Autor: Joel Ribeiro

  • Concentração de produtores pode aumentar competitividade nas exportações de fruta

    Concentração de produtores pode aumentar competitividade nas exportações de fruta

    Para os sectores da fruta e dos legumes continuar a crescer nas exportações é necessário ganhar competitividade e isso depende de uma maior concentração ao nível das organizações de produtores. Esta foi a principal conclusão das Conversas de Exportação, um workshop que decorreu no CCC no passado dia 6 de Novembro, promovido pelo Crédito Agrícola e pela Portugal Fresh.
    Os responsáveis da Frutalvor, Carla Simões, da Lusopera, João Alves, da Horta Pronta, Carlos Marques, da Granfer, Hélio Ferreira, e da Portugal Fresh, Gonçalo Andrade, defendem que o sector que comunicar mais e melhor as suas características

    Durante a mesa redonda das “Conversas de Exportação”, que juntou responsáveis de quatro das maiores empresas e organizações de produtores da região, assim como da intervenção de Gonçalo Andrade, presidente da Portugal Fresh, o principal tema foi a concentração que é necessária para que os produtos nacionais possam chegar à mesa de mais consumidores no estrangeiro, com capacidade para se bater com os produtos locais.
    Gonçalo Andrade começou por falar da tendência de crescimento que se estima para os sectores da fruta e dos legumes, que podem duplicar até 2030 com a ajuda dos mercados emergentes, como a Ásia e a Oceania. “China, Índia, Indonésia, EUA, Brasil e México são mercados a explorar”, afirmou.
    O presidente da Portugal Fresh, que foi criada justamente para dinamizar as exportações destes tipos de produtos, disse que para ganhar competitividade no estrangeiro é necessária maior cooperação empresarial, de modo a “concertar oferta e aumentar o poder negocial”. Gonçalo Andrade deu como um bom exemplo a operação da Pera Rocha com o Lidl para a Alemanha, que começou em 2015 com 2,4 toneladas e em 2019 atingiu as 9,1 toneladas.
    Outro dado importante que o presidente da Portugal Fresh deu a conhecer foi que, em Portugal, 25% do volume de negócios na fruta e nos legumes é feito por organizações de produtores, muito abaixo da média europeia. Em volume de negócios, as organizações de produtores registaram 54 milhões de euros em Portugal, enquanto na Bélgica atingiu os 139 milhões.
    Carla Simões, gestora da Frutalvor (das Caldas da Rainha), também defende que um dos desafios para as organizações, no que à exportação diz respeito, é criar níveis de organização superiores. Com os actuais níveis de concentração “não podemos ser competitivos no mercado mundial”, afirmou, acrescentando que isso implica inclusivamente ao nível da logística de embalamento, onde é preciso reduzir custos. “Precisamos de equipamentos tecnológicos que não podemos comprar para os níveis de produção que temos hoje”, disse. Hélio Ferreira, gerente da Granfer (Óbidos), defendeu a mesma ideia, sublinhando que aumentaria a rentabilidade ter uma empresa ou entidade para fazer toda a logística de embalamento da maçã e da pera do Oeste.
    Também João Alves, da Lusopera (Bombarral), defendeu a concentração para melhor atacar os mercados externos, com um exemplo prático. A empresa foi uma das pioneiras a exportar pera para o Brasil, mercado onde a fruta do Oeste está a sentir mais dificuldades para manter os níveis de vendas. João Alves disse que há cerca de 40 produtores a exportar para aquele país, cada um por si, e que isso está a causar depreciação num produto já afectado pelas questões cambiais e políticas. “É necessário replicar a operação com o Lidl da Alemanha, ou seja, ter uma entidade para abordar conjuntamente o mercado”, referiu.
    Carlos Marques, da Horta Pronta (Peniche), aconselhou os produtores que querem iniciar processos de exportação a juntarem-se a quem já exporta, fazendo assim crescer o negócio de ambos.

    MAIOR PROMOÇÃO

    Outra questão defendida na mesa redonda daquele workshop foi a necessidade de comunicar melhor as características dos produtos e da produção nacional.
    Carla Simões diz que as frutas e os legumes vendem, porque são produtos que toda a gente consome, no entanto, para concorrer nos mercados estrangeiros com a produção local os produtos nacionais têm que se “diferenciar por via da apresentação”.
    Hélio Ferreira também defendeu a mesma ideia, acrescentando que a agricultura nacional está altamente desenvolvida. É uma agricultura de precisão, que tem em linha de conta factores sociais e ambientais, e isso é algo que os consumidores têm que saber, sobretudo aqueles que valorizam esses aspectos.
    Este foi um dos pontos referidos igualmente por Gonçalo Andrade, da Portugal Fresh, que salientou o facto da geração dos millenials dar bastante relevo a questões como aquelas. “Esta geração vai ser em breve metade da força de trabalho e vai implementar hábitos de consumo diferentes dos actuais”, referiu.
    Aí entra a necessidade deste sector aumentar o investimento em comunicação. Gonçalo Andrade observou que as frutas e legumes são dos sectores que mais exportam (1.200 milhões de euros) e dos que menos investe em promoção no estrangeiro (entre 1 e 2 milhões de euros). Estes valores de investimento são significativamente inferiores aos dos sectores do calçado (entre 20 a 25 milhões de euros) e do vinho (14 milhões de euros). O dirigente acrescentou que, neste capítulo, o Estado também tem um papel a desempenhar, apoiando mais a comunicação do sector com o estrangeiro.

    APOIO FINANCEIRO

    Este evento, dedicado a empresários do sector hortofrutícola, foi organizado pela Caixa de Crédito Agrícola Mútuo das Caldas da Rainha, Óbidos e Peniche e incluiu uma apresentação das soluções que aquele banco tem para o apoio à exportação.
    Luís Soares, presidente CCAM das Caldas da Rainha, Óbidos e Peniche disse, na sessão de boas-vindas, que o sector agrícola é um caso de sucesso, representando 6,4% da economia nacional e é responsável por 5,4% do crescimento. “Este sector é o ADN da região, que conta com empresas de referência, e a CCAM também cresceu a apoiar o sector”, observou.
    Na sessão de encerramento, Licínio Pina, presidente do Grupo Caixa de Crédito Agrícola, observou que, para exportar, é preciso ter uma especialização produtiva, produtos de excelência, porque são os que se vendem, ter escala e sustentabilidade ambiental.
    O presidente daquela instituição mutualista disse que o grupo tem fluxos de liquidez crescente “e não podemos exportar o dinheiro”, gracejou, “pelo que esse dinheiro está à disposição dos empresários que precisam de investir”, concluiu.

  • Workshop sobre financiamento de empresas na OesteCIM

    Vai decorrer no próximo dia 27 de Novembro, nas instalações da OesteCIM nas Caldas da Rainha, um workshop dedicado ao tema Medidas de Financiamento às Empresas.
    A participação é gratuita, mas carece de inscrição que pode ser feita em airo.pt. O programa inicia-se com recepção aos participantes pelas 9h00. Após a sessão de abertura, a Portugal Ventures fará uma apresentação de iniciativas para o investimento ligado ao turismo, às economias do mar e ambiental e à tecnologia na agricultura. A acção termina com reuniões individuais, para as quais também é necessária inscrição prévia.

  • Cortejo de Oferendas é este domingo

    A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha realiza este domingo, 24 de Novembro, o tradicional Cortejo de Oferendas. A iniciativa decorre junto ao quartel da corporação, na Rua 31 de Janeiro, a partir das 15h00, com um desfile de agradecimento à comunidade local no qual são divulgados os resultados dos peditórios junto da população.

  • Candidaturas abertas para o prémio José Pedro Inês Canadas

    A Escola Superior de Desporto de Rio Maior (ESDRM) vai atribuir a 5 de Dezembro, por ocasião do seu 22º aniversário, o prémio José Pedro Inês Canadas. Esta distinção premeia os alunos que se tenham destacado pelos valores humanistas, atitudes altruístas e exemplares, pela participação activa na comunidade local em forma de voluntariado ou iniciativas de reconhecida relevância social.
    Para tal, está aberto o período de indicação dos alunos, que pode ser feito por qualquer pessoa da comunidade riomaiorense através do preenchimento, até 29 de Novembro, do formulário disponível em esdrm.pt. As propostas podem ainda entregues presencialmente na escola, ou ainda através do envio do formulário disponível no mesmo site por e-mail ou em envelope fechado.

  • Acompanhe o Condeixa-Caldas em tempo real

    Acompanhe em tempo real o encontro entre o Condeixa e o Caldas, encontro da 11ª jornada do Campeonato de Portugal – Série C, a partir das 15h00.

    Municipal de Condeixa-a-Nova Nuno Filipe, AF Lisboa Rafael Massano e Pedro Pinto

    CONDEIXA
    24 Vítor Nogueira
    77 Tony Silva
    22 Wilson
    44 Mateus Lima
    5 Bruno Beato
    6 Ailton Tavares
    30 Teles (84)
    18 André Jorge (C) (75)
    25 Jaisen Clifford (65)
    9 Didi
    10 Rui Pereira
    SUPLENTES
    32 Titinho
    3 Tiago Crachat
    11 Juan Leite
    12 Alhassane Suraj
    19 Leo Teixeira (65)
    20 Paulo Matos (75)
    33 João Olavo (84)
    Tr. Pedro Ilharco
    CALDAS
    1 Luís Paulo
    14 Juvenal
    6 Militão (C)
    13 Gaio
    25 Farinha
    17 Paulo Inácio (79)
    2 Yordy (46)
    23 Pedro Faustino
    88 André Santos
    11 Ruca (67)
    7 Hugo Neto
    SUPLENTES
    12 Rui Oliveira
    22 Passos
    Bruno Eduardo (67)
    19 Marcelo
    28 Ricardo Isabelinha
    94 Karim (79)
    10Januário (46)
    Tr. José Vala
    ⚽ André Jorge 14, Hugo Neto 30, Didi 76, Farinha 84
    Rui Pereira 59, Farinha 72
  • Cidadãos propõem legislação que proíbe as corridas de cães

    Cidadãos propõem legislação que proíbe as corridas de cães

    A petição do grupo SOS Animal – Grupo de Socorro Animal de Portugal pela proibição das corridas de cães em Portugal superou as 5000 assinaturas e passou a ser Iniciativa Legislativa dos Cidadãos. Agora o projecto-lei precisa de chegar às 20.000 para ser votado no parlamento.

