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  • Portugueses vice-campeões europeus juniores de badminton nas Caldas

    Portugueses vice-campeões europeus juniores de badminton nas Caldas

    Os portugueses Mariana Neves e Rodrigo Almeida sagraram-se vice-campeões europeus juniores de badminton nas Caldas. A 11ª edição do evento, disputada no Centro de Alto Rendimento no passado fim-de-semana, trouxe à cidade termal cerca de 200 atletas de 30 países.
    O par português apenas foi derrotado pelos finlandeses Joakim Oldorff e Jannica Monnberg pelos parciais de 21-15/21-15.
    Ana Fernandes chegou aos oitavos de final em singulares femininos, sendo eliminada pela búlgara Gergana Pavlova. Nos singulares masculinos João Chang avançou duas rondas, mas perdeu com o 12º do ranking mundial, o indiano Varun Kapur.

    Os portugueses Mariana Neves e Rodrigo Almeida
  • Região de Lisboa produz cada vez mais vinhos e as vendas estão a crescer 20%

    No passado dia 8 de Novembro realizou-se a entrega das medalhas do concurso de vinhos de Lisboa. Vários produtores da região foram premiados, numa noite em que Francisco Toscano Rico, presidente da Comissão Vitivinícola Regional (CVR) de Lisboa anunciou que a produção este ano atinge os 60 milhões de garrafas, mantendo a tendência de aumento. As vendas estão a subir a um ritmo de 20%.

     

    “Nesta região cerca de 50% das vinhas foram reestruturadas nos últimos 15 anos, numa revolução silenciosa que está na base do sucesso actual”, disse Francisco Toscano Rico, presidente da CVR Lisboa, no jantar de entrega das medalhas do concurso de vinhos que a própria comissão promove em parceria com a Confraria de Enófilos da Extremadura – Vinhos de Lisboa e que decorreu no arquivo dos Paços do Concelho da Câmara de Lisboa, no dia 8 de Novembro.
    O referido sucesso explica-se em números: os 16 milhões de garrafas (12 milhões de litros) certificados em 2011 passaram a 40 milhões (30 milhões de litros) em 2017 e este ano atinge-se os 60 milhões de garrafas (45 milhões de litros). A quantidade de vinho certificado nesta região praticamente quadruplicou em oito anos. Acresce que “as vendas estão a crescer 20% e estamos a bater records todos os meses”.
    Actualmente 80% do vinho produzido nesta região é exportado para um conjunto de 70 países. “Mais de metade dos nossos produtores já exporta para fora da União Europeia”, fez notar.
    O responsável pelos vinhos de Lisboa salientou ainda a entrada de grandes empresas do sector que no último ano apostaram nesta região, mas também registou com agrado o surgimento de muitos novos pequenos produtores.
    Num discurso em jeito de balanço do ano e de lançamento do futuro, Francisco Toscano Rico não deixou de referir a importância das cooperativas, até porque 80% dos produtores da região são associados das mesmas.
    “Queremos chegar a 2050 como a mais competitiva região vitivinícola do país”, disse. Para tal, é preciso continuar a trabalhar na maior celeridade na resposta aos pedidos de certificação, mas também uma aposta na notoriedade da marca, trazendo jornalistas de todo o mundo. A CVR vai renovar o site e apostar nas redes sociais, além de ter em mãos um projecto de um livro sobre os vinhos da região.
    “O enoturismo é uma das áreas que mais retorno irá dar ao sector”, defendeu o responsável, alertando ainda para os desafios que as alterações climáticas trazem ao sector: “Este ano mais de metade das vinhas da região integraram o seguro coletivo de colheitas, perfazendo um total de 20 milhões de euros de capital seguro, sendo este um instrumento fundamental para a proteção dos investimentos e rendimentos dos viticultores, e que queremos repetir no próximo ano”.

    Vinhos da região distinguidos

    Este ano, na 23ª edição, o concurso bateu o recorde de participantes, com 172 referências aceites, entre os vinhos regionais, os de indicação geográfica e os de denominação de origem, assim como as aguardentes.
    Foram atribuídas no total 11 medalhas de prata, 28 de ouro e três de excelência.
    Vários produtores da região receberam medalhas e as três de excelência estão ligadas a esta região. A Quinta do Convento de N. Sra. Visitação, de Alenquer, recebeu uma, com o colheita tardia branco de 2015. Outra destas foi para um vinho com denominação de origem de Óbidos, o Zavial Reserva 2015 tinto, da Vidigal Wines. Houve ainda uma para o Página Escolha 2018 Alvarinho branco, da Romana Vini (de Alguber), que levou ainda uma medalha de ouro pelo Página colheita seleccionada 2018 rosado, feito com uvas de Óbidos.
    Os Mundus colheita tardia branco 2017 e Reserva 2013 tinto, da Adega Cooperativa da Vermelha, receberam medalha de ouro, assim como dois vinhos da Quinta do Gradil (do Cadaval): o Alvarinho 2018 branco e o Chardonnay branco 2018.
    A Companhia Agrícola do Sanguinhal, do Bombarral, também recebeu duas medalhas de ouro, com o Sanguinhal Arinto & Chardonnay Branco 2018 e o Quinta das Cerejeiras (também de denominação de origem de Óbidos) Grande Reserva branco 2017.
    Ouro levou também o Solar da Marquesa 2018 Moscatel Graúdo branco leve, da Casa Agrícola Horácio Nicolau (no Cadaval). Nas aguardentes foram premiados os dois produtores de Lourinhac (aguardente velha com denominação de origem controlada) da região, a Adega Cooperativa da Lourinhã com a XO (27ª série) e a Quinta do Rol, com a sua XO.
    O Montes Branco 2017, da Adega Cooperativa de Alcobaça também levou o ouro. Para esta adega foi ainda uma medalha de prata, pelo Montes colheita seleccionada 2016 branco.
    Nas medalhas de prata há ainda a registar uma ao Feitores Chardonnay branco 2018, dos Vinhos Feitores, do Bombarral, que levaram também o ouro com o seu Únicos Reserva 2016 tinto.
    Houve ainda uma medalha de prata à Quinta do Rol, pelo Quinta do Rol Colecção Arinto branco 2015.

     

     

     

  • Perdidos, achados & para adopção | 15 Nov. 2019

    Perdidos, achados & para adopção | 15 Nov. 2019

    Aura

    A Aura é uma cadela lindíssima e muito meiga e brincalhona… está na Rede Leonardo para adoção responsável… alguém interessado?
    Rede Leonardo 917412495

    Quinoa

    A Quinoa foi encontrada na Zona Industrial perto do café Borga. Pensamos que tenha fugido pois está bem tratada e claramente habituada a estar em casa, mas não tem chip. Se alguém a reconhecer, ligue:
    Rede Leonardo 917412495

    Gato que apareceu no início deste mês entre as traseiras do Eleclerc e o Pingo Doce. É um macho adulto não castrado
    facebook.com/carla.santos.944 e cristiana.fonseca.31

    Gatinha adulta

    Gatinha adulta, meiga e esterilizada para adopção responsável
    facebook.com/carla.santos.944 e cristiana.fonseca.31

  • Cidadãos propõem legislação que proíbe as corridas de cães

    Cidadãos propõem legislação que proíbe as corridas de cães

    A petição do grupo SOS Animal – Grupo de Socorro Animal de Portugal pela proibição das corridas de cães em Portugal superou as 5000 assinaturas e passou a ser Iniciativa Legislativa dos Cidadãos. Agora o projecto-lei precisa de chegar às 20.000 para ser votado no parlamento.

