Author: Joel Ribeiro

  • Os mais caros do mundo… e os mais baratos

    Os mais caros do mundo… e os mais baratos

    No topo desta lista está, por larga margem, o Sweptail Rolls Royce, que terá custado a um cliente da marca britânica cerca de 11,5 milhões de euros. O Sweptail foi uma encomenda especial e isso explica, em boa parte, o preço avultado. Baseado no Phantom VII Coupé, o Sweptail tem um motor V12 de 6,75 litros capaz de debitar 453 cavalos, o que nesta lista até parece modesto, mas é a sua exclusividade e extravagância que define o elevado preço.
    A verdadeira competição pelo carro mais caro, e também pelo mais rápido, do mundo começa a seguir e no topo está o Koenigsegg CCXR Trevita, com um preço de 4,27 milhões de euros. O construtor sueco de supercarros promete mais de 1000 cavalos de pura diversão e uma velocidade máxima que supera os 410 km/h. Não menos impressionantes são as acelerações. Demora 2,9 segundos a atingir os 100 km/h, 8,75 segundos a chegar aos 200 e aos 14 segundos já passou dos 300. Em auto-estrada, a Koenigsegg diz que gasta 18 litros de gasolina a cada 100 quilómetros.
    Por 4 milhões de euros o leitor pode ter um Lamborghini Veneno Roadster, que é o terceiro da lista. Tem um motor de 6,5 litros V12 que debita 740 cavalos para uma velocidade máxima de 355 km/h.
    No quarto lugar surge o McLaren P1 LM. Esta é uma versão especial que casa características da versão de estrada com a versão de pista deste modelo do construtor oito vezes campeão do Mundo de Fórmula 1. É mais uma máquina que ultrapassa os 1000 cavalos de potência, graças a uma unidade motriz híbrida, que acelera dos 0 aos 100 km/h em 2,4 segundos e atinge os 350 km/h. Custa 3,2 milhões de euros.
    A fechar o top 5 está o Lykan Hypersport, fabricado pela W Motors, uma empresa fundada no Líbano que actualmente tem sede nos Emirados Árabes Unidos. Com um preço de 3 milhões de euros, tem um motor de seis cilindros em linha bi-turbo que produz 780 cavalos e acelera até aos 385 km/h.
    Pelo mesmo preço pode sempre optar pelo Bugatti Veyron by Masory Vivere. O Veyron tem o evoluído motor da Volkwagen em W com 16 cilindros que produz 1200 cavalos e que foi o primeiro automóvel de produção a ultrapassar a barreira dos 400 km/h. Desta versão só foram feitos dois exemplares, que têm design interior e exterior exclusivos.
    Nesta lista vale a pena incluir ainda o impressionante Aston Martin Valkyrie, que estará à venda este ano por 2,85 milhões de euros. Este automóvel de estrada foi concebido para se comportar como um Fórmula 1. De resto, é fruto da cooperação da marca britânica com a Red Bull Racing e foi projectado por Adrian Newey, responsável pelos carros que deram título mundial a Nigel Mansel, Alain Prost, Damon Hill, Jacques Villneuve e Sebastien Vettel. Tão impressionante como o design é a unidade motriz. Junta um motor atmosférico (o que quer dizer que não é alimentado por um turbo) V12 acoplado a um motor eléctrico utilizado na Fórmula 1. Esta unidade de potência gera mais de 1000 cavalos de e gira a mais de 11.000 rotações por minuto (o que o faz produzir um som incrível). Estima-se que possa superar os 400 km/h e impressionar ainda mais na velocidade e nas cargas de força G que será capaz de gerar em curva.

    AUTOMÓVEIS LOW COST

    Estes automóveis são de sonho e só estão acessíveis a uma minoria de afortunados. Mas para muitas pessoas só o facto de poder ter um carro novo já é, por si só, um sonho.
    Para que cada vez mais pessoas possam ter o seu próprio automóvel, os grandes construtores estão a aderir à moda do low cost. A vantagem competitiva destes automóveis é serem despidos de grande parte do equipamento electrónico que na Europa já quase ninguém dispensa. Mas também os custos de desenvolvimento são bastante mais baixos ao não serem obrigados a respeitar os rigorosos parâmetros de segurança e ambiente do mercado europeu.
    Aqui no mercado nacional há apenas uma marca a permitir a aquisição de automóvel novo por menos de 10 mil euros, a Dacia, a marca low cost do grupo Renault. O mais barato de todos é o Sandero, com preço de entrada a 8.500 euros e as versões sedan e carrinha do Logan, a partir de 9.300 euros. O carro mais caro desta lista dava para comprar 1353 unidades do mais barato.