    A SOS Animal pegou no texto da proposta do PAN para criar uma Iniciativa Legislativa dos Cidadãos – instrumento que permite aos cidadãos fazerem propostas de lei para serem votadas no parlamento – a pedir a proibição das corridas de cães em Portugal. Esta iniciativa surge depois das propostas do PAN e do BE terem sido chumbadas na anterior legislatura com os votos do PS, PSD e CDS-PP.
    Depois de ter chegado às 5000 assinaturas, a petição subiu à plataforma do parlamento como iniciativa legislativa, que para ser votada pelos deputados terá que chegar às 20.000 assinaturas.
    Além da proibição das corridas de cães, a SOS Animal pede pena de prisão até dois anos ou multa até 200 dias para quem organize estes eventos. Para quem participe nas corridas com cães e/ou lebres, a iniciativa legislativa pede pena de prisão até um ano ou multa até 120 dias. Já para os espectadores as penas sugeridas são de 750 a 5 mil euros.
    No texto de apresentação da proposta, a SOS Animal diz que o que está em causa não é os cães correrem livremente, “é correrem dopados, com coleiras de choque, sofrerem maus tratos antes, durante e após as corridas, serem abandonados, encarcerados e forçados a dar sangue o resto da vida, ou mesmo abatidos quando já não servem este propósito de entretenimento humano”.
    A associação, que também se dedica ao resgate de galgos utilizados em corridas, diz que os animais começam a ser treinados a partir dos dois meses de idade e que os corredores mais velhos têm apenas dois anos, pelo que a sua esperança média de vida é muito curta. Além disso, “ao longo das suas curtas vidas, são submetidos a treinos violentos e desgastantes para a saúde, a vidas miseráveis e indignas, culminando muitas vezes na morte ou no abandono”. E salienta que estes comportamentos desrespeitam a lei quanto a maus tratos de animais e abandono.
    A SOS Animal aponta que é fácil reconhecer os exemplares preparados para as corridas, uma vez que estes apresentam uma musculatura extremamente desenvolvida, principalmente a nível de peito e dos cortes traseiros, onde normalmente não têm pelo, por causa dos treinos com noras metálicas. Estes são dispositivos que obrigam os cães a correrem em círculos a velocidades muito elevadas e, “quando os cães não acompanham o ritmo, são-lhes infringidos choques elétricos”. Durante as corridas, os cães podem atingir 60 Km/h, o que pode provocar ferimentos nas patas devido desgaste das almofadas plantares provocado pelo atrito violento com o solo.
    A associação acrescenta que os animais por si resgatados apresentam ainda “cicatrizes nos focinhos, por causa dos açaimes, e no pescoço, culpa do corte para extraírem chip”, de forma a que os donos não possam ser responsabilizados.
    No texto constam seis localidades onde são promovidas corridas de galgos, nomeadamente e entre elas estão duas no Oeste, nomeadamente Bombarral e Alenquer, nas pista da Associação Galgueira do Centro e da Romeira. As restantes são Vila Nova de Famalicão, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Cuba do Alentejo. Há ainda 23 galgueiros nacionais certificados, alguns deles também no Oeste, nomeadamente Torres Vedras, Sobral de Monte Agraço, Abrigada e Alenquer.
    A iniciativa pode ser assinada em participacao.parlamento.pt/initiatives/878.

  • Melhor defesa da Série passou teste nas Caldas

    Melhor defesa da Série passou teste nas Caldas

    Empate sem golos premiou organização defensiva a toda a prova do Oleiros. O Caldas teve uma actuação em crescendo, mas durante a maior parte do tempo faltaram melhores ideias para chegar ao golo.

    Campo da Mata, Caldas da Rainha
    Árbitro: Hélder Carvalho, AF Santarém
    Assistentes: Rafael Escudeiro e Rui Ferreira

    CALDAS 0

    Luís Paulo [6]; Juvenal [7], Militão (C) [6], Gaio [7] e Farinha [8]; André Santos [6], Yordy [6] e Pedro Faustino [6] (Ruca [3] 82); Januário [5] (Passos [6] 46), Bruno Eduardo [6] e Hugo Neto [5] (Ricardo Isabelinha [4] 60)
    Não utilizados: Francisco Vieira, Marcelo, Paulo Inácio, Karim
    Treinador: José Vala

    OLEIROS 0

    Norbert; André Farinha, Fábio Gaião, Samir Banjai, Luís Martins e Jardel Nazaré; Guilherme Campos e Jimmy (C) (Michael Santos 84); Iago, Duvan Guerra (Flavinho 77) e Matheus Silva (Dentinho 90+2)
    Não utilizados: Pedro Dias, Tiago Gomes, Iaia Coma, Arilson Camati
    Treinador: Natan Costa
    Disciplina
    Amarelo: Militão (29), Yordy (73), Duvan (76)

    O Oleiros chegou ao Campo da Mata apresentando no seu cartão de visita apenas quatro golos sofridos, o melhor registo não só da série, mas de todo o campeonato e melhor em todas as competições nacionais só mesmo o Benfica.
    O desenrolar da partida depressa se encarregou de demonstrar porquê. A formação visitante assenta o seu jogo nesse desempenho defensivo, com uma linha bem definida de cinco defesas que nunca se desposicionou. À frente desta linha, dois jogadores no centro do meio campo e depois três na frente.
    Na primeira parte o Caldas teve, provavelmente, mais de 70% de posse de bola, fazendo o que lhe competia, empurrando a linha de pressão o mais para cima possível da defensiva do adversário. No entanto, faltava maior dinâmica nas trocas de posicionamento e na troca de bola para tentar forjar uma linha de ruptura na defensiva visitante. Os dois laterais, Farinha e Juvenal, foram o que melhor o tentaram, mas com pouco sucesso. A melhor chance chegou já nos descontos. Bruno Eduardo conseguiu o tal movimento e Juvenal conseguiu colocar-lhe a bola, mas Samir ocupou o espaço e bloqueou o remate.
    Para a segunda parte José Vala lançou Passos para a esquerda, fazendo subir Farinha na esquerda, procurando justamente aproveitar a capacidade de Farinha para agitar o jogo.
    Contudo, o Oleiros também começou a subir as suas linhas e a dividir mais a posse de bola, afastando o jogo mais tempo do seu terço defensivo e, ao mesmo tempo, passando também mais tempo no ataque, provocando mesmo alguns momentos de perigo na baliza de Luís Paulo, com remates de André Farinha e Jardel próximos do alvo.
    No entanto, esta postura poderia ser benéfica caso o Caldas conseguisse aumentar a velocidade do seu jogo. Juvenal foi o primeiro a tentar tirar esse partido, num lance em que rompeu para a área, mas viu Jardel desarmá-lo in extremis. Depois foi quase sempre Farinha a assumir os melhores momentos ofensivos do Caldas. Atirou para a melhor defesa do jogo, acertou no poste, serviu Bruno Eduardo e depois Ruca, mas nada resultou em golo. E no lance que resultou, Yordy estava fora-de-jogo.

    FARINHA, JOGADOR DO CALDAS

    Melhor do Caldas

    Farinha 8

    Já na primeira parte foi responsável pelos (poucos) momentos em que o Caldas tentou imprimir mais velocidade ao seu ataque. Na segunda, a jogar adiantado, inscreveu o seu nome em praticamente todos os lances que tiveram potencial para desfazer o nulo, servindo companheiros e ao finalizar ele mesmo.

     

     

    Quisemos mais

    É uma equipa que defende muito bem, o objectivo eram os três pontos, não conseguimos mas trabalhámos para isso. Ainda conseguimos o golo, não sei se estava ou não fora-de-jogo, mas era merecido porque quisemos mais ganhar. O nosso objectivo é jogo a jogo, temos equipa para ir buscar os três pontos a qualquer campo, mas não vamos esconder que queremos estar nos dois primeiros e vamos fazer de tudo para que aconteça. Sou totalista até agora, o que me deixa contente, tenho trabalhado muito para que isto esteja a acontecer. Estou numa posição nova mas não desgosto, dá-me profundidade com bola, menos sujeito a marcação.

    JOSÉ VALA, TREINADOR DO CALDAS
    Demonstrámos ambição
    A primeira parte foi lenta, mal jogada e não conseguimos encontrar soluções. Na segunda procurámos dar mais imprevisibilidade na frente e penso que foi uma segunda parte mais aberta, demonstrámos ambição que podia ter saído cara, porque ficámos em várias situações no um para um defensivo, mas é o que está incutido no grupo. Lutámos até ao fim e tivemos duas situações incríveis para finalizar, o Oleiros também teve, mas merecíamos ganhar.

    DAVID FACUCHO, TR. ADJUNTO OLEIROS
    Fechámo-nos bem
    Faz parte do nosso modelo de jogo a estrutura defensiva bem vincada e trabalhada não só desta época. Fechámos bem os caminhos na primeira parte, sabíamos que só concentrados, com boas coberturas e bom posicionamentos podíamos anular as peças mais influentes do Caldas. Na segunda parte conseguimos ser mais perigosos e na fase final o golo podia ter surgido para qualquer um dos lados, embora com mais lances do Caldas.

