Category: Sociedade

  • Câmara de Óbidos oferece carrinhas a todas as juntas de freguesia

    Câmara de Óbidos oferece carrinhas a todas as juntas de freguesia

    A Câmara Municipal de Óbidos entregou, a todas as juntas de freguesia do concelho, sete carrinhas de passageiros, num investimento de 250 mil euros. A cerimónia decorreu no Parque Tecnológico de Óbidos, no passado dia 26 de Setembro, e contou com a presença de crianças e idosos dos programas municipais “Crescer Melhor” e “Melhor Idade”, que serão os utentes destes veículos.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Em nota de imprensa o presidente da Câmara de Óbidos, Humberto Marques refere que as viaturas vão fomentar um “concelho mais próximo” e que juntando o investimento das carrinhas, com os protocolos celebrados com as Juntas de Freguesia, “só este ano, estamos a falar de um milhão de euros” de apoio.[/shc_shortcode]

  • Mercadinho das Águas Santas promete animar o Bairro da Ponte

    Mercadinho das Águas Santas promete animar o Bairro da Ponte

    Embora só com quatro bancas a funcionar, o Mercadinho das Águas Santas do passado sábado, 29 de Setembro, estava animado. O evento, que se realiza todos os sábados do mês no principal largo do Bairro da Ponte, pretende dinamizar a zona e até “atrair turistas para conhecer melhor este bairro das Caldas”, disse à Gazeta das Caldas Rita Teresa, uma das organizadoras.
    Neste sábado só havia quatro bancas que vendiam peças de artesanato, doçaria e produtos medicamentosos. Teresa Rita só lamenta que haja algumas pessoas que dizem que vêm participar e que à própria da hora “simplesmente não aparecem….”.
    De qualquer modo, a organizadora não desmoraliza e está convicta que o mercadinho vai ajudar a dinamizar o seu bairro e proporcionar o convívio e momentos de lazer entre quem ali mora.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Nas próximas edições, Teresa Rita diz que vai ter ceramistas a trabalhar ao vivo e desta forma atrair miúdos e graúdos à experiência de pôr as mãos no barro. Conta também que já contactou com a Biblioteca Municipal para realizar uma feira do livro nas próximas edições.
    Jorge Varela, presidente da União de Freguesias de Sto. Onofre e Serra do Bouro, disse que “estes eventos devem ser acarinhados”, pois fazer mercados ao ar livre poderia ser uma forma de animar os vários bairros das freguesias a que preside. Se assim fosse, o poder local poderia apoiar a realização, no caso de se constituir uma associação. [/shc_shortcode]

  • Agrupamento Raul Proença distinguiu alunos

    Agrupamento Raul Proença distinguiu alunos

    O Agrupamento de Escolas Raul Proença homenageou no passado dia 28 de Setembro os alunos que se distinguiram, não só pelos resultados escolares, mas também pelos seus valores e atitudes enquanto membros de uma sociedade. O polivalente da escola sede foi o palco do evento e lotou num momento que também serviu para revisitar a escola, colegas e professores.

    Foram entregues prémios de Mérito Escolar a oito alunos. No 2º ciclo, da escola EBI de Santo Onofre, Madalena Martins e Noa Pereira foram as melhores alunas. No 3º ciclo as melhores alunas foram Raquel Coelho e Maria Lopes. No curso profissional, Daniel Várzea foi o aluno que mereceu a distinção.
    No ensino secundário, por haver maior número de turmas e alunos, foram entregues prémios aos três primeiros. Camila Costa foi a melhor aluna, seguida de Maria Francisca Góis e José Pedro.
    João Silva, presidente do agrupamento, explicou que para apurar os melhores alunos do secundário é considerado todo o percurso desde o 10º ano e não apenas as notas do 12º.
    Mas a escola não vive apenas dos alunos com melhores notas e este ano foram também reconhecidos cinco alunos que se notabilizaram de alguma forma ao serviço da sociedade, levando assim também o nome da escola. Estes prémios foram propostos em conselho de turma e conselho pedagógico. Maria Silva Carvalho (7º ano) foi a primeira a subir ao palco para esta distinção, ela que se sagrou campeã nacional de natação no Desporto Escolar. Carolina Santos (7º ano) mereceu homenagem pelo seu desempenho nos concursos de empreendedorismo da AIRO e da OesteCIM. O seu projecto “A Praça” venceu as duas iniciativas. Lara Duarte (8º ano), foi distinguida pela sua prestação no concurso Toma Lá Talento, na dança, o qual venceu. Camila Costa (12º ano) por se ter sagrado campeã nacional de surf de sub18 e por ter ficado em 4º lugar no Europeu. Luís Maia (12º ano) entrou para o Quadro de Valor por ter ajudado ao longo de todo o ano, de forma voluntária e graciosa, uma colega com dificuldades na disciplina de Matemática.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Houve ainda lugar a distinções para um conjunto de 28 alunos que integraram o projecto de voluntariado “Conto Contigo/Apoios em Sala de Aula”, direccionado a alunos do 1º ciclo. Neste projecto, os alunos da Raul Proença ajudaram crianças com dificuldades na leitura, nas escolas do Bairro dos Arneiros, do Bairro da Ponte e da EB de Santo Onofre. Este programa foi considerado um exemplo de cidadania.
    Durante a noite foram distribuídos os diplomas aos alunos que terminaram a sua formação na Escola Secundária Raul Proença no ano lectivo anterior, tanto na turma de ensino profissional, como nas do secundário.
    O director do agrupamento realçou que 80% dos alunos da escola que concluíram o secundário entraram no ensino superior na sua primeira ou segunda escolha e que 93% foram colocados logo na primeira fase. “Isto significa que a escola lhes dá as ferramentas necessárias para os alunos seguirem o seu percurso”, observou.
    A cerimónia contou com animação da Academia de Música de Óbidos e de dois solistas do Conservatório das Caldas, alunos da Raul Proença.[/shc_shortcode]

  • Centro Interpretativo procura histórias relacionadas com a Lagoa de Óbidos

    Centro Interpretativo procura histórias relacionadas com a Lagoa de Óbidos

    O Centro Interpretativo da Lagoa de Óbidos deverá abrir portas em Abril do próximo ano. É um investimento de 98 mil euros que resulta de uma candidatura do Conselho da Cidade ao Orçamento Participativo Portugal. Neste momento os técnicos procuram memórias da Lagoa e uma bateira, que será o símbolo do centro. Na sessão os cidadãos mostraram-se preocupados com a continuidade do projecto após a construção do centro e com a falta de dragagens na Lagoa.

    O Centro Interpretativo da Lagoa de Óbidos (CILO), uma proposta do Conselho da Cidade que venceu o Orçamento Participativo de Portugal, procura actualmente histórias, documentos, fotos e outros objectos relacionados com a Lagoa.
    Ana Rita Martins, da Liga de Protecção da Natureza (LPN) – que está a materializar a ideia, com uma dotação orçamental a rondar os 98 mil euros – informou que o objectivo é ter eventos em que as pessoas possam partilhar o seu conhecimento.
    A segunda sessão pública de apresentação do projecto decorreu no auditório da Casa da Música de Óbidos, na passada semana, com mais de meia centena de pessoas na plateia.
    A técnica admite que “o orçamento é modesto”, mas refere que o centro “é um início” e que poderá ajudar a dar mais visibilidade à Lagoa.
    A comunicação do projecto não envolve nem um flyer ou panfleto. Será divulgado, entre outras formas, através de pequenos teatros de rua que contam a história da Lagoa e através de um programa de incentivo à criação de oferta turística integrada, isto é, o Centro irá procurar prestadores de serviços na Lagoa para criar e vender pacotes de experiências. Por exemplo, num dia o turista pode participar na apanha de bivalves, andar de bateira e degustar os sabores da Lagoa.[shc_shortcode class=”shc_mybox”]

    “Sabemos que o turismo exerce impacto sobre a Lagoa e necessita de ordenamento, mas pode ajudar a assegurar a sustentabilidade”, tanto do centro como das populações, salientou a técnica.
    Uma das preocupações dos locais foi o lixo ao redor da Lagoa. No projecto está prevista uma acção de limpeza, mas em que o objectivo não é aparecer a dizer que recolheram x quilos de lixo, mas sim quantificar e qualificar os resíduos. “Queremos entender a origem do lixo e identificar os locais mais problemáticos”, explicou Ana Rita Martins.
    Outra das preocupações apresentadas pelos presentes foi a continuidade do centro depois do fim do projecto (que dura 18 meses, até Outubro de 2019). A técnica da LPN explicou que o modelo de continuidade ainda não está decidido, mas que terá de ficar definido durante a execução do projecto. Uma das ideias é a possibilidade de instalar uma pequena cafetaria ou outros serviços que ajudem à manutenção do centro.
    Ana Rita Martins disse ainda que procuram actualmente uma bateira, que até pode não estar no melhor estado, para ser exposta.
    Os presentes quiseram saber mais acerca da localização do centro, mas ainda não está concluída a negociação para o mesmo. Ainda assim, sabe-se que ficará localizado na Foz do Arelho e que será assegurado pela Câmara das Caldas, enquanto que o município de Óbidos criará a identidade do centro e ficará responsável pela comunicação.

    CÂMARAS SEM RESPOSTA DA APA

    Na sessão, alguns dos cidadãos presentes mostraram muitas preocupações com o estado e o futuro daquele ecossistema, bem como com a falta da segunda fase das dragagens e a inutilidade da primeira.
    Humberto Marques, presidente da Câmara de Óbidos, recordou o processo das dragagens, afirmando que tanto as autarquias como os pescadores sugeriram sempre que se começasse no corpo superior da Lagoa e que só foram convencidos porque lhes foi dito que a segunda fase viria logo a seguir à primeira.
    O autarca revelou que nem a autarquia obidense nem a das Caldas conseguem contactar a Agência Portuguesa do Ambiente (APA). “Estou muito desassossegado”, referiu.

