Autor: Joel Ribeiro

  • Natal longe da família. O sacrifício dos jogador  es estrangeiros que estão nas Caldas a perseguir o sonho de uma vida.

    Natal longe da família. O sacrifício dos jogador es estrangeiros que estão nas Caldas a perseguir o sonho de uma vida.

    São seis brasileiros e um colombiano e jogam nas equipas principais de futebol e voleibol do Caldas SC e do Sporting das Caldas. Em comum têm o facto de terem que passar este Natal longe do seu país e das suas famílias, alguns deles pela primeira vez. Nesta época do ano em que a saudade aperta, são os amigos – com quem formam uma autêntica família – e as videochamadas que ajudam a diminuir a distância de casa. A sua tradição à mesa é diferente da portuguesa, mas é o frio que mais acentua a diferença em relação ao Natal sul-americano.

     

    “Para ser sincero, vai ser difícil. É a primeira vez que vou passar longe da família”, diz Erick Costa à Gazeta das Caldas quando lhe perguntamos como vai ser para ele o Natal deste ano, acrescentando sentir em especial a falta da sua pequena sobrinha.
    O voleibolista de 22 anos, natural de Minas Gerais, está a ter nas Caldas a primeira experiência fora do seu país. Antes já tinha jogado num estado brasileiro diferente do seu, mas teve oportunidade de regressar a casa para passar a quadra.
    Quando falámos, no início da semana, Erick ainda não tinha a certeza de com quem passaria o Natal nas Caldas da Rainha, mas era certo que seria com alguns dos seus amigos e companheiros no clube caldense.
    O Sp. Caldas, que alinha na I Divisão Nacional, conta esta época com cinco atletas brasileiros nas suas fileiras, o que é uma grande ajuda na adaptação à cidade e ao país.
    “Provavelmente vou passar com os amigos, que é a quem nos apegamos quando estamos longe de casa”, disse o atleta.
    Em condição idêntica à de Erick estão Gabriel Garcia, conhecido no voleibol como Galo, também de 22 anos, e André Saliba, de 20. Ambos passam também o primeiro Natal fora do seu país.
    O mais jovem do grupo está optimista por passar o Natal com os seus companheiros de aventura no Sp. Caldas, “que são uma família também”. O jovem prefere ver a situação pelo lado positivo. “Não vale a pena ficar triste por não estar com os meus familiares, estou a correr atrás de um sonho e a vida de atleta é assim, perdem-se datas importantes como esta”, sublinha.
    Já Gabriel Garcia terá nestes dias um apoio importante para ajudar a diminuir a distância para a sua terra natal. “A minha namorada conseguiu tirar uns dias de folga e vai estar cá entre 20 e 26 de Dezembro, já dá um aconchego mais no coração por estar junto de alguém da família”.
    Além disso, o jovem tem nalguns companheiros mais velhos segundas figuras paternais. “O Everton e a Priscila, considero-os como segundos pais, cuidam muito de mim, então vou estar um pouco com a família de cá e um pouco com a de lá”, refere.

    LONGE DA FILHA

    Rafael Franco, de 30 anos, é de Porto Alegre e vive a sua segunda experiência longe de casa. Acredita que já não vai ser tão duro como da primeira vez, quando esteve em Espinho há dois anos. No entanto, vai sempre ser “complicado”, uma vez que no Brasil tem a sua filha de apenas três anos. A vontade era mesmo poder estar com a família, mas também Rafael Franco afirma que são sacrifícios próprios “da vida que escolhemos”.
    Com 37 anos e há quatro anos em Portugal, Everton Almeida é o mais experiente dos cinco voleibolistas do Sp. Caldas. Apesar das saudades da família, ter a esposa Priscila consigo nas Caldas ajuda a atenuar a distância. Mesmo assim, “não deixamos de ter saudades dos que estão lá. É uma data em que ficamos com o coração mais mole, a saudade aperta um pouco, mas vamo-nos acostumando”, afirma.
    O Natal de Everton e Priscila será, mesmo assim, diferente porque não vai estar com os amigos que fez na Maia, onde passou os últimos três anos. “Ainda estamos um pouco perdidos, não sabemos muito bem como vamos fazer, mas estamos a conhecer alguns brasileiros cá e vamos ver se nos juntamos todos para fazer uma festa”, conta à Gazeta.
    Também no Caldas há dois jovens estrangeiros que vão passar o Natal longe da sua família. Bruno Eduardo, de 19 anos, veio de Guarulhos, em São Paulo (Brasil) para Portugal representar os juniores da U. Leiria e agora joga futebol na equipa principal do Caldas. Este será o seu segundo Natal longe da família. “Vou passar o Natal com amigos, já estamos a combinar, como são brasileiros é mais fácil para todos”, observa.
    Ter alguém nas mesmas circunstâncias acaba por ser um apoio importante para passar estas datas especiais, sobretudo esta em que a família está sempre muito presente.
    Yordy Marcelo, colombiano natural de Medellín, também passará o seu segundo Natal longe de casa. O jovem de 24 anos confessa que “é muito difícil nesta altura do ano estar longe da família, mas faz parte quando lutamos pelos nossos sonhos”.
    Tal como os seus colegas sul-americanos, Yordy tem amigos colombianos, com quem viajou na época passada para vir jogar futebol para Portugal, no Coutada (Torres Vedras) com quem vai passar o Natal. “São como uma família que tenho em Portugal, somos unidos e todos sabemos o que estamos a passar, são um apoio importante”, realça.

    MUITA COMIDA E MUITA GENTE NAS RUAS

    O Natal de Erick, Gabriel, André, Rafael, Everton, Bruno e Yordy tem muitas diferenças e muitas similaridades com o português.
    A maior das semelhanças é o espírito de família. O Natal é uma quadra que é para ser passada à volta de uma mesa com o máximo possível de familiares. Num ambiente salutar, em que os mais velhos conversam de forma animada enquanto a criançada brinca, espera-se e desespera-se enquanto não chega a hora de abrir os presentes. “Isso é o fundamental, o resto a gente dá um jeito”, sublinha Erick Costa, que conta que na sua casa passa o Natal o seu avô, que tem mais de 20 netos e alguns bisnetos.
    À mesa não há bacalhau, há sim churrasco, salada e fruta, e o doce tradicional não é o bolo rei, são os panetones (um bolo que também pode ser feito com fruta cristalizada, ou chocolate). Isso é comum ao Natal de quase todos os atletas.
    Na família de Gabriel Garcia, a tradição manda ter peru assado e “o Manjar de Coco da minha tia, que é o doce que não pode faltar”, e cada pessoa leva um prato diferente, pelo que a variedade é tão grande quanto a animação à volta da mesa, onde além de familiares também estão amigos.
    Já a família de André Saliba passa a data no sítio da sua avó, no estado de Minas Gerais. À mesa não pode faltar carneiro, “uma carne muito típica da minha região, leitão assado, muito vinho e muita animação”, conta.
    Na sua casa em Medellín, Yordy Marcelo diz que o importante é também ter a família reunida “com muita paz e harmonia”. Quanto à comida, a tradição é mesmo variar. “Falamos e fazemos algo especial, mas não repetimos de ano para ano, é sempre diferente”.
    Tanto no Brasil como na Colômbia, os jogadores dizem que, após a reunião de família, há o hábito das pessoas saírem para a rua, aproveitando as temperaturas de Verão, para conviverem com os amigos.
    Longe das suas terras e dos seus familiares, as novas tecnologias são, para todos uma boa forma de diminuir as distâncias naquele dia especial, através de trocas de mensagens pela internet, com fotografias e videochamadas.

    ENCANTO PELAS ILUMINAÇÕES NAS CALDAS

    Yordy Marcelo diz que em Medellín também há o hábito de iluminar as ruas e faz a comparação com o Natal do ano passado, já em Portugal. “Onde estava era totalmente diferente, não havia iluminações de Natal, não havia esta árvore [da Praça 25 de Abril]. Aqui nas Caldas é muito mais bonito”, observa.
    Erick Costa também elogia a iluminação de Natal das Caldas. “Como é uma cidade mais pequena que a minha, há luzes por todo o lado e é muito mais intenso, fica muito bonito”, considera.
    Everton diz mesmo que, da forma como a cidade termal vive o Natal, “não há como não entrar no espírito de Natal. Há muitas famílias a andar na rua, aquela animação legal, muita gente a tirar fotos”.
    Já Rafael Franco lamenta que na sua terra, Porto Alegre, se tenha perdido um pouco a tradição de iluminar as ruas. “Mesmo noutras cidades que já conheci aqui em Portugal as iluminações são muito bonitas e fico com vontade de ter cá a família nestes momentos, estou a gostar muito”, refere, acrescentando que tem enviado muitas fotografias e vídeos aos seus familiares.
    O mesmo tem feito André Saliba, que diz que as luzes de Natal das Caldas encantaram a sua mãe. “Ela gostou muito e elogiou a forma como as pessoas de cá valorizam tanto o Natal”.
    Gabriel Garcia acrescenta que já foi também a Óbidos e que vai aproveitar para conhecer o Porto e Lisboa com a sua namorada.

    A familia de Gabriel Garcia no Natal do ano passado
  • Acompanhe o Caldas-Oliveira do Hospital em tempo real

    Acompanhe em tempo real o encontro entre o Caldas e o FC Oliveira do Hospital, da 14ª jornada do Campeonato de Portugal – Série C, a partir das 15h00.

    Campo da Mata, Caldas da Rainha Fábio Lourenço, AF Viseu Jorge Ramos e Luís Ramos

    CALDAS SC
    1 Luís Paulo
    14 Juvenal
    6 Militão (C)
    13 Gaio
    25 Farinha
    17 Paulo Inácio
    88 André Santos
    23 Pedro Faustino
    55 Simões (67)
    78 Leandro (76)
    28 Ricardo Isabelinha (67)
    SUPLENTES
    12 Rui Oliveira
    22 Passos
    9 Bruno Eduardo
    2 Yordy (67)
    Hugo Neto (67)
    10 Nuno Januário (76)
    11 Ruca
    Tr. José Vala
    FC OL. HOSPITAL
    76 João Alves
    15 Fred Martins
    95 Kaique Jordan
    58 Romário (C) (74)
    17 André Freitas
    6 Henrique Leça
    21 Bruny
    12 Samuel Garrido
    27 Tenta Maeda (58)
    18 Franck Anoumou (46)
    99 Rafael Silveira
    SUPLENTES
    3 Marco Fernandes
    4 Tiago Dias
    11 Kristian Trajceski (46)
    7 David Brás
    9 Zé Francisco (58)
    19 Fred Neves
    20 Diogo Mingachos (74)
    Tr. Miguel Valença
    ⚽ Ricardo Isabelinha 11, Farinha 52
    André Santos 5, Romário 20, Gaio 59, Fred Martins 71, Henrique Leça 93

     

    Acompanhe a transmissão do jogo o webstream do Caldas SC aqui

  • Livre de André Santos fez o Caldas sonhar

    Livre de André Santos fez o Caldas sonhar

    Um livre fantástico de André Santos deu vantagem ao Caldas no campo do eterno rival Torreense, mas uma segunda bola num lançamento lateral permitiu aos visitados chegar ao empate.