    A SOS Animal pegou no texto da proposta do PAN para criar uma Iniciativa Legislativa dos Cidadãos – instrumento que permite aos cidadãos fazerem propostas de lei para serem votadas no parlamento – a pedir a proibição das corridas de cães em Portugal. Esta iniciativa surge depois das propostas do PAN e do BE terem sido chumbadas na anterior legislatura com os votos do PS, PSD e CDS-PP.
    Depois de ter chegado às 5000 assinaturas, a petição subiu à plataforma do parlamento como iniciativa legislativa, que para ser votada pelos deputados terá que chegar às 20.000 assinaturas.
    Além da proibição das corridas de cães, a SOS Animal pede pena de prisão até dois anos ou multa até 200 dias para quem organize estes eventos. Para quem participe nas corridas com cães e/ou lebres, a iniciativa legislativa pede pena de prisão até um ano ou multa até 120 dias. Já para os espectadores as penas sugeridas são de 750 a 5 mil euros.
    No texto de apresentação da proposta, a SOS Animal diz que o que está em causa não é os cães correrem livremente, “é correrem dopados, com coleiras de choque, sofrerem maus tratos antes, durante e após as corridas, serem abandonados, encarcerados e forçados a dar sangue o resto da vida, ou mesmo abatidos quando já não servem este propósito de entretenimento humano”.
    A associação, que também se dedica ao resgate de galgos utilizados em corridas, diz que os animais começam a ser treinados a partir dos dois meses de idade e que os corredores mais velhos têm apenas dois anos, pelo que a sua esperança média de vida é muito curta. Além disso, “ao longo das suas curtas vidas, são submetidos a treinos violentos e desgastantes para a saúde, a vidas miseráveis e indignas, culminando muitas vezes na morte ou no abandono”. E salienta que estes comportamentos desrespeitam a lei quanto a maus tratos de animais e abandono.
    A SOS Animal aponta que é fácil reconhecer os exemplares preparados para as corridas, uma vez que estes apresentam uma musculatura extremamente desenvolvida, principalmente a nível de peito e dos cortes traseiros, onde normalmente não têm pelo, por causa dos treinos com noras metálicas. Estes são dispositivos que obrigam os cães a correrem em círculos a velocidades muito elevadas e, “quando os cães não acompanham o ritmo, são-lhes infringidos choques elétricos”. Durante as corridas, os cães podem atingir 60 Km/h, o que pode provocar ferimentos nas patas devido desgaste das almofadas plantares provocado pelo atrito violento com o solo.
    A associação acrescenta que os animais por si resgatados apresentam ainda “cicatrizes nos focinhos, por causa dos açaimes, e no pescoço, culpa do corte para extraírem chip”, de forma a que os donos não possam ser responsabilizados.
    No texto constam seis localidades onde são promovidas corridas de galgos, nomeadamente e entre elas estão duas no Oeste, nomeadamente Bombarral e Alenquer, nas pista da Associação Galgueira do Centro e da Romeira. As restantes são Vila Nova de Famalicão, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Cuba do Alentejo. Há ainda 23 galgueiros nacionais certificados, alguns deles também no Oeste, nomeadamente Torres Vedras, Sobral de Monte Agraço, Abrigada e Alenquer.
    A iniciativa pode ser assinada em participacao.parlamento.pt/initiatives/878.

  • A semana do Zé Povinho

    A semana do Zé Povinho

    Um homem simples, afável, bom. É desta forma que os colegas, amigos e muitas pessoas que com ele contactam nas suas funções o caracterizam e que Zé Povinho também o vê.
    O Dr. Joaquim Urbano, médico anestesista e das urgências que esteve perto de 30 anos ao serviço da Saúde no Oeste, especialmente ligado ao Hospital Distrital das Caldas das Rainha, onde teve inúmeras responsabilidades e um dos que estava sempre pronto para servir. Quando agora se reforma, aos 70 anos, por imperativo legal é daqueles médicos que deixa muitas saudades e que o Zé Povinho acredita mesmo que se não fosse esse imperativo legal e Joaquim Urbano continuaria a trabalhar no hospital e na VMER, o serviço que criou nas Caldas e que pelo qual tanta dedicação teve.
    Natural de Sangalhos (Anadia) formou-se na Universidade de Coimbra em 1976 e começou por realizar o internato geral no Hospital de Aveiro. Fez serviço médico à periferia em Sever do Vouga, depois iniciou o internato em Anestesiologia no Hospital de Castelo Branco e, mais tarde, exerceu funções no Hospital de Alcobaça, até 1992, altura em que se fixou nas Caldas.
    A humanidade deste médico não deixa ninguém indiferente e, por isso, não foi de estranhar que tantos amigos quisessem marcar presença na cerimónia de homenagem que lhe foi feita na noite de sexta-feira no CCC. A família, seu grande suporte como referiu na cerimónia, poderá agora finalmente contar com a sua companhia.
    Contudo, por certo, Joaquim Urbano não deixará de participar na vida da cidade, continuando presidente da Liga de Amigos do Hospital e, no futuro, quem sabe, noutras instituições locais como já o fez antes.
    Zé Povinho agradece toda a dedicação deste profissional para com os seus conterrâneos e realça o seu exemplo, num tempo em que é banal dizer-se mal do Serviço Nacional de Saúde. O Dr. Urbano é a prova, tal como alguns outros, que aquele serviço é crucial para os portugueses.

    D. Quixote de La Mancha e Sancho Pança são duas figuras emblemáticas do país vizinho, que a exemplo deste vosso leal servidor – de nome Zé Povinho – simbolizam ironicamente, para o bem e para o mal, aquilo que ambos os povos têm de características mais caricatas.
    A actual crise em Espanha pode significar, de certa forma, as figuras desse cavaleiro de triste figura, misturando fantasia e realidade, comportando-se como se estivesse num romance de cavalaria e transformando obstáculos banais (como moinhos de vento ou ovelhas) em gigantes e exércitos de inimigos.
    A seu lado, Sancho Pança, um gordo e ingénuo lavrador, apesar de uma certa lucidez, vai seguir iludido pela louca imaginação do seu líder, largando tudo para viver as aventuras de cavalaria andante.
    Provavelmente esta visão é exagerada da forma como as lideranças espanholas se têm comportado ao longo dos últimos 4 anos, em que se vão alterando os protagonistas, todos senhores do seu nariz, com incapacidade em negociarem plataformas de cooperação, caindo sucessivamente em novas eleições, em que os pesos eleitorais se vão complicando e tornando as soluções políticas incompreensíveis.
    Zé Povinho gostava que os resultados do passado domingo, que tornaram as soluções mais difíceis, obrigassem a todos, mas especialmente às forças mais conscientes das reais necessidades do povo vizinho, a fazer acordos que evitassem o prolongamento de uma crise que se pode tornar insustentável e de consequências não controláveis.
    Por isso deixamos como símbolo destas confissões do país vizinho as figuras simbólicas de Cervantes, D. Quixote e Sancho Pança.

  • Duas empresas  do Parque Tecnológico presentes na Web Summit

    Duas empresas do Parque Tecnológico presentes na Web Summit

    A Newoxygen e a Makewise, sediadas no Parque Tecnológico de Óbidos, voltaram a marcar presença na Web Summit, a maior conferência da Europa em tecnologia, que decorreu em Lisboa entre os dias 4 e 7 de Novembro. Esta é a terceira participação das duas tecnológicas no evento, que se realiza em Portugal há quatro anos.
    Paulo Sábio, responsável pela Newoxygen, explica que a presença na Web Summit teve por objectivo promover o software bTransport, criado pela empresa e que tem tido grande atração a nível nacional, e que “já começa a dar alguns passos a nível internacional”, designadamente em França.
    De acordo com o empresário, o bTransport é um SaaS [Software as a Service] que pretende optimizar as empresas de transportes, permitindo a partilha de cargas e de transportes através de uma plataforma onde estas são disponibilizadas e actualizadas ao minuto. “As empresas de transportes podem alugar camiões com e sem motorista para sub-alugar a terceiros, assim como ter acesso a cargas para preencher espaços vazios no camião ou até fazer serviços completos”, explica Paulo Sábio que vê este software como uma mais-valia por poder adaptar-se à realidade de cada transportadora, proporcionando uma redução de custos.
    A Makewise levou à cimeira soluções que pretendem automatizar operações do dia a dia das empresas, com recurso à Inteligência Artificial e Visão por Computador. Algumas delas destinam-se à área dos transportes, permitindo a identificação de clientes com falta de pagamento em postos de combustível e clientes com necessidades especiais. Outras estão pensadas para o retalho, como a selecção para detecção de quebra iminente de stock de produtos em prateleiras de loja e a chamada automática do próximo cliente em fila única quando uma caixa passa a estar disponível; ou ainda para a restauração, como é o caso da solução de linha de caixa totalmente automática que calcula a conta a pagar com base na imagem dos alimentos.
    De acordo com Gonçalo Abreu, responsável pela Makewise, à Web Summit levaram estas e outras soluções, já com clientes “e aplicação em cenários reais”. Ali pretenderam desenvolver novas oportunidades de negócio, estabelecer parcerias e contactar com investidores”, adiantou o responsável.
    Também o director do Parque Tecnológico, Miguel Silvestre, destaca que a presença das empresas obidenses nesta cimeira é revelador “da sua procura e esforço pelo desenvolvimento de produtos altamente tecnológicos e diferenciadores, todos já validados pelo mercado”, conclui.

  • O turismo do futuro – E um futuro com igualdade!