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  • Freguesia das Gaeiras comemora 33 anos

    A Freguesia das Gaeiras comemora a 5 e 6 de Outubro o seu 33º aniversário. No primeiro dia, as comemorações, que têm lugar junto ao Pombal, iniciam-se pelas 15h00 com a actuação da Banda Juvenil da SFR Gaeirense. Seguem-se as actuações do grupo de música tradicional portuguesa “Os Cavaquinhos das Gaeiras” e um lanche com porco no espeto, servido a partir das 16h30.
    No sábado, 6 de Outubro, as comemorações incluem romagem ao cemitério e deposição de flores no monumento aos autarcas falecidos, seguida de uma missa em memória dos mesmos na Igreja de Nª. Sra. da Ajuda.

  • Restaurante Marcampo em Alfeizerão comemorou 40 anos

    Restaurante Marcampo em Alfeizerão comemorou 40 anos

    O café restaurante Marcampo celebrou no dia 15 de Setembro de 2018 o seu 40º aniversário. Para comemorar a data, a gerência ofereceu uma sardinhada e febras na brasa aos seus clientes e amigos, festa que decorreu na esplanada do restaurante.
    Durante as quatro décadas há uma longa história que nos foi contada por Acácio Sousa, actual gerente do Marcampo. Em 1978 seus pais, António Eduardo Sousa, na altura funcionário da EDP em Alcobaça, e sua mãe Silvina Correia, residentes no Gaio (Alcobaça), negociaram o trespasse deste estabelecimento com o proprietário António Coelho, um comerciante de Alfeizerão que teve mercearias nas Caldas da Rainha e Nazaré e que um dia resolveu fazer a obra que deu origem ao Café Marcampo. Isto aconteceu na década de sessenta. Explorou estes ramos (só café) durante alguns anos, mas face à sua avançada idade acabou por aceitar a proposta de António Sousa, que, como estava empregado, delegou no seu filho mais velho, Arménio Sousa a exploração do café com a ajuda da sua mãe. Os irmãos Acácio e Luís, mais jovens, criaram um conjunto musical: “Gémeos Sousa+1” e tiveram algum sucesso durante alguns anos.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Entretanto, o Arménio, que estudava à noite conseguiu tirar o curso de professor e mudou-se para a Marinha Grande. Foi então que acabou a música para os gémeos, que avançaram com o restaurante com a colaboração da sua mãe. Mas era preciso um cozinheiro e assim é Acácio que tomou essa iniciativa fazendo várias formações no ramo da hotelaria. Trabalharam os três durante alguns anos até que aconteceu um situação inesperada que foi o falecimento do Luís Sousa e mais recentemente o pai António Sousa. Deste modo, Acácio Sousa, agora com 58 anos, assumiu a gestão do Marcampo. Para começar verificou que era necessário fazer algumas obras e concretizou as suas ideias. Disse que gastou alguns milhares de euros, mas não quis revelar o valor total. O restaurante ficou com duas salas e o café. Serve refeições económicas (ao preço de 7,00 e 7,50 euros) que agradam à clientela. Normalmente as salas enchem todos os dias. O Marcampo é um ponto de convívio, pois há muita gente que nem sempre ali come, mas vai ali tomar o seu café ou à tarde para lanchar. É com agrado que o Acácio Sousa vê entre os seus clientes alguns estrangeiros que residem em Alfeizerão e outros de localidades vizinhas. Está também aberto a grupos com marcação. O Marcampo tem dois funcionários e está aberto todos os dias das 7h00 às 23h00 e muitas vezes só encerra por volta das 24 horas. Situa-se na Rua 25 de Abril. [/shc_shortcode]

    T. Antunes

  • Marca obidense de bijuteria e acessórios de moda apresentou colecção de Outono-Inverno

    Marca obidense de bijuteria e acessórios de moda apresentou colecção de Outono-Inverno

    Gazeta das Caldas - Modartt-Craft Design
    A colecção Outono-Inverno foi apresentada no Convento de S. Miguel, nas Gaeiras

    A Modartt-Craft Design, uma marca de bijuteria e acessórios de moda, da autoria de Margarida Romão, apresentou a sua colecção Outono-Inverno, no passado domingo, 23 de Setembro, no Convento de S. Miguel, nas Gaeiras. O projecto tem cerca de uma década, mas só há dois anos começou a ser desenvolvido de forma mais permanente, na altura em que a responsável, natural do Cadaval, deixou o emprego e decidiu dedicar-se à sua paixão pela moda e criação.
    Actualmente Margarida Romão possui um atelier em Óbidos, onde trabalha diariamente, e outro no Cadaval, onde ainda reside.

    Centenas de peças, entre brincos, colares, fitas para o cabelo, malas, e outra bijuteria personalizada, foram apresentadas pela primeira vez ao público. Trata-se da colecção Outono-Inverno, criada por Margarida Romão, a responsável pela Modartt, que foi lançada no Convento de S. Miguel, nas Gaeiras, na presença de amigos e clientes.
    O padrão animal, uma tendência da estação, está em destaque nas suas criações, assim como a predominância dos vermelhos, verdes, amarelos e pretos. A criadora mistura tecidos, pérolas e cristais em peças que têm, normalmente, como fonte de inspiração a música, Lisboa e Óbidos.
    Actualmente Margarida Romão cria no feminino, para menina e mulher, mas já teve convites para fazer peças também para homem e que pensa desenvolver até ao Natal. Também confecciona malas com a parceria da “Mãos de Fada”, de Sónia de Jesus (uma marca de roupa e acessórios).
    Este foi o segundo lançamento da marca, depois da colecção Primavera-Verão, no Espaço Ó, em Óbidos. Margarida Romão justifica estas apresentações com o facto de querer mostrar a totalidade das suas peças e levar pessoas a locais improváveis para as ver. “Como ainda não tenho uma loja física e o atelier não chega para passar a mensagem que pretendo, julgo que estas apresentações são a melhor forma de o fazer”, disse a responsável, que actualmente trabalha diariamente no seu atelier em Óbidos, num espaço que divide com Paula Marques, da Obistyle. [shc_shortcode class=”shc_mybox”]

    O atelier é fechado e o atendimento é feito só por marcação. A Modartt pode ser acompanhada nas redes sociais e está a preparar a sua página na internet. A médio prazo o objectivo é ter uma loja física.

    Peças de autor e acessíveis a todas as mulheres

    Após a apresentação, Margarida Romão vai continuar a divulgar a colecção com a sua presença na feira das Adiafas, já a partir de 5 de Outubro. Aliás, foi neste certame cadavalense que a jovem apresentou, pela primeira vez, há 10 anos, a sua marca. Desde então não deixou de participar no evento como forma de agradecimento e para mostrar a evolução contínua do seu trabalho aos clientes. A criadora pretende ainda fazer outros mercados até à época do Natal.
    Margarida Romão recorda que a Modartt surgiu na altura em que estava a estudar vitrinismo e, como projecto final, criou uma empresa (na altura) fictícia, que junta moda e arte. Depois completou a sua formação em decoração de interiores e foi trabalhar para o grupo Inditex, onde foi encarregada de loja.
    Com o nascimento do segundo filho, optou por mudar de vida e a criação de bijuteria personalizada que até então era só para amigas e conhecidas, passou a ser um trabalho mais sério. Há dois anos que a marca Modartt está criada e actualmente as peças já podem ser encontradas em algumas lojas da região e está prevista a colaboração com uma loja em Lisboa.
    Natural de Dagorda, do Cadaval, Margarida Romão está casada com um obidense e os filhos estudam em Óbidos, pelo que “fazia todo o sentido” ter o seu atelier nesta terra, que considera ser “inspiradora”. Tem um atelier também no Cadaval, onde começou a trabalhar e ainda reside.
    “A moda é uma tendência, marca uma época e não vale a pena estarmos a investir num determinado acessório demasiado caro que não seja versátil”, diz Margarida Romão, acrescentando que as pulseiras custam em média os 17 euros, os colares andam nos 30 euros e as malas nos 40 euros.

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  • Um roteiro pelas antigas escolas primárias do concelho

    Com a construção dos centros escolares, muitas das antigas escolas primárias que se situavam pelas aldeias do concelho fecharam portas e grande parte delas foi aproveitada para outras valências. São sedes de associações, centros sociais, mercearias e até museus. Outras estão abandonadas, de acordo com os dados fornecidos pela autarquia caldense.
    Muitos dos edifícios datam das décadas de 50 e 60 do século passado e integram o Plano dos Centenários, um projecto levado a cabo pelo Estado Novo de construção de escolas em larga escala. O nome deve-se ao facto de, entre 1940 e 1943, ter-se comemorado o terceiro centenário da Restauração da Independência e o oitavo centenário da Independência de Portugal. Construídas segundo modelos tipificados e adaptadas às condições locais, estas escolas aliavam a funcionalidade à arquitetura tradicional e transformou-se numa imagem de marca de Portugal.
    As escolas primárias, muitas delas edifícios de pequena dimensão e com poucas salas (em alguns casos eram leccionados os quatro anos na mesma sala), foram convertidas em escolas básicas do primeiro ciclo, no início da década de 90. Ao longo dessa década, muitas dessas pequenas escolas primárias, com poucos alunos, foram desactivadas, indo as crianças para escolas básicas de maiores dimensões, centralizadas nos meios mais populosos.
    Gazeta das Caldas percorreu centenas de quilómetros pelo concelho e mostra-lhe como estão actualmente os edifícios. Provavelmente, um deles foi a sua escola.