  • Assembleia-geral do Sporting das Caldas mandatou Comissão Administrativa até final de Junho

    Assembleia-geral do Sporting das Caldas mandatou Comissão Administrativa até final de Junho

     

    O Sporting Clube das Caldas reuniu no passado dia 8 de Novembro em Assembleia-geral, que deu continuidade à sessão iniciada duas semanas antes depois da perda de quórum da direcção eleita em Abril deste ano. Os associados tinham a missão principal de constituir uma Comissão Administrativa para gerir o clube até ao final da temporada. A lista composta por Mário Pedro, João Neves, Diogo Guia, João Rodrigues, Mafalda Pedreira, Vítor Oliveira e António Ferreira foi aprovada por 13 dos 16 sócios presentes, com uma abstenção e dois votos contra.

    SITUAÇÃO FINANCEIRA POR
    ESCLARECER

    Ainda antes de se proceder à eleição da única lista que se apresentou a sufrágio, foi discutido outro assunto que tem estado na actualidade do clube: a sua saúde financeira. De resto, tanto a direcção que agora se demitiu como a anterior emitiram comunicados em relação a este assunto.
    Rui Reis, presidente que terminou o seu mandato no passado mês de Abril, disse na AG que havia rumores na cidade e que chegou ao seu conhecimento que “foi adiantado junto de entidades oficiais que o SCC tinha dívidas de 80 mil euros”, o que considerou exagerado. De resto acrescentou, “falei com presidente demissionário [Jorge Sousa] e as contas não eram essas. Muitos dos valores não eram dívida, mas obrigações do clube, como por exemplo encargos com jogadores até ao fim da época”. Além dos compromissos financeiros, “também existiam benefícios, como o protocolo com a Câmara, que ainda só se tinha recebido metade”.
    A diferença entre a despesa e a receita projectada até ao final do mandato “dava os cerca de 10 mil euros” constantes no balancete apresentado à AG eleitoral, a 5 de Abril, afirmou Rui Reis.
    No entanto, o ex-presidente não se ficou por aqui, dizendo que se dirigiu a esta AG “por uma questão de dignidade, porque diziam que havia um montante de dívidas que não era verdadeiro”.
    Carlos Custódio, tesoureiro na direcção de Rui Reis, colocou várias questões de natureza financeira, nomeadamente qual o valor em dívida por altura da sua saída e quais os credores, quanto a Câmara das Caldas adiantou ao clube e como foram utilizadas as verbas, se para pagar dívidas ou para contratar jogadores.
    Mário Pedro respondeu apenas que a direcção de Rui Reis apresentou Contas não ratificadas pelo Conselho Fiscal e que, “quando entrámos, a situação era diferente da que vocês deixaram”. Quanto aos valores em dívida, “o Conselho Fiscal irá apurar”, acrescentou.
    Filipe Mateus, actual presidente do Conselho Fiscal, afirmou que já contactou ambas as direcções “para perceber o que está elencado nos documentos que suportam as Contas” e que já tem na sua posse alguma documentação, mas não toda. “Que há divergências, há”, apontou, acrescentando que “queremos resolver tudo a bem, porque estas divergências não levam a lado nenhum”.
    Mário Tavares, presidente da MAG, anunciou que em breve será marcada uma nova AG “para clarificar os gastos, o que foi pago e como”.
    A questão das Contas acaba por assumir maior dimensão porque os sócios ainda não foram chamados para aprovar as Contas relativas aos anos de 2017 e de 2018. Carlos Custódio disse mesmo não entender “como a Câmara disponibilizou tanto dinheiro sem Contas aprovadas há dois anos”, realçando que as referentes ao seu mandato só não foram aprovadas por razões que ultrapassam a direcção.

    A POLÉMICA SUCESSÃO

    Outra questão que mereceu justificação foi a própria cessação de funções da direcção de Rui Reis, em Abril deste ano, meses antes do final do seu mandato.
    Mário Tavares, presidente da Mesa da Assembleia-geral (MAG) justificou a sua decisão de convocar uma eleição antecipada com o rumo que direcção de então tinha para a equipa sénior, a saída de dois elementos da direcção e apontando também outros “erros” ao executivo comandado por Rui Reis. “A vossa gerência começou com a questão do ténis de mesa [ndr: extinção da equipa depois da subida às competições nacionais], que gerou antipatia nalguns sectores do clube. Depois, a vossa concepção filosófica da equipa de voleibol sénior também causava forte discussão entre algumas pessoas ligadas ao clube, porque se corria o risco de não ter equipa conveniente para a I Divisão”, declarou.
    Mário Tavares acrescentou que o Sporting devia manter-se na I Divisão Nacional, mas “não tinha equipa para isso nem perspectivas de jogadores. Abril era altura para ainda tentar recompor a equipa para uma participação digna na I Divisão Nacional”.
    O presidente da MAG apontou ainda falta de acompanhamento da equipa por parte da direcção e o “erro que foi vender uma carrinha sem pedir uma assembleia-geral para isso”.
    Mário Tavares recordou que a assembleia marcada para Abril previa eleições ou “recomposição” da equipa directiva, mas que não existiram diligências nesse sentido.
    Além disso, Mário Tavares referiu que não houve uma apresentação devida das Contas, o que Rui Reis justificou por motivos de doença do presidente do Conselho Fiscal.
    O anterior presidente do clube disse que Mário Tavares “provavelmente estaria enganado quanto a termos ou não uma equipa competitiva” para esta época. Rui Reis adiantou que a sua prioridade para o clube era ter uma equipa que pudesse ser chamariz para revitalizar a formação, algo que via como fundamental para o futuro do clube. “Aceitámos antecipar as eleições porque chegámos à conclusão que maioria dos sócios e o presidente da MAG, Mário Tavares, acharam que o rumo não era o melhor. Não quisemos candidatar-nos, se tivéssemos querido provavelmente teríamos ganho, porque estávamos em maioria na assembleia”, concluiu.
    Carlos Custódio, tesoureiro da direcção que cessou funções em Abril, disse que a falta de acompanhamento à equipa sénior começou com a demissão do então director (e actual presidente da Comissão Administrativa) Mário Pedro. “Não havia quem acompanhasse a equipa e andei eu, que não sabia nada de voleibol”, afirmou.
    Mário Pedro justificou que saiu porque “estavam previamente acordadas determinadas condições para garantir o funcionamento harmonioso da equipa, que não foram cumpridas”.

  • Já foram criadas mais de 1000 novas empresas este ano no Oeste

    O ano de 2019 está a ser propício à abertura e consolidação de novos negócios. Entre Janeiro e Setembro foram criadas mais de 1000 empresas no Oeste, mais 21,9% do que no mesmo período do ano passado, enquanto as dissoluções diminuíram 42,8%.
    No conjunto dos 12 concelhos do Oeste, foram criados nos nove primeiros meses do ano 1057 novos negócios, mais 190 do que no mesmo período de 2018, segundo dados do INE.
    O comércio por grosso e a retalho é o sector mais activo, com 218 novas empresas a surgirem desde o início do ano. Seguem-se os sectores da construção (168) e o da hotelaria e restauração (132). Já abaixo das 100 novas empresas surgem as actividades imobiliárias (89), de consultoria (87), a agricultura (66), dos serviços de apoio (63), indústrias transformadoras (58) e transportes e armazenagem (50).
    O concelho que apresenta maior dinâmica na criação de novas empresas é Torres Vedras, com 261, mais 24,3% do que em igual período do ano passado. Seguem-se Caldas da Rainha com 177 e um aumento de 27,3%, e Alcobaça, com 141, mais 11,9%.
    No que às dissoluções diz respeito, nos primeiros nove meses do ano foram encerradas 359 empresas, contra as 628 do mesmo período do ano passado, um decréscimo de 42,8%.
    Estes dados significam que por cada empresa que encerrou no Oeste foram criadas três novas. Esta é também a média próxima dos dois concelhos com maior dinâmica empresarial, Torres Vedras e Caldas da Rainha. No terceiro – Alcobaça –, foram criadas duas empresas por cada uma que fechou.
    De resto, em todos os concelhos da região o número de empresas novas é superior às que foram dissolvidas.
    O comércio por grosso e a retalho também é o que tem mais empresas encerradas (99), perto de metade das que fecharam no mesmo período do ano passado. Seguem-se os sectores da construção (48), indústria transformadora (44) e hotelaria e restauração (41).

  • Auto Júlio apresentou o novo Nissan Juke

    O Grupo Auto Júlio deu a conhecer aos seus clientes das Caldas da Rainha, no passado dia 28 de Outubro, a segunda geração do Nissan Juke, cujas primeiras entregas estão previstas para Dezembro deste ano.
    A primeira geração do Juke foi lançada em 2010 e foi o responsável pela afirmação do segmento dos crossovers compactos do competitivo segmento B. Teve uma longevidade invejável, mantendo-se em produção durante nove anos com apenas algumas actualizações estéticas, de equipamento e motorizações. No entanto, depois de ver outras marcas tomarem o topo da tabela de vendas neste segmento, a marca japonesa apostou no lançamento da segunda geração, para a qual as expectativas eram grandes e, diga-se, não saíram frustradas.
    O novo Juke mantém grande parte da sua identidade, mas ganhou linhas mais modernas e atléticas e um interior mais sóbrio. O visual também ganha com a adesão à nova tendência do tejadilho de cor diferente da carroçaria.
    O novo modelo surge com dimensões mais generosas, com mais 10,5 de distância entre eixos, 7,5 de comprimento, três de altura e 3,5 de largura. Há ganhos em espaço para pernas e a bagageira ganhou 20% de volume, oferecendo agora 422 litros. Ao mesmo tempo, o peso diminuiu 23 quilos, graças a uma plataforma mais rígida e leve.
    O novo Juke surge com uma única motorização disponível, que também é nova. Trata-se de um bloco de um litro a gasolina, sobrealimentado, que debita 117 cavalos e anuncia consumo médio de 6 litros a cada 100 quilómetros.
    A nível tecnológico, o Juke passa a contar com o sistema ProPilot da Nissan, que aumenta as ajudas disponíveis à condução, mas também a conectividade.
    O novo Juke anuncia um preço de lançamento de 19.900 euros na versão Visia e será comercializada em mais três versões, Acenta, N-Connecta, Tekna e N-Design, com preços de entrada até aos 28.450 euros.

