e 2005, e o segundo sem pelouro, durante o mandato anterior.
Cristina Ramos e Horta é doutorada em História (especialização em História da Arte) e ex-directora do Museu da Cerâmica. -
Óbidos vai ter um Continente Bom Dia
A Sonae vai construir um Continente Bom Dia em Óbidos. A obra para a construção do supermercado, que ficará localizado junto às piscinas municipais, onde também já se encontra o Pingo Doce, já começou e está programada a sua conclusão para 14 de Setembro de 2019.
Com um investimento estimado de 1,2 milhões de euros, a superfície comercial terá uma área de construção de 2555 metros quadrados, implantada em 2889 metros quadrados.
O projecto prevê ainda a existência de 120 lugares de estacionamento.
A Sonae tem também a intenção de construir nas Caldas da Rainha um supermercado Continente Bom Dia integrado no projecto imobiliário previsto para as antigas instalações da Secla. -
Expoeste vai receber Feira Vintage
Nos dias 19, 20 e 21 de Outubro a Expoeste vai acolher a primeira Feira Vintage. Serão três dias dedicados à cultura retro e vintage que se faz sentir em vários sectores da sociedade desde a moda até à música.
Segundo António Marques, director executivo da Expoeste, será uma oportunidade de adquirir produtos referentes a outras décadas num espaço onde não vai faltar uma barbearia onde só se fazem cortes e penteados referentes a outras décadas.
O espaço da Expoeste vai estar totalmente preenchido com bancas de vendas de objectos que fizeram furor noutros anos.
As entradas para o certame custam dois euros por pessoa. -
Bicicletas antigas do Campo vêm à cidade há 12 anos
Eram cerca de 11h30 do passado dia 5 de Outubro quando o centro da cidade foi invadido por sons de campainhas e buzinas, que lembravam os mais distraídos que era o feriado da Implantação da República e, como é habitual há 12 anos a esta parte, este é o dia em que as bicicletas antigas vêm em passeio desde o Campo até à cidade.
Este ano foram cerca de 130 os participantes nesta festa, a maioria vindo da região. Mas houve quem tenha viajado de mais longe para fazer este convívio, participantes de Guimarães, Coimbra, Fátima, Ourém, Pernes, Carregado e outras localizações.
Para José Lopes, membro da organização deste evento, que é iniciativa do Grupo Amigos da Natureza, a secção de cicloturismo da ACR Campo, “é agradável receber estas pessoas que vêm de longe, e só é pena não podermos retribuir-lhes as visitas”. No entanto, é bom sinal quando uma iniciativa deste género atrai pessoas de tão longe.
A recriação do tempo em que as famosas pasteleiras eram o principal meio de transporte vai além do simples passeio de bicicleta. A parte mais importante acaba por ser a componente de convívio que se gera, tanto entre os participantes, como aqueles que se lhes juntam no piquenique em plena Rua Dr. Miguel Bombarda. Aqui impera o cheio a chouriço assado e peixe seco, aos queijos e a pão. E também não falta o vinho para regar a comida e as conversas com o som dos acordeões em fundo.
É isso que destaca também José Lopes nesta iniciativa. “É o que as pessoas levam disto e que fazem mais gosto é esta parte do convívio com as pessoas que se juntam a nós”.
Este ano, ao contrário de outras edições, este ano não houve recriação de ofícios antigos, o que José Lopes justificou com falta de tempo.
O organizador agradeceu os apoios da Câmara das Caldas, das uniões de freguesia de Tornada e Salir do Porto, Sto. Onofre e Serra do Bouro, e de Nª. Sra. Pópulo, Coto e São Gregório, do Museu do Ciclismo e da Federação Portuguesa de Cicloturismo, das empresas A. Marques, Marilimp e BringInsurance e ainda dos acordeonistas que animaram a iniciativa.Passagem na Rua Raul Proença em frente à Gazeta das Caldas Grupo das Gaeiras Desfile pela cidade -
Tribunal de Contas chumba protocolo com Montepio e Câmara avança sozinha para a gestão do Hospital Termal
A Câmara das Caldas vai assumir a gestão do Hospital Termal. Esta decisão surge depois da recusa do Tribunal de Contas à proposta de protocolo a celebrar entre a autarquia e o Montepio Rainha D. Leonor.
De acordo com o presidente da Câmara, Tinta Ferreira, o Tribunal de Contas teve uma interpretação diferente da autarquia, ao considerar que se trata de uma prestação de serviços e, como tal, deveria obedecer aos procedimentos que regem a contratação publica. Ou seja, a gestão deveria ser concessionada através de concurso público.
Tinta Ferreira explicou que a Câmara não irá contestar a posição do Tribunal de Contas e optará por assumir directamente a reabertura do Hospital Termal por gestão directa. “Vamos reabrir o Hospital Termal e seguir o projecto em curso, contratando os serviços e o pessoal necessário”, disse o autarca na Assembleia Municipal de 9 de Outubro.