    O turismo é um dos mais relevantes sectores de atividade em Portugal e uma das principais fontes de receita, com volumes de negócio significativos e fundamentais para o desenvolvimento social.
    Na EHTO-Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste o entusiasmo destes números originam um nível de exigência acrescido quando pensamos no cuidado a dar à forma como essa indústria beneficiará os nossos alunos e as nossas alunas, as Pessoas – mulheres e homens – que estamos a ajudar a formar e que sabemos que em breve irão integrar um mercado de trabalho, rigoroso e competitivo. E por isso, estamos a dar particular atenção à relação entre a igualdade de oportunidades, entre homens e mulheres, no mercado de trabalho do turismo.
    Sabendo que a hotelaria e os investidores da indústria turística estão apreensivos com o que designam como “a carência de recursos humanos habilitados”, na Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste tentamos garantir que o nosso contributo na formação das “nossas” Pessoas colaborará para a inversão desse paradigma – que muitos qualificam como dificultador do desenvolvimento do setor – mas também desejamos que as oportunidades e os desafios do turismo sejam vividos com igualdade e equidade tanto para mulheres como para homens. Porque desejamos que os nossos alunos e alunas, futuros profissionais a entrar no mercado de trabalho, venham a ter as mesmas oportunidades, independentemente do seu sexo, e que consigam contrariar alguns dos preconceitos e estereótipos que existem nesta área de atividade que elegeram incorporar.
    “Não há profissões para homens e profissões para mulheres. As profissões são para pessoas.” Esta foi uma campanha de divulgação que a CITE-Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego promoveu em março de 2019. E uns meses depois, na EHTO, quisemos colocar em prática essa premissa. Começámos a debater e a conversar sobre a discriminação de género no turismo, já que existem ofícios, cargos e tarefas – no setor do turismo – que sabemos estarem estereotipados e que há preconceitos que estão incorporados na rotina diária de um negócio turístico.
    A nós, na Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste, parece-nos que a questão do género é somente um jogo de contraditórios! Analisemos… Quem executa melhor as tarefas de limpeza? Quem sabe fazer melhor camas ou servir à mesa? Quem cozinha melhor? Quem arruma melhor? E quem melhor controla recursos e procedimentos? Quem consegue tomar decisões mais eficazes? Quem é mais competente? Quem menos falta ao trabalho? Quem estará mais apto/a para as funções de gestão ou de trabalho por turnos?
    No fundo, quem contribuiu mais para o progresso de um negócio turístico? As Pessoas! Assim, todas as mulheres e todos os homens, merecem as mesmas oportunidades de carreira. Sendo que, a questão do género não deverá jamais sobrepor-se ao mérito, à competência e ao conhecimento. Mas sabemos que, infeliz e injustamente, há áreas que são consecutivamente negadas às mulheres e que há tarefas que são, naturalmente, associadas às mulheres e menos aos homens (por estarem referenciadas como domésticas e, na esfera privada, é à mulher que tradicionalmente compete a chamada “lida da casa” ou o acompanhamento de dependentes e ascendentes?)
    Maior igualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho é um elemento essencial para um turismo sustentável. Mas a Gazeta das Caldas noticiou, num artigo publicado a 25 de outubro de 2019 e a propósito de um debate promovido na 5ª edição do FOLIO-Festival Literário Internacional de Óbidos – pela nossa escola, pela CITE e pela Obidos.com -, que as “mulheres têm que trabalhar mais 54 dias por ano para ganhar o mesmo que os homens” e que em “Portugal as mulheres ganham, em média, menos 14,8% do que os homens e quando se fala em cargos de chefia essa disparidade atinge os 26%”.
    A perspetiva do género é pertinente em termos teóricos, de desenvolvimento social e na prática do turismo! E no espaço da nossa Escola há que educar, orientar, exemplificar boas-práticas e contribuir para suprimir estereótipos e preconceitos preestabelecidos. Queremos que, tanto alunas como alunos, tenham liberdade para escolher o que ambicionam ser, em termos profissionais, que compreendam que o uso que fazem do “seu tempo” e que a conciliação da vida familiar com a atividade profissional devem ser autónomas de serem homens ou mulheres. Porque todas as Pessoas merecem as mesmas oportunidades!

    Madalena Rodrigues
    Formadora da disciplina de Gestão de Projeto
    Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste

  • Melhor defesa da Série passou teste nas Caldas

    Melhor defesa da Série passou teste nas Caldas

    Empate sem golos premiou organização defensiva a toda a prova do Oleiros. O Caldas teve uma actuação em crescendo, mas durante a maior parte do tempo faltaram melhores ideias para chegar ao golo.

    Campo da Mata, Caldas da Rainha
    Árbitro: Hélder Carvalho, AF Santarém
    Assistentes: Rafael Escudeiro e Rui Ferreira

    CALDAS 0

    Luís Paulo [6]; Juvenal [7], Militão (C) [6], Gaio [7] e Farinha [8]; André Santos [6], Yordy [6] e Pedro Faustino [6] (Ruca [3] 82); Januário [5] (Passos [6] 46), Bruno Eduardo [6] e Hugo Neto [5] (Ricardo Isabelinha [4] 60)
    Não utilizados: Francisco Vieira, Marcelo, Paulo Inácio, Karim
    Treinador: José Vala

    OLEIROS 0

    Norbert; André Farinha, Fábio Gaião, Samir Banjai, Luís Martins e Jardel Nazaré; Guilherme Campos e Jimmy (C) (Michael Santos 84); Iago, Duvan Guerra (Flavinho 77) e Matheus Silva (Dentinho 90+2)
    Não utilizados: Pedro Dias, Tiago Gomes, Iaia Coma, Arilson Camati
    Treinador: Natan Costa
    Disciplina
    Amarelo: Militão (29), Yordy (73), Duvan (76)

    O Oleiros chegou ao Campo da Mata apresentando no seu cartão de visita apenas quatro golos sofridos, o melhor registo não só da série, mas de todo o campeonato e melhor em todas as competições nacionais só mesmo o Benfica.
    O desenrolar da partida depressa se encarregou de demonstrar porquê. A formação visitante assenta o seu jogo nesse desempenho defensivo, com uma linha bem definida de cinco defesas que nunca se desposicionou. À frente desta linha, dois jogadores no centro do meio campo e depois três na frente.
    Na primeira parte o Caldas teve, provavelmente, mais de 70% de posse de bola, fazendo o que lhe competia, empurrando a linha de pressão o mais para cima possível da defensiva do adversário. No entanto, faltava maior dinâmica nas trocas de posicionamento e na troca de bola para tentar forjar uma linha de ruptura na defensiva visitante. Os dois laterais, Farinha e Juvenal, foram o que melhor o tentaram, mas com pouco sucesso. A melhor chance chegou já nos descontos. Bruno Eduardo conseguiu o tal movimento e Juvenal conseguiu colocar-lhe a bola, mas Samir ocupou o espaço e bloqueou o remate.
    Para a segunda parte José Vala lançou Passos para a esquerda, fazendo subir Farinha na esquerda, procurando justamente aproveitar a capacidade de Farinha para agitar o jogo.
    Contudo, o Oleiros também começou a subir as suas linhas e a dividir mais a posse de bola, afastando o jogo mais tempo do seu terço defensivo e, ao mesmo tempo, passando também mais tempo no ataque, provocando mesmo alguns momentos de perigo na baliza de Luís Paulo, com remates de André Farinha e Jardel próximos do alvo.
    No entanto, esta postura poderia ser benéfica caso o Caldas conseguisse aumentar a velocidade do seu jogo. Juvenal foi o primeiro a tentar tirar esse partido, num lance em que rompeu para a área, mas viu Jardel desarmá-lo in extremis. Depois foi quase sempre Farinha a assumir os melhores momentos ofensivos do Caldas. Atirou para a melhor defesa do jogo, acertou no poste, serviu Bruno Eduardo e depois Ruca, mas nada resultou em golo. E no lance que resultou, Yordy estava fora-de-jogo.

    FARINHA, JOGADOR DO CALDAS

    Melhor do Caldas

    Farinha 8

    Já na primeira parte foi responsável pelos (poucos) momentos em que o Caldas tentou imprimir mais velocidade ao seu ataque. Na segunda, a jogar adiantado, inscreveu o seu nome em praticamente todos os lances que tiveram potencial para desfazer o nulo, servindo companheiros e ao finalizar ele mesmo.

     

     

    Quisemos mais

    É uma equipa que defende muito bem, o objectivo eram os três pontos, não conseguimos mas trabalhámos para isso. Ainda conseguimos o golo, não sei se estava ou não fora-de-jogo, mas era merecido porque quisemos mais ganhar. O nosso objectivo é jogo a jogo, temos equipa para ir buscar os três pontos a qualquer campo, mas não vamos esconder que queremos estar nos dois primeiros e vamos fazer de tudo para que aconteça. Sou totalista até agora, o que me deixa contente, tenho trabalhado muito para que isto esteja a acontecer. Estou numa posição nova mas não desgosto, dá-me profundidade com bola, menos sujeito a marcação.