  • BE quer mais e melhor ferrovia no Oeste

    BE quer mais e melhor ferrovia no Oeste

    O cabeça de lista do Bloco de Esquerda por Leiria às eleições autárquicas, Ricardo Vicente, viajou na passada segunda-feira, 30 de Setembro, na Linha do Oeste entre as Caldas da Rainha e Leiria.
    “Queremos destacar a importância vital da requalificação e eletrificação da Linha do Oeste para o futuro da região”, disse o candidato aos jornalistas antes de embarcar, na estação das Caldas da Rainha.
    Ricardo Vicente afirmou que o Bloco defende a intervenção até ao Louriçal e não apenas até às Caldas da Rainha, mas vai mais além, sugerindo a construção de dois novos troços, ambos de ligação à Linha do Norte. Um deles entre o Louriçal e Aveiro e outro entre Peniche e Santarém. Estes novos traçados seriam o garante de “uma rede mais robusta”, realçou.
    O plano do BE para a ferrovia pretende contribuir para a descarbonização do país. Mas além da electrificação, é também necessário garantir que a electricidade que alimenta os comboios provém de fontes renováveis, pelo que o Bloco propõe encerrar a centrais termoelétricas para investir em centrais fotovoltaicas. O partido pretende ainda cancelar os contratos de concessão existentes para exploração petrolífera que vigoram entre as Caldas da Rainha e Soure.
    Além das questões ambientais, Ricardo Vicente mostrou-se sensível à questão do financiamento do IPL, que “precisa de planos de investimento plurianuais”.
    A necessidade de apoio às frotas pesqueiras nos concelhos de Peniche e Nazaré, assim como o investimento na saúde, não só no CHO, como em Leiria, são outros temas em destaque na campanha bloquista.

  • Receitas do alojamento no Oeste crescem ao dobro do ritmo das dormidas

    Receitas do alojamento no Oeste crescem ao dobro do ritmo das dormidas

    A actividade do turismo continuou a crescer em 2018 no Oeste, tanto ao nível das dormidas, como do número de hóspedes e das receitas de alojamento, segundo dados do INE. O sector aumentou as suas receitas para perto de 80 milhões de euros, mais 13% que em 2017, o dobro do que se verifica com as dormidas.

    O turismo na região Oeste não só está a crescer, como também se está a valorizar. Esta é a conclusão que se retira da análise dos dados do INE em relação aos dados do turismo de 2018.
    Os estabelecimento de alojamento do Oeste atingiram no ano passado os 78 milhões de euros em receitas, mais 8,9 milhões de euros do que em 2017, com um crescimento de 12,9%.
    O incremento é mais do dobro do verificado nas dormidas, que aumentaram 6,4% na região, para um total de 1,3 milhões. Estas dormidas foram repartidas por 651 mil hóspedes, mais 7,2% do verificado em 2017. A estada média continua muito próxima das duas noites por hóspede.
    Óbidos continua a ser líder neste sector e viu as suas receitas aumentarem 14,6%, ou seja, a um ritmo superior à média do conjunto dos 12 municípios da região. Óbidos ultrapassou a barreira dos 21,5 milhões de euros nas receitas de alojamento, mais de um quarto do total da região, com cerca de 250 mil dormidas, praticamente um quinto do total de dormidas da região.
    Caldas da Rainha é o quinto concelho com mais receita de alojamento, tendo ultrapassado os 7 milhões de euros com um crescimento de 4,9%. O número de hóspedes subiu 2,3% e as dormidas 2,7%.
    Entre Óbidos e Caldas então Torres Vedras (18,5 milhões de euros), Peniche (11,5 milhões de euros) e Nazaré. Peniche foi o que registou um crescimento mais acentuado, com as receitas a subirem 30,6%, o que significa que este foi um mercado que se valorizou bastante. É que o número de hóspedes e de dormidas cresceram, respectivamente, 8,8% e 4%.