O autarca explicou ainda que nos primeiros anos a gestão será feita por gestão directa, mas admite que ao fim de três ou quatro anos, quando atingirem uma posição de equilíbrio económico e financeiro, possa ser criada uma empresa municipal.[shc_shortcode class=”shc_mybox”]Se com a gestão a cargo do Montepio haveria a vantagem de uma “maior flexibilidade na gestão”, agora, com a Câmara existirá uma “maior transparência, com a prestação de contas na Assembleia Municipal e aos munícipes”, afirmou.
Tinta Ferreira reconheceu ainda que a abertura do Hospital Termal irá demorar mais algum tempo pois terão que fazer as contratações. Numa primeira fase abrirão as inalações, mais tarde a ala de duches e banheiras e numa terceira fase os duches, banheira e piscina.TRIBUNAL DE CONTAS REJEITA “PROTOCOLO”
A recusa do Tribunal de Contas ao protocolo entre a Câmara e o Montepio tem por base o entendimento de que não se tratava de um “protocolo”, mas sim de uma compra de serviços da autarquia aquela instituição particular de solidariedade social.
“Ainda que as partes o tenham intitulado de “Protocolo”, analisando o seu conteúdo, envolve prestações que não são típicas de um único contrato, mas que no essencial, consubstanciam a aquisição pelo Município de vários serviços a prestar pelo Montepio e essa aquisição é feita contra o pagamento de um valor”, pode ler-se no acórdão do Tribunal de Contas.
Para esta entidade, o acordo entre a Câmara e o Montepio é essencialmente um contrato de prestação de serviços, que deveria ser alvo de um concurso público. É o que diz o documento no seu ponto 32: “não obstante as partes a tenham intitulado “Protocolo”, atento o seu conteúdo não oferece dúvidas de que consubstancia um contrato público, oneroso e sinalagmático [relação de obrigação contraída entre as duas partes], vinculando-se as partes ao cumprimento das prestações no mesmo previstas através da celebração do dito “Protocolo”.
Por isso, o Tribunal de Contas diz que a ausência de concurso, obrigatório neste caso, “determina a nulidade do protocolo cuja minuta foi submetida a fiscalização prévia”.
O acórdão levanta ainda algumas questões relativamente às receitas e despesas do funcionamento do Hospital Termal, que esta não soube responder, e alerta para a possibilidade de a Câmara, no limite, ter de entregar ao Montepio “os montantes por este solicitados” em desrespeito pelas estimativas inicialmente previstas.
E conclui com a decisão de “recusar o visto à minuta submetida a fiscalização prévia”.[/shc_shortcode]
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Orçamento Participativo teve menos votantes este ano
O Orçamento Participativo 2019, cuja votação foi encerrada a 3 de Outubro, registou menos 72 votos do que o do ano passado. Em 2018 votaram 255 cidadãos e este ano apenas 183, o que representa um decréscimo de 28%.
Foram aprovadas três propostas que quase esgotam os 200 mil euros disponíveis: um sistema de comunicação geográfica para promoção da Lagoa de Óbidos (83 mil euros), um parque de prevenção rodoviária (70 mil euros) e o arranjo urbanístico de um espaço público na Rua Camb Les Bains (40 mil euros).António Carlos Gonçalves (sistema de comunicação geográfica da Lagoa), Ilda Sousa (arranjo de espaço pública na Rua Camb Les Bains) e Ricardo Pereira (parque de prevenção rodoviária) são os proponentes das propostas vencedoras Perante pouco mais que uma dezena de pessoas, decorreu uma assembleia participativa no auditório da Câmara na noite de 3 de Outubro. A votação já estava encerrada pois tinha estado aberta online durante três meses e presencialmente durante um dia no Posto de Turismo e na sede da União de Freguesias de Santo Onofre e Serra do Bouro.
A assembleia servia para abrir as urnas e adicionar os votos presenciais aos online, que foram divulgados durante o dia, ainda com a votação a decorrer.
O projecto vencedor (com 231 pontos) foi um sistema de comunicação geográfica para promoção da Lagoa de Óbidos. Trata-se de uma maquete em três dimensões, com um sistema de projecção e informações sobre a fauna, a flora, as actividades, a geologia, entre outras.[shc_shortcode class=”shc_mybox”]Em segundo lugar ficou o parque de prevenção rodoviária com 178 pontos. Este terá uma simulação dos principais pontos da cidade para criar situações de circulação como método de aprendizagem.
O último projecto aprovado é o arranjo urbanístico de um espaço público na Rua Camb Les Bains para usufruto da população (141 pontos).
Contaram-se ainda dois votos nulos.
Depois de ser criado, em 2013, o Orçamento Participativo foi somando cada vez mais adeptos, até que em 2015 chegou aos 339. No ano seguinte não houve Orçamento Participativo, que pasou a bienal devido aos atrasos na execução dos projectos.