    JOSÉ VALA, TREINADOR DO CALDAS
    Demonstrámos ambição
    A primeira parte foi lenta, mal jogada e não conseguimos encontrar soluções. Na segunda procurámos dar mais imprevisibilidade na frente e penso que foi uma segunda parte mais aberta, demonstrámos ambição que podia ter saído cara, porque ficámos em várias situações no um para um defensivo, mas é o que está incutido no grupo. Lutámos até ao fim e tivemos duas situações incríveis para finalizar, o Oleiros também teve, mas merecíamos ganhar.

    DAVID FACUCHO, TR. ADJUNTO OLEIROS
    Fechámo-nos bem
    Faz parte do nosso modelo de jogo a estrutura defensiva bem vincada e trabalhada não só desta época. Fechámos bem os caminhos na primeira parte, sabíamos que só concentrados, com boas coberturas e bom posicionamentos podíamos anular as peças mais influentes do Caldas. Na segunda parte conseguimos ser mais perigosos e na fase final o golo podia ter surgido para qualquer um dos lados, embora com mais lances do Caldas.

  • Pimpões participaram nos Testes de Iniciação e Disciplina

    Pimpões participaram nos Testes de Iniciação e Disciplina

    A secção de patinagem dos Pimpões participou, a 26 e 27 de Outubro, nos Testes de Iniciação e Disciplina, que se realizaram no Pavilhão de Alcobaça. Nestes testes, a atleta Margarida Sedas ficou apurada para participar no Campeonato Distrital do próximo ano.
    Este foi um fim-de-semana com muita emoção, onde foi visível o apoio incondicional de amigos e familiares de todos os atletas.
    A secção de Patinagem quer dar os parabéns a todos os atletas, pelo trabalho que têm vindo a desenvolver, pela determinação e persistência, mas também pela evolução notória que têm demonstrado.
    A 21 e 22 de Setembro 11 atletas dos Pimpões (nos escalões de Benjamins, Infantis, Iniciados, Cadetes e Juniores) participaram no Torneio Distrital de Esperanças. Por equipas a SIR Pimpões classificou-se na 6ª posição num total de 15 clubes participantes.
    De referir que a atleta Constança Gaio classificou-se na 2ª posição do escalão de Benjamins e a atleta Mafalda Almeida classificou-se na 1.ª posição do escalão de Juniores.
    É de salientar o esforço, empenho e evolução de todos os atletas envolvidos, que deixam a secção de Patinagem bastante orgulhosa. Agradecer também todo o apoio dado aos atletas por parte dos pais, familiares e amigos.

  • Assembleia-geral do Sporting das Caldas mandatou Comissão Administrativa até final de Junho

    Assembleia-geral do Sporting das Caldas mandatou Comissão Administrativa até final de Junho

     

    O Sporting Clube das Caldas reuniu no passado dia 8 de Novembro em Assembleia-geral, que deu continuidade à sessão iniciada duas semanas antes depois da perda de quórum da direcção eleita em Abril deste ano. Os associados tinham a missão principal de constituir uma Comissão Administrativa para gerir o clube até ao final da temporada. A lista composta por Mário Pedro, João Neves, Diogo Guia, João Rodrigues, Mafalda Pedreira, Vítor Oliveira e António Ferreira foi aprovada por 13 dos 16 sócios presentes, com uma abstenção e dois votos contra.

    SITUAÇÃO FINANCEIRA POR
    ESCLARECER

    Ainda antes de se proceder à eleição da única lista que se apresentou a sufrágio, foi discutido outro assunto que tem estado na actualidade do clube: a sua saúde financeira. De resto, tanto a direcção que agora se demitiu como a anterior emitiram comunicados em relação a este assunto.
    Rui Reis, presidente que terminou o seu mandato no passado mês de Abril, disse na AG que havia rumores na cidade e que chegou ao seu conhecimento que “foi adiantado junto de entidades oficiais que o SCC tinha dívidas de 80 mil euros”, o que considerou exagerado. De resto acrescentou, “falei com presidente demissionário [Jorge Sousa] e as contas não eram essas. Muitos dos valores não eram dívida, mas obrigações do clube, como por exemplo encargos com jogadores até ao fim da época”. Além dos compromissos financeiros, “também existiam benefícios, como o protocolo com a Câmara, que ainda só se tinha recebido metade”.
    A diferença entre a despesa e a receita projectada até ao final do mandato “dava os cerca de 10 mil euros” constantes no balancete apresentado à AG eleitoral, a 5 de Abril, afirmou Rui Reis.
    No entanto, o ex-presidente não se ficou por aqui, dizendo que se dirigiu a esta AG “por uma questão de dignidade, porque diziam que havia um montante de dívidas que não era verdadeiro”.
    Carlos Custódio, tesoureiro na direcção de Rui Reis, colocou várias questões de natureza financeira, nomeadamente qual o valor em dívida por altura da sua saída e quais os credores, quanto a Câmara das Caldas adiantou ao clube e como foram utilizadas as verbas, se para pagar dívidas ou para contratar jogadores.
    Mário Pedro respondeu apenas que a direcção de Rui Reis apresentou Contas não ratificadas pelo Conselho Fiscal e que, “quando entrámos, a situação era diferente da que vocês deixaram”. Quanto aos valores em dívida, “o Conselho Fiscal irá apurar”, acrescentou.
    Filipe Mateus, actual presidente do Conselho Fiscal, afirmou que já contactou ambas as direcções “para perceber o que está elencado nos documentos que suportam as Contas” e que já tem na sua posse alguma documentação, mas não toda. “Que há divergências, há”, apontou, acrescentando que “queremos resolver tudo a bem, porque estas divergências não levam a lado nenhum”.
    Mário Tavares, presidente da MAG, anunciou que em breve será marcada uma nova AG “para clarificar os gastos, o que foi pago e como”.
    A questão das Contas acaba por assumir maior dimensão porque os sócios ainda não foram chamados para aprovar as Contas relativas aos anos de 2017 e de 2018. Carlos Custódio disse mesmo não entender “como a Câmara disponibilizou tanto dinheiro sem Contas aprovadas há dois anos”, realçando que as referentes ao seu mandato só não foram aprovadas por razões que ultrapassam a direcção.

    A POLÉMICA SUCESSÃO

    Outra questão que mereceu justificação foi a própria cessação de funções da direcção de Rui Reis, em Abril deste ano, meses antes do final do seu mandato.
    Mário Tavares, presidente da Mesa da Assembleia-geral (MAG) justificou a sua decisão de convocar uma eleição antecipada com o rumo que direcção de então tinha para a equipa sénior, a saída de dois elementos da direcção e apontando também outros “erros” ao executivo comandado por Rui Reis. “A vossa gerência começou com a questão do ténis de mesa [ndr: extinção da equipa depois da subida às competições nacionais], que gerou antipatia nalguns sectores do clube. Depois, a vossa concepção filosófica da equipa de voleibol sénior também causava forte discussão entre algumas pessoas ligadas ao clube, porque se corria o risco de não ter equipa conveniente para a I Divisão”, declarou.
    Mário Tavares acrescentou que o Sporting devia manter-se na I Divisão Nacional, mas “não tinha equipa para isso nem perspectivas de jogadores. Abril era altura para ainda tentar recompor a equipa para uma participação digna na I Divisão Nacional”.
    O presidente da MAG apontou ainda falta de acompanhamento da equipa por parte da direcção e o “erro que foi vender uma carrinha sem pedir uma assembleia-geral para isso”.
    Mário Tavares recordou que a assembleia marcada para Abril previa eleições ou “recomposição” da equipa directiva, mas que não existiram diligências nesse sentido.
    Além disso, Mário Tavares referiu que não houve uma apresentação devida das Contas, o que Rui Reis justificou por motivos de doença do presidente do Conselho Fiscal.
    O anterior presidente do clube disse que Mário Tavares “provavelmente estaria enganado quanto a termos ou não uma equipa competitiva” para esta época. Rui Reis adiantou que a sua prioridade para o clube era ter uma equipa que pudesse ser chamariz para revitalizar a formação, algo que via como fundamental para o futuro do clube. “Aceitámos antecipar as eleições porque chegámos à conclusão que maioria dos sócios e o presidente da MAG, Mário Tavares, acharam que o rumo não era o melhor. Não quisemos candidatar-nos, se tivéssemos querido provavelmente teríamos ganho, porque estávamos em maioria na assembleia”, concluiu.
    Carlos Custódio, tesoureiro da direcção que cessou funções em Abril, disse que a falta de acompanhamento à equipa sénior começou com a demissão do então director (e actual presidente da Comissão Administrativa) Mário Pedro. “Não havia quem acompanhasse a equipa e andei eu, que não sabia nada de voleibol”, afirmou.
    Mário Pedro justificou que saiu porque “estavam previamente acordadas determinadas condições para garantir o funcionamento harmonioso da equipa, que não foram cumpridas”.