    Estádio Manuel Marques, Torres Vedras
    Árbitro: Paulo Barradas, AF Setúbal
    Assistentes: Joaquim Gato e André Duque
    TORREENSE 1
    Joel Tomé; Pedro Almeida, Fábio Marinheiro, Danilso e Evaldo (C); Mauro Andrade e Fábio Arcanjo; Leonel Alves, Sow (Tom Tavares 83) e Lucas Reis (Ruben Fidalgo 53); Klynsman (Dinis Franco 77)
    Não utilizados: Ricardo Campos, Michel Tavares, Aílson Tavares, Tomás Meneses
    Treinador: Quim Berto
    CALDAS 1
    Luís Paulo [7]; Juvenal [7], Militão [7] (C), Gaio [7] e Passos [6] (Hugo Neto [5] 66); Paulo Inácio [7], Leandro [6] (Yordy [5] 56), Pedro Faustino [7] e André Santos [7]; Ricardo Isabelinha [7] (Bruno Eduardo [4] 76) e Farinha [7]
    Não utilizados: Rui Oliveira, Ruca, Karim, Januário
    Treinador: José Vala
    Ao intervalo: 0-1
    Marcadores
    André Santos (31), Sow (50)
    Disciplina
    Amarelo: Passos (35), Danilson (64), Yordy (72), Gaio (90)

    Ricardo Isabelinha trabalhou muito no ataque do Caldas e conquistou a falta que resultou no golo de André Santos

    O jogo entre os dois maiores rivais da região Oeste teve honras de transmissão televisiva mas não foi um jogo empolgante. O duelo acabou por ser muito mais estratégico e físico, até porque o relvado também não ajudou. Mas nem por isso deixou de haver alguma emotividade.
    As duas equipas trouxeram novidades para a partida, com destaque para a entrada de Leandro, convocado pela primeira devido a lesão num joelho e logo directo para o 11 para um vértice mais adiantado do losango do meio-campo.
    O estilo de jogo das duas equipas era idêntico, com conjuntos montados para serem compactos na acção defensiva, para darem pouco espaço à organização de jogo apoiada e para tentarem tirar partido da velocidade nas transições ofensivas, embora aí com alguma divergência, com o Caldas a apostar numa frente a dois totalmente móvel, enquanto o Torreense tinha em Klynsman um avançado mais posicional e Lucas e Leonel um pouco mais abertos nos flancos.
    A escassez de espaços fez com que apenas nalgum erro fosse possível às equipas criarem algum perigo. Foi o que aconteceu ao minuto 31 da partida. Tudo começou num lance que podia ter levado grande perigo à baliza do Caldas. Um passe longo que apanhava a defesa do Caldas descompensada obrigou Luís Paulo a sair da sua área para colocar a bola fora. O Torreense cobrou rapidamente o lançamento, mas Pedro Faustino recuperou a bola e em três passes esta chegou ao ataque a Ricardo Isabelinha, travado em falta na meia esquerda, já junto à área. André Santos chamou-lhe um figo e marcou de forma exímia o seu terceiro golo da temporada.
    A vantagem permitia ao Caldas, mantendo a segurança defensiva, reforçar a estratégia de saída em transições. No entanto, logo no arranque do segundo tempo chegou o golo do empate. Lançamento lateral para a área do Caldas, Gaio fez um primeiro corte e Pedro Faustino completou, mas Fábio Marinheiro interceptou e recolocou a bola na área, com Sow a apanhar a defesa alvinegra em contrapé e a bater a saída de Luís Paulo.
    Foi o sétimo jogo consecutivo do Caldas sem perder (tantos quanto os do Torreense sem ganhar), e o quarto a empatar.

    Melhor do Caldas

    André Santos 7

    Era nos duelos a meio campo e na capacidade para ganhar as segundas bolas, ou bloquear o que delas poderia resultar, o segredo deste jogo. Nesse capítulo do jogo o Caldas fez um trabalho muito rigoroso e o camisola 88 foi um dos responsáveis. Além disso, marcou a diferença com mais um livre certeiro e de belo efeito.

    PAULO INÁCIO, JOGADOR DO CALDAS
    Entrada aquém na segunda parte

    Gazeta das Caldas - Caldas SC
    Marcámos primeiro e estávamos convencidos que conseguíamos segurar essa vantagem e num contra-ataque fazer o segundo golo, não foi possível. Tivemos uma entrada um pouco aquém na segunda parte que nos custou aquele golo do empate. Queríamos os três pontos, só levamos um mas num campeonato tão disputado todos são importantes. Não perdemos há sete jogos mas desses só ganhámos dois, vamos procurar regressar às vitórias já no próximo jogo para subirmos mais um pouco na classificação.

    JOSÉ VALA, TREINADOR DO CALDAS
    Resultado ajusta-se
    Estávamos à espera tanto das alterações que o Quim Berto fez, como de um campo pesado, no qual seria difícil jogar um futebol que pretendíamos. Ia ser um jogo muito disputado de segundas bolas e marcações incisivas e não podíamos falhar porque quem marcasse primeiro estaria mais perto da vitória. Conseguimos fazer isso, mas um erro no início da segunda parte permitiu ao Torreense empatar. Não foi um jogo bem jogado, mas não havia condições para o ser e o resultado ajusta-se.

    QUIM BERTO, TREINADOR DO TORREESE
    Jogo repartido
    Foi um jogo repartido, de duas boas equipas. O Caldas, nesta fase do campeonato, bem melhor porque vem de uma sequência de jogos sem perder muito boa. Sofremos um golo de livre e empatámos aos 50 minutos. Depois até tivemos mais uma ou duas oportunidades para fazer 2-1, mas o empate é um resultado justo para as duas equipas.

  • Sporting das Caldas mantém oitavo lugar

    Sporting das Caldas mantém oitavo lugar

    SP. CALDAS 0
    Nuno Pereira, Bernardo Silva, Simão Teixeira (L), Kiká, James Coll, Paulo Pereira, Tomás Rocha
    Treinador: Frederico Casimiro
    CLUBE K 3
    José Pimentel, Gonçalo Machado, Valdemar Ferreira, Diogo Cortez, Carlos Silveira, Paul Vitória, Nelson Silva, Ivan Pstemsky, Wanderson, Thompson, Jorge Melo, Pedro Silva
    Treinador: João Corronha
    Parciais: 19-25, 19-25, 21-25

    Os caldenses deram tudo, mas com o grupo reduzido não conseguiram pontuar contra o Clube K

    Em fim-de-semana de jornada dupla os caldenses mantiveram o oitavo lugar. No sábado o Sporting das Caldas obteve uma preciosa vitória em casa do Castêlo da Maia, o que deu margem à equipa para o jogo de domingo, em que não pôde utilizar os jogadores brasileiros contra o Clube K.
    Esta partida contra a equipa açoriana tinha sido adiada do segundo fim-de-semana de competição, uma altura em que apenas sete jogadores se encontravam inscritos e, por isso, apenas esses podiam ser utilizados.
    Foi o regresso a um início de competição difícil para os caldenses, que inclusivamente obrigaram Bernardo Silva a jogar fora da sua posição de líbero e sem jogadores para rodar.
    Contra um Clube K que tem vencido os seus adversários directos pela fuga ao grupo dos últimos, os caldenses sabiam que iriam enfrentar algumas dificuldades, mas na metade da sua quadra o Sp. Caldas também se mostrou muito empenhado, disputando cada ponto com muita entrega. Isso levou os sets equilibrados nas suas fases iniciais, contudo, à medida que estes avançavam o maior equilíbrio da equipa insular veio ao de cima, fechando o encontro em três sets.
    O resultado deixou o Sp. Caldas ainda no oitavo lugar, embora com o Clube K a um ponto e com menos um jogo, numa altura em que falta apenas uma jornada para fechar a primeira volta.

    JAMES COLL, JOGADOR DO SCC
    Demos tudo em campo
    Mesmo estando reduzidos a metade não se pode subestimar a nossa equipa, quando vamos para dentro do campo damos tudo. Todos os jogos são importantes para nós, não importa o adversário nem quem joga, toda a gente espera que a equipa dê o máximo e jogue sempre com o máximo rigor e foi o que tentámos fazer, tentámos até ao final lutar pelo melhor resultado possível. Estamos em oitavo mas ainda podemos sentir-nos confortáveis, temos equipas atrás de nós próximas e também podemos subir e é isso que queremos. Esta é a minha terceira época aqui e sinto que é o grupo que tem mais potencial para chegar a níveis mais elevados no campeonato.

    FREDERICO CASIMIRO, TREINADOR DO SCC
    Sem argumentos
    Sinto que podíamos ter feito um pouco melhor, cometemos alguns erros que se podiam ter evitado, mas se tivéssemos a equipa toda teríamos outras soluções. O Clube K também tem uma equipa interessante, infelizmente não tivemos grandes argumentos. A vitória de sábado na Maia foi importante e a derrota deles com o VC Viana também foi boa para nós, que assim mantemos o oitavo lugar, por isso não podemos dizer que o fim-de-semana tenha sido negativo. A equipa já está a ganhar as suas rotinas, vamos ter um jogo com o Esmoriz que se prevê equilibrado e depois na segunda volta queremos cimentar a nossa posição nos oito primeiros, temos condições para o fazer.

  • Balão de ar quente foi um dos ex-libris do Natal caldense no passado sábado

    Balão de ar quente foi um dos ex-libris do Natal caldense no passado sábado

    O passado sábado, 7 de Dezembro, foi um dos mais movimentados dias do evento Caldas, Rainha do Natal. O balão de ar quente foi um dos ex-libris do evento num dia preenchido com inúmeras actividades, que trouxe às Caldas pessoas de vários pontos do país.

    Às 10h30, hora marcada para o início da actividade, que decorreu no parque de estacionamento do CHO, atrás do Chafariz das 5 Bicas, já havia algumas dezenas de pessoas à espera para participar e outras só para ver.
    O imponente balão amarelo subia cerca de 50 metros no ar, levando no seu cesto entre três a cinco pessoas, de cada vez, para uma experiência que durava cerca de cinco minutos. No solo, o Pai Natal, os seus duendes e outros figurantes animavam o espaço enquanto a fila para andar no balão crescia.
    Paula veio de Alcobaça com os seus filhos Diogo e Luísa, mas o objectivo era mesmo surpreender o seu irmão, Luís, que veio às Caldas, sem saber, cumprir o sonho de andar de balão de ar quente. Foi através das redes sociais que Paula soube da actividade levada a cabo pela ACCCRO e, em conluio com a cunhada Sara, proporcionou a experiência ao seu irmão. “Ele veio directamente de Lisboa e não fazia a menor ideia para o que vinha, só quando chegou e viu o balão é que soube”, disse à Gazeta das Caldas. Luís achou a surpresa, e a experiência, “extraordinárias”.
    A família chegou cedo às Caldas e aproveitou para passar boa parte do resto do dia e, além de aproveitar os eventos ligados à quadra natalícia, “aproveitámos para fazer compras no comércio local” disse. Esta família considera a iniciativa original e interessante. “É uma boa forma de atrair pessoas à cidade e a prova é que estão aqui muitas pessoas de longe”, acrescentaram.
    Luís Gomes, presidente da ACCCRO, diz que a iniciativa do balão de ar quente “superou todas as expectativas”. Apesar da chuva de domingo ter impedido que o balão subisse nesse dia, a ACCCRO precaveu-se e aproveitou o bom tempo de sábado para prolongar a acção ao período nocturno. “Tivemos o dia inteiro com o balão a fazer subidas”, realça. Além dos caldenses, a experiência atraiu pessoas de outras paragens. As duas primeiras famílias a subir no balão vieram de Coimbra e Oliveira do Hospital. “Tivemos pessoas de Ovar, Estarreja, Porto, Faro, Viana do Castelo, Lisboa, Grândola, entre outras localidade. As pessoas vêm e aproveitam para vir às Caldas e à Óbidos Vila Natal”, observou o presidente da ACCCRO.

    UM FIM-DE-SEMANA CHEIO

    O dia escolhido para a experiência do balão de ar quente foi um dos mais repletos do programa de animação de Natal. Além de nesse fim-de-semana decorrer o Caldas Street Food Festival, o comboio de Natal também começou a circular pela cidade (e assim continuará até 24 de Dezembro).
    Ao final do dia de sábado a Tomalátuna, a tuna académica da ESAD, realizou serenatas pelos restaurantes da cidade. “Houve uma receptividade muito grande por parte dos comerciantes, que se mostraram muito satisfeitos com a animação que isso proporcionou aos estabelecimentos”, afirma Luís Gomes.
    Já no domingo, foram realizados cinco directos do Caldas, Rainha do Natal para o programa de televisão “Olhó Baião”, da SIC, mostrando vários pontos de animação da cidade. “Aproveitámos para divulgar, não só o evento, mas também a cidade e alguns dos produtos que a associação dinamiza, casos do Pastel Bordallo e da Tronchuda”, observa Luís Gomes.
    Antes, na sexta-feira ao final da tarde, foi inaugurado o espaço Floresta Encantada na Avenida 1º de Maio, com as árvores de Natal das escolas e instituições caldenses que estão a concurso. O público poderá votar nas suas árvores favoritas até às 15h00 de 31 de Dezembro na papelaria Vogal, nos cafés Doce Pecado e Chamel e na Pastelaria Dimas, situadas naquela avenida.
    A animação natalícia continua nas Caldas até 6 de Janeiro, mas com maior intensidade até à véspera de Natal, 24 de Dezembro. E até lá ainda podem haver surpresas caso as condições meteorológicas assim o permitam, adiantou Luís Gomes.
    Este sábado, destaque para a arruada de bombos e personagens de Natal, a partir das 10h00 com alunos da ETEO, seguida pelo desfile da Banda Comércio e Indústria às 11h00, e o passeio “Pai Natal de Bicicleta”, às 15h30 pelo Grupo de Amigos das Pasteleiras Caldas da Rainha e Óbidos e AMA. Há ainda passeios de charrete e a Casa do Pai Natal continua a ser ponto de animação para crianças e adultos. A 17 de Dezembro, terça-feira, realiza-se a 3ª Caminhada Solidária dos Pais Natais pelas Luzes da Cidade, organizada pelos Pimpões, que serve de angariação de produtos alimentares e de higiene básica para a comunidade “De Volta a Casa”.