Em 2017 votaram 255 pessoas, num decréscimo de 25% face a 2015. Agora votaram menos 72 pessoas do que na edição anterior (menos 28%). Comparado com o melhor ano (2015), a votação caiu quase para metade.
Presente na sessão, Ana Costa Leal, presidente do Conselho da Cidade, salientou as dificuldades no registo de novos cidadãos na plataforma.
A vereadora responsável pelo Orçamento Participativo, Maria João Domingos, revelou que já começaram a ser executados projectos de 2017 e admitiu que “a plataforma não era amigável, não era ágil e também não é para o OP Jovem, mas não íamos alterar a meio do processo”.
Carlos Fernandes, um dos cidadãos mais interessados nesta ferramenta democrática (e proponente do projecto das Hortas Urbanas), considerou que “este resultado é uma mensagem para a Câmara”. Notou que “a votação online não está a resultar”, mas defendeu que presencialmente se consegue mobilizar as pessoas e defendeu que deveriam ser colocadas urnas de voto nas Juntas de Freguesia.
Paulo Vaz, proponente de um projecto, perguntou à Câmara pelos muppies de promoção do Orçamento Participativo.
Já para depois do fecho desta edição estava prevista a assembleia participativa do OP Jovem 2019. A concurso estavam os jardins verticais num ou mais edifícios da cidade, a construção de balneários públicos, a colocação de postos de carregamento para telemóveis e fichas de electricidade na cidade, a construção de cacifos públicos e a requalificação do parque desportivo do Bairro dos Arneiros.Votantes no Orçamento Participativo
2013 – 68
2014 – 148
2015 – 339
2017 – 255
2019 – 183[/shc_shortcode]
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Grupos de folclore recriam “tradições da vila” nas Caldas da Rainha
Duzentos anos depois, lavadeiras, trabalhadores do campo, músicos e até um casal de noivos voltaram à cidade, para desfilar pelas ruas comerciais num movimentado sábado de manhã (6 de Outubro). Tratou-se da quarta edição do Tradições da Vila, um evento organizado pelos grupos de folclore do concelho.
Para o ano há mais e com mais arrojo, com a organização a querer recriar actividades ligadas à olaria no centro da cidade.Sentada em cima de uma carroça puxada por um burro, uma noiva aguardava, de ramo de laranjeira na mão, o início do trajecto entre o Chafariz das Cinco Bicas e a Capela de S. Sebastião (ao cimo da Praça da Fruta) onde o noivo a esperava para o enlace.
A cena, invulgar nos dias de hoje, atraiu muitos curiosos, uns em passeio na cidade, outros no trajecto das compras, que por ali foram ficando e assistiram a um casamento à moda antiga. Dentro da capela os noivos disseram o sim perante o padre e à saída foram saudados com uma chuva de pétalas de flores. O momento ficaria registado numa máquina fotográfica de fole, mas também em muitas câmaras digitais e telemóveis. -
Caminhada solidária com a Refood caldense
No próximo dia 14 de Outubro decorrerá a caminhada solidária Refood Caldas da Rainha, que tem por objectivo ajudar este movimento que combate o desperdício alimentar através da distribuição de comida recolhida em restaurantes por famílias carenciadas. A partida está prevista para as 9h00 junto à Junta de Freguesia do Nadadouro, seguindo-se um percurso de cerca de 11 quilómetros pelas margens da Lagoa de Óbidos.
A meio da caminhada será distribuída água e fruta e após a chegada será servido um almoço convívio. Os participantes deverão contribuir com quatro euros e levar pratos e talheres para degustarem a refeição que lhes será oferecida.
As inscrições podem ser feitas no próprio local, ainda do início da caminhada, ou na sede da Refood das Caldas da Rainha, situada na Rua Manuel Oliveira Santos, no Bairro dos Arneiros.
O núcleo caldense começou a funcionar em Dezembro de 2015 e conta actualmente com a colaboração semanal de 110 voluntários, distribuídos em dois grupos: recolha de alimentos e distribuição dos mesmos pelas 36 famílias apoiadas. Mensalmente são distribuídas 2400 refeições, que equivale a 97 refeições por dia.
O movimento foi criado em Lisboa, em 2011, pelo americano Hunter Halder, que vive em Portugal há várias décadas. Entretanto, já conta com cerca de 50 núcleos distribuídos por todo o país, assim como no estrangeiro, com a criação de um em Madrid (Espanha) e a preparação de outros no Brasil e Itália. -
Mário Centeno almoçou nas Caldas
O ministro das Finanças e também presidente do Eurogrupo, Mário Centeno, almoçou nas Caldas da Rainha no passado dia 5 de Outubro. O governante, acompanhado da sua família, deslocou-se ao restaurante Recanto onde comeu um prato de caça, tendo depois seguido viagem visto que se encontrava de passagem.