  • Caminhada Mealhada-Águeda

    No domingo, 17 de Novembro de 2019 irá decorrer uma caminhada na Mealhada-Águeda (percurso até 20 km). Saída de Caldas da Rainha em autocarro às 7 horas junto a Hotel Cristal em Caldas da Rainha. Regresso às Caldas às 18h00, levar almoço.
    Organização da Casa do Benfica de Caldas da Rainha. com o apoio dos Caminheiros das Caldas da Rainha e Óbidos.
    Apoio e participação dos Caminheiros das Caldas da Rainha e Óbidos – telefone 919.088.066. email: caminheiros.caldas.obidos@gmail.com

  • João Maria Inácio classifica-se em 7º lugar na Lagoa da Ervedeira

    O atleta dos Pimpões João Maria Inácio classificou-se em sétimo lugar no Triatlo da Lagoa da Ervedeira, que teve lugar a 20 de Outubro, com o tempo de 1h20m20s.
    O grande vencedor desta etapa da Taça de Portugal foi Rafael Domingos, do Estoril Praia Credibom, com 01h00m37s, que consistia em 750 metros de natação, 20 quilómetros de bicicleta e cinco quilómetros a correr. Andreia Ferrum, do Outsystems Olímpico de Oeiras, foi a primeira atleta feminina a cortar a meta com 01h10m01s.

  • Vitória expressiva do Caldas RC/Ubuntu confirma o apuramento para o Campeonato Nacional

    Vitória expressiva do Caldas RC/Ubuntu confirma o apuramento para o Campeonato Nacional

    CALDAS/UBUNTU 46

    Afonso Oliveira, André Gonçalves, António Maltez, Carlos Prieto (1E, 3T), David Henriques, Francisco Oliveira, Francisco Ribeiro, Gonçalo Afonso (Ubuntu) (1E), Guilherme Colmonero, João Lami, João Salvador, José Contreras Lopes (1E), Lucas Vitorino, Manuel Carriço (2E), Ricardo Correia, Ricardo Lopes, Rodrigo Henriques (Cap.) (3E), Salvador Palhoto
    Treinador: Patricio Lamboglia
    Diretor: António Ferreira Marques. Fisioterapeuta: José Miguel/Physioclem

    BELAS RC/SPORTING 5

    Uma semana após a primeira mão, disputada em Queluz, aguardava-se, com expectativa, a possibilidade de uma resposta dos Esquilos e qual seria a atitude dos Pelicanos.
    Tempo de Inverno, mas sem chuva, algum vento, mas sem a intensidade habitual que se observa no Complexo Desportivo das Caldas da Rainha. Bastante publico, afecto às duas equipas, o que se saúda.
    O Caldas entrou muito confiante e, desde o primeiro momento colocou o seu Rugby no pitch. Jogadas à mão, várias fases de avançados, conquistas nas fases estáticas, e o adversário encostado nos seus 22 metros.
    Vitória incontestável do Caldas RC/Ubuntu que mostrou um Rugby superior em todas as suas componentes. Resposta com galhardia dos jogadores do Belas/Sporting que, hoje, se tiveram que inclinar perante a superioridade dos Pelicanos.
    Resultado final: Caldas/Ubuntu 46pts (8E, 3T) Belas RC/Sporting Rugby 5pts (1E).
    O Caldas RC/Ubuntu classifica-se, assim, para o Top 12 do Campeonato Nacional, competição onde os jogadores Pelicanos terão que mostrar a sua capacidade de evoluir na modalidade. A presença de três atletas nos trabalhos da Seleção Nacional do escalão, para além de confirmar o excelente trabalho do Treinador Patricio Lamboglia, é fator de motivação para os companheiros de equipa. Com empenho, dedicação e compromisso a meta é possível.
    Arbitragem competente de Luis Miranda. O comportamento desportivo de ambas as equipas ajudou. Deve ser sempre assim.

  • Excelente prestação de Tiago Isidoro no Triatlo longo de Vilamoura

    Excelente prestação de Tiago Isidoro no Triatlo longo de Vilamoura

    Realizou-se em Vilamoura, a 27 de Outubro, o Campeonato Individual de Triatlo de Longa Distância, no qual o “Pimpões Triatlo” esteve representado pelos atletas Luís Oliveira e Tiago Isidoro.
    Luís Oliveira foi obrigado a desistir devido ao rebentamento de um pneu aos 78 Km do segmento de ciclismo, e Tiago Isidoro, embora fosse a estreia nesta distância, classificou-se no 7º lugar do escalão, com o excelente tempo de 7:42:35.
    A partida iniciou na praia de Vilamoura num percurso triangular de duas voltas, num total de 3000 metros, seguidas de três voltas de ciclismo com 121.750 km, terminando com seis voltas de corrida num total de 29.600 km.
    Tendo sido esta a última prova da época, parabéns aos atletas que se propuseram a fazer esta prova tão dura.

  • Caldas RC triunfa com ponto bónus ofensivo frente ao RC Elvas

    CALDAS RC 36

    Alexandre Vieira (1E), Bruno Martins, Caetano Perez, David Esteves, Diogo Vasconcelos (1E), Filipe Gil (2E), Gonçalo Cordeiro, Gonçalo Sampaio, Gonçalo Silva, José Maria Vieira, Leonardo Ferreira (1E), Luís Carvalho, Luís Gaspar, Oscar d’Amato (3T), Rafael Marcos (1E), Ricardo Marques (Cap.), Rui Santos, Salvador Cambournac, Tomas Melo.
    Treinador: Patrício Lamboglia
    Diretor: Francisco Azinheira. Fisioterapeuta: José Miguel/Physioclem. Comissário de jogo: António Ferreira Marques

    RC ELVAS 0

    Ainda na ressaca da dramática derrota da jornada anterior, partida em que o melhor Rugby Pelicano não conseguiu ultrapassar alguns episódios de pura “má sorte”, os Pelicanos apresentavam-se com inúmeras baixas, por motivos profissionais, mais uma vez, e lesões, das quais a mais grave a do seu “play-maker” Tommy Lamboglia. Uma palavra para o Internacional Sub20, a quem desejamos uma recuperação que permita um regresso aos relvados do “perfume” do Rugby que tão bem evidencia.
    Tempo de Inverno, chuva intensa e, a partir do intervalo um vento muito forte. Relvado pesado, mas em excelentes condições para o jogo. Algum publico, e, em particular, de saudar os apoiantes da equipa Alentejana, que nunca regatearam o apoio aos seus bravos.
    Vitória indiscutível do Caldas RC, formação com outra estrutura e experiência, numa partida nem sempre bem jogada, as condições climatéricas a contribuírem para algumas falhas técnicas de ambas as equipas.
    Resposta com dignidade com Elvenses, uma formação muito jovem e ainda à procura dos ritmos e comportamentos do campeonato desta divisão, uma realidade bem diferente da 2º divisão onde o Clube do Baixo Alentejo vinha alinhando.
    Arbitragem equilibrada e competente de Nelson Pequeno, para o que contribui o comportamento disciplinado das duas equipas.
    Resultado Final: Caldas RC 36pts (6E, 3/) RC Elvas 0pts.
    A magnífica “terceira parte”, com a participação das “três equipas” e dos apoiantes do CR Elvas que se deslocaram ao Oeste, encerrou uma manifestação do que deve ser o Rugby – Jogar “com tudo”, respeitando a arbitragem, o adversário e, acima de tudo o “espírito do jogo; felizmente que a reportagem do Rugby FairPlay, mais uma vez presente nos jogos do CN1 permitiu dar o testemunho.
    Na próxima jornada no Sábado, 16 Novembro, pelas 15h00, o Caldas desloca-se à “Vila do Rugby” para a 5ª Jornada do CN1 para defrontar o MMRC Bairrada.
    O nosso agradecimento ao apoio da CM Caldas da Rainha e aos nossos patrocinadores.

  • Margarida Costa sagrou-se Vice-Campeã da Taça de Portugal 2019

    Margarida Costa sagrou-se Vice-Campeã da Taça de Portugal 2019

    A jovem cavaleira Margarida Costa sagrou-se Vice-Campeã da Taça de Portugal 2019 no escalão sub-20 de equitação de trabalho. Uma prova realizada no picadeiro da Feira Nacional do Cavalo, na vila da Golegã.
    A cavaleira residente em Santa Catarina, concelho de Caldas da Rainha montando o seu cavalo Elbano assinou três excelentes provas com 68,5% em ensino, 71,5% em maneabilidade e velocidade o que lhe garantiu a conquista da medalha de prata.