  • Sabores Asiáticos na Rua Heróis da Grande Guerra

    Abriu no início de Outubro a Sabores Asiáticos, uma loja inteiramente dedicada a produtos para vários tipos de cozinha oriental. Custódio Rodrigues é português, natural de Goa, que se estabeleceu nas Caldas da Rainha há ano e meio com o objectivo de trazer a sua família. Durante a sua estadia encontrou dificuldade em encontrar as especiarias que queria, e percebeu que havia outras pessoas com o mesmo problema.
    “Estudei o que se passava nas Caldas e assim nasceu a ideia de abrir uma loja, porque tinha o objectivo de ter aqui um negócio, para nos estabelecermos aqui como família”, disse à Gazeta das Caldas.
    Agora, já com a mulher e os filhos nas Caldas, nasceu a loja Sabores Asiáticos. “Havia cá alguns produtos, mas não os que as pessoas querem mesmo, porque preferem os autênticos, que encontram nos seus países”, refere Custódio Rodrigues.
    A loja abriu sobretudo com produtos indianos. “Temos muitos clientes indianos que se tornaram nossos amigos e foram-nos dando sugestões para acrescentámos ao inventário, que precisam no dia-a-dia, e têm voltado para comprar esses produtos”, conta Custódio Rodrigues.
    Aos produtos indianos já se juntaram outros do Japão, da Indonésia e alguns da Coreia.
    Do inventário da loja faz parte um vasto leque de especiarias, vários tipos de misturas para caril, chás de diferentes sabores, vários tipos de lentilhas. Há ainda refeições prontas a comer, incluindo vegetarianas e sem glúten, diferentes tipos de molhos, noodles, farinhas próprias para fazer certos tipos de pão e massas, bebidas, arroz e também produtos de higiene pessoal e cosméticos.
    Os clientes são sobretudo particulares, mas alguns restaurantes também já recorrem à loja para comprar este tipo de produtos. O objectivo de Custódio Rodrigues nesta fase inicial é continuar a perceber o que o mercado precisa, para poder ter a oferta adequada.
    Além desta loja, o casal adquiriu mais duas para lançar proximamente outros dois conceitos que ainda estão em desenvolvimento.

  • A. Júlio Rent abre novo espaço em Leiria

    O Grupo Auto Júlio mudou a localização das instalações de Leiria da A. Júlio Rent, empresa de aluguer de automóveis, para perto do Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa.
    Até agora o balcão de aluguer de automóveis localizava-se na Azóia, junto às restantes instalações no grupo caldense na capital do distrito. Com esta alteração, a empresa passa a estar no centro da cidade, numa zona que está em franco crescimento. As instalações ficam ao lado do Lidl, em frente ao estádio. “Esta mudança tem como objetivo tornar mais fácil o acesso dos clientes”, informa o grupo.
    Este é o segundo espaço que a empresa abre este ano, depois de em Fevereiro ter reaberto o de Peniche. A A. Júlio Rent passa a ter nove balcões e uma frota de 350 viaturas de turismo e comerciais, assim como viaturas de sete e nove lugares. Só nesta vertente de aluguer de viaturas a empresa garante 14 postos de trabalho.

  • Há menos de 3400 desempregados no Oeste Norte

    O Centro de Emprego Oeste Norte encerrou o terceiro trimestre do ano com 3398 desempregados inscritos, baixando pela primeira vez a fasquia dos 3500, segundo dados do IEFP. Este número representa um decréscimo de 11,5% em relação ao período homólogo.
    Este é o oitavo mês consecutivo em que o número de desempregados na região baixa, depois de ter sofrido um ligeiro acréscimo em Dezembro do ano passado. De resto, no acumulado do ano, o desemprego já baixou 20,7% no conjunto dos concelhos que integram o Centro de Emprego Oeste Norte (Caldas da Rainha, Óbidos, Alcobaça, Bombarral, Cadaval, Nazaré e Peniche).
    O número de pessoas inscritas à procura de emprego representa 3,4% da população activa deste território, muito abaixo dos 6,1% a nível nacional.
    Nas Caldas da Rainha, o número de desempregados apresenta-se estável, com um decréscimo de 1% em relação ao terceiro trimestre do ano passado. Nos restantes concelhos que integram o Centro de Emprego Oeste Norte, o desemprego baixou entre os 10 e os 20%.

  • Aprenda a elaborar projectos de investimento

    Hoje, 15 de Novembro, entre as 9h30 e as 13h00, realiza-se na EHTO uma sessão sobre a elaboração de projectos de investimento para apresentar ao banco. A acção integra o programa BEST, para a capacitação de empresários, empreendedores e gestores do turismo.
    Carlos Rey Guimarães e Rui Alexandre Toscano, do BPI, serão os oradores da sessão.

  • LPM das Caldas da Rainha apresenta o novo 208

    A LPM, concessionário Peugeot nas Caldas da Rainha, vai estar de portas abertas durante este fim-de-semana para apresentar o novo 208.
    O utilitário da merca do leão apresenta-se de cores vivas e originais, com capot longo, curvas sensuais e um espírito desportivo e sedutor. No interior, destaca-se Peugeot i-Cockpit 3D de última geração, com um volante compacto com comandos integrados para uma experiência de condução ágil e intuitiva, e ainda vários assistentes inteligentes, que vêm aumentar a segurança e facilitar o quotidiano.
    Mas a grande novidade do novo modelo é mesmo a possibilidade de escolha entre propulsão através de motor térmico a partir de 75 cavalos (a gasolina) ou 100 (diesel), com preços de entrada a partir de 16.700 euros, ou 100% eléctrica, desde 32.150 euros.

  • Toyota Day na Caetano Auto

    Amanhã, 16 de Novembro, a Caetano Auto das Caldas da Rainha adere ao Toyota Day, iniciativa que oferece check-ups gratuitos aos automóveis da marca japonesa.
    Entre as 9h00 e as 18h00 o espaço do concessionário Toyota estará aberto para a realização do check-up de verificação de segurança para o Inverno, no qual são inspeccionados os principais pontos de segurança do veículo, desde o motor aos pneus, luzes e vários itens importantes do veículo. Além das verificações às viaturas, os clientes recebem brindes, podem fazer test-drives em toda a gama e têm acesso a ofertas comerciais únicas no programa de usados, que chegam aos 2500 euros no Auris. Na aquisição de um modelo usado Auris, Yaris ou Aygo, a marca oferece duas revisões.
    As inscrições para participar no evento podem ser feitas online em Toyota.pt. Quem se inscreve habilita-se a ganhar uma viagem ao Japão para acompanhar a comitiva portuguesa nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020, dos quais a Toyota é patrocinadora oficial.

  • Evento de Natal das Caldas inaugura amanhã cheio de surpresas

    Evento de Natal das Caldas inaugura amanhã cheio de surpresas

    Quatro milhões de lâmpadas led, sete quilómetros de ruas iluminadas, uma árvore de Natal e um presente gigantes, uma eco pista de gelo, um comboio turístico, baptismos de voo em balão de ar quente e muita animação. É assim que Caldas quer ser “Rainha do Natal”. E as festividades começam já amanhã.

    A inauguração das festividades natalícias nas Caldas da Rainha é amanhã, 16 de Novembro, às 17h30 com um concerto dos Lucky Duckies na Praça 25 de Abril. Segue-se, às 19h00, a inauguração da árvore de Natal, que, com 25 metros, será mais pequena que nos últimos anos, mas terá um feixe de luz laser que a tornará visível de toda a cidade.
    É assim que Caldas da Rainha começa a festejar o Natal, num evento que se prolongará até 6 de Janeiro, Dia de Reis.
    Como já noticiámos na edição de 1 de Novembro, este ano a ACCCRO mudou um pouco a filosofia do evento. A impossibilidade de ter uma árvore com as dimensões das anteriores criou alguma folga no orçamento e a organização optou por criar mais pontos de interesse, com o objectivo de colocar os visitantes a circular pela cidade. Além disso, nos quatro primeiros sábados realizam-se eventos para aumentar a atractividade.
    Assim, pelas 10h30 de 23 de Novembro, realiza-se na Avenida 1º de Maio a “Grandiosa Parada do Pai Natal”, que assinala a chegada do velhinho das barbas brancas à casa onde ficará durante o evento, na Rua Dr. Miguel Bombarda.
    A 30 de Novembro será aberta, pelas 16h00, a eco pista de gelo no largo do CCC, com a presença da cantora caldense Rebeca. A pista estará em funcionamento até 5 de Janeiro, com preço de 3,50 euros por meia hora de patinagem.
    No dia 7 de Dezembro o evento tem uma das suas novas atracções. No parque de estacionamento do CHO, atrás do Chafariz das 5 Bicas, um balão de ar quente vai fazer baptismos de voo, actividade que também será paga, mas não tem ainda preço definido. No mesmo dia entra em funcionamento o comboio de Natal, que ficará até à véspera de Natal em circulação pela cidade. O comboio também terá novidades, apresentando três paragens junto aos três pontos-chave do evento: árvore de Natal Gigante na Praça 25 de Abril, presente gigante na Praça 5 de Outubro e pista de gelo. O bilhete custa 1,50 euros com direito a três entradas, as crianças até aos 6 anos não pagam. O próprio ingresso remete para o imaginário dos filmes de Natal, com a forma de um bilhete dourado que será picado em cada viagem.
    Ainda nesse fim-de-semana, de 6 a 9 de Dezembro, a Avenida 1º de Maio recebe mais uma edição do Caldas Street Food Fest, de 6 a 9 de Dezembro.
    A juntar a estes atractivos principais, haverá actuações musicais, danças, passeios de charrete e de bicicleta, arruadas, entre outras surpresas que vão animar as ruas da cidade durante esta quadra.
    À edição deste ano não faltará a habitual Floresta Encantada, composta pela exposição de árvores de Natal das escolas e outras instituições do concelho. Ao evento de Natal da ACCCRO aliam-se as iniciativas dos presépios das freguesia dos Vidais, da Foz do Arelho e de Santo Onofre. Já o presépio da cidade terá localização alterada do topo da Praça da Fruta para junto da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição.