A escolha daquele restaurante, de acordo com o seu proprietário, José Fialho, deveu-se a “recomendações de amigos”. O responsável diz que é frequente receber pessoas do mundo da política e das Forças Armadas, mas que não faz alarde disso. “Somos discretos e não fazemos muita publicidade, mas a nossa casa é conhecida por pessoas influentes que passam palavra e umas trazem as outras”, disse. Foi o caso de Mário Centeno que, não tendo estado presente nas cerimónias do 5 de Outubro, aproveitou para ali almoçar no feriado com a mulher e os filhos.
Como não podia deixar de ser, o governante pediu factura com número de contribuinte. -
Concorda com a nova lei que proíbe o abate de animais nos canis municipais?
Natália Costa, reformada da função pública (Caldas da Rainha) À partida eu não concordo com o abate, mas por outro lado as pessoas arranjam tantos animais… Não é só a Câmara que tem a culpa. E agora onde é que vão pôr tantos animais?
As pessoas da minha rua deixam os animais todo o dia sozinhos nas suas casas e estes passam o dia a ladrar, alguns até ladram toda à noite. Tenho problemas em dormir e às vezes é muito difícil de aguentar.
As pessoas têm que ver se têm condições para ter animais de estimação. Eu adorava ter um gato mas como considero que não tenho condições, prefiro não o ter.Pedro Barjona, lojista (Caldas da Rainha) Sou contra a nova lei, se bem que às vezes também não é bom ter os animais em lugares sem as condições mínimas. Por vezes é melhor que sejam abatidos em vez de serem maltratados e estarem sem condições.
Eu tenho cães, adoro animais de estimação, mas custa-me vê-los em sítios sem as devidas medidas. Poderia haver cidades mais simpáticas para os animais e haver, por exemplo, uma taxa para ajudar a custear a retirada dos animais da rua e a serem tratados condignamente.Ana Jesus, administrativa (Caldas da Rainha) Não sabia dessa nova lei, mas agora que sei não concordo. Há animais que estão doentes, que são abandonados e é preciso que haja soluções.
Estou contra, até porque não compreendo onde é que as Câmaras depois têm espaço para colocar os animais. Até hoje os únicos animais que tive foram peixes. -
Passadiços e caminhos pedonais degradam-se perante a incompetência da Administração Central e a impotência dos municípios
Em Óbidos há uma ponte pedonal meio tombada sobre a lagoa que aguarda há mais de dois anos pela sua reparação. Em S. Martinho do Porto, os passadiços sobre as dunas estão num estado lastimável. Estes equipamentos têm em comum o facto de não estarem sob a tutela dos municípios, mas sim da Administração Central (APA e Docapesca), que simplesmente os ignoram.
A APA tem mantido a ponte neste estado e vai ter de ser a Câmara de Óbidos a recuperá-la Há mais de dois anos que a ponte da Ferraria, junto à Lagoa de Óbidos, aguarda por obras de reparação, a cargo da APA (Agência Portuguesa do Ambiente). Tempo suficiente para que o presidente da Câmara de Óbidos, Humberto Marques, tenha perdido a paciência e pusesse o próprio município a fazer aquilo que não lhe competia, mas que resulta em benefício dos cidadãos. Por isso, será a autarquia a recuperar aquela ponte, estando já a ser preparada a intervenção, que deverá começar daqui por um mês, tendo um custo de 15 mil euros.
De acordo com Humberto Marques, a obra será garantida pelo município e feita à revelia da APA, que é a entidade responsável por aquele espaço, mas que até agora não tem feito a sua manutenção.
O autarca lembrou que já tentaram, por diversas vezes, intervir no local e que, inclusivamente, houve propostas de protocolo (entre a autarquia e a APA) para a recuperação da ponte, permitindo a passagem em segurança das pessoas. O custo previsto para a intervenção era de 5000 euros, mas com a “exigência dos técnicos da APA, ao nível dos materiais e da concepção, já ascendia a valores na ordem dos 50 mil euros”, o que levou a autarquia a recuar.
Humberto Marques explicou que não tem havido manutenção nos caminhos pedonais e ciclovia – que acusam evidente degradação – porque também estes são da responsabilidade da APA.
Enquanto que a ciclovia da parte do concelho das Caldas foi terminada e a obra entregue ao município, do lado de Óbidos a obra não chegou a ser concluída por falência do empreiteiro.
“A Câmara já tentou muitíssimas vezes que fosse feito um contrato inter-administrativo [entre a Câmara e a APA] para se intervir no local, mas isso não aconteceu”, disse, lembrando que a responsabilidade de toda aquela área continua a ser da APA.