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  • Temperaturas mínimas subiram 3 graus no Oeste desde 1971

    Temperaturas mínimas subiram 3 graus no Oeste desde 1971

    As temperaturas mínimas subiram 3 graus no Oeste, com especial incidência nos meses de Primavera nas últimas cinco décadas e os dias e noites com calor excessivo por ano estão a aumentar a um ritmo de dois dias por década. Estas são as principais conclusões apresentadas no primeiro workshop do Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas (PIAAC) do Oeste, que decorreu no auditório da OesteCIM no passado dia 19 de Setembro.

    Gazeta das Caldas
    Praia do Rio Cortiço. A subida do nível do mar e a erosão costeira é uma das preocupações do Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas (foto de arquivo)

    O Oeste PIAAC, apresentado a 11 de Julho deste ano, já está em marcha e no passado dia 19 de Setembro foram apresentadas os primeiros resultados no primeiro workshop que juntou a equipa de técnicos a representantes das câmaras municipais e de agentes económicos da região.
    A análise dos dados do histórico climático do Oeste disponível no Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), desde 1971 a 2017, resultou já em algumas conclusões que mostram claramente uma tendência para o agravamento das condições climatéricas, o que se traduz tanto no aumento gradual da temperatura média, como na ocorrência de fenómenos extremos.
    Ao nível das temperaturas, nas últimas cinco décadas as máximas aumentaram 0,4 graus por cada 10 anos. Quer isto dizer que a média anual das temperaturas máximas é hoje mais elevada em 2 graus Celsius do que era há 50 anos. Já as mínimas escalaram 3 graus, à razão de 0,6 graus por década.
    Se no Inverno as temperaturas mínimas não tiveram ainda grande variação, com uma subida média de 0,1 graus por década, a subida de 0,7 graus por década nas mínimas da Primavera (3,5 graus desde 1971) já causa alguma preocupação, principalmente por esta estação ser determinante para a produção agrícola.
    Nos meses de Verão, as temperaturas subiram mais nas mínimas do que nas máximas. No entanto, o número de dias e noites com calor excessivo aumentaram a um ritmo de mais dois dias por década. “Trata-se de um ritmo significativo”, alertou António Lopes, professor do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (IGOT) da Universidade de Lisboa, durante o workshop.
    Estes dados, cuja análise ainda não está concluída, vão permitir a criação de uma cartografia de riscos actuais que advêm das alterações climáticas. Os riscos que vão ser analisados são os incêndios rurais, a erosão do solo, a instabilidade de vertentes, as cheias e inundações e ainda os inundações por galgamentos litorais, a erosão e recuo das arribas.
    José Luís Zêzere, também professor do IGOT e outro dos oradores, explicou que a subida do nível do mar é uma realidade, quer as pessoas acreditem ou não nas alterações climáticas, e que isso é algo que “vamos pagar nas próximas décadas”. O especialista comparou este fenómeno a um petroleiro, que por muita força que se faça no leme demora muito tempo a mudar de trajectória. “Mesmo que conseguíssemos eliminar a emissão de gases de carbono, o nível do mar continuaria a subir nos próximos 100 anos, por isso é preciso preparar as pessoas e os territórios para isso, sem dramas”, acrescentou.
    Outros riscos que serão analisados serão a ocorrência de ondas de calor, de seca e de tempestades de vento, fenómenos que “vão evoluir nos próximos anos e, na maior parte dos casos para pior”.

    IDENTIFICAR VULNERABILIDADES

    O PIAAC vai também analisar a evolução da ocorrência de fenómenos climatéricos extremos na região, de modo a preparar as autoridades para a prevenção e a resposta a esses fenómenos.
    Este primeiro workshop serviu para os responsáveis pela execução do plano explicarem às entidades presentes como se vai processar o levantamento da informação e o seu processamento.
    Nos três primeiros dias de Outubro a equipa do PIAAC vai reunir individualmente com cada autarquia para explicar o método de recolha de informação sobre os eventos climáticos ocorridos no seu território nos últimos 20 anos.
    Heitor Gomes, do Centro de Estudos e Desenvolvimento Regional e Urbano, contou que há pouca informação sobre estes eventos. No entanto, datar e referenciar a localização destes fenómenos – como quedas agressivas de granizo, cheias, seca extrema, trovoadas, incêndios, trombas de água, tornados, entre outros – será importante para construir um sistema que permita identificar áreas de vulnerabilidades climáticas. Este sistema permitirá, no futuro, responder de forma mais eficaz a estes eventos, uma vez que dentro de uma década é bem possível que se façam sentir com efeitos mais graves.
    A recolha de informação será feita até final de Outubro e tratada até ao final do ano.
    Até 28 Fevereiro de 2019 a equipa que está a elaborar o PIAAC apresentará o relatório que resultará da recolha de informação, e quatro meses depois será apresentado um conjunto de medidas de adaptação a adoptar pelos municípios para responder às alterações climáticas. Durante esses prazos serão ainda realizados mais dois workshops.
    Paulo Simões, primeiro secretário da OesteCIM, fechou a sessão dizendo que os resultados que sairão desde plano serão importantes para a definição de políticas públicas para o Oeste.

  • Comissão da Assembleia Municipal reúne com partidos para alertar para o estado de degradação do CHO

    Comissão da Assembleia Municipal reúne com partidos para alertar para o estado de degradação do CHO

    A Comissão Especial do Hospital de Agudos e do Centro Hospitalar do Oeste (CHO) elaborou um relatório sobre a situação do hospital e está a dar a conhecê-lo a todos os grupos parlamentares da Assembleia da República. A falta de profissionais e a degradação dos equipamentos são alguns dos problemas levantados e que esperam ver consignados, com a ajuda dos partidos, no próximo Orçamento de Estado.
    Depois, a comissão, que junta elementos de todos os partidos com assento na Assembleia Municipal caldense, quer ser recebida pelo ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes.

    Reunir com o ministro da Saúde para dar a conhecer as preocupações sentidas pelas populações servidas pelo hospital caldense e impedir a continuada degradação dos serviços hospitalares é o objectivo da comissão da Assembleia Municipal caldense.
    Num relatório que está a apresentar aos grupos parlamentares, a comissão propõe a ampliação do hospital caldense, de modo a garantir mais camas de internamento e a criação do serviço de Ortopedia com internamento. Defende também a re-implementação de valências médicas anteriormente atribuídas a este hospital, como é o caso da Pneumologia, Urologia, Reumatologia e Ortopedia, assim como a ambulatorização dos serviços clínicos.
    O relatório, elaborado por elementos de todos os partidos com assento na Assembleia Municipal (PSD, PS, CDU, BE e CDS) aponta situações que se agravaram ao longo dos últimos anos, com a redução do número médicos e enfermeiros, que podem inviabilizar o funcionamento de serviços. À Gazeta das Caldas, o presidente da Assembleia Municipal, Lalanda Ribeiro, explicou que a idade avançada de alguns médicos e a falta de novos profissionais pode pôr em risco serviços como Ginecologia/Obstetrícia, Urgência Pediátrica, Pediatria e Neonatologia.
    “O serviço de Ortopedia por vezes não tem médico nas Caldas e os doentes têm que ir para Torres Vedras, com todas as implicações de incómodo, aumento de tempo e custos que acarreta”, exemplificou o responsável.
    A existência de doentes internados em macas quando existem camas livres noutras unidades do CHO, internamentos “inapropriados” no Serviço de Urgência e médicos que ultrapassam facilmente o número de horas extraordinárias previstas para o ano, são outros dos problemas denunciados pela comissão.
    O documento mostra que em 2017 foram seguidas 605 grávidas, mas que apenas 50% das crianças nasceram no CHO, levando os deputados a deduzir que “as utentes demonstram confiança no profissionalismo dos médicos que fazem o acompanhamento, mas não confiam nas instalações e equipamentos”. Acrescenta que os medicamentos e tratamentos de Oncologia continuam a ser preparados em Lisboa e que a insuficiência de recursos médicos faz-se sentir na diminuição do número de cirurgias, assim como na resposta a consultas e cumprimento do tempo médio de resposta garantido.
    Relativamente ao documento anterior, aprovado pela Assembleia em 2015, apenas se concretizou o Serviço de Pediatria e Saúde Mental e o alargamento e requalificação do Serviço de Urgência. Ainda assim, no que respeita à ampliação das Urgências, Lalanda Ribeiro diz que está a ser feita a obra, mas que ainda não há concurso para equipamento.

    Incluir verba no Orçamento de Estado

    A comissão começou a reunir com os grupos parlamentares na semana passada e estava previsto para ontem, 27 de Setembro, terminar a ronda. O BE, CDS e PCP foram os primeiros a receber os representantes caldenses e agradeceram os dados novos que lhes fizeram chegar e que os “pode ajudar a questionar o governo e a defender algumas acções para o hospital das Caldas quando se debate o Orçamento de Estado”, explicou Lalanda Ribeiro. O objectivo é que possa ser incluída verba no Orçamento de Estado cuja proposta vai ser debatida na Assembleia da República no final de Outubro.
    O presidente da Assembleia Municipal diz ainda que grande parte dos problemas já eram conhecidos pelos vários partidos, que têm feito visitas ao hospital.
    Para ontem estava prevista a reunião com deputados do PSD, PS e Os Verdes. Depois, a comissão quer encontrar-se com o ministro da Saúde e, possivelmente, também com os responsáveis da ARS LVT, numa tentativa de resolução destes problemas.
    A Comissão Especial do Hospital de Agudos e do Centro Hospitalar do Oeste (CHO) é constituída pelo presidente da Assembleia, dois deputados do PSD, dois deputados do PS e um deputado do CDS, do BE e PCP, os presidentes das duas juntas de freguesia urbanas e um elemento da Câmara.