    4 MILHÕES DE LEDS

    A iluminação de Natal da cidade tem também algumas novidades, para lá da árvore de Natal e do presente gigante. A cidade estará iluminada por 4 milhões de leds, com o vermelho e o branco como cores dominantes. São cerca de 7 mil metros de ruas iluminadas e mais de 15 mil metros quadrados de praças e pracetas com apontamentos natalícios. A decoração na Praça da Fruta tem peças feitas à medida, que são aplicadas nos candeeiros existentes para não interferir com o normal funcionamento daquele mercado. Além deste, há mais cinco locais emblemáticos que recebem decoração, nomeadamente o CCC, o Hospital Termal, o Chafariz das Cinco Bicas, o Mercado Peixe e a igreja Nossa Senhora da Conceição.
    Na apresentação do programa, o presidente da ACCCRO – Associação Empresarial das Caldas da Rainha e Oeste, Luís Gomes salientou que o evento torna Caldas da Rainha no “maior mercado de Natal ao ar livre do país, com mais de 600 lojas e 40 restaurantes”. O objectivo da forma como o evento está organizado é permitir uma maior vivência da cidade, tanto para os moradores e munícipes, como para os visitantes, além de potenciar também as vendas dos comerciantes. De resto, os bilhetes para o comboio turístico e para a pista de gelo poderão ser encontrados no comércio tradicional.
    Maria João Rodrigues, vice-presidente da Câmara das Caldas, elogiou o trabalho realizado na organização do evento, que tem condições para atrair mais visitantes à cidade. “Teremos uma cidade mais iluminada, com maior presença em cada freguesia urbana e mais animação de rua”, o que além de permitir uma maior vivência do espaço a quem a visita, também cria ligação com o tecido empresarial.
    A autarca realçou que a Câmara fez o replaneamento das obras da regeneração urbana no centro da cidade para minimizar os efeitos destas na actividade do comércio durante o Natal, o que significa que neste período não serão intervencionadas ruas além das que já estão em obras.
    O evento é financiado pelo município em 141 mil euros, incluindo iluminação e animação, valores idênticos aos do ano passado. Não está incluído neste pacote a pista de gelo, que tem um custo adicional de 20 mil euros e é suportada pela ACCCRO com apoio de patrocinadores e através da venda dos ingressos.

  • Acompanhe o Caldas-Oleiros em tempo real

    Acompanhe em tempo real o encontro entre o Caldas e o Oleiros, encontro da 10ª jornada do Campeonato de Portugal – Série C, a partir das 15h00.

    Campo da Mata, Caldas da Rainha Hélder Carvalho, AF Santarém Rafael Escudeiro e Rui Ferreira

     

    CALDAS SC
    1 Luís Paulo
    14 Juvenal
    6 Militão (C)
    13 Gaio
    25 Farinha
    88 André Santos
    2 Yordy
    23 Pedro Faustino (82)
    10 Januário (46)
    7 Hugo Neto (60)
    9 Bruno Eduardo
    SUPLENTES
    89 Francisco Vieira
    22 Passos (46)
    19 Marcelo
    17 Paulo Inácio
    28 Ricardo Isabelinha (60)
    94 Karim
    11 Ruca (82)
    Tr. José Vala
    OLEIROS
    Norbert
    23 André Farinha
    49 Fábio Gaião
    4 Samir Banjai
    5 Luís Martins
    25 Jardel Nazaré
    6 Guilherme Campos
    8 Jimmy (C) (84)
    20 Iago
    16 Duvan Guerra (77)
    19 Matheus Silva (92)
    SUPLENTES
    71 Pedro Dias
    3 Tiago Gomes
    10 Michael Santos (84)
    11 Dentinho (92)
    14 Iaia Coma
    17 Arilson Camati
    18 Flavinho (77)
    Tr. Natan Costa
    Militão 29, Yordy 73, Duvan 76

     

    Acompanhe aqui o jogo no webstream do Caldas SC

  • Mais perto do topo

    Mais perto do topo

    Penálti polémico contra 10 a três minutos do fim assustou, mas reacção forte foi premiada também com castigo máximo que possibilitou a segunda vitória fora em quatro jogos.

    Estádio Municipal Nuno Álvares Pereira, Cernache do Bonjardim
    Árbitro: Bruno Pereira, AF Viseu
    Assistentes: Ângelo Santos e Miguel Mendonça
    SERNACHE 1
    Mury Edoa; Pedro Henriques, Rodrigo Dias, Leandro Borges (C) e Samuel Vaz; Landry Nkolo (Sérgio Nogueira 46), Dani e Pedro Pinto (Darson Silva 68); Shoya Tojo (Bata 46), Pedro Duarte e Cláudio Mateus
    Não utilizados: Bruno Monteiro, Sandro, Simão, Williams
    Treinador: António Joaquim
    CALDAS 2
    Luís Paulo [7]; Juvenal [7], Militão (C) [7], Gaio [7] e Farinha [7]; Yordy [7], André Santos [7] e Pedro Faustino [7]; Januário [7] (Ruca [3] 82), Bruno Eduardo [6] (Simões [1] 63) (Paulo Inácio [5] 65) e Hugo Neto [7]
    Não utilizados: Francisco Vieira, Passos, Ricardo Isabelinha, Karim
    Treinador: José Vala
    Ao intervalo: 0-1
    Marcadores
    Januário (45), Pedro Duarte (87 gp) e Hugo Neto (90+5 gp)
    Disciplina
    Amarelo: Leandro Borges (61 e 75), André Santos (80)
    Vermelho: Leandro Borges (75)

     

    Foi à justa mas o Caldas venceu em Cernache do Bonjardim, colou-se ao grupo de quartos classificados a três pontos da liderança e a um do segundo lugar. O golo da vitória surgiu no último suspiro do jogo, ao minuto 95, depois de já ter marcado a terminar a primeira parte. Mas a principal ilação a retirar deste encontro foi mesmo a forma decidida com que os alvinegros reagiram ao golo do empate sofrido aos 87’ de grande penalidade, já a jogar contra 10.
    O jogo não foi o mais entusiasmante da época. O Sernache, que não ganha para ao campeonato desde a segunda jornada, ia ser um obstáculo difícil para o Caldas. Nas últimas quatro jornadas a equipa somava empates a um golo, esteve em vantagem nos quatro e viu fugir os três pontos nos descontos nas últimas duas.
    Era prova suficiente do valor da equipa do concelho da Sertã e do perigo que poderia oferecer. E o certo é que obrigou o Caldas a estar sempre alerta.
    No primeiro tempo os alvinegros enfrentaram uma equipa bem organizada na sua extrema defesa, que tentava depois aproveitar alguma distração dos alvinegros nas transições. Ao minuto 11 os beirões chegaram mesmo a marcar, mas com Pedro Duarte em posição irregular.
    O Caldas foi apertando a malha da pressão ofensiva, recuperando a bola cada vez mais à frente no terreno e criando pro gressivamente mais perigo a cada ataque. Até que ao minuto 45 a combinação com Hugo Neto colocou Januário em posição ideal para chegar ao golo.
    António Joaquim reagiu colocando dois avançados e alterando o sistema para um 4-4-2 muito ofensivo para a segunda parte, mas o Caldas continuou a controlar. Só depois da lesão de André Simões – entrou aos 63’ e saiu dois minutos depois num lance arrepiante que lhe causou uma fissura num cotovelo – o Sernache se aproximou com mais perigo. Luís Paulo mostrou atenção num lance do lateral Pedro Henriques.
    A reacção do Sernache não travou com a expulsão de Leandro Borges, mas o jogo acabou por sorrir na mesma aos caldenses, apesar do susto. Após o empate o Caldas teve energia para carregar e teve prémio ajustado.

    Melhor do Caldas

    YORDY, JOGADOR DO CALDAS 7

    Mais uma exibição muito segura e competente no plano defensivo, que complementa ao aparecer com frequência a atacar a baliza do adversário. Surgiu no campo das decisões com um penálti que lhe foi assinalado num corte limpo, que ‘vingou’ minutos mais tarde ao conquistar o castigo que deu a vitória.

    YORDY, JOGADOR DO CALDAS
    Demos tudo
    Demos tudo, não sabíamos que o jogo se ia complicar tanto, mas no final a equipa deu tudo e conseguimos a vitória. No primeiro lance para mim não é penálti, toquei a bola, mas o árbitro marcou assim e não podemos fazer nada. No outro coloquei a bola por fora e o jogador tocou-me, foi penálti claro. Estou muito contente por estar no Caldas, é uma equipa que funciona como uma família, agradeço ao Senhor estar aqui e a sonhar um dia chegar à I Liga.

    JOSÉ VALA, TREINADOR DO CALDAS
    Grande espírito
    Foi um jogo difícil, uma primeira parte algo amorfa, equilibrada, com mais posse de bola do Caldas e a jogar mais sobre a baliza do adversário e penso que chegámos com justiça à vantagem no final da primeira parte. Sabíamos que iam arriscar na segunda parte, deu sempre aquela sensação que o jogo não controlado, precisávamos de um golo que não surgiu. Depois houve o lance da grande penalidade e um grande espírito até final. O Luís Paulo disse no fim que estas vitórias é que nos dão moral. Fomos um justo vencedor.