  • FF Consultadoria e Serviços mudou-se para a Rua da Paz

    FF Consultadoria e Serviços mudou-se para a Rua da Paz

    A Freitas e Freitas Consultadoria e Serviços, Lda mudou de instalações para os números 12 e 14 da Rua da Paz, nas Caldas da Rainha. A empresa tem uma oferta integrada nas áreas da limpeza, gestão de condomínios e de património e representação de proprietários.
    O negócio abriu em Maio deste ano na rua Fonte do Pinheiro. Margarida Freitas, proprietária da empresa, realça que a nova localização tem um ar mais descontraído e iluminado e é mais confortável para os clientes. “Lá tínhamos escadas, aqui era um centro de fisioterapia, por isso tem todas as condições mesmo para quem tem mobilidade reduzida”, observa.
    A empresa trabalha nas áreas da consultadoria, solicitadoria e das limpezas. Este é um sector com muita concorrência, pelo que a FF Consultadoria e Serviços se quer diferenciar “por oferecer um serviço de qualidade e uma relação de confiança com os clientes, e o retorno tem sido muito positivo”, diz Margarida Freitas.
    Um dos exemplos dessa diferenciação é integração na rede Deco+ (da associação de defesa do consumidor Deco) para o serviço de gestão condomínios. “Somos os únicos nas Caldas a integrar esta rede e é uma mais-valia para o cliente, porque a gestão de conflitos é assegurada pela Deco”, realça a empresária.
    Margarida Freitas salienta que a empresa foi criada com investimento zero e até agora criou 13 postos de trabalho. Também aqui a FF Consultadoria e Serviços tenta diferenciar-se. “A nossa equipa tem muitas pessoas referenciadas pela Refood e pela Fadas Janotas, que tentamos reintegrar na sociedade, porque valorizamos muito a parte humana”, afirma Margarida Freitas.
    De resto, o trabalho social é um dos objectivos da empresa, que está a preparar um projecto, a lançar no próximo ano, que vai proporcionar um serviço de assistência às famílias em parceria com a Fadas Janotas, que vai permitir a esta entidade gerar receita.

  • PS das Caldas realizou jantar de Natal já com as baterias apontadas às autárquicas de 2021

    PS das Caldas realizou jantar de Natal já com as baterias apontadas às autárquicas de 2021

    A concelhia do PS das Caldas da Rainha realizou o seu jantar de Natal no passado dia 7 de Dezembro – data em que Mário Soares um dos fundadores do partido, completaria 95 anos. Os socialistas caldenses querem aproveitar os bons resultados dos dois últimos actos eleitorais para projectar as autárquicas de 2021, nas quais querem potenciar as votações obtidas a nível local.

    A família socialista caldense juntou-se no restaurante Paraíso para o tradicional jantar de Natal, no qual contou com a presença de várias figuras de cariz nacional, como a líder parlamentar Ana Catarina Mendes, o secretário de Estado da Saúde António Sales e a líder das Mulheres Socialistas e também deputada Elza Pais.
    Na sua mensagem aos camaradas, José Ribeiro, presidente da concelhia das Caldas do PS, disse que o partido tem feito um bom trabalho e que continuará a fazê-lo no apoio ao governo de António Costa, “que nos satisfaz bastante” e que é igualmente tempo de começar a “unir forças para as batalhas que aí vêm”, nomeadamente, a nível local, nas autárquicas de 2021.
    “Apresentamos sempre um projecto com propostas muito claras e concretas do que queremos para o concelho”, disse, acrescentando que os resultados das últimas eleições (europeias e legislativas) no concelho dão “força redobrada” para a tentativa de terminar a hegemonia do PSD.
    Ana Catarina Mendes, líder parlamentar dos socialistas no parlamento, manifestou o desejo de que o quinto orçamento de Estado apresentado pelo PS de forma consecutiva continue o caminho trilhado no mandato anterior. “Já não estamos a falar de reposição de rendimentos, mas de consolidação do Estado Social, com apostas nos serviços públicos de saúde, educação, habitação e transportes”, sublinhou. A deputada acrescentou que o governo pretende reforçar o investimento público para dinamizar crescimento económico e a criação de emprego, assim como o reforço das políticas de valorização de salários e apoios sociais, necessários para diminuir as assimetrias sociais de um país em que o risco de pobreza se mantém elevado.

    MAIS INVESTIMENTO NO CHO?

    Também presente no jantar de Natal da família socialista caldense foi o secretário de Estado da Saúde, António Sales, que falou sobre os investimentos do governo nesta área em particular.
    António Sales destacou “a obra feita aqui pelo governo” na requalificação da urgência do hospital das Caldas da Rainha, no compromisso para financiar o seu equipamento e também o esforço feito para a integração nos quadros do CHO dos trabalhadores a título precário.
    Além do investimento já feito, o governante não fechou a porta a mais investimentos na unidade hospitalar que serve as Caldas da Rainha. “Olhamos para os problemas de forma optimista e estou convencido que o hospital das Caldas terá evolução positiva”, reconhecendo que há carências além do serviço da urgência. “Os investimentos estarão programados para serem feitos de forma faseada, assegurada esta situação [do serviço de urgência] passar-se-á a outras”, apontou.
    Quanto à construção de um novo hospital para o Oeste, António Sales não assumiu compromissos. Lembrou que foi assinado um protocolo com a OesteCIM para a realização de estudos e afirmou que é nos critérios técnicos que se deve basear a decisão política de avançar, ou não, com um novo hospital.
    Às críticas que o candidato à liderança do PSD, Luís Montenegro, fez nas Caldas da Rainha de que haveriam 200 pessoas sem acesso aos cuidados de saúde, o secretário de Estado respondeu com números que indicam a “recuperação” feita na área da saúde pelo último mandato do governo socialista. “No início da legislatura de 2015 havia 1,3 milhões de portugueses sem médico de família, a inovação terapêutica estava congelada, o investimento era de 90 milhões de euros, hoje passou para entre 150 e 200 milhões, recuperámos 14.900 profissionais e houve uma recuperação financeira 1,4 mil milhões de euros”, observou. António Sales acrescentou que, agora, é tempo de “passar para o desenvolvimento e é isso que vamos, com certeza, fazer”.

  • Cães a apanhar guloseimas

    Cães a apanhar guloseimas

    Já reparou quão feliz é o seu cão quando lhe atira o seu biscoito favorito? Christian Vieler, um fotógrafo alemão, apercebeu-se disso há seis anos quando fotografou o seu cão a fazê-lo para testar equipamento e desde então não mais parou. O seu trabalho tornou-se um fenómeno nas redes sociais e não é por acaso, as fotografias são mesmo hilariantes.

    Corria o ano de 2012 quando Christian Vieler, um jornalista alemão se interessou por fotografia e comprou uma nova máquina fotográfica. Até aqui a história não tem nada de original. Um ano depois, Vieler comprou um flash portátil que lhe permitia fotografar a velocidade de 8 milésimos de segundo (o que permite obter um maior congelamento da imagem). Para testar o novo flash, Vieler precisava de captar algo que se movesse com alguma velocidade e Lotte, o seu Retriever Labrador e um biscoito foram a solução perfeita.
    O flash funcionou bem, mas só passados alguns dias o fotógrafo percebeu como eram engraçadas algumas das fotos. Isso inspirou-o a criar o projecto “Dogs Catching Treats” (cães a apanhar guloseimas), que já resultou na edição de dois livros, um deles lançado este ano.
    As imagens retratam as expressões dos cães enquanto tentam apanhar os biscoitos em pleno ar e também quando os apanham ou falham. “Acho que as expressões dos cães fazem remetem-nos para sentimentos que conhecemos bem, como desejo, perda, dor ou alegria. E isso é algo que normalmente não vemos de forma tão clara nas suas faces”, disse Christian Vieler citado pela CNN.
    Começou por tirar fotos aos cães dos seus vizinhos, mas a popularidade do seu trabalho foi crescendo e hoje faz as fotos no seu estúdio em Waltrop, na Alemanha, onde pretende que os animais se sintam tão confortáveis quanto possível, de modo a estarem bem ambientados ao espaço. “Depois disso começo a dar-lhes os seus biscoitos preferidos, para me tornar no seu melhor amigo durante aquela meia hora”.
    Vieler diz que precisa de tirar entre 30 a 50 fotografias por sessão e apenas uma pequena parte dos cães, cerca de 5%, se assustam com o flash. Quando isso acontece a sessão é imediatamente interrompida, de modo a não causar stress ao animal. Nestes anos, o fotografo só foi mordido uma vez e diz que aconteceu porque o cão estava com dores e Vieler tocou-lhe no sítio errado.
    Para ver as galerias, procure por VielerPhotography no Facebook, ou por “dogs catching treats” no Google, e prepare-se para soltar algumas gargalhadas!

  • Foram criados 1000 novos alojamentos locais n o Oeste este ano

    Foram criados 1000 novos alojamentos locais n o Oeste este ano

    Ter uma oferta diferenciadora e profissionalizar o sector são os grandes desafios para o Alojamento Local. Foram estas as principais conclusões do segundo congresso do sector no Oeste, realizado no passado dia 4 de Dezembro no Cineteatro de Torres Vedras. Este é um ramo do turismo que está em franco crescimento e, só no Oeste, foram já registados 1000 novos estabelecimentos este ano.

    A AIRO e a OesteCIM realizaram o segundo congresso do alojamento local para abordar estratégias para o sector

    Este ano já foram criados mais de 1000 novos estabelecimentos de alojamento local no Oeste, segundo a AIRO – Associação Empresarial da Região Oeste, e a região está muito próxima de atingir os 5000 estabelecimentos no total. Trata-se de um crescimento de 25% no número de estabelecimentos, numa altura em que o ano ainda nem está fechado.
    Estes são dados reveladores da importância que este tipo de alojamento tem para a actividade turística de uma região na qual dois dos 12 concelhos nem sequer possuem unidades hoteleiras.
    Cristina Cavalheiro, dirigente da AIRO, disse na sessão de abertura do 2º Congresso do Alojamento Local do Oeste que há “desafios e dificuldades” a ultrapassar, assim como se torna necessário delinear “novas estratégias de venda” que conduzam à diminuição da sazonalidade, que ainda provoca uma quebra significativa nos meses de Inverno.
    Com a OesteCIM a investir no turismo sustentável do ponto de vista estratégico para a região, Paulo Simões, primeiro secretário da comunidade intermunicipal, afirmou que esta é uma oportunidade que as empresas devem aproveitar. “Todas as cadeias de valor devem assumir esse modelo económico, com base na neutralidade carbónica”, disse, acrescentando que há uma tendência crescente nas novas gerações para a valorização deste tipo de filosofia.
    Pedro Machado, presidente do Turismo do Centro, também trouxe alguns números significativos para o congresso. No Centro, há 8873 estabelecimentos de alojamento local contra 1024 empreendimentos turísticos convencionais e alguns dos concelhos com maior implantação estão no Oeste, como é o caso de Alcobaça, que está no top 25 do país. O sector tem “taxas de crescimento muito significativas, no ordem dos 25%”, salientou, e também está a captar investimento estrangeiro. “Existem 4012 registos em nome de promotores estrangeiros”, acrescentou.
    O presidente do Turismo do Centro realçou que a região está com um rácio de crescimento acumulado em dormidas de 51% entre 2014 e 2018, contra 38,9% do país.
    Pedro Machado acredita que o sector do turismo, e o alojamento local particularmente, podem contribuir para criar rendimento e emprego em zonas de interior e apresentou algumas das linhas orientadoras para o sector até 2030. O objectivo é passar das actuais 7 milhões de dormidas para 13 milhões, apostando no turismo patrimonial, cultural e gastronómico, no turismo espiritual (assente no conceito de bem-estar emocional) e religioso e ainda o enoturismo e o ecoturismo. Neste âmbito, Pedro Machado adianta que é fundamental a electrificação da Linha do Oeste, porque há cada vez mais “quem não queira viajar em meios de transporte poluentes”.
    Pedro Machado referiu ainda que a região tem que ser capaz de gerar oferta diversificada e original, capaz de atrair nichos de mercado, dando como exemplo o apiturismo, que está em crescimento nalgumas zonas da Europa. Além da produção do mel, este produto aposta no ecossistema, nas histórias e cultura associadas.

    PROFISSIONALIZAR

    João Pereira, representante da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), disse que o sector precisa de qualificar os seus recursos humanos como meio de potenciar um serviço de qualidade.
    Impulsionador da criação do próprio emprego, o alojamento local foi um dos responsáveis pela criação de postos de trabalho em plena crise, numa altura em que a taxa de desemprego chegou a atingir os 16%.
    Agora é preciso dar o passo seguinte e qualificar a mão de obra. Esta é mesmo “uma das maiores queixas e factores de risco” para o crescimento da actividade, apontou João Pereira, o que tem levado, inclusivamente, “os empresários a procurar mão de obra noutros países”.
    Eduardo Miranda, presidente Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP), também apontou este como um dos desafios para o sector, inclusivamente ao nível da gestão, tendo em conta que este é um mercado “altamente competitivo”.
    Segundo o dirigente, a sazonalidade continua a ser um problema e os estabelecimentos deixam de ser sustentáveis quando têm médias de ocupação abaixo dos 30%, o que ainda acontece durante vários meses no ano.
    Eduardo Miranda, que abriu o seu primeiro alojamento local em Óbidos, lamentou que a associação ainda não tenha realizado qualquer acção de formação na região Oeste, mas prometeu que isso irá acontecer no futuro.
    Outro tema-chave do congresso foi a legislação e a fiscalidade. Paulo Simões, da OesteCIM, defendeu que é importante para o sector a criação de um guia do alojamento local, que de forma simples explique aos empreendedores o que fazer para cumprir os quadros legal e fiscal.
    João Pereira, da AHRESP, disse que o sector já tem a regulamentação necessária, pelo que agora o que se pede é “estabilidade fiscal e legislativa”, assim como regulamentos municipais equilibrados e uniformizados no espaço territorial.