  • Câmara das Caldas promete medidas para incrementar o uso da bicicleta na cidade

    Câmara das Caldas promete medidas para incrementar o uso da bicicleta na cidade

    A criação de ciclovias, a marcação de corredores para bicicletas na cidade, a inclusão de zonas de 30 quilómetros por hora e a existência de lugares para bicicletas nos parques de estacionamento subterrâneos, são algumas das medidas que a Câmara das Caldas pretende implementar para promover o uso deste meio de transporte. As novidades foram avançadas pelo vereador Hugo Oliveira, no passado dia 22 de Setembro, altura que se assinalou o Dia da Bicicleta, integrado na Semana da Mobilidade.

    Gazeta das Caldas
    Mais de duas dezenas de ciclistas da Associação Escola de Ciclismo do Oeste pedalaram pela cidade

    Nas Caldas a bicicleta poderá vir a ser um meio de transporte mais utilizado do que é actualmente. A Câmara pretende apostar no seu uso, com a criação de infraestruturas, uma ciclovia entre o complexo desportivo e a ESAD e, mais tarde, com ligação a Óbidos e à lagoa. Dentro da cidade, e porque não há espaço para criar ciclovias, serão feitas marcações no chão para os ciclistas e criadas zonas de passagem a 30 quilómetros por hora.
    De acordo com o vereador Hugo Oliveira, irá também avançar o projecto vencedor do Orçamento Participativo de 2015, Rainhas – Bicicletas Urbanas das Caldas da Rainha, no valor de 60 mil euros, e que prevê o aluguer de bicicletas, a juntar com o projecto da ESAD, de bicicletas eléctricas. Estão também a ser equacionados lugares de estacionamento para bicicletas nos parques de estacionamento subterrâneo, resultado de uma proposta do vereador do PS, Jaime Neto.
    A autarquia caldense está ainda a trabalhar com o Turismo do Centro no sentido de integrar um projecto turístico de pacotes de estadia e percursos a pé e de bicicleta no concelho. Em parceria com a Rodoviária do Oeste (que venderá o produto turístico), serão disponibilizados segways (meio de transporte de duas rodas lado a lado) nas Caldas, para permitir aos interessados fazer os seus passeios.

    A experiência de Vítor Milheiro

    Vitor Milheiro é professor e um apaixonado pela bicicleta, que diz ser, “provavelmente, o melhor transporte do mundo”. Contornou toda a Península Ibérica a pedalar, num total de 5795 quilómetros, num desafio iniciado em 2012 e terminado este ano (realizado por etapas e durante as férias de Verão) e que partilhou numa palestra que decorreu Complexo Desportivo no passado sábado.
    O cicloturista também já viajou por toda a costa portuguesa, fez o percurso do Canal do Midi (França) e, mais recentemente, fez de bicicleta o percurso da Linha do Oeste entre Coimbra e as Caldas da Rainha. Normalmente, para as suas viagens, combina a bicicleta com outros meios de transporte, a grande maioria das vezes, o comboio. Explicou que há países onde este meio de transporte já possui lugares reservados para as bicicletas, o mesmo acontecendo com os autocarros.
    Também já usou o avião uma vez, para Barcelona, com o objectivo de continuar o percurso pela Península Ibérica. Quando estes meios de transporte falham, socorre-se da ajuda dos amigos, que o levam de carro até ao destino.
    “Gosto de andar de bicicleta porque é uma sensação de liberdade total”, disse o docente, destacando que há cidades, como Nova Iorque ou Barcelona, onde este meio de transporte já é utilizado por milhares de pessoas.
    A bicicleta foi a protagonista no Dia Europeu Sem Carros, com a colaboração de mais de duas dezenas de ciclistas da Associação Escola de Ciclismo do Oeste, que pedalaram pela cidade.
    A iniciativa culminou a Semana Europeia da Mobilidade, que decorreu entre 16 e 22 de Setembro e englobou diversas actividades, como campanhas de sensibilização, interdição ao trânsito de ruas da cidade, corridas e caminhadas, viagens gratuitas no Toma e experiências com segway turístico.
    Este ano a iniciativa envolveu os pelouros da Educação, Desporto e Mobilidade, numa perspectiva integrada.

    Vai ser possível apanhar as rápidas para Lisboa na Expoeste

    Gazeta das Caldas
    Durante a semana houve ruas fechadas ao trânsito nas Caldas

    As rápidas entre Caldas da Rainha e Lisboa vão passar a ter uma paragem junto à Expoeste, permitindo aos utilizadores deixarem os veículos naquele parque de estacionamento. De acordo com o vereador Hugo Oliveira, a Rodoviária do Oeste já aceitou a proposta da autarquia, embora ainda não haja uma data prevista para começar a funcionar.
    O autarca realça que, diariamente, deslocam-se de autocarro para Lisboa cerca de 800 pessoas e que metade tem de deixar o carro no centro da cidade, nos vários parques de estacionamento. Outros, vão apanhar a Rápida a Óbidos devido à facilidade em estacionar.
    As rápidas já fazem actualmente uma paragem na Expoeste, mas só para a saída de passageiros sem bagagem.

  • Amanhã há Mercadinho das Águas Santas no Bairro da Ponte

    Amanhã há Mercadinho das Águas Santas no Bairro da Ponte

    Amanhã, sábado, 29 de Setembro, vai realizar-se no Bairro da Ponte, na Rua Dr. Augusto Saudade e Silva, mais um Mercadinho das Águas Santas que se dedica às artes, gastronomia e ao artesanato. Organizado por Rita Teresa Silva e Vítor Brito, o evento vai realizar-se todos os sábados, entre as 9h00 e as 21h00, e pretende “dinamizar e atrair mais gente ao Bairro da Ponte”, disse Rita Silva.
    Aposta-se no artesanato e no trabalho ao vivo, numa iniciativa que se pretende que ganhe regularidade e que no futuro possa contribuir para “atrair turistas a esta zona da cidade”, disse a responsável.

  • Directores de hospitais reuniram nas Caldas

    Directores de hospitais reuniram nas Caldas

    Os responsáveis dos seis maiores hospitais do país estiveram nas Caldas da Rainha no 19 de Setembro para reflectir sobre os actuais desafios que lhes são colocados. O encontro foi organizado pela Associação Portuguesa de Engenharia e Gestão da Saúde, que é presidida pelo caldense Carlos Tomás. Este afirmou que o perfil do hospital das Caldas “deveria ser repensado de modo a servir melhor esta região”.

    Gazeta das Caldas
    O palco do auditório principal recebeu o debate entre os responsáveis dos maiores hospitais

    “Está aqui a nata das natas dos maiores hospitais lusos. Reunimos os médicos e enfermeiros mais influentes e com maior capacidade de decisão, acompanhados pelos seus presidentes dos Conselhos de Administração”, disse o caldense Carlos Tomás, que é actualmente o presidente da Associação Portuguesa de Engenharia e Gestão da Saúde, organizadora deste evento “inovador” que teve lugar durante todo o dia no CCC.
    Participaram delegações dos centros hospitalares do Porto, de S. João, de Lisboa Central, Lisboa Norte e Lisboa Ocidental e Universitário de Coimbra.[shc_shortcode class=”shc_mybox”]

    Os hospitais, aqui reunidos nas Caldas, somam cerca de três mil milhões de euros do orçamento para a Saúde, deu a conhecer Carlos Tomás.
    Os mega-hospitais, de fim de linha clínica, “estão constantemente a sofrer as consequências das mudanças permanentes do mundo actual”, disse Carlos Tomás. Na sua opinião, chegou a hora de reunir de modo a saber o que andam a fazer, o que pensam os responsáveis dos hospitais e que boas páticas podem ser partilhadas.
    O debate teve lugar no palco do grande auditório onde foi colocada a plateia que recebeu as 70 pessoas desta iniciativa, que debateram as questões de escala dos hospitais, assim como as ligadas à referenciação dos doentes e à liberdade de escolha. À tarde, discutiram-se os modelos de gestão e os recursos humanos, assim como o investimento e o financiamento destas mega unidades hospitalares.
    A vinda do evento para as Caldas resultou de “um desafio que fiz ao presidente da Câmara e que nos facilitou o CCC”, disse Carlos Tomás. Caldas ganhou assim este encontro entre directores hospitalares que estava inicialmente previsto realizar-se na Figueira da Foz.
    Um dos convidados do evento, José Soto, presidente da organização espanhola dos Hospitais e Serviços de Saúde e director gerente do Hospital Clinico de S. Carlos, deixou uma mensagem clara aos seus congéneres lusos: o sistema hospitalar terá que se adaptar à inteligência artificial. E contou que o seu hospital teve o seu primeiro robot há 10 anos. O Leonardo da Vinci, como se designa, veio para fazer operações e a administração achava que este duraria 15 anos. “Ao fim de cinco estava obsoleto e a sua actualização vai custar mais do que o inicialmente previsto!”.
    Para Carlos Tomás, a inteligência artificial vai mudar muito a maneira como os médicos exercem medicina, embora receie que os hospitais e universidades “se sintam muito pouco preparados para esse impacto”. Na sua opinião, os robots “não vão tirar empregos”, mas sim permitir que sejam feitas tarefas de forma mais rápida. “Na AutoEuropa já vão na terceira geração de robots, cada vez mais fortes e mais modernos, e não diminuíram os empregos pelo contrário, os postos de trabalho têm vindo a aumentar”.
    O segundo desafio que enfrentam os hospitais está relacionado com o desenvolvimento das equipas e pessoas. “Há uma rigidez muito grande em lidar com as pessoas”, disse o caldense, dando um exemplo que foi falado na iniciativa. O responsável pelo hospital de S. João “mandou gastar 700 mil euros com um único doente”, mas “sente-se impotente para contratar um assistente operacional”.
    Atentos ao pacote financeiro

    Como caldense, Carlos Tomás lamenta que a assistência hospitalar nas Caldas “não seja a melhor”. Considera que o Centro Hospitalar do Oeste foi feito a régua e esquadro e que “seria bom repensar a sua lógica dado que o perfil regional tem-se vindo a alterar”.
    Aponta que há nas Caldas “carências ao nível das instalações tal como os restantes hospitais do CHO” e deixa o alerta: “o modelo de EPE pode vir a ter vantagens de liberdade contratual e de negociação, mas o que era a dotação orçamental foi substituído por um contrato-programa que se não intervirem, pode ser que a dotação ainda baixe”. Daí que Carlos Tomás ache que a comunidade local deva ser mais participativa e estar atenta ao pacote financeiro que deve acompanhar a mudança do CHO para EPE.
    Um novo hospital para o Oeste “até pode ser uma boa ideia”, mas para Carlos Tomás o que efectivamente é preciso ter em conta é a política de recursos humanos. “Sou engenheiro civil e sei que só os edifícios não chegam”, disse o presidente da Associação Portuguesa de Engenharia e Gestão da Saúde, acrescentando que um médico atende doentes em qualquer lado. “O que se deve debater é que tipo de perfil de hospital é que as Caldas necessita”, rematou.