O autarca explicou ainda à Gazeta das Caldas que, inclusivamente, as juntas de freguesia de Santa Maria, S. Pedro e Sobral da Lagoa, e do Vau, têm feito a manutenção da ecopista no sentido de fazer o controle das plantas infestantes, mas que isso não tem sido bem visto por quem tem a jurisdição marítima. “Já não é a primeira vez que a Polícia Marítima vem a terreno porque andam os funcionários das freguesias a actuar em zona proibida e não foram avisados para andar lá com aquele equipamento”, disse.Câmara de Alcobaça tambem não responde
A Câmara de Alcobaça nada diz sobre quando será reparado o passadiço em S. Martinho do Porto Mas não é só na margem sul da lagoa de Óbidos que se aguardam por obras em caminhos pedonais. Em S. Martinho do Porto, os passadiços que partem de Salir do Porto e permitem passear até perto de metade da “concha azul” estão também num estado deplorável sem que as autoridades se mostrem capazes de os reparar.[shc_shortcode class=”shc_mybox”]
Travessas de madeira levantadas, zonas cobertas de areia e outras já sem vestígios do caminho, caracterizam aquele equipamento que, nalguns casos, até representa algum grau de perigosidade. É, pelo menos, o que diz a Docapesca, entidade responsável pela sua manutenção, que até colocou sinais de perigo para os caminhantes.
Contactada pelo nosso jornal, aquela empresa pública diz que “em 2017 a Docapesca realizou trabalhos de reabilitação do passadiço de madeira para acesso à praia de São Martinho do Porto. A intervenção, realizada em estreita articulação com a Junta de Freguesia de S. Martinho do Porto e com a Câmara de Alcobaça, consistiu na reabilitação total de alguns troços do passadiço e na substituição do tabuado em zonas que se encontravam menos deterioradas”.
A mesma fonte oficial diz que “em Junho de 2018, em articulação com os serviços do município foram removidas as chulipas que se encontravam em pior estado ou sem apoio, tendo igualmente sido colocadas placas avisadoras de perigo, embora se reconheça a necessidade de uma intervenção mais aprofundada. Em resultado de erosão na duna, por alteração do perfil da praia, são necessárias obras de contenção de areias, eventual recuo dos acessos face à erosão dunar e a escavação de areias depositadas sobre as chulipas”.
Por isso, “a Docapesca está a desenvolver contactos, envolvendo não só o município, mas também a Agência Portuguesa do Ambiente – entidade responsável pela implantação do atual passeio pedonal – que permitam obter uma solução definitiva”.
E qual será essa solução definitiva? A Câmara de Alcobaça tem, neste particular, as mesmas dificuldades de comunicação que a APA. Gazeta das Caldas contactou aquele município várias vezes, mas só conseguiu obter a lacónica resposta de que “a Câmara Municipal de Alcobaça está a trabalhar para resolver esta situação, em estreita articulação com a Docapesca, a qual, recorde-se, é a responsável pela manutenção do equipamento em causa”.
Já quanto à execução de obras, a sua calendarização e o montante a investir para reparar o caminho pedonal, a Câmara não respondeu.[/shc_shortcode] -
Quinta da Azenha promove experiências associadas ao bem-estar e estilo de vida saudável
Propriedade do empresário holandês Hans Luyckx, a Quinta da Azenha, localizada no Olho Marinho, está convertida em turismo rural e agora aposta na venda de experiências ligadas ao bem-estar e estilo de vida saudável. Acções de team building para empresas, jantares temáticos, circuitos de bicicleta e atletismo, ou a preparação de pão, na padaria vintage, são algumas das propostas, que são garantidas por uma equipa de sete elementos.
Datada do século XIX, a Quinta da Azenha funciona actualmente como turismo rural, com 11 quartos. A par desta oferta de alojamento, está a ser preparado um conjunto de experiências que as pessoas podem usufruir, muito associadas ao bem-estar e estilo de vida saudável.
“Não queremos que a quinta seja um sítio apenas para dormir, mas que tudo isto seja uma experiência”, diz Mara Correia, relações públicas do empreendimento.
Há uma vertente mais ligada às empresas, em que estas podem ali fazer as suas reuniões de trabalho, ter acções de team building, ou fazer um jantar empresarial ou literário, na biblioteca da quinta, que possui livros em português, inglês e francês. Mara Correia, que é também a criadora do jogo Escape Tower (de resolução de enigmas), dá conta que a quinta irá também servir de cenário a esses desafios.
Outro dos projectos é a padaria vintage, que decorre na adega e onde os clientes são convidados a participar na confecção do pão. Ajudam a amassar, colocam os ingredientes que mais gostam e, enquanto a massa está a levedar, podem ir dar um mergulho à piscina, ou dar uma volta pelo centro da localidade, a pé ou de bicicleta. [shc_shortcode class=”shc_mybox”]A equipa, formada por um grupo multidisciplinar da área da hotelaria, contabilidade e finanças, gestão, informática, psicologia e desporto, disponibiliza também pacotes turísticos relacionados com circuitos de bicicleta e atletismo. Em preparação estão os conteúdos para retiros mistos de surf e ioga, em que as pessoas ficam alojadas na quinta e podem praticar surf na Nazaré ou em Peniche. “Na próxima Primavera vamos acolher um grupo da Holanda num retiro de cinco dias e com diversas actividades”, explicou Mara Correia.