    Alojamento Local cresce mais

    Os dados do INE permitem confirmar igualmente o crescimento que se vem verificando no alojamento local. A hotelaria ainda absorve a maior parte dos hóspedes, 74%. No entanto, o conjunto do Alojamento Local e do Turismo Rural cresce a um ritmo superior. O número de hóspedes neste tipo de estabelecimento cresceu acima dos 11%, enquanto na hotelaria se ficou pelos 5,8%.
    Ao nível da estadia média os dois tipos de estabelecimento estão equiparados, com de duas noites por hóspede na região. No entanto, nas Caldas da Rainha o Alojamento Local retém os clientes por mais tempo, com uma média de três noites.
    Ao nível das receitas, a hotelaria representa 79% dos proveitos e cresceu 5,1%, enquanto o Alojamento Local subiu os rendimentos em 10,2%.
    Também reflexo da aposta no sector do turismo, foi o aumento do número de camas na região, das 9674 para 10477.
    Peniche continua a ser o concelho com mais capacidade hoteleira, aproximando-se das 2000 camas, seguindo-se Óbidos (1861), Torres Vedras (1667), Nazaré (1455) e Caldas da Rainha (1392). Quase todos os concelhos viram aumentada a sua capacidade hoteleira, menos Torres Vedras, Caldas da Rainha e Arruda dos Vinhos.

  • Penálti tirou o Caldas da Taça

    Penálti tirou o Caldas da Taça

    O Caldas caiu de pé. Contra um Varzim que nunca conseguiu mostrar em campo o favoritismo e se viu muitas vezes forçado a defender, só uma grande penalidade tirou os pelicanos da Taça.

    Campo da Mata, Caldas da Rainha
    Árbitro: João Malheiro Pinto, AF Lisboa
    Assistentes: Rui Teixeira e Daniel Santos

    CALDAS 0

    Luís Paulo [8]; Juvenal [8], Militão (C) [8], Gaio [8] e Farinha [8]; Pedro Faustino [8], André Santos [8], Paulo Inácio [6] (Bruno Eduardo [6] 45’) e Simões [8]; Ruca [7] (Hugo Neto [6] 83’) e Ricardo Isabelinha [7] (Januário [6] 68’)
    Não utilizados: Rui Oliveira, Karim Labdi, Marcelo, Bernardo Rodrigues
    Treinador: José Vala

    VARZIM 1

    Ismael; João Amorim, Hugo Gomes, Luís Pedro e Tiago Cerveira (C); Minhoca (George 74’), Pedro Ferreira e Chris; Filipe Abreu (Rui Moreira 65’), Leonardo Ruiz e Lumeka (Stanley Awurum 87’)
    Ao intervalo: 0-1
    Marcador
    Leonardo Ruiz (45’+1)
    Disciplina
    Amarelo: Simões (9’), Cerveira (13’), Farinha (45’), Lumeka (82’), Juvenal (82’), Ismael (90’+3)

    Quem esperava um Varzim ofensivo, a procurar subjogar o Caldas, depressa percebeu que não era isso que ia ver nesta partida da segunda eliminatória da taça. O Caldas, moralizado pela boa campanha no campeonato, onde ainda não perdeu, entrou confiante e determinado.
    Com o seu sistema de jogo com quatro médios cada vez mais consolidado, a equipa caldense conseguia manietar a construção de jogo ofensivo do Varzim, muitas vezes na sua raiz. Isto significa que o Caldas não se limitava a ficar à espera do adversário no seu meio-campo, estendia as linhas de pressão muito além da linha divisória, sem medo de assumir de jogar muitas vezes no meio campo adversário.
    O Varzim aceitou com humildade o desafio e mantinha-se coeso nas acções defensivas, limitando praticamente os ataques às acções pelos flancos.
    Isto fazia do jogo equilibrado, sem oportunidades de golo em quantidade. No entanto, o golo poderia ter surgido, com as duas equipas a terem as suas melhores ocasiões entre os minutos 20 e 30. Primeiro o Varzim, com um lance a toda a largura que começou na direita e chegou a Tiago Cerveira na esquerda para um remate cruzado que não passou longe. O Caldas respondeu com uma abertura fantástica de André Santos para Juvenal, que trabalhou sobre um adversário e atirou para Ismael fazer a defesa da tarde.
    Quando já todos esperavam que o intervalo chegasse com o nulo, golpe de teatro. Numa jogada que começou à esquerda, a bola foi colocada na área para Felipe Abreu, que no duelo com Farinha foi para o chão. João Malheiro Pinto deu grande penalidade, que Leonardo Ruiz transformou em golo.
    O Caldas respondeu abrindo a frente de ataque a três, expondo-se até às transições do adversário. Os pelicanos tentaram de tudo até ao último fôlego, com lances pelos três corredores, cruzamentos e remates de longe, mas o tão merecido golo da igualdade não surgiu.
    Os alvinegros saem de pé da competição e só têm boas ilações a tirar para manter o bom desempenho no campeonato.