    ANTÓNIO JOAQUIM, TR. SERNACHE
    Sem história
    Foi um jogo sem grande história, mal jogado, praticamente sem situações de golo que se decidiu em penáltis que não existem. Perdemos mais um ponto, é o sexto jogo consecutivo a perder pontos no último minuto. Penso que a expulsão também não se justifica, num lance em que o nosso jogador saiu a jogar, foi um jogo mau para as três equipas, mas a experiência do Caldas fez a diferença.

  • Frederico Silva sobe a 175º do mundo

    Frederico Silva sobe a 175º do mundo

    Frederico Silva tem realizado a sua época mais estável desde que subiu ao escalão de seniores e alcançou, no início desta semana, a posição 175 do ranking ATP, o que o torna o 13º português a chegar ao top 200.
    O tenista caldense de 24 anos tem realizado um conjunto de torneios challenger na Ásia com bons resultados e voltou a chegar a uma meia-final em Shenzhen, na China, depois de eliminar três atletas de Taipé. Nas meias-finais Frederico Silva defrontou o chinês Zhang Zhizhen, acabando por desistir ao segundo set, quando perdia por 1-0 (6-1), com 4-1 no segundo parcial. Zhang acabaria por se sagrar campeão do torneio.
    Frederico Silva ocupava na semana passada a posição 202, depois de se ter fixado em 207º na semana anterior. Com mais esta presença em meias-finais de challengers, Frederico Silva subiu 27 lugares no ranking ATP, numa altura em que a temporada se encaminha para o final.
    Frederico Silva é actualmente o terceiro melhor português no ranking mundial, atrás de João Sousa (61º) e Pedro Sousa (137º).

  • Novos deputados devem manter a ligação próxima com a região para defender os seus interesses

    Novos deputados devem manter a ligação próxima com a região para defender os seus interesses

    Sara Velez (PS) e Hugo Oliveira (PSD), ambos eleitos pelo círculo eleitoral de Leiria, tomaram posse no passado dia 25 de Outubro como deputados na Assembleia da República. Maria da Conceição Pereira e Manuel Isaac foram os últimos representantes das Caldas no parlamento e ambos acreditam que os dois novos deputados têm condições para fazer um bom trabalho. O conhecimento dos principais problemas da região poderão ser mais-valias, pelo que os antigos deputados aconselham os novos a manter a ligação às questões locais.

    Manuel Isaac cumpriu uma legislatura no parlamento entre 2011 e 2015

    Maria da Conceição Pereira (PSD) e Manuel Isaac (CDS-PP) estiveram juntos no parlamento na XII Legislatura, entre 2011 e 2015, na qual ambos os partidos formaram governo de coligação. Ambos consideram ser muito importante para a região ter deputados que, apesar de estarem a representar o país e o distrito pelo qual foram eleitos, terão maior atenção e conhecimento dos problemas que afectam o Oeste e em particular, o concelho das Caldas da Rainha.
    Maria da Conceição Pereira, que também integrou a XI Legislatura, entre 2009 e 2011, e chegou a integrara a XIII enquanto durou o governo de Pedro Passos Coelho derrubado pela “geringonça”, diz que os novos deputados devem ter “dedicação e empenhamento muito grande em manter essa proximidade com as pessoas”. E deu alguns exemplos de questões que conseguiu ajudar a resolver por ter mantido essa proximidade com as Caldas.
    A deputada integrava a Comissão da Saúde e teve conhecimento de um problema que ameaçou o encerramento da maternidade no hospital das Caldas e que ficou resolvido depois de um diálogo que teve com o então secretário de Estado da Saúde. “Estar atento ao que se passa e disponível para ouvir são os aspectos mais importantes para os deputados fazerem um trabalho sério”, apontou.
    Maria da Conceição Pereira acrescenta que, muitas vezes, um problema que se levanta a nível local pode ser comum a outros concelhos, pelo que se torna importante gerar a discussão, se não for ao nível da Assembleia da República, pelo menos ao nível do partido.
    A ex-deputada refere que o facto de Hugo Oliveira e Sara Velez levarem o conhecimento e experiência do trabalho na Câmara e Assembleia Municipal será uma mais-valia. O facto do deputado social-democrata continuar como vereador na Câmara vai permitir-lhe “questionar sobre assuntos muito directos que preocupam os munícipes quando houver audições parlamentares”, acrescentou.
    Para Manuel Isaac, o facto de Sara Vezes integrar a bancada do partido no governo poderá ser também um trunfo para a região nos assuntos que mais têm preocupado os oestinos. “Vai ter mais facilidade em fazer a mensagem chegar ao governo do que o Hugo Oliveira”, realça.
    O antigo deputado do CDS-PP também deu exemplos de como a proximidade que manteve em relação aos problemas da região, aliada ao facto de pertencer a um dos partidos da coligação que governava, o ajudou a resolver alguns problemas.
    “No tempo que tive na assembleia também era vereador na Câmara, tinha conhecimento dos assuntos e conseguiram-se coisas com isso”, revela. Um dos casos que ajudou a resolver foi a concessão do património termal do Ministério da Saúde para a autarquia caldense após uma intervenção que teve na Comissão da Saúde com o ministro. Essa passagem permitiu a reabertura do termalismo e a resolução do problema dos Pavilhões do Parque, que de um edifício devoluto irá passar a um hotel de 5 estrelas.

    PROBLEMAS CRÓNICOS

    Maria da Conceição Pereira e Manuel Isaac dizem que, apesar de serem problemas já crónicos, questões como o Centro Hospitalar do Oeste, a luta por um novo hospital, a modernização da Linha do Oeste e a Lagoa de Óbidos são assuntos cuja luta não pode esmorecer e, por isso, devem merecer a atenção dos novos deputados.
    Manuel Isaac acrescenta que é preciso haver uma nova abordagem por questões como a rede viária no distrito, apontando focos de acidentes no IC2 que têm que ser resolvidos. E a captação de investimentos para o concelho das Caldas da Rainha, o que a nova posição de Hugo Oliveira pode e deve ser aproveitada.
    “O Presidente da República, assim como o Primeiro-ministro e o ministro da Economia fazem viagens e levam empresários e Câmaras para captar investimento. A Caldas sempre trabalhou mal neste particular, mas o Hugo Oliveira pode fazer isso, integrando as delegações dessas viagens”, apontou.
    Ambos os antigos deputados acreditam, porém, que tanto Hugo Oliveira como Sara Velez se vão adaptar facilmente ao novo ambiente que vão encontrar e que têm qualidades para desempenhar bem as suas funções em prol do distrito e da região.

  • Lealmat mostrou como se trabalha com revestimento cerâmico de grandes dimensões

    Lealmat mostrou como se trabalha com revestimento cerâmico de grandes dimensões

    A empresa caldense Lealmat – Materiais de Construção e Decoração S.A. realizou no passado dia 30 de Outubro uma acção ligada ao manuseamento e aplicação de peças de revestimento cerâmico de grande formato que juntou cerca de 100 profissionais da construção.
    Catarina Leal, gestora da empresa, explicou à Gazeta das Caldas que o evento surgiu da necessidade de formar os aplicadores para o manuseamento deste novo formato de revestimento cerâmico. As peças, que podem atingir dimensões até 1,2 por 3,6 metros, ou seja, cobrem áreas significativamente superiores às convencionais, com espessuras bastante mais finas – a partir de 3,5 mm -, pelo que a sua aplicação e manuseamento são diferentes.
    Neste evento, a Lealmat reuniu cinco marcas diferentes, incluindo o fabricante das próprias peças, assim como os de colas e betumes, maquinaria de acessórios de manuseamento e aplicação e também de limpeza e manutenção destas peças. A iniciativa contou ainda com demonstrações de máquinas de perfuração e corte mais pesadas, que utilizam uma nova tecnologia de baterias.
    Catarina Leal disse que este evento teve como objectivo acompanhar a evolução dos produtos no sector da construção. “Estamos constantemente a ter formação interna para os nossos colaboradores e entendemos, desta vez, estender aos profissionais do sector que trabalham connosco, adicionando uma componente social de partilha e convívio”, disse.
    O sector da construção tem vindo a crescer e Catarina Leal refere mesmo que existe actualmente “uma grande dinâmica”, tanto ao nível de volume de trabalho como na inovação que chega ao sector.
    A Lealmat, que é uma empresa familiar que vai já em terceira geração, tem procurado acompanhar esta evolução. “Fazemos visitas a fábricas e mostras de produtos, e investimos tanto para ter os produtos em loja como para formar os nossos colaboradores”, destaca Catarina Leal.
    A empresa, que tem sede e instalações na Zona Industrial das Caldas da Rainha, cobre todo o mercado nacional e exporta para vários países nos mercados europeu e africano e emprega 25 pessoas.

  • Sector da construção cresce em licenciamentos, vendas e valor

    Sector da construção cresce em licenciamentos, vendas e valor

    O sector da construção continua em franco crescimento na cidade, na região e no país. O número de licenciamentos para a construção de novos fogos para habitação continua a aumentar, assim como o número de transacções no mercado imobiliário e o seu valor médio. Em 2018, a compra e venda de imóveis para habitação no Oeste movimentou mais de 770 milhões de euros.