  • Obidenses venceram nas Caldas

    Obidenses venceram nas Caldas

    ARECO COTO 1

    Martim, Ruben, Duarte, Rafael Costa, Salvador Anunciação, Salvador Martins, Rodrigo “C”, Rafael Peça, Xavier Félix, Diogo, Salvador Carvalho, Sebastião, Leonardo e Simão (1)
    Treinador: António Luís

    AE ÓBIDOS 11

    Francisco, António “C”, Artur, Guilherme (2), Santiago Cruz (2), Diogo (2), Santiago Diogo (1), Miguel, Gonçalo Fortunato, Vasco, Lucas (1), Gonçalo Santos e Bernardo (3)
    Treinador: Sérgio Vala
    Na manhã do passado sábado, 9 de Novembro, as equipas de benjamins da ARECO Coto e da AE Óbidos encontraram-se no campo Luís Duarte para um bom jogo.
    Numa idade em que o mais importante é a diversão, essa não faltou durante uma hora de partida em que os atletas puderam gastar energias a correr e a praticar futebol.
    A equipa obidense foi mais competente e venceu um jogo onde imperaram as regras do fair-play.

  • Margarida Reis no Atlético Voleibol Clube

    Margarida Reis no Atlético Voleibol Clube

    A jovem Margarida Reis encontra-se esta época a jogar no Alético Voleibol Clube de Famalicão.
    Da formação do SCC a atleta integra uma das equipas mais competitivas do país, e bem posicionada no campeonato nacional. “é um novo desafio, com treinos intensos e onde a dedicação é fundamental“.
    Sendo ó Voleibol um desporto rei no norte do país, o nível de competição é mais elevado. “ no Norte vive-se voleibol, e a modalidade está em constante crescimento”
    Felicidades à atleta para a época desportiva.

  • MVD no Torneio de Clubes Stella Maris não séniores

    MVD no Torneio de Clubes Stella Maris não séniores

    Realizou-se no passado fim de semana, 3 e 4 de Novembro no Pavilhão do Stella Maris em Peniche, o Torneio de Clubes CSM em Não Seniores com o MVD a ser representado por 8 atletas: Beatriz Sacramento e Mafalda Vargas em Sub-13; Tomás Sacramento, Luís Ventura, Joana Vargas, Margarida Botelho e Francisco Félix em Sub-17 e Eduardo Félix em sub-19.
    Em Sub-13 na prova de Singulares Senhoras, Mafalda Vargas é a 2ª classificada e Beatriz Sacramento perdeu nos ¼ de final e em Pares Senhoras estas duas atletas que formaram par ficaram em 2º lugar.
    No escalão de Sub-17, na prova de Singulares Homens, Francisco Félix fica pelos 1/16 de final, Tomás Sacramento perde nos ¼ de final e Luís Ventura atingiu as 1/2 finais da prova. Na prova de Singulares Senhoras, Margarida Botelho e Joana Vargas perderam nos 1/8 de final. Em Pares Homens, Tomás Sacramento/Tiago Mendes (NST) ficaram nos ¼ e Luís Ventura/Francisco Félix atingiram as ½ finais. Na prova de Pares Senhoras Margarida Botelho/Joana Vargas perderam nos ¼ de final e Luís Ventura/Margarida Botelho atingiram as ½ finais na prova de Pares Mistos.
    Nos Sub-19, Eduardo Félix perde nos 1/16 de final na prova de Singulares Homens e em Pares Homens, Eduardo Félix/Tiago Carvalho (AAC) atingiram os ¼ de final.

  • Aula aberta dedicada ao Halloween

    Aula aberta dedicada ao Halloween

    Cerca de 100 pessoas participaram na aula aberta de Hip Hop e Zumba dedicada ao Halloween que teve lugar a 31 de outubro nos Pimpões.
    Esta aula decorreu num ambiente propício ao tema com decoração a rigor e muitas crianças mascaradas. Para além de Hip Hop e Zumba, houve também algumas coreografias com músicas de Fit 30’ e Combat.
    No final ainda houve um concurso de máscaras de Halloween, em que qualquer pessoa poderia participar. Os vencedores serão anunciados em breve.
    A organização agradece a todos a participação e promete que para o ano será igual ou melhor.

  • Atouguiense participou com quatro atletas na Nazaré

    Atouguiense participou com quatro atletas na Nazaré

    No passado dia 9 de Novembro realizou-se 16ª Meia do Futuro da Nazaré, com o lema “Carapau é boa onda”. Uma prova destinada aos jovens de Benjamins a Juvenis, com distância adequadas às idades. A secção de atletismo do Grupo Desportivo Atouguiense participou com 4 atletas nos escalões de Infantis, Iniciados e Juvenis, sendo de realçar o 3º lugar de Elisângela Codinha. Atletas presentes: Infantis Rafael Silva, distância 1.000m, 5º lugar; Iniciados Elisângela Codinha, distância 2.000m, 3º lugar; Juvenis Cíntia Silva e Maria Pontes, distância 3.000m, 4º e 6º lugar, respetivamente..

  • Rita Gabriel e António Miranda representam Óbidos na Maratona do Porto

    Rita Gabriel e António Miranda representam Óbidos na Maratona do Porto

    Os atletas obidenses Rita Gabriel e António Miranda estiveram presentes, nos dias 1 e 2 de Novembro, na 16ª Maratona do Porto.
    Participaram cerca de 16.000 atletas, de 78 países, nas 3 provas do evento (Maratona, Family Race e Fun Race). A Expo Maratona localizou-se no Centro de Congressos da Alfândega do Porto. Aí, os maratonistas foram recebidos e entregues os kits de participante, em ambiente de grande animação, por entre dezenas de stands anunciando as inúmeras maratonas europeias.
    As provas decorreram numa manhã particularmente nublada, mas com uma temperatura ideal para que se completasse a maratona confortavelmente. A partida foi dada pela campeã Fernanda Ribeiro. O percurso foi desde a zona do “Edifício Transparente”, Parque da Cidade, Matosinhos, Avenida Marginal, passando pela ponte Luís I, até à Afurada, voltando até ao Freixo e de novo a Marginal até à meta no Parque da Cidade. Foram 42 km de animação entre os atletas onde muitos se conhecem e «aproveitam para pôr a conversa em dia». Grande foi também a animação proporcionada pelas bandas musicais que animaram todo o percurso.

  • Pimpões organizam 1ª Convenção de Fitness e Dança das Caldas da Rainha

    Estão abertas as inscrições para a 1ª Convenção de Fitness e Dança das Caldas da Rainha que vai ter lugar 18 de janeiro de 2020 na Sociedade de Instrução e Recreio “Os Pimpões”.
    No “Caldas Fit by Pimpões” vão estar presentes vários instrutores portugueses reconhecidos nacional e internacionalmente, que irão orientar aulas diversificadas de dança e fitness (incluindo fitness aquático).
    As inscrições podem ser feitas na secretaria dos Pimpões ou através do endereço https://pimpoes.pt/caldasfit e até 17 de dezembro têm um custo de 25 euros. Os bilhetes adquiridos no próprio dia, se ainda existirem vagas, terão o valor de 35 euros.

  • BE questiona o governo sobre investimentos para o CHO e defende novo hospital para o Oeste

    BE questiona o governo sobre investimentos para o CHO e defende novo hospital para o Oeste