  • Banca do futuro passa pelo digital, mas o contacto directo não se vai perder

    Banca do futuro passa pelo digital, mas o contacto directo não se vai perder

    Durante seis semanas Gazeta das Caldas publicou entrevistas com os responsáveis locais dos bancos representados nas Caldas da Rainha. O aumento das comissões cobradas aos clientes são explicadas pela Euribor em terrenos negativos, o que diminuiu a rentabilidade, mas em todos os bancos existem soluções alternativas, como remunerações de saldo. O sector tem investido nos meios tecnológicos e a banca do futuro vai passar muito pelo digital, mas o contacto directo com os clientes não vai acabar.
    O nosso jornal convidou todos os bancos presentes na cidade, numa iniciativa que pretende dar a conhecer os rostos das pessoas que lideram a actividade bancária nas Caldas, no âmbito do que se costuma designar por jornalismo de proximidade. O Eurobic, Novo Banco e BCP não quiseram responder.

    O aumento das comissões bancárias é transversal em praticamente todos os bancos que operam no mercado. Esta foi a forma de contornar as perdas causadas por vários anos de taxas de juro negativas, que diminuíram a rentabilidade dos bancos, explicam os responsáveis bancários.
    A cobrança de taxas não agrada aos clientes, por isso os bancos acompanharam o aumento das comissões com alguns benefícios para os seus clientes, como remunerações de saldo de contas, ou vantagens para quem domicilia os ordenados na sua conta à ordem.
    Além disto, quase todos os bancos oferecem isenções para jovens até aos 25 ou 26 anos, assim como isenções em contas para jovens e aposentados.
    Estas comissões surgem muitas vezes associadas a produtos bancários que exigem manutenção, a alternativa passa também pela adesão à banca digital, com os diversos bancos a oferecerem soluções nesta área.
    Outra questão relacionada com a Euribor que afecta quem tem depósitos nos bancos são as remunerações de juros nos depósitos a prazo. As taxas de juro negativas significam que as remunerações são mínimas, o que constitui um desafio enorme para os bancos. As alternativas passam por ter outro tipo de produtos financeiros, com níveis de risco e remuneração do capital diferenciados, adequados ao perfil financeiro de cada cliente. Estes produtos passam por fundos de investimento, seguros de capitalização ou PPR.

    ACESSO AO CRÉDITO

    A crise que se iniciou em 2008 trouxe aos clientes bancários mais dificuldade no acesso ao crédito, dada a necessidade de apertar os critérios de aprovação para diminuir o risco do crédito mal parado. Todos os responsáveis bancários afirmaram que os bancos onde trabalham sempre tiveram critérios rigorosos na atribuição de crédito bancário.
    A atribuição de crédito passa, primeiro, por aconselhar o cliente a tomar as melhores decisões financeiras de acordo com as suas necessidades e adequadas à sua taxa de esforço. É essa análise que despista o risco associado a cada situação.
    Os responsáveis das agências bancárias caldenses elogiam o tecido empresarial da região, sobretudo pela diversificação que existe no âmbito das actividades económicas, potenciada também pela proximidade com Lisboa e Leiria. Ao ser um tecido empresarial composto sobretudo por micro e pequenas empresas, os gerentes consideram “estimulante” trabalhar esta área da banca em particular. O apoio às empresas verifica-se nas soluções financeiras para o investimento produtivo como ao apoio à tesouraria.

    O FUTURO

    Com o mundo a caminhar a passos largos para a Era digital, a banca tem sido dos sectores que mais investe nesta área, o que é transversal a todo o sector. A inovação tecnológica passa por plataformas digitais que permitem até cruzar serviços de vários bancos.
    O futuro poderá transformar as agências bancárias em escritórios com menos trabalhadores, onde os clientes podem fazer as suas operações de forma automatizada. Mas o que não vai desaparecer, acreditam os gerentes das agências bancárias caldenses, é o contacto directo e o aconselhamento.

  • Águia-pesqueira recuperada em Salir do Porto

    Águia-pesqueira recuperada em Salir do Porto

    Uma águia pesqueira foi recuperada em Salir do Porto no passado dia 28 de Novembro. O animal estava ferido numa asa e um popular activou o Núcleo de Proteção Ambiental da GNR de Caldas da Rainha. A águia foi recolhida e entregue no Centro de Recuperação de Animais Selvagens do Montejunto, concelho do Cadaval, onde vai fazer o recobro para posteriormente ser devolvida ao habitat natural.
    No mesmo dia, Núcleo de Proteção Ambiental recuperou de um quintal de uma habitação nos Vidais dois espécimes de sacarrabos, um pequeno mamífero carnívoro. Os animais entraram naquele espaço para atacar animais de criação. Por se encontrarem em bom estado de sobrevivência na vida selvagem, ambos foram recolhidos e libertados em habitat natural afastado de zonas de residência.

  • Acompanhe o Torreense-Caldas em tempo real

    Acompanhe em tempo real o encontro entre o Torreense e o Caldas, encontro da 13ª jornada do Campeonato de Portugal – Série C, a partir das 11h45.

    Manuel Marques, Torres Vedras Paulo Barradas, AF Setúbal Joaquim Gato e André Duque

    TORREENSE
    26 Joel Tomé
    22 Pedro Almeida
    21 Fábio Marinheiro
    23 Danilso
    6 Evaldo
    4 Mauro Andrade
    8 Fábio Arcanjo
    10 Sow (83)
    11 Leonel Alves
    17 Lucas Reis (53)
    77 Klynsman (77)
    SUPLENTES
    99 Ricardo Campos
    28 Michel Tavares
    20 Tom Tavares (83)
    42 Aílson Tavares
    2 Tomás Meneses
    9 Ruben Fidalgo (53)
    19 Dinis Franco (77)
    Tr. Quim Berto
    CALDAS
    1 Luís Paulo
    14 Juvenal
    6 Militão (C)
    13 Gaio
    22 Passos (66)
    17 Paulo Inácio
    78 Leandro (56)
    23 Pedro Faustino
    88 André Santos
    28 Ricardo Isabelinha
    25 Farinha
    SUPLENTES
    12 Rui Oliveira
    2 Yordy (56)
    Bruno Eduardo (76)
    7 Hugo Neto (66)
    11 Ruca
    94 Karim
    10Januário
    Tr. José Vala
    ⚽ André Santos 31, Sow 50
    Passos 35, Danilson 64, Yordy 72, Gaio 90
  • Goleador improvável impede derrota caseira

    Goleador improvável impede derrota caseira

    Os insulares souberam tapar todos os caminhos para a sua baliza e surpreenderam com transições rápidas, mas o bis de Militão no espaço de cinco minutos evitou o segundo desaire na Mata.

    Campo da Mata, Caldas da Rainha
    Árbitro: Paulo Raposo, AF Santarém. Assistentes: Pedro Freire e Adelino Crespo

    CALDAS 2

    Luís Paulo [6]; Juvenal [6], Militão (C) [7], Gaio [6] e Farinha [6]; Paulo Inácio [6], André Santos [6], Pedro Faustino [7] (Nuno Januário [4] 85) e Karim Ladi [5] (Ruca [5] 46); Hugo Neto [6] (Ricardo Isabelinha [5] 69) e Bruno Eduardo [6]
    Não utilizados: Rui Oliveira, Passos, Marcelo, Yordy
    Treinador: José Vala

    SP. IDEAL 2

    Imerson; Gonçalo Reyes, Josemar, Baltazar e Hugo Simões (C); Artur Santos, Pereirinha (Sérgio Silva 58) e Dani Sousa (Pedro Santos 76); Henrique Gomes, Douglas (Tiago Novato 62) e Sèrge Brou
    Não utilizados: Anthony, Rodrigo Simão
    Treinador: André Branquinho
    Ao intervalo: 0-1
    Marcadores
    Sérge Brou 32’, Pereirinha 58’, Militão 65’, Militão 70’
    Disciplina
    Amarelos: Artur Santos 7’, Karim Labdi 10’, Pereirinha 44’, Dani Sousa 71’, Baltazar 73’, Sérgio Silva 93’, Hugo Simões 95’

    O Sp. Ideal mostrou-ser uma equipa muito combativa no Campo da Mata

    O Caldas cedeu o terceiro empate consecutivo no campeonato, que coincidiu igualmente com o terceiro jogo consecutivo em casa a empatar.
    Num terreno pesado e contra um adversário que ocupou muito bem os espaços defensivos e jogou duro, os alvinegros apresentaram-se também com reforço da zona intermédia, o que não ajudou descongestionar o jogo nos primeiros 45 minutos.
    O Caldas tinha o controlo da posse de bola, com Pedro Faustino a tomar a batuta do jogo ofensivo caldense. Mas a posse de bola no meio campo ofensivo não significava sufoco para a defensiva do Sp. Ideal, que só se aproximavam da baliza em três pontapés de canto e dois passes compridos aos quais Imerson chegou primeiro.
    À passagem da meia hora ainda não havia sinal que os insulares pudessem criar grande perigo, no entanto, ao minuto 32 adiantaram-se no marcador. Num livre ofensivo para o Caldas, Imerson segurou nas alturas. O contra-ataque nem foi lançado rapidamente, mas o passe comprido de Hugo Simões apanhou o Caldas ainda descompensado. A bola caiu numa zona entre Militão e Luís Paulo, mas Sèrge Brou foi mais rápido que os dois e fez golo ao levantar a bola por cima do guardião para depois finalizar de cabeça.
    O Caldas não reagiu no resto da primeira parte e José Vala mexeu ao intervalo, tirando um dos seus quatro médios para juntar Ruca a Bruno Eduardo e Hugo Neto na frente. O arranque da segunda parte foi promissor e Hugo Neto obrigou Imerson à primeira de duas boas defesas. No entanto, foi o Sp. Ideal que voltou a marcar e novamente num lance em que a defensiva do Caldas podia ter feito melhor. Entre a saída a jogar de Imerson e o golo, a bola passou por seis jogadores insulares que com 11 toques ampliaram a vantagem no marcador.
    Dois minutos depois, Luís Paulo evitou o terceiro após perda de bola do Caldas em zona proibida. Mas a partir daí o filme do jogo mudou. Em cinco minutos, Militão bisou a responder a um livre e a um canto de André Santos. Sobravam 10 minutos, o Caldas continuou à procura do golo, mas apenas um lance de Ricardo Isabelinha e Ruca esteve perto de desfazer o empate.
    No domingo, 8 de Dezembro o Caldas vai jogar com o Torreense, às 11h45, com transmissão no canal 11.

    Melhor do Caldas

    Militao 7

    Se na primeira parte ficou ligado ao lance do primeiro golo do Sp. Ideal, batido pela velocidade de Sèrge Brou, acabou por rectificar ao assinar os dois golos, ambos em lances de bola parada, que permitiram recuperar o empate e ao tirar um golo a Tiago Novato na segunda.

     

    JUVENAL, JOGADOR DO CALDAS

    Estes pontos fazem falta
    Demos dois golos de vantagem e tivemos que correr atrás do prejuízo, e felizmente tivemos a sorte de igualar a partida, faltou um golo para coroar a exibição. Pela entrega que tivemos durante o jogo e pelos lances que conseguimos criar merecíamos mais. Estas equipas mais “fracas” vêm jogar para o ponto, baixam muito as linhas, defendem com muita gente e faltam soluções. Temos que fazer um jogo mais directo, que não é o nosso modelo de jogo, mas é difícil jogar contra estas equipas. Temos obrigação de vencer em casa e há alguns jogos que não o conseguimos, são pontos que nos estão a fazer falta.

    JOSÉ VALA, TREINADOR DO CALDAS
    Alma e garra
    Cometemos um erro na primeira parte e sofremos um golo, tivemos duas oportunidades, pelo menos, em cantos e não marcámos. O golo obrigou-nos a desequilibrarmo-nos, na segunda parte mudámos para os dois pontas de lança, tentar pressionar mais e com mais profundidade dos laterais e numa transição sofremos o 2-0. Mas a equipa tem alma, tem garra e conseguimos chegar ao empate.