    O número de licenciamentos para a construção de novos fogos para habitação subiu 4% nos primeiros oito meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, o que demonstra a fase de crescimento do sector da construção.
    Segundo dados do INE, foram licenciados no conjunto dos 12 concelhos do Oeste 605 novos fogos de habitação familiar em construção nova, entre Janeiro e Agosto deste ano. No mesmo período do ano passado tinha sido aprovada a construção de 581 novas habitações.
    Em relação às tipologias, no Oeste mais de metade das novas habitações licenciadas são T3, ou seja, com três quartos, seguindo-se os T2 e os T4 ou mais.
    No mesmo sentido ascendente segue a procura por imóveis de habitação. Ainda segundo dados do INE, em 2018 o número de contratos de compra e venda aumentou 10% no conjunto dos concelhos da região, com 9742 transacções no total.
    Os concelhos com populações maiores são aqueles onde se compraram mais casas. Torres Vedras encabeça a tabela, com 1730 contratos assinados, seguindo-se Caldas da Rainha e Alcobaça, ambos com 1580 transacções. No entanto, estes três concelhos manifestaram variações diferentes em relação a 2017, embora todos apresentem crescimento. Em Alcobaça os contratos de compra e venda aumentaram 10%, nas Caldas 8% e em Torres Vedras 2%. No geral, venderam-se mais casas em todos os concelhos do Oeste, excepto no Cadaval, onde houve um decréscimo de 2%.
    Em termos de variação homóloga, Arruda dos Vinhos (48%), Lourinhã (30%) e Óbidos (28%), foram os concelhos onde o crescimento foi maior.

    ÓBIDOS DESTACADO NO VALOR MÉDIO

    Já no que diz respeito ao valor das habitações transaccionadas, no conjunto dos 12 concelhos do Oeste a média ficou próxima dos 80 mil euros em 2018, o que significa que o total dos negócios contratualizados ascendeu a cerca de 770 milhões de euros.
    Ao nível dos concelhos, Óbidos lidera destacado em relação ao valor médio dos contratos de compra e venda, o que reflecte a importância do mercado dos resorts de luxo no concelho. A média das transacções subiu de 121 mil euros para 140 mil, com uma variação de 15% em relação a 2017. Em segundo lugar surge a Nazaré, com uma média de 109 mil euros e um crescimento de 18%.
    Seguem-se Arruda dos Vinhos, com uma média próxima dos 90 mil euros e uma variação positiva de 11%, e Torres Vedras. No entanto, este concelho foi o que registou uma quebra maior (6%), fixando-se nos 84 mil euros de média. Apenas Alenquer acompanha Torres Vedras na curva descendente, mas apenas com 1% de desvalorização. Peniche manteve a mesma média, 80 mil euros.
    Caldas da Rainha é o sexto concelho com melhor média por imóvel de habitação vendido, 78,6 mil euros, mais 12% que no ano anterior.
    O concelho onde este segmento movimentou maior volume de negócios foi Torres Vedras, com um total de 145,5 milhões de euros, seguindo-se as Caldas da Rainha com 124,2 milhões de euros.

  • Junta de Nª. Sra. Pópulo tem projecto para dar nova vida ao desperdício

    Junta de Nª. Sra. Pópulo tem projecto para dar nova vida ao desperdício

    O Fundo Ambiental, tutelado pelo Ministério do Ambiente, atribuiu cerca de 16 mil euros para a concretização do projecto “Economia circular, toca a aproveitar”, desenvolvido pela União de Freguesias de Nª. Sra. do Pópulo, Coto e S. Gregório em parceria com a Partnia – empresa de apoio ao empreendedorismo instalada nos Silos. Esta iniciativa visa o reaproveitamento de monos e de material resultante da poda, abate e recolha de árvores, que vão dar origem a novos produtos, como mobiliário urbano, sinalética, troféus desportivos, jogos urbanos, jogos infantis de desenvolvimento de motricidade humana, peças de merchandising, entre outros.
    O projecto está actualmente na primeira fase, que consiste em equipar o armazém localizado junto ao Centro da Juventude para o transformar num fablab de carpintaria onde serão produzidas as peças. O investimento total é de 20,5 mil euros e a dotação do Fundo Ambiental corresponde a 85%, sendo o restante valor responsabilidade da própria junta.
    Depois de equipado o espaço, serão lançados concursos de ideias para a realização das peças. Serão convidados designers, criativos e artesãos com formação profissional e técnica nas escolas da cidade, nomeadamente no CENFIM, no CENCAL e na ESAD, assim como outros que se mostrem interessados. As primeiras peças serão para aplicar na Mata Rainha D. Leonor, até ao final de Março de 2020, e consistirão em sinalética, mesas, cadeiras e jogos, revelou Vítor Marques, presidente daquela autarquia de base durante a apresentação do projecto, no passado dia 28 de Outubro.
    Numa fase posterior, será aberto um projeto de residências artísticas para a produção de obras de autor aproveitando os resíduos florestais da recolha.
    O objectivo da união de freguesias é envolver a comunidade local na reutilização destes recursos, sobretudo a madeira que resulta do corte e manutenção de árvores sinalizadas no Parque D. Carlos I e na Mata Rainha D. Leonor e que actualmente é apenas aproveitada para vender como lenha.
    No “Economia circular, toca a aproveitar”, a UF Nª. Sra. Pópulo, Coto e S. Gregório pretende fomentar o desenvolvimento de boas práticas de economia circular. De resto, esta união de freguesias foi distinguida com o selo das Eco-freguesias, atribuído pela Associação Bandeira Azul da Europa.

  • Gazeta apoiou peditório dos Bombeiros das Caldas da Rainha com 750 jornais

    Gazeta apoiou peditório dos Bombeiros das Caldas da Rainha com 750 jornais

    Continua a decorrer o peditório da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha pelas diversas freguesias do concelho, que culminará com o tradicional cortejo de oferendas.
    No passado fim-de-semana os bombeiros estiveram a realizar o peditório na cidade e Gazeta das Caldas apoiou a iniciativa através da publicação de um suplemento dedicada à associação. Foram impressos 750 exemplares para os bombeiros venderem a um preço simbólico de 1 euro. O valor da venda reverteu totalmente a favor da associação.

  • Acompanhe o Sernache-Caldas em tempo real

    Acompanhe em tempo real o encontro entre o Sernache e o Caldas, encontro da nona jornada do Campeonato de Portugal – Série C, a partir das 15h00.

    Municipal Nuno Álvares Pereira, Cernache do Bonjardim Bruno Pereira, AF Viseu Ângelo Santos e Miguel Mendonça

     

    SERNACHE
    30 Mury Edoa
    16 Pedro Henriques
    4 Rodrigo Dias
    77 Leandro Borges (C)
    31 Samuel Vaz
    24 Landry Nkolo (46)
    6 Dani
    25 Pedro Pinto (68)
    23 Shoya Tojo (46)
    14 Pedro Duarte
    28 Cláudio Mateus
    SUPLENTES
    34 Bruno Monteiro
    13 Darson Silva (68)
    8 Sandro
    17 Simão
    7 Bata (46)
    18 Sérgio Nogueira (46)
    11 Williams
    Tr. António Joaquim
    CALDAS SC
    1 Luís Paulo
    14 Juvenal
    6 Militão (C)
    13 Gaio
    25 Farinha
    23 Pedro Faustino
    88 André Santos
    2 Yordy
    10 Januário (82)
    7 Hugo Neto
    9 Bruno Eduardo (63)
    SUPLENTES
    89 Francisco Vieira
    22
    Passos
    55 
    Simões (63) (65)
    17
    Paulo Inácio (65)
    28 
    Ricardo Isabelinha
    94
    Karim
    11
    Ruca (82)
    Tr. José Vala
    ⚽ Januário 45, Pedro Duarte 87 gp, Hugo Neto 90+5 gp
    Leandro Borges 61, Leandro Borges 75
    Leandro Borges 75
  • Acompanhe o Sp. Caldas-Fonte Bastardo ao segundo

    Acompanhe aqui o encontro entre o Sp. Caldas e o Fonte Bastardo para a quarta jornada do Campeonato Honda de voleibol, ao segundo, a partir das 16h00.

  • EDP Distribuição investiu 1,3 milhões de euros nas novas instalações nas Caldas

    EDP Distribuição investiu 1,3 milhões de euros nas novas instalações nas Caldas

    A EDP Distribuição inaugurou na passada segunda-feira o novo edifício sede nas Caldas da Rainha, que representou um investimento de 1,3 milhões de euros. A nova estrutura é o posto de trabalho dos 77 trabalhadores da empresa nas Caldas, que foram deslocalizados do edifício antigo, que vai dar lugar ao futuro hospital do Montepio. A nova estrutura está pensada para ser energeticamente eficiente e, depois de instalado um conjunto de painéis fotovoltaicos, terá classificação energética A.

    O prédio, destinado a acolher os serviços administrativos da empresa do grupo EDP que gere a distribuição da energia eléctrica, é da autoria do arquitecto João Cassiano Santos e foi construído aproveitando um antigo barracão que ali se encontrava.
    A estrutura desse antigo edifício foi reaproveitada. Para aumentar a eficiência energética, foi realizado um estudo da exposição solar para aproveitar a luz natural nas duas fachadas que foram criadas. Houve ainda um cuidado especial ao isolamento térmico e serão colocados 144 painéis solares para aquecimento de águas e produção de energia para auto-consumo.
    O novo edifício localiza-se nas traseiras do antigo, que foi vendido ao Montepio Rainha D. Leonor para a instalação do novo hospital desta instituição mutualista, e passou a ser o local de trabalho dos 77 trabalhadores da empresa nas Caldas. Além dos serviços administrativos, o edifício é composto por armazém e um posto médico. A obra teve um orçamento de 1,3 milhões de euros.
    João Torres, presidente da EDP Distribuição, disse que com esta inauguração “a EDP Distribuição faz uma afirmação da sua identidade e reforça a qualidade dos serviços disponibilizados pela empresa na região”.
    Marques da Cruz, administrador da EDP, realçou que a EDP Distribuição é um dos maiores activos do grupo e que a relação de proximidade é vista pela empresa como algo obrigatório, pelo que não fazia sentido sair das Caldas da Rainha, pela sua “centralidade regional”.
    Marques da Cruz referiu que o antigo edifício da EDP Distribuição, inaugurado em Agosto de 1984, estava sobredimensionado para a escala da actividade da empresa a nível regional, e para o grau de automatização que existe actualmente.
    Tinta Ferreira, presidente da Câmara das Caldas, revelou “grande satisfação” pelo facto de a EDP Distribuição ter mantido o seu pólo nas Caldas da Rainha. “Durante muitos anos existiram conversas se a empresa ficaria ou não e esta permanência reafirma a importância das Caldas da Rainha como centro de serviços nesta região”, disse.
    O autarca elogiou a postura da empresa em todo este processo, que envolveu o negócio com o Montepio e a construção deste novo edifício. “Não foi um negócio muito vantajoso para a EDP”, disse, acrescentando que a Fundação EDP também deu uma ajuda. O processo de construção e mudança de instalações foi rápido.