    Os deputados Ricardo Vicente, Moisés Ferreira e José Soeiro, eleitos pelo Bloco de Esquerda (BE) querem explicações da ministra da Saúde, Marta Temido, sobre o funcionamento do Centro Hospitalar do Oeste (CHO). Numa pergunta dirigida ao governo, os deputados questionam para quando a concretização de investimento neste centro hospitalar, de forma a reabilitar as farmácias e a responder às necessidades dos doentes oncológicos, no que diz respeito aos fitotóxicos. Querem também saber o motivo pelo qual o conselho de administração do CHO ainda aguarda a autorização da tutela, que foi solicitada em Janeiro, para a abertura de concursos para a contratação dos auxiliares que estão a recibo verde.
    Os deputados perguntam para quando se prevê a construção de um novo hospital no Oeste, assim como qual o montante gasto em deslocações com o transporte de doentes entre os três hospitais nos últimos três anos de actividade do CHO.
    Estas questões resultam de uma visita feita pelo deputado eleito por Leiria, Ricardo Vicente, juntamente com dirigentes locais ao hospital caldense e reunião com a administração do centro hospitalar, no passado dia 4 de Novembro. Esta iniciativa decorreu um ano depois da tomada de posse do novo conselho de administração, presidido por Elsa Baião, e pretendeu fazer um ponto da situação actual e esclarecer algumas denúncias sobre o funcionamento dos seus três hospitais, situados as Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras.
    Os deputados referem que durante este último ano houve crescimento de 4% no número de consultas, maior número de partos e um investimento de 900 mil euros em equipamentos. Estão ainda a decorrer as obras para as novas urgências no Hospital das Caldas da Rainha, que atrasaram devido à “descoberta de uma viga invertida que não estava prevista em planeamento” e que leva a que a obra só esteja concluída nos primeiros meses do próximo ano, explicou a presidente do conselho de administração do CHO, Elsa Baião, à Gazeta das Caldas.
    Há uma candidatura aprovada, no valor de 1,6 milhões de euros, para as urgências de Torres Vedras, com previsão de requalificação da oftalmologia também em Torres Vedras e criação de serviço de internamento de Psiquiatria no hospital de Peniche. A comitiva ficou a saber que as dificuldades com o refeitório, que tinha sido fechado pela ASAE, estão solucionadas, pelo que o BE considera que o Centro Hospitalar está “claramente em melhor situação do que há um ano atrás”.
    No documento dirigido à tutela, os deputados bloquistas denunciam ainda que existem várias valências médicas muito deficitárias nos quadros do CHO e que, depois de um processo de regularização de precários (que regularizou 240 trabalhadores), continuam a ser recrutadas pessoas a recibos verdes e mediadas por empresas de trabalho temporário para garantir o normal funcionamento dos três hospitais. “O Conselho de Administração do CHO, reconheceu que estas pessoas devem fazer parte dos quadros e informaram que aguardam a autorização da tutela desde janeiro para abrir concurso que permita a sua contratação”, referem no documento apresentado.
    Os deputados Ricardo Vicente, Moisés Ferreira e José Soeiro dão nota da necessidade de investimento público para infraestruturas e equipamentos do CHO, assim como da carência de recursos humanos, dos auxiliares e enfermeiros aos médicos, que trabalham demasiadas horas, acabando muitos de baixa. “Uma dispersão de serviços de especialidade e de urgência em três hospitais distanciados por dezenas de quilómetros e sem interligação por transportes públicos coletivos capazes, torna tudo mais difícil de gerir”, consideram, defendendo a construção de um novo hospital, que permita centralização de serviços, rentabilização de recursos e a oferta de melhores condições a profissionais e utentes.

  • CCC acolhe escultura cerâmica contemporânea

    CCC acolhe escultura cerâmica contemporânea

    Um robot de cozinha feito em cerâmica, bustos antropomórficos, quadros e totems são alguns dos exemplares que podem ser apreciados na mostra “A escultura cerâmica vem a banhos”, inaugurada a 9 de Novembro, no CCC. Esta engloba peças de ceramistas nacionais e foi organizada pelo escultor Jorge Pé-Curto, que tem trabalhado com algumas unidades industriais caldenses.

    “É uma feliz coincidência que a realização desta mostra aconteça na semana em que Caldas foi classificada como Cidade Criativa da Unesco”, disse Maria da Conceição Pereira durante a inauguração desta exposição que inclui obras de ceramistas nacionais.
    Por seu lado, o escultor Jorge Pé-Curto explicou que a oportunidade realizar esta mostra surgiu enquanto o autor esteve a trabalhar na Bordallo Pinheiro e na fábrica Duro Designers. O escultor, que trabalha em vários materiais, reuniu vários ceramistas – de Norte a Sul do país – que colaboraram com as suas obras. “Esta é uma exposição que faz sentido nas Caldas, dada a sua ligação à cerâmica”, disse Pé-Curto acrescentando que a variedade de propostas são representativas do que se produz em escultura cerâmica em Portugal.
    O escultor gostaria que a exposição fosse visitada não só pelos caldenses mas também pelos estudantes da ESAD. Para o organizador, o facto das Caldas ter sido classificada Cidade Criativa da UNESCO pode “reforçar o papel da cerâmica e atrair às Caldas mais projectos artísticos”.
    Entre os autores presentes, está Elsa Rebelo que deu a conhecer as suas obras escultóricas. A ceramista caldense tanto dá rostos às suas peças como empilha tigelas, dando novas feições a peças utilitárias. O objectivo do seu trabalho artístico é o de elevar a cerâmica a um novo patamar, de modo a que esta “seja reconhecida como uma arte maior”, disse a autora.
    Por seu lado, Mariana Fernandes deu a conhecer as suas Paisagens Portáteis onde une pedras ao trabalho de cerâmica. A artista trouxe uma Bimby feita em cerâmica, assim como um livro de barro que eterniza as suas palavras.
    Paulo Óscar, autor da peça que simboliza a Confraria do Príapo, apresentou uma série de quadros intitulados Entre o Céu e a Terra. O artista, que durante vários anos foi formador no Cencal, apresentou na série elementos geométricos que representam “as uniões que vamos criando ao longo da nossa vida”.

    Visitantes “fazem” peça

    Elsa Gonçalves trouxe para a exposição uma instalação-mesa de trabalho. A artista convida os visitantes a construir as suas próprias esculturas, compostas por várias peças de cerâmica de tamanhos e formatos diversos. Os visitantes podem até definir o próprio título das obras, escolhendo entre frases colocadas na mesa, retiradas de poemas ou de livros que a artista está a ler.
    Heitor Figueiredo, artista que também colabora na fábrica de António Duro, trouxe peças referentes a diferentes fases da sua carreira. Entre essas propostas está uma obra feita na fábrica caldense e que “prova que as técnicas industriais, aliadas a outras, podem dar obras interessantes”. Jorge Pé-Curto trouxe as peças que revelam as preocupações do autor perante o Homem face à Natureza enquanto que José António Silva revelou as suas obras dedicadas a sonhos, aos oceanos e ao fim da Segunda Guerra Mundial.
    Maya Kempe é a autora de vários bustos antropomórficos. Ao contrário do que acontece nas fábulas, nestas peças a autora criou cabeças de animais para se referir à diversidade de personalidades humanas.
    Escultura cerâmica vem a banhos! inclui obras de Catarina Nunes, Elisabete Pimentel, Elsa Gonçalves, Elsa Rebelo, Fernando Sarmento, Heitor Figueiredo, Jorge Pé-Curto, José António Silva, Maja Escher, Mariana Fernandes, Maya Kempe e de Paulo Óscar. Está patente na galeria do CCC até 11 de Janeiro.

  • Coreógrafa caldense apresentou espectáculo no CCC

    Coreógrafa caldense apresentou espectáculo no CCC

    A bailarina e coreógrafa caldense Margarida Belo Costa esteve a 9 de Novembro no CCC para apresentar o seu espectáculo de dança contemporânea P.S.Carmen. A sala encheu-se de gente, sobretudo familiares e amigos da criadora que vai regressar em breve para trabalhar com o Grupo Experimental de Dança da Escola Vocacional de Dança, onde iniciou a sua carreira de

    A coreógrafa caldense Margarida Belo Costa há muito que queria apresentar uma das suas criações nas Caldas da Rainha. Já tinha tentado vir antes, sempre sem sucesso, mas desta vez, a autora conseguiu entrar em contacto com os responsáveis do CCC e trazer P.S. Carmen, uma criação que tem por base a ópera de Bizet. A criação contemporânea, estreada em 2018, já foi apresentada em palcos de outras localidades como Ponte de Lima e Benavente. Nela, a caldense destaca e desmistifica o papel da protagonista, Carmen.
    Para a autora, trazer esta peça à sua terra natal foi “muito importante” pois permitiu aos caldenses assistir ao trabalho desta criadora local.
    Margarida Belo Costa foi convidada a realizar esta obra para a 26ª Quinzena de Dança de Almada – International Dance Festival, a convite da directora da Companhia de Dança de Almada. Em simultâneo foi “mais uma oportunidade de descentralizar o espectáculo e dar a oportunidade de ver o que se faz na dança contemporânea”.
    A vinda às Caldas foi a oportunidade de conversar com criadora de 28 anos que está a trabalhar com a companhia Olga Roriz e com a Escola Superior de Dança. Tem parcerias com outras entidades como a companhia Paulo Ribeiro, além de coordenar workshops e performances.
    Esta apresentação no CCC contou com a participação da também caldense, Joana Subtil, que integra o P.S.Carmen como cenógrafa e figurinista.