    Melhor do Caldas

    Simões 8

    Ocupando o vértice mais adiantado do losango do meio-campo, foi ao mesmo tempo um dos responsáveis pela forte capacidade que o Caldas demonstrou de pressionar bem dentro do meio terreno do Varzim, como pela organização do jogo ofensivo, pincelando o jogo com o seu toque de bola de veludo que encanta.

    Injusto

    Ruca, jogador do Caldas

    Foi um resultado injusto para nós, mas sabemos como é o futebol. Podia ter calhado a nós a sorte do jogo, calhou-lhes a eles. Acima de tudo devemos sair deste jogo de cabeça erguida porque não é fácil jogar contra equipas de escalão acima do nosso, mas demonstrámos que temos qualidade. Fizemos um excelente jogo, em momentos estivemos por cima do adversário e criámos outras oportunidades. Mantendo esta qualidade nos jogos do campeonato podemos fazer uma boa época. Estou numa realidade diferente, mas está a correr bem, estou a ter as minhas oportunidades e estou a dar tudo pelo clube.

    JOSÉ VALA, TREINADOR DO CALDAS
    Deixámos tudo em campo

    Acho que foi um bom jogo, dignificámos bem o clube e a história recente, mas não tivemos a sorte do jogo. Foi um jogo equilibrado, foram aparecendo algumas chances de golo com o decorrer dos minutos, mas não fomos eficazes nas que tivemos. Demos tudo até ao último segundo, deixámos tudo em campo, parabéns ao Varzim. Saímos de cabeça erguida e com consciência que fizemos um grande jogo. Temos que aproveitar este jogo para nos valorizarmos ainda mais.

    PAULO ALVES, TREINADOR DO VARZIM

    Fomos solidários

    O Caldas tem uma boa equipa que trabalhou muito e complicou o nosso jogo. A equipa foi solidária, teve atitude e só por isso conseguimos passar esta eliminatória. Faltou-nos definir na segunda parte um ou outro lance para decidir o jogo.

  • O que mais gosta na Grande Regata no Lago?

    Filomena Almeida, designer de interiores (Caldas da Rainha)

    Gostamos sobretudo de estarmos a conviver e de participar em equipa pela empresa. Estas situações de team building são importantes para nos motivarmos e convivermos fora do que é o ambiente do trabalho.
    É de louvar iniciativas como esta, neste espaço fabuloso da nossa cidade que é o Parque, e aproveitamos para dinamizar no nosso caso a empresa, mas também toda a comunidade das Caldas. É muito salutar.

    Tomás Sacramento, estudante (Caldas da Rainha)

    O que foi mais engraçado foi participarmos juntos como equipa, apesar de não termos ganho. É uma boa iniciativa. Além de participarmos na regata, estivemos presentes com a demonstração do badminton, o que foi importante para divulgarmos a nossa modalidade, que não é muito conhecida, e o nosso clube (MVD).
    Tudo o que são actividades para dar a conhecer as actividades e os locais da nossa cidade são positivas, e também para que as pessoas possam conviver.

    Maria João Branco, técnica oficial de contas (Caldas da Rainha)

    O que nos trouxe a participar foi sermos uma associação (Amigos do Bairro Azul) nos primeiros meses de actividade, pelo que reunimos dirigentes e alguns associados. O que gosto é desde a originalidade das pessoas a esta competição saudável que se consegue fazer. Esperamos que haja mais iniciativas deste género aqui no Parque, nós também promovemos várias no nosso bairro.