Para o próximo Natal a equipa vai confeccionar um jantar solidário. Vão agora entrar em contacto com os serviços sociais da Câmara de Óbidos para ter o nome dos mais carenciados, de modo a poder oferecer-lhes uma ceia de Natal mais digna.
A quinta, com cerca de 7.000 metros quadrados, possui um pequeno parque de diversões, campo de futebol, trampolim, piscina. Estes espaços normalmente são procurados para festas de aniversário e baptizados.
Há zonas que podem ser alugadas em separado, como é o caso do Jardim das Laranjeiras, que pelas suas características é adequado para aulas de pilates ou ioga. Previstas estão também acções mais pequenas como aulas de zumba, festas para crianças e jantares temáticos. Todas estas melhorias ao nível de experiências, recuperação de peças de arte, tratamento de águas e desenvolvimento da horta e pomar biológicos, representam um investimento na ordem dos 70 mil euros.
A quinta irá ter um ponto de venda da loja de vinhos de Lisboa, com uma selecção de vinhos da região e provas de vinhos com enólogos.Sítio rústico e seguro para as crianças
Entre os hóspedes, cerca de 60% são portugueses e os estrangeiros são principalmente ingleses e escoceses. “Os estrangeiros procuram-nos porque este é um sitio rústico, típico”, explica a relações públicas, acrescentando que os clientes portugueses têm mais em conta o facto de ser um espaço amplo e seguro para as crianças.
Por exemplo, neste Verão a Quinta da Azenha foi escolhida para a reunião de uma família que está dispersa por várias partes do mundo. “Alugaram a quinta quase toda, inclusivamente a cozinha para confeccionarem e comerem juntos”, exemplifica Mara Correia, acrescentando que a mesma foi escolhida por um grupo de colegas de escola da África do Sul que não estavam juntas há 30 anos.[/shc_shortcode]
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Utentes de Óbidos sem médico de família até Janeiro
Os utentes da Unidade de Saúde de Óbidos que deixaram de ter médico de família no mês passado devido à saída de uma médica, terão que esperar até ao início do próximo ano pela médica substituta. A vaga já foi preenchida, mas a profissional de saúde está de licença de maternidade, iniciando funções apenas em Janeiro de 2019, informou Ana Pisco, directora do ACeS Oeste Norte.
[shc_shortcode class=”shc_mybox”]Ainda de acordo com a mesma responsável, os utentes da médica ausente podem ser atendidos pelos restantes médicos que trabalham naquela unidade.
A unidade de saúde de Óbidos não tem atendimento de urgências. Estes estão centralizados em Bombarral, Caldas da Rainha e Nazaré. [/shc_shortcode] -
Uma loja de roupa em segunda mão em Santa Catarina
Abre amanhã, 13 de Outubro, em Santa Catarina, o Bazar da Vila. Trata-se de uma loja de roupa em segunda mão que é dinamizada pelo grupo de jovens voluntários Mãos à Obra.
As peças custam 1 euro cada e os fundos angariados revertem para causas sociais, como compra de botijas de gás para carenciados, pagamentos de despesas médicas e outras.
O Bazar da Vila é uma remodelação da Loja Social (que foi criada pelo Centro Pastoral) para tentar chegar a mais público, acabando com o estigma associado às lojas sociais.
O grupo voluntário assegura a abertura e funcionamento do bazar aos domingos de manhã (das 9h30 às 12h30).
[shc_shortcode class=”shc_mybox”]Quem tiver roupa que já não usa pode entregá-la na loja, havendo depois um processo de triagem antes da venda. As que já não estiverem em condições são depositadas em contentores de organizações que usam os tecidos.
O Bazar da Vila é inaugurado às 15h00 de amanhã, com actuação musical do grupo Caus, uma mostra de fotografias de jovens da região e um mercadinho com sapatos vegan, vasos e carpintaria. [/shc_shortcode] -
Inscrições abertas para encontro do Externato Ramalho Ortigão
Vai realizar-se no sábado, 20 de Outubro, às 13h00, no Inatel, na Foz do Arelho, o encontro anual dos antigos alunos, funcionários e professores do Externato Ramalho Ortigão.
A organização espera mais de 100 pessoas, entre todos os que frequentaram aquele estabelecimento de ensino entre os anos de 1945 e 1974 (história que está contada no Blog dos antigos alunos daquele externato), bem como professores e funcionários.
A Foz do Arelho está ligada às vivências das várias gerações que frequentaram o Colégio, pelo que tem sido o local escolhido para o seu encontro.
[shc_shortcode class=”shc_mybox”]O Externato Ramalho Ortigão funcionou entre 1945 e 1975 e, a partir de 1980, este encontro institucionalizou-se e passou a ter um carácter regular (anual ou bienal). Nesta iniciativa há alunos de várias faixas etárias espalhados pelo país e estrangeiro que vêem neste convívio a oportunidade de reencontrar colegas e amigos de infância.