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  • Armas apreendidas na Benedita a suspeito de violência doméstica

    No dia 19 de Setembro a GNR identificou um homem suspeito de violência doméstica na Benedita. A investigação já decorria há cerca de um mês pois o indivíduo, de 44 anos, era useiro em ameaças e agressões físicas à companheira. Foram feitas buscas domiciliárias, tendo sido apreendidas várias armas – cinco bestas, três arcos, duas pistolas de alarme, três armas de ar comprimido, cinco facas, uma soqueira e duas caixas de chumbo.
    O homem foi constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência.
    Quatro dias depois, o Núcleo de Investigação Criminal da GNR das Caldas deteve um homem de 55 anos em Alcobaça por tráfico de estupefacientes.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Segundo aquela força militar, a investigação decorria há oito meses e culminou em quatro buscas (duas domiciliárias, uma a um veículo e outra a um estabelecimento de diversão nocturna no concelho de Alcobaça).
    A GNR apreendeu 5700 euros em dinheiro, 798 doses de haxixe, 155 de cocaína, uma balança digital, um veículo automóvel, um telemóvel, um computador portátil e objectos utilizados no manuseamento e condicionamento de estupefacientes.
    A operação envolveu 14 militares (incluindo binómios cinotécnicos) e contou com o apoio da PSP.[/shc_shortcode]

  • Soroptimist das Caldas e de Itália desenvolvem projecto de ajuda a doentes oncológicas

    Soroptimist das Caldas e de Itália desenvolvem projecto de ajuda a doentes oncológicas

    Os clubes Soroptimist Internacional das Caldas da Rainha e de Parma (Itália) vão desenvolver o projecto “Lenços de Vida – Sciarpe de Vita”, destinados a oferecer a doentes oncológicas em fase de tratamento e de crescimento capilar. A ideia foi apresentada pelo clube caldense ao seu congénere italiano durante a visita que este último fez às Caldas, no passado dia 15 de Setembro, integrado no programa de geminação que existe entre os dois.

    Nove elementos do clube Soroptimist Internacional de Parma (entre eles a presidente Anna Maria Ferrari) estiveram de visita às Caldas no âmbito da geminação entre os dois clubes, oficializada no início do mês. Depois de conhecerem o trabalho desenvolvido pelo clube caldense, as italianas foram convidadas a participarem num projecto conjunto, designado “Lenços de Vida – Sciarpe de Vita”, destinados a oferecer a doentes oncológicas em fase de tratamento e de crescimento capilar. O objectivo é o de “facilitar este processo tão doloroso para a mulher que é o corte do cabelo, que interfere com a sua auto-estima e o incómodo do uso de cabeleira, que por vezes se torna demasiado quente”, referiu Ina Vasques, presidente do clube caldense.
    Num período tão delicado do tratamento da doença, é importante uma mulher sentir-se bem consigo mesma, pelo que os lenços podem ser vistos como acessório de moda e como contributo para a sua auto-estima e bem estar emocional.
    Ainda no âmbito da iniciativa de apoio a doentes oncológicos, foi dado a conhecer o Projecto Olha-Te. Célia Antunes, a mentora deste projecto desde 2010, apresentou-o às soroptimist italianas, destacando que apoiam gratuitamente doentes oncológicos e familiares directos, através de actividades expressivas, promotoras de bem estar físico e emocional. Ao longo destes anos a associação tem desenvolvido também sessões fotográficas, exposições, leilões, workshops, conversas temáticas, palestras, rastreios, actividades físicas e caminhadas.
    Célia Antunes já obteve o reconhecimento do Soroptimist Internacional, ao ser premiada em 2014 com o Prémio Teresa Rosmaninho e integrou o clube caldense nesse ano.
    O programa incluiu ainda uma visita ao Parque D. Carlos I, à Praça da Fruta, à Igreja N. Senhora do Pópulo, à Fábrica Faianças Bordalo Pinheiro, e almoço no restaurante Afinidades, onde o clube caldense assinalou o seu 11º aniversário.

  • Não há evidências em como as PPP na Saúde sejam melhores do que as EPE

    Não há evidências em como as PPP na Saúde sejam melhores do que as EPE

    José Inácio Faria, eurodeputado eleito pelo MPT – Partido da Terra, disse nas Caldas que as PPP na saúde em Portugal cumpriram os objectivos e atingiram modesto sucesso, mas não são a melhor solução para todos os casos. É necessário olhar a indicadores sobre a qualidade dos serviços, além dos económicos. Sobre os hospitais EPE, alertou para o uso da dívida como instrumento de gestão.

    Numa conversa lúcida e longa com cerca de 20 pessoas em mais uma sessão do “21 às 21”, do MVC, na sede da União de Freguesias de Nª Sra. do Pópulo, Coto e São Gregório, o eurodeputado defendeu que os hospitais das Parcerias Público-Privadas (PPP) “são globalmente eficientes, mas não existem evidências de que o sejam mais do que os hospitais EPE”.
    A figura de Entidade Empresarial do Estado (EPE) aparece no início do novo milénio, na lógica da empresarialização dos hospitais. Na mesma altura surgiram os Hospitais Sociedade Anónima (SA). “A figura das SA teve vida curta pois ao modelo faltava um incentivo económico fundamental: a possibilidade de falência”.
    A figura dos Hospitais EPE, que surgiu em 2002, foi implementada em 2005 e “tem vindo a perdurar”. No entanto, sofrem de alguns dos problemas que afectaram os Hospitais SA, pois grande parte dos recursos humanos é contratado à luz do Direito público e não privado, “o que limita fortemente a gestão, que está sujeita à tutela do Ministério da Saúde e, implicitamente, ao Ministério das Finanças”.
    Outro dos problemas é que, apesar de terem um orçamento, podem endividar-se. A dívida pode ser um instrumento de gestão corrente, o que faz subir a exposição do Estado ao risco financeiro. “Não foi por acaso que uma das principais medidas da Troika foi incorporar as dívidas dos hospitais EPE no perímetro das administrações públicas, porque esta estava por contabilizar, era dívida escondida”, fez notar José Inácio Faria.
    E ainda há uma outra questão: os hospitais EPE têm défices operacionais que se materializam, mais cedo ou mais tarde, no défice público, seja por via das necessárias transferências adicionais seja através de aumentos de capital.

    O APARECIMENTO DAS PPP NA SAÚDE

    José Inácio Faria defende que o modelo das PPP procura colmatar estas situações porque “o endividamento não onera o Estado”. A primeira experiência teve lugar em 1995 com a gestão do Amadora-Sintra.
    No segundo mandato de António Guterres sugeriu-se a constituição de PPP para construir os hospitais de Cascais, Braga, Vila Franca de Xira e Loures. “Alegava-se que eram a única forma de modernizar o parque hospitalar numa altura em que os recursos financeiros eram escassos” e em que se acreditava que o privado construía mais rápido e que era mais eficiente na gestão.
    Foram criados oito contratos, dois para cada hospital (cada um tinha um para a gestão e manutenção do edifício e um para a prestação clínica). Actualmente vive-se uma segunda vaga de PPP, à luz do qual será construído o Hospital Oriental-Sintra. Nestas apenas a construção e manutenção do edifício é concessionada. A gestão clínica fica no Estado.
    O eurodeputado nota que em Portugal há uma percepção das PPP que não corresponde à da maioria dos outros países europeus. Aqui, olha-se para elas como negociatas para retirar dinheiro do Estado para o fazer entrar nos bolsos de privados. Mas elas foram criadas com um objectivo. “O principal propósito das PPP é transferir o risco e a incerteza de uma operação pública para uma entidade privada, que assume os potenciais ganhos ou quebras. Na génese servem, ou deveriam servir, para proteger o Estado de elevados riscos financeiros. Colocado de uma forma simples, podem ser uma solução chave na mão”, salientou.
    Para tal, tem que existir transparência e os cadernos de encargos devem ser elaborados com o máximo rigor e orientados para o doente. Além disso, o Estado tem que monitorizar adequadamente o cumprimento do que fica estabelecido.
    Esta é a teoria. Mas as PPP rodoviárias, que José Inácio Faria considerou “ruinosas”, deram má imagem às PPP no geral. Isto porque são “rendas contínuas e seguras ao sector privado”.