    A. BRANQUINHO, TREINADOR DO SP. IDEAL
    Bolas paradas
    Com 0-2 tivemos uma oportunidade para matar o jogo, não aproveitámos e depois sofremos dois golos de bola parada, situação em que sabíamos que o Caldas é forte. Não conseguimos evitar o empate, o que é uma pena porque os três pontos seriam muito bons para nós.

  • Sentidos Dinâmicos lançou livro sobre tacógrafos de Marco Neves

    Sentidos Dinâmicos lançou livro sobre tacógrafos de Marco Neves

    A empresa caldense Sentidos Dinâmicos, que actua na área da formação, principalmente para o sector rodoviário, lançou a 28 de Novembro o livro “Tudo o que precisa saber sobre tacógrafos”, da autoria de Marco Neves.
    O autor explicou que havia necessidade de compilar informação sobre este instrumento, que armazena toda a informação de viagem dos motoristas de veículos pesados, tanto de transporte de passageiros como de mercadorias, e cuja utilização é obrigatória por lei.
    Marco Neves realça que construiu este livro de modo a que possa ser “uma ferramenta de trabalho que deve acompanhar sempre o motorista”, na qual este poderá encontrar resposta para qualquer dúvida no funcionamento e utilização do tacógrafo.
    Este “é um tema complexo”, afirmou o autor durante a apresentação, que levanta dúvidas inclusivamente junto das entidades formadoras, das empresas que os têm que utilizar e até junto das autoridades. Marco Neves realçou que este livro é resultado do trabalho, dedicação e muita pesquisa realizada na área. “Os motoristas que estão connosco estão a trabalhar bem, as empresas não estão a ser autuadas, o que significa que estamos no caminho certo”, realçou Marco Neves, que lidera o departamento da Sentidos Dinâmicos dedicada a este segmento.
    Marco Neves disse que escreveu o livro como se uma formação se tratasse. As cerca de 300 páginas estão divididas por 36 capítulos referentes a diferentes temas, facilmente pesquisáveis através do índice, de modo a que seja fácil e rápido encontrar a resposta para qualquer dúvida que surja ao utilizador.
    Na apresentação, que decorreu no auditório da Junta de Freguesia de Nª. Sra. Pópulo, nas Caldas da Rainha, Joaquim Sobreiro Duarte, presidente do grupo Sentidos Dinâmicos, realçou a qualidade do trabalho que Marco Neves tem feito nesta área, na qual é “uma das principais referências a nível nacional”, referindo que este é a pessoa escolhida quando entidades como o ACT e a GNR solicitam formação na área dos tacógrafos.
    Além deste livro, a empresa lançou também uma agenda do motorista para 2020. O livro e a agenda estão à venda directamente na Sentidos Dinâmicos, podendo também ser encomendado online.

  • Há cinco concelhos do Oeste entre os 100 com melhor eficiência financeira

    Há cinco concelhos do Oeste entre os 100 com melhor eficiência financeira

    Alcobaça, Bombarral, Caldas da Rainha, Torres Vedras e Cadaval continuam a ser os cinco concelhos do Oeste entre os 100 do país com melhor eficiência financeira, segundo o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2018. Destes, apenas Alcobaça não melhorou a sua classificação em relação ao ano passado, mas no entanto, mantém-se como o melhor classificado no Oeste.

    Alcobaça continua a ser o concelho do Oeste com melhor eficiência financeira, segundo o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses referente ao exercício de 2018, publicado pela Ordem dos Contabilistas Certificados.
    A autarquia alcobacense surge no sexto lugar no ranking dos municípios de média dimensão, dois lugares abaixo do verificado no ano anterior. No ranking global, que analisa vários aspectos da gestão financeira do município, Alcobaça obteve 1370 pontos em 2000 possíveis e ocupa o 21º lugar a nível nacional.
    O segundo concelho do Oeste melhor colocado neste ranking é o Bombarral, que ocupa o 12º lugar entre os municípios de pequena dimensão com 1282 pontos – era 24º no ano passado –, surgindo 10 lugares abaixo de Alcobaça na lista dos 100 melhores do país.
    O pódio dos concelhos do Oeste fica completo com Caldas da Rainha, que também melhorou a sua prestação em relação ao exercício de 2017. Caldas surge em 23º entre os municípios de média dimensão, subindo seis lugares.
    Na lista dos 100 melhores do país surgem ainda Torres Vedras, 25º entre os concelhos de média dimensão, e o Cadaval 35º entre os de pequena dimensão.

    MAIOR INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA

    Em relação à gestão financeira da Câmara das Caldas, o anuário realça que foi dos concelhos cujo rácio de independência financeira cresceu (20,5%). O documento destaca o passivo exigível consolidado como o 15º menor de todos os concelhos do país, representando 28,11% dos rendimentos próprios. O passivo da autarquia por habitante é também o 19º mais baixo do país, cerca de 106,6 euros. Alcobaça é sexto nesta tabela, com um valor de 75,7 euros por habitante.
    Ainda em relação ao município caldense, é o 27º com maior peso de receitas provenientes de impostos, taxas e licenças, que representam 54,2% da receita. É também o 29º com maior diferença entre IMI cobrado e a cobrar caso fosse aplicada a taxa máxima. Este benefício fiscal deixou no bolso dos contribuintes caldenses 4,46 milhões de euros, o correspondente a 87 euros por habitante.
    O Bombarral é 13º entre os municípios com redução de taxa de IMI que aumentaram a receita cobrada, numa razão de 3,4%. Já Alcobaça está entre os concelhos com redução de IMI que mais reduziram o imposto cobrado, no 21º lugar com uma quebra de 4,1%, e em 11º entre os concelhos com maior diminuição de cobrança geral de IMI, com 7,4 milhões de euros, o valor mais baixo desde 2014.
    O concelho de Óbidos não surge na lista dos 100 com melhor eficiência financeira, mas é destacado como o 16º com melhor índice de cobrança de impostos por habitante, com uma média de 540 euros. Nazaré surge próximo nesta lista, três lugares abaixo, com uma média de 504 euros.
    Óbidos surge ainda como 30º entre os que têm maior independência financeira, com 67,9% de receita própria. O Bombarral tem o 9º menor volume de despesa paga em transferências correntes e subsídios, 304 mil euros, com uma redução de 7,1% em relação a 2017. É também o 20º concelho com menor volume de investimento pago – 636 mil euros -, menos 48,7% que no ano anterior. Sobral de Monte Agraço é 13º neste particular, com 490 mil euros pagos, menos 55,4% que em 2017.
    O Bombarral tem ainda o 41º menor passivo exigível entre os municípios do país, 1,93 milhões de euros.

    PROGRAMAS DE APOIO DO ESTADO

    São vários os municípios do Oeste que recorreram nos últimos anos a pelo menos um programa de financiamento do Estado. No Programa de Apoio à Economia Local (PAEL), Óbidos tem a 14ª maior dívida, com 2 milhões de euros, tendo amortizado no exercício de 2018 261 mil euros. Peniche surge três lugares abaixo com uma dívida de 1,88 milhões de euros, com 233 mil euros amortizados no ano passado.
    No Programa de Regularização Extraordinário de Dívidas ao Estado (PREDE), Alcobaça tem ainda por regularizar 120 mil euros de dívida, tendo amortizado em 2018 240 mil euros. O Bombarral amortizou no ano passado 155 mil euros e ainda deve ao Estado 103 mil euros. Já a Nazaré liquidou a dívida total, no valor de 2,8 milhões de euros. O município nazareno também concluiu o programa de Apoio Transitório de Urgência, no valor de 7,1 milhões de euros.
    O município da Nazaré surge em destaque no anuário principalmente devido à sua dívida. O concelho foi o 17º do país com maior volume de pagamento de amortizações de empréstimos (10,7 milhões de euros), e o 10º com maior volume de pagamento de juros e encargos financeiros (1,4 milhões). É ainda o 31º alargando o espectro temporal aos quatro últimos mandatos, tendo os cofres da autarquia gasto nos últimos 16 anos quase 13 milhões de euros em juros e encargos financeiros.
    Este município tem o 27º maior passivo exigível, com 34,1 milhões de euros e é o segundo entre os de pequena dimensão. A dívida total ascende a 33,4 milhões de euros, representando quase três vezes a média da receita dos últimos três anos. A autarquia nazarena tem ainda o sexto maior défice entre a despesa mais as amortizações médias e a receita corrente bruta cobrada.
    Os autores destacam que a Nazaré é o único concelho com grau de execução de receita cobrada abaixo de 50% da receita orçada, com apenas 39,8% de execução. É também aquele que tem pior relação do grau de execução de receitas liquidadas e de despesas assumidas.
    A Nazaré surge ainda com o concelho com maior prazo médio de pagamento, 841 dias. Já o Cadaval é o mais rápido a pagar no Oeste, com um prazo médio de 5 dias, o 33º melhor registo do país, acompanhado de perto por Alcobaça, que tem um prazo médio de seis dias.

  • Acompanhe o Caldas-Sp. Ideal em tempo real

    Acompanhe em tempo real o encontro entre o Caldas e o Sp. Ideal, encontro da 12ª jornada do Campeonato de Portugal – Série C, a partir das 15h00.

    Campo da Mata, Caldas da Rainha Paulo Raposo, AF Santarém Pedro Freire e Adelino Crespo

    CALDAS SC
    1 Luís Paulo
    14 Juvenal
    6 Militão (C)
    13 Gaio
    25 Farinha
    17 Paulo Inácio
    88 André Santos
    23 Pedro Faustino (85)
    94 Karim Ladi (46)
    7 Hugo Neto (69)
    9 Bruno Eduardo
    SUPLENTES
    12 Rui Oliveira
    22 Passos
    19 Marcelo
    2 Yordy
    28 Ricardo Isabelinha (69)
    10 Nuno Januário (85)
    11 Ruca (46)
    Tr. José Vala
    SP. IDEAL
    29 Imerson
    20 Gonçalo Reyes
    4 Josemar
    28 Baltazar
    15 Hugo Simões (C)
    6 Artur Santos
    14 Pereirinha (58)
    8 Dani Sousa (76)
    7 Henrique Gomes
    9 Douglas (62)
    10 Serge Brou
    SUPLENTES
    1 Anthony
    19 Rodrigo Simão
    21 Pedro Santos (76)
    22 Tiago Novato (62)
    23 Sérgio Silva (58)

    Tr. André Branquinho

    ⚽ Sérge Brou 32′, Pereirinha 58′, Militão 65′, Militão 70′
    Artur Santos 7′, Karim Labdi 10′, Pereirinha 44′, Gonçalo Reyes 71′, Dani Sousa 73′, Sérgio Silva 93′, Hugo Simões 95′

     

    Acompanhe a transmissão online via webstream do Caldas SC aqui

  • Três vitórias em cinco dias

    Três vitórias em cinco dias

    Pavilhão Rainha D. Leonor, Caldas da Rainha
    SP. CALDAS 3
    Bernardo Silva (L), Rafael Franco, Simão Teixeira (L), Kiká, Rick Costa, Everton, Galo, André Saliba; Nuno Pereira, Tomás Rocha, Paulo Pereira
    Treinador: Frederico Casimiro
    LEIXÕES 0
    Bruno Sousa, Gabriel Cardoso, Nuno Silva, Bernardo Leite, Pedro Monteiro, Alexandre Pereira, Nuno Gonçalves (L), Maksym, João Pereira; Leandro Ferreira, Francisco Rocha (L)
    Treinador: Paulo Pardalejo
    Parciais: 25-17, 25-18, 25-21

    O Sp. Caldas fez um jogo muito eficiente à rede, tanto no ataque, como no bloco

    O Sporting das Caldas pôs termo a uma série de seis derrotas e conseguiu três vitórias em de cinco dias, a última das quais com o Leixões, o que permitiu aos caldenses subir ao oitavo lugar, deixando o grupo dos últimos.
    Os caldenses começaram a semana de jornada tripla na quarta-feira, em casa com o São Mamede, equipa do caldense Afonso Reis que já chegou a liderar a tabela. A equipa de Frederico Casimiro entrou muito bem no jogo, vencendo de forma categórica o primeiro set, o que catapultou os leões para uma vitória importante por 3-1.
    No sábado os caldenses deslocaram-se ao terreno do último, o CN Ginástica, com nova entrada fortíssima a conduzir a um triunfo agora pela margem máxima.
    De regresso a casa, no domingo, o Sp. Caldas voltou a impor-se pela margem máxima. O primeiro set novamente a mostrar uma equipa determinada, eficiente e confiante. Os caldenses apresentavam uma alta eficiência -poucos erros, resultando num resultado desnivelado.
    Talvez por excesso de confiança pela diferença no resultado, mas sobretudo no desempenho, os caldenses facilitaram no início do segundo set e viram-se a perder por 0-5. Frederico Casimiro pediu um tempo técnico, mas a reacção não foi a melhor e os leixonenses mantiveram a vantagem até aos 5-10, com os caldenses a cometerem alguns erros e o Leixões, apesar da baixa estatura, a conseguir defender no bloco e no chão. A partir do segundo tempo técnico do treinador caldense, o jogo mudou radicalmente. A reviravolta chegou aos 14-13 com um parcial de 9-3, seguido por outro de 8-2 que resolveu o set que seria fechado com 25-18 sem sobressaltos.
    No terceiro set, os caldenses voltaram a baixar um pouco a intensidade, mas desta vez sem perder o controlo do set, que seguiu dividido até aos 21-19. Nessa altura os caldenses voltaram a elevar o nível do seu jogo, terminando com um parcial de 7-2 para fechar o set e o encontro.
    Os caldenses subiram assim ao oitavo lugar por troca com o Famalicense, que é o próximo adversário. Os caldenses têm um jogo em atraso com o Clube K (marcado para 8 de Dezembro), que tem por disputar três partidas.