    Retemperar energias

    A coreógrafa vai trabalhar com o Grupo Experimental de Dança da Escola Vocacional de Dança, escola onde iniciou a sua carreira. O projecto conjunto será iniciado em breve e a coreografia será para apresentar em 2020. Da sua agenda faz parte também um trabalho com a Performact em Torres Vedras com quem vai criar uma peça que vai estrear até ao final do ano.
    “Gosto de trabalhar em vários projectos em simultâneo pois as pessoas com quem colaboro inspiram-me muito”, contou a coreógrafa.
    Margarida Belo Costa, além de autora do espectáculo também dançou, substituindo uma das bailarina da Companhia de Dança de Almada que está de licença de maternidade. “Para mim é mais difícil estar de fora”, disse referindo-se aos momentos em que assiste apenas às suas criações. “Damos o trabalho a uma equipa e depois é difícil gerir as nossas emoções”, contou a autora. Na sua opinião, a dança contemporânea atravessa um bom momento pois há oportunidades para os novos criadores. “Sinto que há cada vez mais portas abertas, apesar do financiamento ser sempre escasso”, disse.
    A bailarina nem sempre consegue vir às Caldas e diz que tem sorte pois muitas vezes a sua família vai ter consigo a Lisboa. “E trazem-me mimos da Praça como legumes frescos e bolos secos”, referiu. Margarida Costa sente por vezes necessidade de se afastar da confusão da capital. Diz que gosta de vir “respirar ar puro” ao Parque e à Foz do Arelho, locais de eleição para retemperar energias.

    bailarina.

  • Rectificação

    Na última crónica publicada, “Uma Questão de Feitio”, cometi um erro de palmatória. Apresentei uma obra da responsabilidade de Ramalho Ortigão e depois no texto referi o autor como sendo Eça de Queiroz. Não é só no melhor pano que caiem as nódoas; também os panos mais modestos são suscetíveis de apanharem nódoas e muitas vezes estas custam muitas mais a ser limpas do que as dos ricos tecidos.
    Sucedeu: distração? Sem dúvida e pelo facto peço desculpas aos meus eventuais leitores. Estes erros têm uma vantagem: ficamos a saber se as crónicas são lidas ou não. E os amigos que as leem, deparam com o engano e chamam-me a atenção para tal. Obrigada.
    Mas no meu subconsciente, tenho uma justificação para tal erro; para mim Eça de Queiroz é um dos escritores maiores da língua portuguesa, sempre inesquecível e sempre presente.
    Para a semana regressamos à rotina normal (se possível, sem erros)

    Isabel Castanheira

  • Poetas à conversa no Teatro da Rainha

    Poetas à conversa no Teatro da Rainha

    No dia 19 de Novembro, pelas 21h30, vai realizar-se na Sala Estúdio do Teatro da Rainha, mais uma sessão do ciclo Diga 33 com Inês Fonseca Santos e João Paulo Cotrim. Ambos jornalistas e escritores, ligam-se também pela estreita colaboração de autor e editor, tendo o livro “Suite sem vista”, de Inês Fonseca Santos, inaugurado a colecção Mão Dita da editora Abysmo, dirigida por João Paulo Cotrim.
    Os dois autores vão conversar sobre as obras de ambos e vão ler poemas. O poeta Manuel António Pina (1943-2012), será lembrado e celebrado, já que a ele dedicou Inês Fonseca Santos uma tese de mestrado e um filme do qual serão apresentados excertos na sessão.
    Má Raça, livro de João Paulo Cotrim com ilustrações de Alex Gozblau, servirá de pretexto para abordar a relação da poesia com outras artes, nomeadamente as visuais.
    As entradas são livres mas a lotação é reduzida. As entradas estão condicionadas aos lugares disponíveis.
    Em cena mantém-se a última criação da companhia “O pedido de emprego” de Michel Vinaver, de quarta a sábado, às 21h30, até 23 de Novembro.
    A encenação é de António Parra e a interpretação está a cargo de Inês Fouto, José Carlos Faria, Mafalda Taveira e Nuno Machado.

  • “O crédito só é bom para a economia do país se for crédito responsável”

    Paulo Cavaleiro
    Gerente do Banco Montepio

     

    Há quantos anos trabalha neste banco?
    Há 29 anos.

    Do que mais gosta na sua actividade profissional?
    Criar soluções para as necessidades dos clientes, sejam elas ao nível das aplicações financeiras, do crédito, ou na área dos serviços, reconhecidas como simples e eficientes.

    O Banco de Portugal já recomendou maior prudência na concessão de crédito. Como é que essa recomendação tem sido veiculada nos balcões, junto dos clientes, em especial às pequenas empresas locais?
    O Banco Montepio tem aplicado regras mais apertadas que a generalidade dos players do mercado no que toca concessão de crédito, pelo que as últimas recomendações do Banco de Portugal já eram seguidas. A preocupação tem sido a de financiar bons projetos que demonstrem sustentabilidade, sejam eles das famílias ou das empresas, com crédito em quantidade moderada, o que implica invariavelmente a aplicação de capitais próprios. Em Portugal os bancos têm um papel fundamental no financiamento das empresas, mas o crédito só é bom para a economia do país se for crédito responsável.

    Com juros muito baixos nos depósitos, que produtos de poupança são sugeridos aos clientes?
    Vivemos circunstâncias extraordinárias ao nível das taxas de juro, o que influencia diretamente as taxas dos depósitos. Temos de partir sempre da maior ou menor tolerância ao risco do cliente enquanto investidor, para lhe apresentar as melhores e mais adequadas alternativas. Rendibilidades mais elevadas significam um maior risco, pelo que os clientes avessos ao risco continuam a privilegiar os depósitos a prazo. Dentro dessas alternativas temos ofertas muito interessantes como os fundos de investimento, alguns reconhecidos como sendo os melhores a serem comercializados em Portugal. O Banco Montepio sempre privilegiou a poupança dos portugueses, remunerando os seus depósitos com taxas acima da média.

    “Ao contrário do resto da Banca, não temos onerado os nossos clientes com o aumento de comissões”

    O tecido empresarial das Caldas da Rainha é estimulante para a banca?
    Por comparação com outros mercados próximos, de maior dimensão e dinamismo, o tecido empresarial das Caldas da Rainha é, também ele, estimulante para o setor bancário. De assinalar o surgimento de uma nova geração de empresários e projetos de investimento, em diversas áreas de atividade, pelo que estou convicto de que os próximos tempos serão ainda mais estimulantes. O Banco Montepio, com dois Balcões em locais estratégicos da cidade (Praça da Fruta e Expoeste), tem bons clientes empresariais neste mercado e está a trabalhar para fortalecer ainda mais a carteira, seja pela captação de novos clientes, seja pelo incremento do nível de fidelização e posicionamento como 1.º banco das empresas.

    As comissões estão a aumentar. É esta a nova forma de obter receitas dos bancos? Não teme uma perda de clientes, especialmente mais novos, para a nova concorrência digital?
    O Banco Montepio, ao contrário do resto da Banca, não tem onerado os seus clientes com o aumento de comissões e continua a oferecer-lhe mais e melhor serviço, com otimização e modernização da experiência e da relação que o cliente tem com o seu Banco. E isso é válido em qualquer um dos canais – seja no balcão, no site ou na app.
    Apesar dos seus 175 anos, o Banco Montepio tem uma oferta bastante competitiva também nos canais digitais. E isso é atrativo para todos os tipos de clientes – mais novos ou mais velhos, particulares ou empresas. O cliente é que escolhe o canal que prefere para se relacionar connosco, e pode usar diferentes canais de acordo com a necessidade, tendo sempre a garantia de que oferecemos um serviço de qualidade e excelência.

    Como imagina um balcão de um banco dentro de 10 anos?
    Serão balcões muito mais tecnológicos, de modo a simplificar e agilizar a experiência do cliente, e a serem capazes de resolver – e até antecipar – todas as necessidades do cliente. Nesse novo contexto, o balcão será só mais um canal em perfeita complementaridade com os outros canais digitais, mas que é muito valorizado pelos nossos clientes.
    Toda a comunicação no balcão será feita em suportes digitais, com imagem em movimento, de modo a garantir que o cliente tem uma experiência imersiva da marca.

     

     

     

     

     

  • Música caldense dos anos 90 gravada em vinil

    A editora Skud&Smarty, de Castelo Branco, vai lançar uma compilação em vinil colorido (vermelho) que reúne vários artistas cujos temas foram apresentados pela editora Bee Keeper nos anos 90 do século passado.
    O objectivo desta edição limitada (300 exemplares) é prestar uma homenagem à fundadora da referida editora, Elsa Pires, que a partir de um sótão em Lisboa criou um veículo de expressão para a música.
    Os artistas, entre os quais os caldenses Norton, Manuel Simões, Helena Veludo&Gonçalo L. Santos, João Paulo Feliciano e Important People. voltaram aos gravadores de quatro pistas.
    O trabalho, com 19 faixas, tem ilustrações e artwork de Liliana Graça na capa e será lançado amanhã, 16 de Novembro, na loja Groovie Records, no bairro dos Anjos (Lisboa), numa matiné com início previsto para as 16h00.
    A masterização do disco coube a Rafael Toral.

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