  • O resultado possível

    O resultado possível

    SP. CALDAS 1
    Nuno Pereira, Kiká, Simão Teixeira, Bernardo Silva, James Coll, Tomás Rocha, Paulo Pereira
    Treinador: Frederico Casimiro
    SP. ESPINHO 3
    Parciais: 15-25, 13-25, 25-22, 19-25

    Depois da derrota na primeira ronda no pavilhão João Rocha, casa do Sporting, o Sp. Caldas tinha agendada jornada dupla caseira para o passado fim-de-semana, contudo, apenas o jogo de domingo aconteceu, uma vez que o Clube K não garantiu transporte para o continente. No domingo, a equipa caldense foi ultrapassada pelo Sp. Espinho.
    A formação caldense apresentou-se ainda sem poder contar com os atletas brasileiros e apesar de ter feito um jogo combativo, acabou por perder três sets com algum desequilíbrio e venceu o terceiro parcial. Acabou por ser o resultado possível perante as condicionantes do desafio.

    Direcção demitiu-se

    O Sporting Clube das Caldas não está a ter um início de época fácil. Depois de ter tomado posse em Abril, a nova direcção demitiu-se. Tudo começou com a saída do presidente Jorge Sousa, seguida de outras que ditaram a perda de quórum e a queda da direcção. Na assembleia-geral do passado dia 25 de Outubro não foi encontrada solução directiva, tendo ficado a gestão corrente garantida pelos dirigentes Mário Pedro e João Neves. Ficou marcada nova reunião para 8 de Novembro, na qual deverá ser criada uma comissão administrativa para gerir o clube até às próximas eleições.
    Além da questão directiva, o Sp. Caldas não atravessa um momento financeiro facil. Nas primeiras jornadas do campeonato da I Divisão de voleibol a equipa apresentou apenas sete jogadores. A direcção deu prioridade ao cumprimento de compromissos financeiros em atraso, o que impediu a inscrição dos atletas provenientes do Brasil para as primeiras jornadas.
    No entanto, para a jornada deste fim-de-semana o clube caldense já deverá apresentar dois desses atletas, ficando a inscrição dos restantes para a semana seguinte. No entanto, o jogo adiado com o Clube K terá que ser disputado com os jogadores que o clube tinha disponível este sábado.

    BERNARDO SILVA, JOGADOR DO SCC
    Demos a cara à luta
    BERNARDO SILVA, JOGADOR DO SCC
    O Sp. Espinho é um histórico do voleibol, e depois as condições que estamos a passar tornou as coisas mais difíceis. Demos a cara à luta, ganhámos um set. Na próxima semana as coisas vão estar melhores e poderemos mostrar o que podemos valer, que é mais do que temos mostrado. Os nossos objectivos são ficar dentro dos oito primeiros. De tudo o que aconteceu de mal, não ter apanhado adversários directos foi a única coisa boa, mas gostamos de mostrar mais contra as equipas grandes, mas demos o nosso máximo. Vamos ter uma equipa mais competitiva, vamos começar tarde mas agora as coisas vão entrar no ritmo certo.
    FREDERICO CASIMIRO, TREINADOR DO SCC
    Houve momentos positivos
    Podíamos ter jogado um pouco melhor nos dois primeiros sets, mesmo com as limitações que tínhamos. Entrámos um bocado desconcentrados. Depois fizemos um bom terceiro set e o quarto também teve momentos positivos. Foi o resultado possível, na próxima semana já teremos mais dois jogadores inscritos e na outra o resto da equipa e depois poderemos bater-nos de igual para igual, com outras opções e a disponibilidade que os jogadores demonstram. J.R
  • Faltaram os golos

    Faltaram os golos

    Bola de Pedro Faustino ao poste podia ter decidido a favor do Caldas, mas a partida foi muito disputada e não abundaram muito mais oportunidades. As duas equipas continuam igualadas.

    O Caldas enfrentou uma equipa muito organizada, que ocupou sempre muito bem os espaços

    Campo da Mata, Caldas da Rainha
    Árbitro: Eduardo Ribeiro, AF Aveiro
    Assistentes: Pedro Assunção e Pedro Freitas

    caldas 0
    Luís Paulo [7]; Juvenal [7], Militão [7] (C), Gaio [7] e Farinha [7]; Yordy [7], Pedro Faustino [7] e André Santos [7]; Januário [7] (Ruca [4] 75), Hugo Neto [7] (Ricardo Isabelinha [4] 83) e Bruno Eduardo [7]
    Não utilizados: Francisco Vieira, Passos, Marcelo, Paulo Inácio, Karim Labdi
    Treinador: José Vala

    sertanense 0
    Leandro Turossi; Tito Júnior, Diogo Marques, Duarte, Ariano Sanches e Milhazes; Hamed Doukouré, Bruno Torres e Ouattara (Marquinhos 86); Lucas Salinas (Filipe Gustavo 90+2) e Ka Semedo (Sevivas 78)
    Não utilizados: Pedro Simões, Nuno Ascensão, Scara, Jailson
    Treinador: José Bizarro
    Disciplina
    Amarelo: Januário 53’, Farinha 66’, Ariano Sanches 73’, Leo Turossi 90’+3

    Após a goleada ao Fontinhas faltaram os golos para desbloquear este Caldas-Sertanense, que começou e acabou com as duas equipas empatadas na classificação.
    Diz o povo que em equipa que ganha não se mexe. José Vala levou o ditado à letra, até porque a equipa do Caldas vinha de um desempenho muito positivo com resultado a condizer.
    E o início da partida por muito pouco não deu continuidade à forma objectiva como a equipa alvinegra se tinha apresentado na semana anterior. Num lance em que Juvenal ganhou uma bola no ataque, levou para a área e assistiu Bruno, que só não marcou por influência do central Duarte.
    Os primeiros 10 a 15 minutos tiveram superioridade da equipa caldense, que procurou surpreender uma equipa que tem primado por construir o seu jogo a partir de uma forte organização defensiva, que se impôs a partir daí.
    Apesar de se apresentar num sistema de três centrais, com dois médios imediatamente à sua frente, o Sertanense conseguia esticar o bloco de modo a não deixar o Caldas pensar o seu jogo a partir de trás e ainda conseguiu lançar rápidas transições, sempre pela esquerda por Milhazes ou Salinas, com Ka Semedo a desperdiçar por duas vezes.
    O Caldas ficou “preso” quase todo o resto da primeira parte, mas soltou-se a tempo de ver o que seria um belo golo de Pedro Faustino negado pelo poste.
    Na segunda parte o Caldas acertou melhor o seu posicionamento, expondo-se menos às mudanças de velocidade do jogo do Sertanense, mas continuou a ter dificuldade em bater a boa organização defensiva do adversário.
    Isso só começou a acontecer nos últimos 20 minutos e por intermédio de transições ofensivas, quando o Sertanense perdeu a frescura para ser tão eficaz a reagir à perda de bola. Um remate de André Santos ainda pôs Leo Turossi à prova, e houve ainda outro lance em que o Caldas não conseguiu aproveitar um erro caricato no interior da área do Sertanense.

    Melhor do Caldas

    Pedro Fauslimo 7

    Teve a missão de coordenar o jogo ofensivo da equipa perante um adversário muito competente na pressão sobre o portador da bola, o que o tirou do jogo durante alguns momentos, sobretudo na primeira parte. Mesmo assim teve nos pés o lance que ficou mais próximo do golo.

    HUGO NETO, JOGADOR DO CALDAS

    HUGO NETO, JOGADOR DO CALDAS

    Merecíamos a vitória
    Tivemos o remate ao poste do Faustino, na segunda aquela confusão na área deles. Também foi bom termos deixado a nossa baliza a zeros, mas acho que fizemos mais do que suficiente para ficarmos com os três pontos. Eles têm uma equipa aguerrida e intensa, nós tínhamos que ser iguais ou mais ainda e acho que conseguimos. A época começou um pouco atribulada, não estava a conseguir fazer golo, mas o importante é que alguém faça. Foi bom ter feito o hat-trick, mas só quero ajudar a equipa, fazendo golos ou não, embora marcar tenha um gosto especial.

    JOSÉ VALA, TREINADOR DO CALDAS
    Jogo intenso
    Foi um jogo intenso, o Sertanense tem essa intensidade, é fortíssimo nas transições e procurámos estar atentos para não sermos surpreendidos por essas transições. Entrámos bem, mas depois o Sertanense começou a pressionar mais alto e não aproveitámos os espaços que podiam surgir pelos corredores laterais. Tivemos o lance do Pedro Faustino ao poste, mas o Sertanense esteve melhor até ao intervalo. Na segunda parte corrigimos e penso que dominámos, houve oportunidades para os dois lados, talvez mais para nós, mas aceita-se o resultado.

    BIZARRO, TREINADOR DO SERTANENSE
    Pontuar fora é bom
    Nos primeiros cinco a 10 minutos estivemos nervosos, depois equilibrámos e tivemos a melhor oportunidade da primeira parte. É um resultado que se aceita, embora qualquer equipa pudesse ter ganho também.

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