    ERICK COSTA, JOGADOR DO SCC
    Felizes com as vitórias
    Temos trabalhado duro e lutado no dia a dia e tudo o que apresentamos dentro da quadra é fruto desse trabalho. Foi uma vitória muito importante, porque começamos o campeonato contra grandes equipas quando ainda estávamos em preparação, o que torna as coisas difíceis. Depois apanhámos equipas como o Vitória e perdemos 3-2 e com o Viana também, mas temos lutado para virar essa fase. Estamos muito felizes com estas vitórias e agora é trabalhar duro para continuar. É a minha primeira experiência fora do Brasil, a saudade de casa fica grande, mas é o nosso trabalho. As pessoas das Caldas são bem receptivas, é uma boa cidade para começar uma experiência no estrangeiro.

    FREDERICO CASIMIRO, TREINADOR SCC
    Um jogo de cada vez
    Contra o S. Mamede ganhámos e fizemos um bom jogo contra uma boa equipa. Estávamos a trabalhar bem e a expectativa era que a primeira vitória mudasse o nosso momento. Vencemos o Ginástica e contra o Leixões fizemos um bom jogo, excepto algumas desconcentrações aqui e ali. As vitórias trazem índices de confiança mais elevados, o que por sua vez nos faz acreditar mais nas nossas capacidade e assim fizemos duas boas recuperações que nos permitiram ganhar os sets. São nove pontos que nos atiram para o oitavo lugar. Temos um jogo importante com o Famalicense, queremos ganhar para cimentar a nossa posição, porque depois temos um fim-de-semana complicado que inclui o jogo com o Clube K, no qual só podemos utilizar sete jogadores e é um adversário directo. É um jogo de cada vez neste momento.

  • Olho Marinho venceu jogo intenso

    Olho Marinho venceu jogo intenso

    Pavilhão do Casal Velho
    Árbitros: André Meneses e Gonçalo Rocha, AF Leiria. Cronometrista: Nélio Almeida
    CASAL VELHO 2
    Rui Castelhano, Filipe Gonçalves, Sineta (C), Nini, Loja, Rafael Fonseca, Flávio, Luís Pedro, Pedro Ferreira, Filipe Eusébio, João Mendes, Marcelo Fernandes, Leandro Dionísio
    Treinador: Nuno Teles
    OLHO MARINHO 3
    Carlos Paulo, Paulo Fonseca, Wilson, Jander, Vítor Hugo (C), Tiago Costa, Chinoby, Osvaldo, Porfírio Leitão, Ruizinho, Luís Pina, Francisco Delgado
    Treinador: Ricardo Lobão
    Ao intervalo: 0-0
    Marcadores
    Porfírio Leitão (27’), Luís Pedro (31’), Chinoby (32’), Carlos Paulo (36’), Rafael Fonseca (40’)
    Disciplina
    Amarelo: Porfírio Leitão (18’ e 29’), Sineta (25’), Ruizinho (38’), Loja (39’)
    Vermelho: Porfírio Leitão (29’)

    Casal Velho e Olho Marinho ofereceram um grande jogo de futsal, em que nada faltou, nem mesmo polémica. Os obidenses venceram com maior eficácia no segundo tempo.
    A primeira parte ditou um duelo equilibrado, com dois conjuntos muito eficazes nas suas acções defensivas. O Olho Marinho, líder do campeonato, a mostrar-se um pouco mais ofensivo, mas o Casal Velho, que em caso de vitória podia chegar à liderança, tinha igualmente a lição bem estudada.
    Foi apenas em remates de longe por Paulo Fonseca e ao poste, e Porfírio Leitão para defesa de Rui Castelhano que o Olho Marinho conseguiu criar perigo. Mas o lance determinante da primeira parte foi mesmo o último. Após a defesa de Rui Castelhano ao remate de Porfírio, o Olho Marinho ganhou um canto com 1,9 segundos para jogar. Tempo suficiente para o Casal Velho recuperar a bola e fazer um remate que acabou no fundo da baliza de Carlos Paulo. O remate saiu depois de soar a buzina do cronometrista, mas antes do apito final do árbitro. A lei de jogo diz que o golo devia ter sido validado, mas não foi, porque o árbitro considerou que o jogo já tinha terminado.
    A segunda parte começou praticamente com o Olho Marinho a marcar, com Porfírio Leitão a receber na esquerda, a driblar para dentro e a atirar cruzado ao poste mais distante. O Casal Velho cresceu a meio da segunda parte e empatou com um remate de longe de Luís Pedro. No entanto, na resposta o Olho Marinho voltou ao comando com uma grande combinação de Chinoby com Paulo Fonseca, uma tabela a toda a largura do campo que abriu a defesa do Casal Velho.
    Com a equipa da casa a ter dificuldades e pouco tempo para reagir à nova desvantagem, a cinco minutos do final Nuno Teles apostou no 5×4, mas quase de imediato sofreu o terceiro golo, apontado pelo guarda-redes Carlos Paulo de baliza a baliza.
    Mas a estratégia da equipa da casa manteve-se, Rafael Fonseca reduziu já dentro do último minuto, num livre de 10 metros. E depois manteve a pressão para forçar um erro ao Olho Marinho, que não cedeu.

    NUNO TELES, TREINADOR DO CASAL VELHO
    Vamos lutar com muita raça
    Estava em jogo podermos subir inclusivamente a primeiro e jogando em casa tínhamos ambição de ganhar, mesmo sendo o Olho Marinho uma equipa muito forte. Foi um jogo disputado, resolvido por pormenores. A nível defensivo estivemos muito bem, mas cometemos alguns erros em alturas cruciais e houve alguns lances duvidosos que talvez pudessem ter equilibrado para o nosso lado. A equipa está motivada, os nossos objectivos estão bem delineados desde o início da época. Queremos andar nos primeiros lugares e vamos lutar com muita raça e querer a cada jogo para o conseguirmos. Temos um misto de jogadores da zona com outros formados no clube, o que deve ser valorizado.

    RICARDO LOBÃO, TREINADOR DO OLHO MARINHO
    Queremos estar na segunda fase
    Viemos impor o nosso jogo, tivemos bastante posse de bola, defendemos dessa forma bem a nossa baliza e criámos situações de golo. O resultado foi nivelado, o adversário valorizou a nossa prestação, mas vínhamos para ganhar e conseguimos. Queremos atingir objectivos intermédios que se conquistam jogo a jogo para estar nas posições cimeiras no final da fase regular e estar na segunda fase. Este grupo está a trabalhar muito e são os jogadores que estão a cumprir pela forma como representam a região, o Olho Marinho e pelos espectáculos que dão. Tentamos jogar um futsal positivo, no qual queremos ter a bola e dar bom espectáculo, porque temos uma equipa forte em termos individuais que joga muito no colectivo.

  • Oralplan lança centro de formação em medicina dentária digital

    Oralplan lança centro de formação em medicina dentária digital

    O Grupo Oralplan vai iniciar em Janeiro de 2020 a actividade do seu novo centro de formação para a medicina dentária nas Caldas da Rainha, que vai preparar profissionais do sector para a era digital.
    Criar um centro de formação já era um dos desígnios da empresa quando se mudou para o antigo edifício da J. L. Barros, há cerca de ano e meio. Agora o Oralplan Dental Training Center vê a luz do dia através de uma parceria com Pedro Freitas, técnico de prótese dentária com 30 anos de prática e mais de 10 anos dedicados à formação de médicos dentistas e técnicos de prótese dentária.
    Cassis Clay, proprietário do grupo Oralplan, afirma que esta será “a nossa escola do futuro, uma vez que nasceu na era da medicina dentária digital”. O centro de formação pretende, precisamente, preparar os profissionais do sector para a crescente digitalização da medicina dentária. Cassis Clay nota que, actualmente, a actividade encontra-se num “universo híbrido”, no qual ainda se trabalha com métodos analógicos, ao passo que algumas clínicas já adoptam sistemas digitais. Estes sistemas permitem não só diagnosticar, como criar soluções através de impressão 3D de restaurações, aparelhos ou implantes dentários.
    Pedro Freitas assinala que este é “um projeto bastante ambicioso e aliciante”. Além da transição para o digital, o centro pretende apoiar os profissionais às inovações técnicas das mais diversas áreas da medicina dentária, através de grandes nomes do sector provenientes de Portugal, Espanha e Brasil.
    O Oralplan Dental Training Center já tem o seu calendário anual definido, com início em Janeiro do próximo ano. Serão realizadas 18 formações nas mais variadas áreas da medicina dentária. Os cursos são direcionados a médicos dentistas, técnicos de prótese dentária, assistentes dentárias e higienistas orais.
    O centro de formação tem capacidade para 30 alunos em sala de aula e está dotado de condições para transmitir cirurgias em directo e realizar aulas práticas em gabinetes. Com este projecto, o grupo Oralplan pretende “contribuir para o desenvolvimento da medicina dentária em Portugal”, afirma Cassis Clay.
    Criado em 2008 com o objectivo de ser um dos pioneiros em tecnologia digital, o grupo é formado pela Oralplan Clínica Dentária, pelo laboratório digital interno Oralplan Inlab 3D Concept e agora pelo Oralplan Dental Training Center. No segundo trimestre de 2018 abriu novas instalações nas Águas Santas, junto ao nó de acesso à A8, com um investimento que rondou meio milhão de euros, onde desenvolve toda a sua actividade. J.R.

  • Apresentação de livro solidária com a CRAPAA

    No próximo dia 7 de Dezembro, será apresentado a nova obra do projecto Fora do Livro, na Loja do Sr. Jacinto – situada na Rua Dr. Miguel Bombarda nas Caldas da Rainha. Este é um evento solidário com a associação de protecção animal caldense CRAPAA.
    “O meu coração palpitou, saltou e pulou!” é o terceiro livro do projecto Fora do Livro, que nasceu em 2015 nas Caldas da Rainha com a contadora de histórias Ana Luísa Faro. No ano seguinte, Barbara Annes, Dulce Nunes e Joana Carlos deram continuidade aos contos com a edição do primeiro livro, “Caracócegas”, secundado em 2018 por “O menino e um cavalo”.
    “O meu coração palpitou, saltou e pulou!” conta o dia de um menino passado num canil, que conduzido pela sua imaginação vive um dia cheio de aventuras ao mesmo tempo que aprende o significado da palavra voluntariado.
    Durante o evento, metade do valor das vendas realizadas reverte para ajudar a CRAPAA nas despesas com os patudos que tem à sua guarda.

  • Cinco bolos Rei da região entre os melhores do país

    Cinco bolos Rei da região entre os melhores do país

    Cinco bolos da região foram medalhados no oitavo Concurso Nacional do Bolo Rei Tradicional Português, que decorreu no passado dia 19 de Novembro no CNEMA, em Santarém.
    Dois dos bolos da região que se apresentaram a concurso receberam medalhas de ouro, correspondentes ao primeiro lugar. Assim, o Bolo Rainha da padaria Pão da Vermelha (Cadaval), e o Bolo Rei Escangalhado – variante que junta os frutos secos e cristalizados aos doces de ovos e gila – da Padaria e Pastelaria Modelo, da Benedita (Alcobaça) foram considerados os melhores do país.
    A padaria Pão da Vermelha viu ainda mais duas das suas criações galardoadas, com a medalha de prata do segundo lugar, nomeadamente o Bolo Rei e o Bolo Rei Escangalhado.
    Com uma medalha de prata foi ainda distinguido o Bolo Rei da Confeitaria a Lenda, também da Benedita.
    A iniciativa é organizada pela Qualifica/oriGin Portugal, com missão de promover e valorizar a tradicional doçaria desta época do ano.