    NEM SEMPRE É O ESTADO O LESADO

    “Mas nem sempre é o Estado o único lesado”, ressalvou o eurodeputado, exemplificando com o caso do Túnel do Canal da Mancha, construído à base de uma PPP, que levou a empresa com a concessão, Euro Tunnel, à falência.
    “O risco foi passado para o privado, a obra foi finalizada e o Estado não saiu penalizado pela falta de lucros. Se fosse este o sistema das PPP rodoviárias em Portugal seguramente os rombos nos cofres do Estado não teriam acontecido”, afirmou.
    A experiência em PPP na saúde em Portugal não se equipara nem às rodoviárias, nem à do Túnel do Canal da Mancha. “São o exemplo mais comum de uma implementação bem sucedida deste modelo em que todos beneficiam, o Estado, os privados e os cidadãos”, referiu, acrescentando que os três grandes objectivos com as PPP na saúde foram atingidos: construir novos hospitais sem derrapagens temporais e orçamentais, assegurar custos operacionais mais baixos e alcançar ganhos, eficiência e poupança para o Estado.
    Actualmente Portugal tem 1685 camas de internamento nos hospitais com PPP, que têm 35 salas de bloco operatório e 169 gabinetes de consulta externa.
    No último ano o Estado investiu 447 milhões de euros com as PPP na área da saúde e prevê-se que em 2018 este valor aumente para 471 milhões de euros. Um número que representa 5% do OE para a saúde, “que tem vindo a decrescer e a sofrer de uma enorme dificuldade de sustentabilidade”.
    Mas há ainda um outro problema muito pouco falado no que aos hospitais PPP diz respeito. É que os parceiros privados podem vender as suas participações nos negócios. “Estas transições normais no mundo dos negócios são preocupantes quando se trata de saúde”, alertou.

    ESTADO NÃO SE PODE EXCLUIR DA SAÚDE

    Na óptica de José Inácio Faria, “o Estado não se pode excluir da saúde, que é uma questão pública”. Defende que “não se inventou sistema melhor para gerir as coisas que o Estado”, sendo que este pode melhorar os sistemas colaborativos para fazer o seu trabalho.
    A terminar, o eurodeputado salientou que, “de acordo com os pressupostos do Tribunal de Contas, projectados em 2013 deveríamos ter entrado no troço da curva descendente dos gastos e começar a auferir os ganhos das PPP na saúde em 2017. Afinal parece que não…”. Isto porque ao contrário do que estava previsto, a descida dos encargos plurianuais do Estado não aconteceu.

  • Caldas é uma cidade amiga dos peões e de quem anda de bicicleta?

    Caldas é uma cidade amiga dos peões e de quem anda de bicicleta?

    Gazeta das Caldas
    Alice Silva, técnica de emprego (Caldas da Rainha)

    Acho que os carros ainda não respeitam as passadeiras e os peões, e que estamos muito mal servidos em termos de travessias para as pessoas com mobilidade reduzida.
    Não há ciclovias nas Caldas, a cidade não está, de todo, preparada para este transporte. Se houvesse ciclovias e locais para deixarmos a nossa bicicleta, eu própria viria de bicicleta, porque tenho uma.
    Gostaria que houvesse mais condições.

     

    Gazeta das Caldas
    Rafael Raimundo, estagiário de comunicação social (Caldas da Rainha)

    Para andar a pé acho que sim, para a bicicleta não sei. Faltam as ciclovias. Eu ando muito a pé e ando bem. Para quem está habituado a Lisboa é tranquilo.
    De bicicleta não ando, mas acho que se podia fazer alguma coisa nesse sentido. Não digo no centro da cidade, que causa muitos constrangimentos com as obras, mas pelo menos à volta da cidade, como há para a Foz.

     

    Gazeta das Caldas
    Ana Maria Tovar, desempregada (Caldas da Rainha)

    Acho que é um bom local para andar de bicicleta, é uma cidade plana. O meu filho anda muito de bicicleta e fico sempre um pouco preocupada… era melhor se existissem ciclovias. Há uma, mas é fora da cidade, no centro não. Deviam pôr, porque era bom.
    Para os peões Caldas também é um bom local, especialmente porque tem passeios largos.

  • Recolha de sangue no Centro da Juventude

    O Rotary Clube das Caldas promove, no próximo dia 29 de Setembro, uma colheita de sangue e registo de possível dador de medula óssea. A recolha decorre no Centro da Juventude entre as 9h00 e as 13h00.

  • Almoço para reconstruir Casa Paroquial

    No domingo, 30 de Setembro, realiza-se um almoço solidário no Centro de Desenvolvimento Comunitário do Landal com o objectivo de angariar fundos para a reconstrução da Casa Paroquial do Landal, que ardeu no último ano.
    O repasto começa às 13h00 e conta com animação do Orfeão Caldense, Bric-a-Brac e Chiquita. A participação custa 8 euros (crinaças dos 6 aos 12 anos pagam 4 euros). Mais informações e inscrições através do tel. 262949300.

  • Idosos caldenses visitaram base aérea de Monte Real

    Idosos caldenses visitaram base aérea de Monte Real

    Cerca de 250 seniores da União de Freguesias de Santo Onofre e Serra do Bouro visitaram, no passado dia 16 de Setembro, a Base Aérea de Monte Real. A visita coincidiu com o dia aberto da base e os caldenses puderam assistir ao voo dos F16 e à exposição de actividades da força aérea. “Foi também a forma de nos associarmos ao movimento que pretende ver aberta aquelas instalações à aviação civil”, explica o presidente da União de Freguesias, Jorge Varela.
    O almoço em convívio decorreu na Praia das Rocas, em Castanheira de Pera, seguindo-se uma visita à igreja de Santo António das Neves e à antiga “fábrica de gelo”, guiada por um técnica da autarquia local. A ida a este concelho no norte do distrito de Leiria pretendeu também homenagear todos os que sofreram com o drama dos incêndios no ano passado.

  • Um regresso ao passado no Montejunto

    Um regresso ao passado no Montejunto

    No dia 20 de Setembro a Real Fábrica de Gelo, na Serra de Montejunto, foi palco de uma recriação histórica com figurantes (funcionários da Câmara e da Associação de Municípios de Alenquer e Cadaval).
    Ali, cerca de 120 pessoas puderam conhecer melhor o quotidiano das populações à época (inícios do século XVIII) e o funcionamento daquele complexo, único no país. Foram ainda abordados alguns episódios que se passaram no Oeste no período das Invasões Francesas.

  • Vai ser possível descer do Sítio à Nazaré por um cabo de aço

    Vai ser possível descer do Sítio à Nazaré por um cabo de aço

    A Câmara da Nazaré quer que seja implementada uma zipline (ou tirolesa) que permita descer do Sítio à praia da Nazaré. Trata-se de uma linha de cabo de aço, que terá no mínimo 800 metros e através do qual uma pessoa pode descer, pela lei da gravidade, presa por arnês e mosquetões.
    A autarquia aprovou recentemente a abertura de concurso público para concessionar a utilização de domínio público municipal para a implantação do projecto, tendo a proposta seguido para Assembleia Municipal, que se realiza a 28 de Setembro.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]A partir daí será preparado e lançado o concurso, pelo que na melhor das hipóteses, só no próximo ano estará concluído o processo.
    As tirolesas não são uma invenção recente, mas têm vindo a expandir-se com várias instalações em diferentes locais. Por exemplo, em Portugal foi criada a primeira transfronteiriça, que liga Sanlúcar de Guadiana (Espanha) com Alcoutim (Portugal), por cima do Guadiana, a cerca de cem metros de altura.
    A viagem demora cerca de dois minutos, mas naqueles 720 metros (onde se atinge velocidades a rondar os 70 km/h), o participante ganha uma hora (pelo fuso-horário).
    Ainda em Portugal existe o Fantasticable do Pena Aventura Park (Vila Real). Liga Lamelas e Bustelo e permite atingir velocidades a rondar 130 km/h. O cabo tem 1538 metros e está instalado a 150 metros, ligando duas montanhas. Ali é possível “voar” a dois e “voar” à noite.
    No País de Gales foi recentemente instalado o “Velocity”, o mais rápido zipline do mundo, onde se atingem os 200 km/h. A empresa que o criou tem uma outra actividade, nas antigas pedreiras de ardósia de Llechwedd, onde é possível visitar as antigas instalações, viajar na mais íngreme linha de caminho-de-ferro de bitola estreita do Reino Unido e viajar a mais de 150 metros de profundidade. Nas grutas há gigantescos trampolins e ziplines subterrâneos.
    Em comunicado a Câmara da Nazaré esclareceu que este projecto se insere na estratégia de combate à sazonalidade. “O investimento em requalificação de espaços públicos, na atracção de eventos internacionais na chamada época baixa e uma forte campanha de comunicação e promoção internacional do concelho têm sido alguns dos eixos prioritários na qualificação do território de acção deste executivo”, disse Walter Chicharro, presidente da Câmara da Nazaré, citado num comunicado da autarquia.[/shc_shortcode]

  • Governadora do distrito rotário visitou as Caldas da Rainha

    Governadora do distrito rotário visitou as Caldas da Rainha

    Ilda Braz, governadora do distrito rotário de 1960 (que reúne os clubes do Oeste, Sul e ilhas), esteve nas Caldas no passado dia 17 de Setembro para reunir com o clube local e conhecer melhor a cidade. A visita incluiu uma recepção na autarquia, seguida de uma visita à Igreja de Nª Sra. do Pópulo e ao Hospital Termal. Natural dos Açores, Ilda Braz destacou que o cheiro a enxofre que ali sentiu a fez lembrar a sua terra. “Foi como que um regresso a casa”, disse a responsável, que está há cerca de um mês no continente a visitar os clubes rotários.
    A visita terminou com um jantar na Lareira, que contou com a presença de rotários de 10 clubes e convidados, num total de perto de 60 participantes.
    Ilda Braz já tinha estado nas Caldas em Abril a presidir à assembleia distrital do clube, que juntou cerca de 200 participantes.

  • Centro de Interpretação para a Lagoa de Óbidos apresentado na Casa da Música

    Na próxima terça-feira, pelas 21h00, realiza-se uma sessão de apresentação e auscultação do projecto Centro de Interpretação para a Lagoa de Óbidos no auditório da Casa da Música, em Óbidos.
    Além de dar a conhecer os objectivos e acções previstas com a criação do centro de interpretação, o encontro permitirá à equipa da Liga para a Protecção da Natureza (que gere o projecto) auscultar as expectativas locais e tomar contacto com cidadãos disponíveis para a partilha de memórias e saberes associados à lagoa.
    O centro interpretativo conta com um investimento de 98 mil euros e resulta de uma candidatura do Conselho da Cidade ao Orçamento Participativo de Portugal.