As inscrições podem ser feitas na loja Audiomanias que fica na Av. 1º de Maio, 6, ou pelos tel. 262823280.[/shc_shortcode] -
EDP faz nova sessão sobre o projecto Integrid
Hoje, 12 de Outubro, pelas 19h30 no CCC, realiza-se a sessão de esclarecimento e de lançamento do projecto Integrid.
Trata-se de uma iniciativa da EDP Distribuição que se destina exclusivamente à população da União de Freguesias de N. Sra. Pópulo, Coto e São Gregório.
A empresa propõe-se instalar na casa dos participantes, sem qualquer custo, equipamentos como máquinas de lavar inteligentes, painéis solares, termoacumuladores, baterias, ou sistemas de gestão de energia.
[shc_shortcode class=”shc_mybox”]Em troca, o participante compromete-se a utilizar os equipamentos de acordo com o que for sendo pedido pelos promotores do projecto. No final de um ano a responder aos pedidos da EDP para fazer determinadas tarefas a determinadas horas, os equipamentos ficam para o cliente.
A empresa procura 60 voluntários nas Caldas, que além da disponibilidade, devem ter apetência para as novas tecnologias.
O Integrid arrancou em Janeiro de 2017 e tem uma dotação orçamental de 15 milhões de euros (cofinanciado por fundos comunitários), devendo durar 42 meses. [/shc_shortcode] -
Recolha de sangue em Sta Catarina
Amanhã, 13 de Outubro, realiza-se uma recolha de sangue e dador de medula óssea no Centro Pastoral de Santa Catarina.
A colheita, organizada pela Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Caldas da Rainha com o apoio do Instituto Português do Sangue, decorrerá entre as 15h00 e as 19h00. -
Rebeca à Gazeta das Caldas: “temos que continuar com a nossa vida, aprender a viver assim”
A caldense Rebeca, (nome artístico de Cláudia Henriques) é uma mulher de força e de coragem. A lutar contra o cancro da mama, a cantora acaba de lançar um livro sobre a sua vida e, em breve, vai abrir uma loja de roupa na sua terra natal.
“Quero viver cada dia intensamente”, disse a artista à Gazeta das Caldas numa entrevista onde viajou por mais de 20 anos de carreira.
Além das digressões, em Portugal e no estrangeiro, a caldense abriu a Academia de Música e de Dança Rebeca, no Campo, onde é professora de piano e de voz.
Conhecida do público por canções como “O meu nome é Rebeca” ou “Porta-te bem rapaz”, a professora-cantora contou que, dependendo do contexto, tanto gosta de ouvir Beethoven, como Guns n‘ Roses, ou Xutos & Pontapés. -
Vamos limpar a Lagoa no domingo?
Domingo, 14 de Outubro, realiza-se uma limpeza de praia na Lagoa de Óbidos. O ponto de encontro para os voluntários está marcado para as 10h00, junto ao parque das autocaravanas.
A organização é da responsabilidade da associação LinDo Mar, com o apoio da Junta de Freguesia. Os participantes devem munir-se de água e de boa energia. -
Amanhã Caldas regressa ao passado e mostra a sua etnografia
ções , recriando cenas do quotidiano de finais do século XIX, inícios do século XX. A iniciativa, organizada pelos grupos de folclore do concelho e que envolve cerca de 200 participantes, terá lugar durante todo o dia e decorrerá em diversos locais da cidade.
O programa começa no Largo dos Pimpões, pelas 9h30, com dança colectiva e teatro de Robertos. Meia hora mais tarde um cortejo etnográfico e religioso passa pelo Bairro Azul e Avenida 1º de Maio, terminando em frente à Igreja de N. Sra da Conceição, com oração, canto religioso e dança na Praça 25 de Abril.
Pelas 10h30, os vendedores irão desfilar pela Rua Heróis da Grande Guerra, entoando os seus pregões, juntamente com as fogaceiras e a banda. Já na Rua das Montras, pelas 11h00, haverá desgarradas e fandangos, num ambiente de taberna, pregões e alcoviteiras.
Às 11h30 terá lugar uma cena etnográfica das aguadeiras e lavadeiras junto ao chafariz das 5 Bicas, seguida da encenação de um casamento da época junto à capela de S. Sebastião.
[shc_shortcode class=”shc_mybox”]O Largo do Termal será palco, a partir das 12h00, de uma descamisada e malha do milho, acompanhado de canto e dança. Uma hora mais tarde realiza-se um almoço dos figurantes no Parque D. Carlos I.
À tarde, entre as 15h00 e as 17h00, terão lugar, também no Parque, demonstrações de trabalhos agrícolas, como varejar e apanha da azeitona, cavadores de manteia e semeadores, assim como de actividades domésticas e infantis.
Entre as 17h00 e as 18h00 haverá música portuguesa de cariz popular e tradicional em frente ao Museu José Malhoa.