  • O Pai Natal chegou às Caldas com entusiasmo

    O Pai Natal chegou às Caldas com entusiasmo

    O Pai Natal chegou no passado sábado às Caldas da Rainha e foi recebido com euforia pelas crianças que já sonham com os presentes que querem abrir no dia de Natal. Este ano a chegada foi de avioneta e veio da Lapónia até trazendo um pouco de neve para ajudar a criar o ambiente natalício.
    10h30 era a hora marcada para o início da Grande Parada que iria acolher o velhinho São Nicolau na sua chegada às Caldas e, por essa altura, já se encontravam muitas crianças, quer junto à árvore de Natal gigante, quer na Rua Dr. Miguel Bombarda, onde a casa que o alojará durante a estadia nas Caldas está situada.
    A parada começou na Avenida 1º de Maio com o início do desfile de alguns dos figurinos, mas foi na Rua Heróis da Grande Guerra que a animação se iniciou verdadeiramente, com a chegada efectiva do Pai Natal.
    Centenas de miúdos e graúdos preenchiam o percurso e tornavam difícil e lento o avanço da parada, uma vez que todos queriam ter um registo fotográfico do momento. Atrás do Pai Natal e da sua avioneta vinham os duendes, soldadinhos de chumbo, pais natal de bicicleta, os bombos da ETEO, o grupo Superflash e mais alguns figurantes que davam outro colorido e animação ao evento.
    Junto à casa, depois de terminado o desfile, centenas de pessoas mantiveram-se ali para ouvir o discurso de boas-vindas ao Pai Natal pelos presidentes da ACCCRO, Luís Gomes, e da autarquia caldense, Tinta Ferreira, e do próprio Pai Natal às crianças caldenses.
    Depois da actuação das Superflash, grupo de dança do Arneirense, as crianças foram brindadas com neve artificial e puderam tirar as primeiras fotografias com o Pai Natal e fazer os primeiros pedidos de presentes. O Pai Natal pode ser visitado na sua casa na Rua Dr. Miguel Bombarda aos sábados e domingos até ao dia de Natal, entre as 11h00 e as 19h00.
    Este sábado, dia 30 de Novembro, a programação de Caldas, Rainha do Natal, continua com a inauguração da pista de patinagem no gelo, no largo do CCC. A pista abre logo pela manhã, mas a inauguração será a partir das 16h00 e inclui um espectáculo com a cantora caldense Rebeca. O dia inclui também animação infantil e musical junto à casa do Pai Natal e também música itinerante pelas ruas da cidade entre as 17h00 e as 19h00.

    Centenas de pessoas assistiram à chegada do Pai Natal às Caldas
  • Caldas da Rainha é o 39º concelho com melhor índice de poder de compra

    Caldas da Rainha é o 39º concelho com melhor índice de poder de compra

    Há três concelhos do Oeste entre os 50 com melhor índice de poder de compra e um deles é o das Caldas da Rainha, que surge em 39º. Sobral de Monte Agraço é dos concelhos da região o melhor colocado na lista e o único acima da média nacional. O Oeste manteve em grosso modo os índices de há dois anos, mas perdeu um lugar para o Cávado e encerra agora o top 10 entre as 22 regiões do país.

    O topo da lista é ocupado por Lisboa e Porto, tanto ao nível dos concelhos, como das regiões, através das suas áreas metropolitanas. Em Lisboa, o índice per capita é mais do dobro da média nacional, enquanto no Porto é superior em mais de 50%.
    Isto significa que, se se equiparasse o valor das despesas de cada pessoa em todo o território nacional, em média, cada lisboeta teria mais 119,63 euros para gastar do que a média nacional, enquanto cada portuense teria mais 57,82 euros.
    Os concelhos que ocupavam os 10 primeiros lugares deste estudo realizado pelo INE (com os dados económico-financeiros de 2017), são os mesmos que no estudo realizado há dois anos em relação a 2015. E entre eles houve apenas uma troca, com Faro a passar Sines no quinto lugar. A região Centro coloca neste top 10 Coimbra e Aveiro.
    Já o Oeste tem que descer à posição 26 para encontrar o seu primeiro representante, Sobral de Monte Agraço. Este é o único município do Oeste, localizado nos arredores de Lisboa, onde o índice de poder de compra é 3,37%, superior à média nacional, com um ligeiro aumento em relação ao estudo anterior, realizado com os dados de 2015.
    O segundo concelho do Oeste é Caldas da Rainha, que caiu um lugar e surge em 39º, com um índice de 98,05. Além de ter perdido um lugar, Caldas também está ligeiramente mais afastado da média nacional, já que no estudo divulgado em 2017 tinha um índice per capita de 98,25, tendo superado o valor 100 em anos anteriores.
    O Oeste vê ainda Torres Vedras no top 50. O concelho torriense operou uma subida de 13 lugares para 47º, e melhorou o seu indicador de 93,21 para 95,29.
    Quase todos os concelhos da região surgem na primeira metade da tabela, menos Óbidos, que baixou de 147º para 158º, e o Cadaval, que perdeu nove lugares e surge em 203º.
    De registar ainda a melhoria do Bombarral, que escalou 15 lugares em relação ao estudo realizado há dois anos.
    Globalmente, o Oeste aproximou-se da média nacional, mas perdeu um lugar entre as regiões com maior poder de compra e surge em 10º, por troca directa com o Cávado.

    MAIS PERCENTAGEM DO PODER DE COMPRA

    Apesar de ter piorado ligeiramente o seu índice de poder de compra face à média nacional, Caldas da Rainha melhora a sua percentagem do poder de compra. O concelho surge em 48º a nível nacional, subindo dois lugares face ao estudo de há dois anos, com 0,492% do poder de compra total do país. Isto significa que, se 100 mil euros fosse todo o dinheiro que os portugueses têm para gastar, 492 euros estariam no concelho caldense.
    No Oeste, apenas Torres Vedras se encontra à frente das Caldas, com uma percentagem de 0,727. No entanto, este concelho aumentou a sua liderança na região, uma vez que nas Caldas a percentagem subiu apenas duas milésimas, contra as 25 milésimas de Torres Vedras.
    Alcobaça, Alenquer e Peniche surgem igualmente no top 100 neste particular. Óbidos é o concelho do Oeste com menor percentagem do poder de compra, 0,086%.
    O Oeste apresenta 3,1% do poder de compra nacional, contra os 3,08% de há dois anos e é a sétima melhor região da lista. Mais de metade do poder de compra nacional está nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto.

    PESO DO TURISMO A CRESCER

    Outro aspecto sobre o qual o estudo do poder de compra concelhio do INE se debruça é o Factor de Dinamismo Relativo, que mede o poder de compra de manifestação irregular (ou sazonal), associada aos fluxos turísticos. Neste particular, o Oeste continua a colocar a Nazaré e Óbidos dentro do top 15 nacional. Ambos os concelhos melhoraram estes seus indicadores – embora mantenham as suas posições -, o que reflecte o aumento das verbas gastas nestes territórios pelos turistas estrangeiros.
    Nazaré e Óbidos encontram-se no 12º e 13º lugares. À sua frente encontram-se 10 concelhos do Algarve e Grândola, do Alentejo Litoral. Peniche e Lourinhã também surgem nos 50 primeiros neste indicador.
    No Factor de Dinamismo Relativo, o Oeste encontra-se em quarto lugar do ranking, atrás de Alentejo Litoral, Alto Minho e Alto Tâmega.
    Para realizar este estudo, o INE tem em consideração o rendimento bruto declarado, o IRS, os valores das compras, pagamentos de serviços e levantamentos nacionais e internacionais na rede multibanco, a remuneração dos trabalhadores por conta de outrem, os veículos vendidos, o volume de negócios das empresas a retalho e da restauração, e ainda os valores de compra e venda de imóveis, assim como o IMT e o IMI.

  • Softpack melhora presença online e prepara novos produtos

    Softpack melhora presença online e prepara novos produtos

    A Softpack, empresa sedeada no Parque Tecnológico de Óbidos responsável pelo software de facturação Gestwin, lançou um conjunto de novos sites que, além de actualizarem a imagem institucional da empresa, vêm melhorar a relação da empresa com os seus clientes, tanto os de revenda como os utilizadores do seu software.
    O novo site – em softpack.pt -, integra uma área restrita para os clientes que será uma ferramenta privilegiada de comunicação e partilha de recursos. Nesta área os revendedores passam a poder fazer a gestão dos seus clientes, nomeadamente o processo de renovação de licenças.
    A empresa lançou igualmente um novo site para o seu software de facturação Gestwin, com versões para o mercado português em gestwin.com.pt, assim como para os mercados angolano, moçambicano e cabo-verdiano. Esta página tem como objectivo potenciar a captação de clientes com base nas newsletters enviadas pela empresa para as redes sociais e novos clientes.
    A Softpack lançou ainda um terceiro website (easytech.comerciointegrado.pt), que vem reforçar a ligação da empresa obidense com a cadeia Staples. Esta página está interligada com a loja online da Staples e recebe os seus visitantes que revelem interesse em alguma das soluções baseadas no Gestwin. Na nova página o cliente pode iniciar a compra, que depois é processada pela loja.
    O corrente ano está a revelar-se positivo para a Softpack, que no final de Outubro apresenta um crescimento acumulado de 27% em relação a igual período do ano passado. A empresa adianta que o crescimento assenta na venda de hardware, apoiada por uma subida de 19% das vendas de novas licenças do programa Gestwin e do crescimento de 6% nas renovações de licenças anuais.
    O lançamento de novas versões do Gestwin e Gestwin POS previstas para 2020 “abrem boas perspetivas para continuar a aumentar o número de empresas utilizadoras do nosso software”, refere a empresa. Neste momento, a Softpack conta com 12 mil clientes em Portugal, Angola, Moçambique e Cabo Verde.
    Ainda no passado mês de Outubro a empresa deu outro passo importante para o seu crescimento, com a formalização da escritura de compra do lote que permitirá iniciar em breve a construção do seu edifício-sede no Parque Tecnológico de Óbidos.

  • Janela Digital lança tecnologia revolucionária para o mercado imobiliário

    Janela Digital lança tecnologia revolucionária para o mercado imobiliário

    O Grupo Janela Digital, que tem sede no Parque Tecnológico de Óbidos, lançou um novo serviço que se assume como o mais avançado sistema de acompanhamento e monitorização do mercado imobiliário, o Infocasa.
    Segundo avançou a empresa, o sistema baseia-se num inovador processo de machine learning e permite aos profissionais do sector imobiliário encontrar a mais completa base de dados de imóveis disponíveis no mercado, com informação transparente, actualizada e sem duplicações. O sistema permite igualmente acompanhar todas as alterações dos imóveis que compõem o portefólio do profissional e dos seus concorrentes, bem como violações aos contratos de exclusividade.
    “O conhecimento destes critérios revela-se num elemento acelerador do processo de comercialização dos imóveis”, afirma a empresa, acrescentando que o Infocasa já garantiu a preferência de empresas de referência, como a JLL, Quintela & Penalva ou HomeLovers.
    O produto é direccionado para mediadores, consultores e outros agentes do sector imobiliário e reúne um conjunto de valências diferenciadoras que o posicionam como um serviço pioneiro tecnologicamente, nomeadamente o perfil da agência, os alertas de pesquisa ou os relatórios de mercado detalhados. Em poucos cliques, o profissional imobiliário consegue obter uma caracterização pormenorizada da carteira de imóveis e da actividade dos seus concorrentes, assim como identificar quais dos seus imóveis estão a ser comercializados por estes a valores mais baixos.
    O Infocasa permite ainda definir alertas de imóveis de particulares para efeitos de angariação e também a monitorização em tempo real dos imóveis que entram e saem do mercado.
    Segundo a Janela Digital, “o Infocasa reduz exponencialmente o tempo dedicado à pesquisa de imóveis disponíveis” e os seus relatórios de mercado “permitem ao mediador ajustar a sua estratégia de comercialização, fornecendo-lhes dados exclusivos e pertinentes para negociação”.
    O Infocasa foi lançado no passado mês de Outubro pela RedeCasa no Sação do Imobiliário de Lisboa, e foi o resultado do trabalho da mesma equipa que desenvolveu o CRM imobiliário líder em Portugal, o eGO Real Estate, utilizado por mais das três mil empresas de mediação imobiliária.
    Ao mesmo tempo que apresenta o Infocasa, a Janela Digital adianta que para breve lançará um conjunto novidades pioneiras neste tipo de plataformas, assim como a expansão da plataforma a nível internacional com a abordagem ao mercado espanhol. J.R.