  • Secretária de Estado Adjunta e da Educação acompanhou abertura do ano lectivo na Nazaré

    Secretária de Estado Adjunta e da Educação acompanhou abertura do ano lectivo na Nazaré

    A secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, esteve na Escola Básica e Secundária Amadeu Gaudêncio, a assistir à cerimónia de abertura do ano lectivo 2018/2019, no passado dia 14 de Setembro.
    Aquela escola, que é sede do agrupamento, foi alvo de obras de beneficiação que permitiram, por exemplo, a instalação do ensino secundário público, o que aconteceu pela primeira vez na história do ensino público do concelho, tendo em conta que até agora era garantido pelo Externato D. Fuas Roupinho.
    “Queremos que a Nazaré conste no mapa também por apresentar uma escola de excelência”, referiu João Magueta, da direção do Agrupamento de Escolas da Nazaré, citado em nota de imprensa da autarquia.
    Na abertura do ano lectivo, o professor falou do “trabalho de equipa” que uniu esforços da Câmara, agrupamento e Ministério da Educação para a realização das obras de beneficiação da escola e anunciou que o controlo de entradas na escola passará em breve a ser feito eletronicamente.
    O presidente da Câmara, Walter Chicharro, agradeceu à governante a sua presença, assim como a “proximidade, sensibilidade e abertura às necessidades do concelho em matéria de ensino”.
    A secretária de Estado, Alexandra Leitão, referiu que o novo ano lectivo é marcado pela chegada da flexibilidade a uma escola mais inclusiva e em que a Educação Física volta a contar para a média. A governante garantiu ainda que a parceria com a autarquia local e o agrupamento de escolas “irá continuar a dar frutos”, prometendo uma nova visita à Nazaré “talvez no final do ano lectivo”, refere a mesma nota de imprensa.

  • Há um admirável mundo novo que está a surgir graças às impressoras 3D

    Há um admirável mundo novo que está a surgir graças às impressoras 3D

    “Já é possível imprimir casas e peças de automóveis e, em breve, órgãos humanos”, diz João Mateus, professor que ensina a tecnologia 3D há dez anos na ESAD.
    As indústrias dentária, médica e aeronáutica são das mais avançadas nesta área.

    Gazeta das Caldas
    No laboratório de fabricação aditiva há peças feitas por alunos que foram premiadas em concursos

    “Quando começámos nesta área, a tecnologia chamava-se prototipagem rápida pois foi criada para produzir os protótipos que era necessário visualizar”. Quem o diz é o professor João Mateus (ver caixa) acrescentando que, com a evolução dos materiais, se passou da prototipagem para a fabricação aditiva, dado que agora as impressoras já conseguem produzir os objectos finais. “A impressão funciona por camadas”, disse o professor que ensina estas técnicas há uma década na escola de artes.
    A fabricação aditiva é o processo de criar objectos a partir de modelos digitais criados em três dimensões. As tecnologias de fabricação aditiva compreendem a fusão a laser, fundição a vácuo e moldagem por injecção. A fusão a laser é um processo de fabricação aditiva digital que utiliza energia laser concentrada para fundir pós metálicos em objectos 3D. Trata-se de uma tecnologia de fabricação emergente, com presença na indústria médica (ortopedia), aeroespacial, assim como nos sectores de engenharia de alta tecnologia e electrónica.
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]

    João Mateus é engenheiro eletrotécnico e veio do Cencal para a ESAD, introduzindo em cursos de design as tecnologias CAD (desenho e fabricação por computador).
    “Para que tudo funcione é necessário software 3D, é necessário que haja o modelo digital”, disse o docente, explicando que actualmente já se pode descarregar peças e imprimir em casa desde que se tenha uma impressora 3D.
    “No futuro vão existir bases de dados de peças que precisamos nos nossos lares e que vamos imprimir a partir da internet”, disse. Hoje já se faz isso com pequenos objectos para a cozinha ou para consertar prateleiras. “Já se encontram algumas peças de automóveis que não têm direitos de autor e que podemos descarregar para imprimir”, disse João Mateus.
    A primeira impressora que veio para a ESAD em 2008 trabalha com pó cerâmico que é endurecido com água, camada a camada. Numa das máquinas mais recentes que permite o uso de materiais em plástico, produziram-se peças para colocar os cortinados que existem nas muitas salas da ESAD.

    Produzir design inclusivo

    As potencialidades desta tecnologia são imensas pois vai permitir que não seja necessário transportar peças do outro lado do mundo dado que é só imprimir, bastando para tal ter o software adequado. “Vai também permitir reduzir a pegada de carbono do produto e melhorar a sustentabilidade”, disse o professor, que não imaginava que em 10 anos fosse possível “imprimir quase tudo”, incluindo a produção de órgãos humanos usando biotecidos (biomateriais que não rejeitados pelo organismo).
    “Na Holanda já se está a construir toda uma urbanização em impressão 3D. É possível fazer toda a casa com peças impressas”, disse o docente. Uma área também em desenvolvimento é a do design inclusivo dado que é possível mandar imprimir peças como cabos que podem ser calibrados para quem não consegue, por exemplo, segurar os talheres por causa de doenças como o Parkinson. “A peça foi desenvolvida por um aluno para o seu avô”, disse o professor, comentando que já desenvolveram outros projectos de criação de imagens tácteis para os cegos.
    “Na ESAD damos aos alunos modelação 3D que é a base de trabalho desta técnica”, prosseguiu o docente, explicando que este é uma disciplinas dos cursos de Design de Cerâmica e Vidro e de Design Industrial. Os alunos fazem vários exercícios com o objectivo de melhorar os objectos, diminuindo-lhes, por exemplo, o peso. “Há uma grande preocupação com a sustentabilidade”, referiu o docente, acrescentando que esta nova tecnologia também se preocupa com as questões dos impactos ambientais.
    A investigação que permite imprimir em novos materiais vai continuar a evoluir e é na área da medicina que há cada vez maiores avanços. “Um dia vai ser possível criar orgãos como um fígado a partir de células do próprio indivíduo”, disse o docente. Há também bicicletas de competição, cujos componentes foram impressos em 3D e até um automóvel cujas peças foram todas impressas na China. Na medicina dentária há avanços diários. E até marcas como a Nike ou a Adidas já fazem sapatilhas à medida de cada utilizador, usando a fabricação aditiva sob a medida de cada utilizador.

    Da tecnologia cerâmica à impressão 3D

    Gazeta das Caldas
    As fotografias tácteis da ESAD permitem aos cegos “sentir” como é a arquitectura do edifício

    Em 1987 o engenheiro electrónico João Mateus foi convidado a colaborar com o Cencal na área da Informática e Projecto Assistido por Computador. Em 1988 desenvolveu um projeto de aplicação de novas tecnologias no sector cerâmico, o CAD/CAM e foi gestor de projectos desta área, tendo criado um núcleo para prestação de serviços a empresas de cerâmica e a designers.
    Em 1990, foi convidado a leccionar Produção Assistida por Computador na ESAD e em 2005 integrou o grupo do IPL responsável pela candidatura à OTIC (Oficinas de Transferência de Tecnologia e Conhecimento) que foi aceite. Em 2006 foi adquirida a primeira impressora 3D que deu origem ao actual Laboratório de Prototipagem Digital da ESAD, que o próprio tem coordenado. João Mateus tem um doutoramento em Técnicas e Métodos de Design Industrial e Gráfico da Universidade Politécnica de Valência, que concluiu em 2016.
    Atualmente é subdirector da escola e professor adjunto. Coordena o TeSP de Prototipagem Digital e Desenho 3D.

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  • Encarregados de educação com dia de atendimento na escola de Óbidos

    A Câmara de Óbidos criou a Divisão de Educação, uma estrutura que pretende responder a um trabalho de continuidade na construção do projecto educativo das Escolas D`Óbidos. Nesse sentido, todas as quintas-feiras, há atendimento aos pais e encarregados de educação, no Complexo dos Arcos, entre as 9h00 e as 19h00, mediante marcação prévia.
    Os interessados poderão entrar em contacto com Ana Sofia Godinho, chefe de Divisão de Educação, através do 262955480, 937755597, ou ana.godinho@cm-obidos.pt.

  • Na Josefa d’Óbidos há uma brigada que zela pelo bom funcionamento da  cantina

    Na Josefa d’Óbidos há uma brigada que zela pelo bom funcionamento da cantina

    A Brigada da Cantina está de volta à Escola Josefa d’Óbidos, agora aumentada e com mais tarefas a desempenhar. O projecto, que arrancou no ano passado com perto de 20 alunos do 3º ciclo e ensino secundário, volta neste ano lectivo com a missão de combater o desperdício alimentar, verificar como são feitas as refeições e até ajudar na criação das ementas.
    Este foi um dos projectos criados para sensibilizar para uma maior utilização dos refeitórios escolares e também para incutir hábitos de alimentação saudável junto dos alunos.