O projecto, denominado Retratos, envolve o Rancho Folclórico e Etnográfico “As Ceifeiras” (Fanadia), Rancho Folclórico e Etnográfico “Os Oleiros (Caldas da Rainha), Rancho Folclórico e Etnográfico “Os Azeitoneiros” (Alvorninha), Rancho Folclórico “Flores da Primavera” (Guisado), Rancho Folclórico “Os amigos Assoc. Barrantes” (Barrantes) e Rancho Folclórico “Danças do Arnóia” (A-dos-Francos). Tem como grupos convidados a Banda Comércio e Indústria e o Rancho Folclórico do Arco da Memória. [/shc_shortcode] -
Começa hoje a Festa das Adiafas no Cadaval
A Festa das Adiafas e 17º Festival Nacional do Vinho Leve começam hoje no Cadaval. A inauguração, com o secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, está prevista para as 16h30.
Logo no primeiro dia é escolhida a Miss Adiafas 2018, com a apresentação de Carla Matadinho.
[shc_shortcode class=”shc_mybox”]No domingo, dia 7 de Outubro, realiza-se um colóquio sobre marketing no sector vinícola (18h00). No dia seguinte discute-se a problemática dos tratamentos na vinicultura e na fruticultura à mesma hora. À noite actua Toy, no palco ao qual sobem no dia seguinte Wanda Stuart, Mico da Câmara Pereira e Adelaide Ferreira.
No dia 12 de Outubro (sexta-feira) há uma largada de vitelos e um concerto de tributo aos Korn com Follow the Leader e no dia seguinte realiza-se a gala equestre e um evento automóvel com os Brutos do Oeste.
O encerramento do certame está previsto para as 20h00 de domingo, 14 de Outubro. [/shc_shortcode] -
Um roteiro pelas escolas primárias que continuam a funcionar
Gazeta das Caldas mostra esta semana as antigas escolas primárias (hoje designadas de ensino básico) que continuam em funcionamento no concelho das Caldas. Ao todo são 25 os edifícios que continuam a ser a “casa” dos alunos durante quatro anos de escolaridade.
Algumas destas escolas já se encontram requalificadas e outras têm previstas intervenções para as dotar de melhores condições de conforto e recursos pedagógicos.
Ao contrário de outros locais onde a tendência é concentrar o ensino, o munícipio caldense diz que quer continuar a apostar numa educação de proximidade.Clique nas imagens para conseguir ler.
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Costuma ler a Gazeta das Caldas? Sabia que o jornal faz esta semana 93 anos?
Miguel Cardoso, reformado (Caldas da Rainha) Todas as semanas leio a Gazeta das Caldas. Geralmente tem crónicas muito interessantes, como as da Isabel Castanheira, muito bem escritas sobre a História e curiosidades históricas das Caldas.
Por vezes traz alguns textos de opinião muito interessantes e, claro, leio as notícias. A agenda cultural é importante para sabermos o que vai acontecer na semana a seguir.
Não fazia ideia de que hoje era o 93º aniversário da Gazeta das Caldas, é mais velha do que eu. Muitos parabéns!Maria Gomes, reformada (Caldas da Rainha) Costumo ler com alguma frequência. Normalmente vou logo à parte dos anúncios à procura de coisas como trabalhos e assim. Também gosto de ler sobre os temas da cidade e as entrevistas que fazem a pessoas das colectividades e assim.
No futuro acho que a edição em papel pode evoluir para um formato mais parecido com o das revistas, em tamanho mais reduzido que é mais fácil manusear. E acho que cada vez mais terá de apostar no on-line.
Sabia que hoje era o aniversário, mas não sabia quantos anos fazia.José César, empresário da restauração (Caldas da Rainha) Todas as semanas leio! Sou assinante e gosto muito de ler, tenho sempre interesse em saber as notícias de região. Leio sempre os textos de opinião, a necrologia, para saber quem já partiu, e o desporto, principalmente o Caldas. E também gosto muito do Zé Povinho.
Eu sabia que hoje a Gazeta faz 93 anos, sim senhor. Andamos sempre a par dessas coisas. -
Autocaravana cai de arriba em Ferrel
Uma autocaravana de matrícula estrangeira caiu de uma ravina na tarde de domingo, 30 de Setembro. O veículo só parou na praia da Gigi, em Ferrel (Peniche), onde ficou – de pernas ao ar – até ser removido pelos Bombeiros.
Um surfista local, de nome Alexandre Silva, presenciou o incidente e descreveu-o: “cheguei à praia e vi uma autocaravana estacionada, como sempre, em cima da ravina e, um segundo depois, vejo a carrinha a andar para trás e mandar um mortal para a praia”.
A mesma fonte indicou que dentro da carrinha não estava ninguém e que esta caiu a cerca de 20 metros de um casal, não causando nenhuns ferimentos. “Podia ter matado muita gente”, alertou o surfista, acrescentando que é preciso criar um parque de autocaravanas e proibir o estacionamento perto das ravinas.






