  • De Corpo e Alma, um gabinete de estética junto ao CCC

    De Corpo e Alma, um gabinete de estética junto ao CCC

    Abriu em meados de Agosto um gabinete de estética na rua Dr. Leonel Sotto Mayor, junto ao CCC. De Corpo e Alma é o nome do estabelecimento onde Paula Ferreira quer proporcionar às suas clientes bem-estar físico e também interior.
    Paula Ferreira trabalha na área da estética há cerca de 10 anos mas até aquela altura sempre em parceria com salões de cabeleiro. Foi o incentivo das suas clientes que a levou a apostar em ter um espaço próprio. A principal vantagem, além de assim poder ter um espaço montado à sua imagem, é o ambiente mais tranquilo e relaxante que consegue proporcionar.
    Os serviços disponibilizados são os de estética geral, nomeadamente depilação, epilação, manicure, pedicure, entre outros.
    O espaço está dividido em três áreas distintas, uma para a manicure, outro para a pedicure, ambos abertos mas que respeitam a privacidade para o exterior, e um gabinete fechado para os tratamentos de corpo e rosto. A decoração foi pensada para ajudar a criar um ambiente relaxante.
    Além dos tratamentos de estética, o De Corpo e Alma disponibiliza terapias holísticas, numa parceria com Zita Monteiro. “Complementa a minha filosofia, que assenta, além de tratar do corpo, cuidar da alma interior da pessoa”, refere Paula Ferreira.
    A localização da loja foi escolhida, em parte, por se tratar de uma localização que centraliza “grande parte da carteira de clientes” de Paula Ferreira, mas também por se tratar de uma rua com acesso e estacionamento fácil, além de ser uma das artérias com mais movimento da cidade.
    Paula Ferreira não divulgou o montante investido na abertura do seu negócio, que criou o seu próprio posto de trabalho.

  • Utilização de antibióticos sem prescrição em animais de companhia é preocupante

    Utilização de antibióticos sem prescrição em animais de companhia é preocupante

    A Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica de Medicamentos Veterinários (APIVET) alertou por ocasião do Dia Europeu do Antibiótico para a importância de usar antibióticos com autorização de venda e com prescrição.

    A resistência aos antibióticos é uma preocupação mundial, não só no que respeita à saúde humana, mas também à saúde animal. Essenciais no tratamento de doenças, os antibióticos são uma ferramenta com benefícios reais, mas o seu uso deve ser responsável, não só nos animais de produção, mas também nos de estimação. O alerta é feito pela APIFVET – Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica de Medicamentos Veterinários, no âmbito do Dia Europeu do Antibiótico, assinalado no passado dia 18 de Novembro.
    Para o presidente da associação, Jorge Moreira da Silva, acresce a esta preocupação “a automedicação e a venda sem receita médico-veterinária de antibióticos para animais de companhia nalguns estabelecimentos.”
    De acordo com a legislação da União Europeia, o uso de antibióticos em animais só é possível através de prescrição do médico veterinário, mas tal não acontece em alguns casos, pelo que “importa sensibilizar os donos de animais e os próprios estabelecimentos para que respeitem esta indicação”, refere Jorge Moreira da Silva, que alerta ainda que “só se devem usar antibióticos que tenham autorização de venda para animais de companhia e com prescrição do médico veterinário”.
    Além disso, os donos devem respeitar as indicações de toma, garantindo que os animais recebem a dose ideal prescrita, pelo tempo necessário, sob pena de colocar em causa a eficácia do tratamento.
    Sobre o uso responsável de antibióticos no tratamento de doenças bacterianas em animais de estimação e produção, o presidente da APIFVET explica que “isto pressupõe o uso do antibiótico certo, na doença e altura certas, na quantidade e duração certas e, no caso dos animais de produção, respeitando-se os intervalos de segurança [tempo que medeia entre o último dia de administração do medicamento e o dia em que o produto pode ser consumido sem perigo para o ser humano]”.
    Em Portugal, segundo o relatório da European Surveillance of Veterinary Antimicrobial Consumption, existe uma diminuição do consumo de antibióticos em animais de produção, uma tendência que Jorge Moreira da Silva diz que deve ser mantida, através do aumento das medidas de bio-segurança e a utilização de mais medicamentos veterinários biológicos. A prevenção é também um caminho eficaz para garantir um uso controlado de antibióticos, o que passa pela vacinação dos animais, a higiene do animal e do seu espaço, boa nutrição e cuidados médico-veterinários regulares.
    Quanto à preocupação face à resistência antimicrobiana, a APIFVET partilha da opinião que esta questão deve ser enfrentada através de uma abordagem de saúde única, envolvendo os diferentes sectores que ligam a saúde animal, à humana e ambiental, “uma vez que todos estão interligados”.

  • Circulação no IP6 é normalizada amanhã

    Circulação no IP6 é normalizada amanhã

    A Infraestruturas de Portugal anunciou que a circulação no IP6 será reposta em duas vias nos dois sentidos amanhã, 27 de Novembro, até ao final da manhã, após a conclusão dos trabalhos de consolidação do troço junto ao viaduto do Olho Marinho.

    A empreitada, num investimento de 2,5 milhões de euros, teve início a 11 de Junho deste ano e envolveu a reparação de duas zonas do IP6 junto ao encontro do Viaduto do Olho Marinho, ao quilómetro 13,670 e na zona de aterro entre o quilómetro 14,100 e o quilómetro 14,430.

    Com a concretização desta obra e a remoção do actual condicionamento rodoviário, fica assegurada a reposição integral das condições de mobilidade e segurança no trajecto entre Peniche e Óbidos através do IP6. Durante mais de dois anos a circulação no sentido A8 – Peniche fez-se por basculação para a via do sentido contrário, o que causou transtornos sobretudo nos períodos de Verão.

  • Não houve facilidades em casa do último

    Não houve facilidades em casa do último

    Num jogo marcado por alguns erros defensivos os alvinegros tiveram que saber reagir a duas desvantagens, com os dois golos a surgirem de pontapés de canto.

    Estádio Municipal de Condeixa-a-Nova
    Árbitro: Nuno Filipe, AF Lisboa
    Assistentes: Rafael Massano e Pedro Pinto
    CONDEIXA 2
    Vítor Nogueira; Tony Silva, Wilson, Mateus Lima e Bruno Beato; Ailton Tavares, Teles (João Olavo 84) e André Jorge (C) (Paulo Matos 75); Jaisen Clifford (Leo Teixeira 65), Didi e Rui Pereira
    Não utilizados: Titinho, Tiago Crachat, Juan Leite, Alhassane Suraj
    Treinador: Pedro Ilharco

    CALDAS 2
    Luís Paulo [7]; Juvenal [6], Militão [6] (C), Gaio [6] e Farinha [7]; Paulo Inácio [7] (Karim [4] 79), Yordy [6] (Januário [6] 46), Pedro Faustino [6] e André Santos [7]; Ruca [6] (Bruno Eduardo [4] 67) e Hugo Neto [6]
    Não utilizados: Rui Oliveira, Passos, Marcelo, Ricardo Isabelinha
    Treinador: José Vala
    Ao intervalo: 1-1
    Marcadores
    André Jorge (13), Hugo Neto (30), Didi (76), Farinha (84)

    Disciplina
    Amarelos: Rui Pereira (59), Farinha (72)

    Num campeonato tão equilibrado não há jogos fáceis, nem mesmo quando se trata do último classificado. O Condeixa somava quatro derrotas, duas em casa pela margem mínima e outras duas fora por dois golos, significado de que a classificação poderia não espelhar totalmente a valia da equipa.
    O Caldas entrou no jogo regressando ao sistema de 4-4-2 com quatro médios interiores. O objectivo seria dar à equipa maior capacidade de luta (num terreno inicialmente com muita água) e de posse de bola. No entanto, o plano não saiu como esperado e os três médios do Condeixa, ajudados de forma frequente por Jaisen, conseguiam manter o jogo controlado.
    As coisas pioraram ao minuto 13 para os alvinegros, quando Gaio terá sido traído pela água acumulada e perdeu a bola em zona proibida para Rui Pereira. O extremo serviu Didi, Luís Paulo negou o golo com uma grande defesa, mas André foi rápido a acompanhar o lance e marcou na recarga. Este foi o primeiro de alguns deslizes defensivos dos caldenses, mas que acabou por ser o único com efeitos práticos.
    O Condeixa apertou ainda mais os espaços, dificultando ainda mais o jogo ao Caldas, que não conseguia entrar nas zonas de perigo com a bola controlada, mas empatou num lance de bola parada. Canto de André Santos, Yordy fez um primeiro desvio e Hugo Neto atirou para o golo.
    Para a segunda parte, José Vala voltou ao 4-3-3 com a troca de Yordy por Januário. No entanto, o jogo continuou pouco esclarecido, com alguns lances de perigo a surgirem de forma esporádica. Primeiro o Caldas, com Gaio a servir Farinha na área, valendo o corte de Wilson. Do outro lado Luís Paulo voltou a brilhar num cabeceamento de Mateus Lima. Mas pouco depois o Condeixa marcou mesmo.
    O Caldas teve que forçar tudo e conseguiu a igualdade novamente na sequência de um canto, salvando um ponto.

    Melhor do Caldas

    Melhor do Caldas Farinha 7

    Farinha 7

    Embora o segundo golo do Condeixa tenha surgido de um cruzamento pelo seu corredor, foi o defesa que passou mais incólume a uma tarde pouco inspirada do sector mais recuado, além de ter acrescentado muito ao ataque, protagonizando um dos melhores lances do primeiro tempo e o golo do empate.

    LUÍS PAULO, JOGADOR DO CALDAS
    Erros pagam-se caro


    Estamos num campeonato muito competitivo, em que o primeiro pode perder com o último. Podemos ter um pouco mais de atitude e subir um pouco mais a equipa, acho que nos faltou isso, fomos uma equipa muito curta, não roubámos tanto a bola à frente e isso causou-nos mais dificuldades porque estávamos muito recuados e o Condeixa foi criando situações de perigo em erros novos, que a este nível se pagam caro.

    JOSÉ VALA, TREINADOR DO CALDAS
    Tivemos que reagir
    Nenhuma equipa se conseguiu superiorizar. A primeira parte foi mais equilibrada e com menos intensidade. Na segunda houve algumas oportunidades para ambas as equipas, com o Condeixa muito forte na frente e nós a cometermos alguns erros que felizmente não têm sido comuns. Tivemos que reagir aos golos e os últimos minutos a ambição de querer ganhar não nos pode desequilibrar e desequilibramo-nos, sujeitos a sair daqui sem pontos. Mesmo empatando ganhámos pontos a adversários que estavam junto a nós.

    PEDRO ILHARCO, TREINADOR DO CONDEIXA
    Perdemos dois pontos
    As duas equipas procuraram ganhar, conseguimos aproveitar alguns espaços que o Caldas nos foi dando. A nossa estratégia passava por aproveitar o posicionamento dos jogadores do Caldas na nossa recuperação de bola para sair em ataque rápido, conseguimos fazê-lo com frequência, mas não conseguimos concretizar e assim é difícil ganhar, perdemos dois pontos.

  • Lucro da Corrida P’la Vida vai ajudar a embelezar a nova ala pediátrica do CHO

    Lucro da Corrida P’la Vida vai ajudar a embelezar a nova ala pediátrica do CHO

    A 10ª edição da Corrida P’la Vida, iniciativa de cariz solidário organizada pela União de Freguesias de Nª Senhora do Pópulo, Coto e S. Gregório, realiza-se a 7 de Dezembro e o valor apurado será doado à Liga dos Amigos dos Centro Hospitalar das Caldas da Rainha, que irá aplicar a verba no embelezamento da nova ala pediátrica do hospital caldense.
    Manuela Paula, coordenadora do voluntariado da Liga, disse na apresentação do evento que “a urgência pediátrica precisa de grandes equipamentos e, para termos um serviço digno, é preciso alegrar o espaço e a verba que nos for atribuída será dedicada a esse fim”.
    Todos os anos a corrida que tem lugar bem no coração das Caldas da Rainha, iluminada pelas luzes de Natal, tem este fim solidário, tendo já contribuído para ajudar a actividade de várias associações de cariz social de âmbito nacional e local.
    “A Liga tem desenvolvido um trabalho fantástico em substituição das entidades públicas, e faz um acompanhamento mais humano a quem precisa”, observou o presidente da união de freguesias, Vítor Marques.
    Também o presidente da Câmara das Caldas – que é parceira na organização da prova -, disse estar satisfeito com a escolha da Liga dos Amigos do Hospital como associação a apoiar na edição deste ano. “Apelei no 15 de Maio para que as empresas se juntassem para ajudar a equipar o hospital. Infelizmente o governo não tem capacidade para o fazer, mas a sociedade civil não pode ficar de braços cruzados”, afirmou, acrescentando estar igualmente satisfeito por saber que a verba seria aplicada para melhorar o ambiente da urgência pediátrica.
    Tinta Ferreira pediu paciência aos munícipes pelos condicionalismos que a prova vai trazer ao trânsito na cidade, que se junta aos que já existem por via das obras que estão a decorrer. No entanto, observou que esta é uma prova importante, que já consta do calendário das corridas de rua de final de ano e que traz muitas pessoas à cidade, com potencial para dinamizar o comércio.
    A corrida tem lugar às 18h30 de 7 de Dezembro, sábado, e tem limite de 500 inscrições. Estas podem ser feitas no portal lap2go.com. Antes, às 17h00, tem lugar uma caminhada e às 17h30 a corrida jovem. J.R

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