    Gazeta das Caldas
    Os alunos a confeccionar ementas de alimentação saudável

    Durante a manhã a brigada ia ao refeitório e tomava contacto com o que acontecia aos alimentos até à sua confecção. Depois, observavam o desperdício alimentar, questionavam os colegas porque não comiam a sopa ou terminado prato e viam quais as alternativas escolhidas no bar para o almoço. Também se aperceberam que as refeições eram preparadas na escola e não vinham pré-confeccionadas do exterior pela empresa que presta o serviço.
    A sensibilização que estes jovens ganharam, e que passaram aos colegas, permitiu que mais 30 alunos passassem a utilizar regularmente o refeitório da Josefa d’Óbidos durante o decorrer do ano lectivo passado, num total de 250 alunos.
    “Constatámos que havia alunos que tinham subsídio e, com isso, direito à senha de almoço, mas que não usufruíam dela”, conta Margarida Reis, vereadora da Câmara de Óbidos, que tem um projecto ligado à nutrição com as escolas do concelho.
    A responsável contou que, em vez de irem à cantina, os alunos procuravam produtos mais aliciantes nos supermercados e cafés das proximidades da escola.
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    Tendo em conta o sucesso do projecto no ano lectivo passado, a Brigada da Cantina vai voltar à escola este ano revista e aumentada. Ou seja, para além do trabalho de verificação e sensibilização, os jovens também irão, juntamente com a equipa de nutrição, fazer as ementas. “Já no ano passado foram convidados a dar o seu parecer sobre o que estava a funcionar bem e o que se devia melhorar”, disse a vereadora, acrescentando que tendo em conta as suas opiniões investiram mais junto da empresa que presta o serviço de refeições, a Gertal – Companhia Geral de Restaurantes e Alimentação, SA.
    De acordo com Margarida Reis, foi feito um investimento, por parte do município, na comparticipação das refeições escolares, tanto ao nível da matéria prima como da categoria dos cozinheiros, que passou a ser superior. A Câmara tem um valor contratual com a empresa de 1,64 euros + IVA por aluno, que se traduz num aumento de 50 cêntimos em relação ao ano passado.
    “Tivemos a preocupação, neste caderno de encargos, em não ter um exagero ao nível da variedade, mas ter alimentos que fossem bem confeccionados e aceites pelos alunos”, disse Margarida Reis, especificando que apostaram em produtos mais conhecidos pelos jovens, que têm mais aceitação e são mais saudáveis.
    O plástico praticamente não entra no refeitório, a não ser nos tabuleiros. Todos os outros objectos são de vidro ou metal, no intuito de minimizar o uso deste produto poluente.
    Este ano regista-se também uma maior exigência ao nível do bar, por produtos mais saudáveis, como é o caso do tipo de pão e dos ingredientes para fazer as sandes, e numa maior aposta em sumos naturais. Na Josefa haverá ofertas diferentes em três menus saudáveis, com salada de fruta, gelatinas, fruta e sumos naturais.
    É também tido em conta o tipo de bolo do dia, que é confeccionado na cantina a vendido à fatia, podendo ser de cenoura, espinafres, ou de legumes. “Para não abdicarmos da totalidade dos bolos, tentámos apostar nos que oferecem menos calorias”, explicou a responsável.

    Medidas preventivas do excesso de peso

    A valorização das refeições na cantina foi também feita pelos próprios pais dos alunos, depois de terem sido convidados a almoçar na escola. “A mensagem que chegava a casa era de que a comida não prestava mas, curiosamente, os pais acharam que a comida satisfazia e não houve nenhuns a apontar problemas”, disse a autarca. Também ainda no ano lectivo passado foi realizado um encontro de dois dias, que juntou alunos, pais e entidades públicas, onde discutiram a problemática dos refeitórios e foi partilhado o testemunho da Brigada da Cantina.
    Estas medidas, também pretendem ser preventivas do excesso de peso. O ano passado começou ser feito um acompanhamento personalizado no combate à obesidade, trabalhando com o próprio aluno, ao nível da nutrição, psicologia e actividade física, mas também incutindo hábitos de vida saudável na própria família.
    “Acompanhámos quatro alunos e os resultados foram visíveis”, disse a vereadora, pelo que agora querem aumentar o número de alunos a acompanhar, num trabalho conjunto com o agrupamento e centro de saúde.
    Durante o ano escolar está também previsto que as turmas visitem os refeitórios dos complexos escolares para verem como é feita a confecção dos alimentos e a preocupação que há em termos de higiene.
    Outra das preocupações deste ano é com os lanches escolares, no sentido de alertar as famílias para o que é aconselhável colocar na lancheira.

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  • Sete línguas estrangeiras para aprender nas Caldas

    Sete línguas estrangeiras para aprender nas Caldas

    O novo ano lectivo leva os pais a procurar actividades de complemento para a educação dos seus filhos. Aprender línguas é uma das opções e nas Caldas a oferta é ampla. As escolas de línguas permitem essa aprendizagem desde idades do pré-escolar até à idade adulta e direccionadas a vários níveis de aprendizagem.
    A escola de línguas mais antiga nas Caldas é a Alliance Française, já com mais de meio século de experiência nesta área. Como o nome indica, esta escola ensina o francês. As inscrições estão abertas para crianças (a partir dos seis anos de idade), jovens e adultos, de todos os níveis de aprendizagem. O curso tem início na primeira semana de Outubro.
    Nesse mesmo mês inicia-se um curso de português para estrangeiros e também já está garantido o início de uma outra classe em Novembro.
    A Alliance das Caldas também faz cursos direccionados a profissionais e é centro de exame do Ministério da Educação Nacional Francês. As inscrições podem ser feitas directamente na Rua Miguel Bombarda, nº 11, 1º, ou através dos contactos 910092840 ou info.caldas@alliancefr.pt
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    A escola de línguas The English Centre também já abriu as inscrições para o novo ano lectivo, tanto nas Caldas, como na Benedita, para cursos de ingês e espanhol. No inglês existem cursos para crianças a partir dos seis anos, jovens e adultos, consoante o nível de conhecimentos. A escola faz ainda preparação para os exames Cambridge, aulas individuais e para grupos com necessidades específicas. Os cursos de espanhol são direccionados a adolescentes e adultos.
    Esta escola lecciona igualmente português para estrangeiros. Mais informações pelo tel. 262842924 ou através do site www.the-english-centre.com.
    Ainda no inglês, o Wall Street English Caldas da Rainha disponibiliza aos cursos personalizados de inglês para todos os níveis, incluindo certificação. A qualquer altura do ano os interessados, com mais de 16 anos poderão integrar a escola de línguas. Informações pelo telefone 262889310.
    O Lancaster College das Caldas da Rainha é o que tem maior variedade de líbguas estrangeiras pra aprendizagem. Além do inglês, francês e espanhol, esta escola lecciona cursos de alemão, italiano, russo e mandarim. A idade mínima para frequentar os cursos é de três anos e os interessados podem fazer uma pré-inscrição no facebook da escola, ou inscrever-se directamente na sede, ou pelos contactos 262408739, 917056270 ou caldas.rainha@lancastercollege.pt.

    Cem por cento de positivas nos exames de inglês

    Em 2018 os alunos do The English Centre obtiveram uma taxa de aprovação de 100% nos exames do Cambridge English Language Assessment, um resultado que confirma um ano bem sucedido para a escola de inglês, sediada nas Caldas.
    Com uma média de 97% de aprovação nos últimos 10 anos, a escola de línguas “comprova a qualidade do seu ensino e a excelência na forma como são preparados os alunos para os exigentes exames Cambridge”, informa nota de imprensa daquela entidade. O The English Centre é um centro oficial de preparação de exames reconhecido pelo Cambridge English Language Assessment. A certificação do Cambridge é reconhecida em todo o mundo e comprova o bom conhecimento da língua inglesa. Saber esta língua de forma fluente é cada vez mais importante para uma carreira de sucesso, em Portugal e no estrangeiro.

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  • Dia Europeu das Línguas assinalado em Óbidos

    Dia Europeu das Línguas assinalado em Óbidos

    Óbidos irá acolher a nível nacional as celebrações do Dia Europeu das Línguas, que se assinala a 29 de Setembro. O evento, de entrada gratuita e a decorrer entre as 14h00 e as 19h30, permite aos participantes contactar com línguas e culturas de diferentes países europeus em actividades a decorrer na Praça de Santa Maria, Casa José Saramago, Livraria Santiago, Casa da Música, Livraria do Mercado e no terreiro da vila.
    Os interessados podem participar em mini-conversas (“speak dating”) de cinco minutos cada, nas línguas da sua escolha e assim testar os seus conhecimentos linguísticos. Podem também participar em jogos, danças e assistir à projecção de curtas-metragens de origem europeia. Será ainda projectado o filme mudo “Cenere” (Cinzas) de Febo Mari (1916), acompanhado de música jazz ao vivo por Giovanni Ceccarelli (piano) e Marcello Allulli (saxofone).
    [shc_shortcode class=”shc_mybox”]Os mais novos têm ao seu dispor actividades como a narração de histórias e a leitura de contos em língua estrangeira.
    Irá decorrer um jogo de futebol gaélico, um concerto com o jovem violoncelista austríaco Lukas Lauermann e a exposição “Palavra de Honra” assim como outras mostras croatas e polacas e sobre a presença da Língua Portuguesa no mundo.
    Ainda neste dia será feito o lançamento da edição especial comemorativa do Ano Europeu do Património Cultural da Antologia “Literatura-Mundo Comparada II: O Mundo Lido: Europa”, do Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e da versão portuguesa do livro “Cinzas” (1904) de Grazia Deledda (escritora italiana distinguida com o Nobel da Literatura em 1926), publicada pela Sibila Publicações. A apresentação será feita pela escritora Inês Pedrosa.
    O evento é organizado pela EUNIC Portugal, que dá a possibilidade aos participantes de contactarem com 16 línguas europeias: alemão, checo, croata, castelhano, catalão, galego, finlandês, francês, gaélico, georgiano, grego, italiano, inglês, polaco, português e romeno.
    O Dia Europeu das Línguas foi instituído no Ano Europeu das Línguas em 2001, por iniciativa conjunta do Conselho da Europa e da Comissão Europeia, com o objectivo de celebrar e preservar a diversidade linguística como uma riqueza do património comum da Europa. Este ano o evento é realizado também no âmbito das comemorações do Ano Europeu do Património Cultural e conta com o apoio da Representação da Comissão Europeia em Portugal e da Câmara de Óbidos.[/shc_shortcode]

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