  • Primeiros 10 minutos impediram estreia melhor

    Primeiros 10 minutos impediram estreia melhor

    Pavilhão dos Casais da Serra
    Árbitros: Nuno Matias e André Franco, AF Leiria
    Cronometrista: João Ramos

    Landal 3

    Ivo Romão, Leonardo Carmo, Tiago Rosa, Cláudio Moura, Tiago Gil; Xalinho, B.A., Ricardo Gonçalves, Bruno Ribeiro, Ruben Fragoso, João Leitão, Martinho
    Treinador: Norberto Isidro

    NS Pombal 6

    Gomes, João Neves, Santana, Denis, Nino; João Cardoso, João Simões, Dylan, Ruizinho, Hugo, Pimpolho, Paulo Bicho
    Treinador: Nuno Marques
    Ao intervalo: 0-6
    Marcadores
    Santana (2’), João Neves (5’), Nino (6’ e 10’), Pimpolho (11’ e 12’) , João Leitão (34’), Leandro Carmo (34’) e B.A. (40’)
    Disciplina
    Amarelos: Ricardo Gonçalves (3’), Ruben Fragoso (14’), João Cardoso (21’ e 21’)
    Vermelhos: João Cardoso (21’)

    O Landal começou o seu campeonato com uma derrota caseira frente ao Núcleo Sportinguista de Pombal. A equipa teve um arranque de jogo desastroso, mas a segunda parte deixou boas indicações.
    A equipa pombalense começou a partida a todo o gás, ao passo que o Landal não conseguiu entrar num ritmo idêntico ao adversário. Logo no segundo minuto Santana inaugurou o marcador numa combinação com João Neves e até ao minuto 12 foi sempre a somar, com os visitantes a chegar a uma vantagem de seis golos.
    A partir daí a formação do Landal começou a acertar o seu jogo e subiu bastante de rendimento a partir do segundo tempo.
    Com a equipa melhor distribuída no campo e mais consciente dos espaços a ocupar, o Landal conseguiu controlar melhor os movimentos do adversário e a sair melhor para o ataque, e acabou por reduzir a diferença para metade.
    Leandro Carmo, ou “Pizzi”, em destaque a assistir João Leitão após uma jogada fenomenal desde a sua zona defensiva e depois a marcar ele próprio o segundo da sua equipa. B.A. fechou as contas da partida, num lance em que o guarda-redes Ivo foi à frente fazer o 5×4 e fez ele próprio a assistência.

    ESTABILIZAR NESTA DIVISÃO

    O técnico do Landal, Norberto Isidro, salientou a segunda parte da sua equipa, depois de 15 minutos iniciais “em que não existimos”. Depois do intervalo, “recuperámos bem e fomos fiéis ao nosso jogo. Agora é continuar e seguir o nosso caminho porque é um campeonato muito competitivo”.
    Norberto Isidro realçou que a equipa do Landal pode ainda receber mais um ou dois reforços, além de ter ficado de Rafa estar a recuperar de lesão.
    O objectivo fazer um campeonato tranquilo e acabar com uma tendência. “O clube nunca conseguiu ficar dois anos seguidos nesta divisão de honra, por isso o objetivo é estabilizar o clube, conseguimos manter a base do plantel, pela primeira vez, e temos um pouco mais de experiência e qualidade”, afirmou. J.R.

  • Esmoriz venceu o Torneio das Termas

    Esmoriz venceu o Torneio das Termas

    O Esmoriz venceu o Torneio das Termas, organizado pelo Sporting das Caldas e que contou com a participação do Sporting e do Urbia Voley Palma.
    A equipa nortenha ganhou acesso à final depois de vencer a equipa caldense num jogo equilibradíssimo e que teve quase três horas de duração.
    No encontro seguinte, o Sporting, vice-campeão nacional, garantiu igualmente o seu lugar na final ao vencer a formação espanhola por três sets contra um.
    Desta forma, no domingo, o Sporting das Caldas jogou, no domingo, pelo lugar mais baixo do pódio, mas o Urbia acabou por vencer por três sets sem resposta. O mesmo resultado que se verificou na final, com o Esmoriz a levar a melhor sobre o Sporting.
    Num torneio de elevado grau de competitividade, a equipa caldense voltou a dar boas indicações, embora aqui e ali cometendo alguns erros sobre os quais poderá trabalhar.

  • Caldas-Varzim – 2ª eliminatória da Taça de Portugal

    O Caldas recebe o Varzim na segunda eliminatória da Taça de Portugal, acompanhe tudo, ao segundo, com a Gazeta das Caldas.
    Campo da Mata João Malheiro, AF Lisboa Rui Teixeira e Daniel Santos

    CALDAS
    1 Luís Paulo
    14 Juvenal
    6 Militão (C)
    13 Gaio
    25 Farinha
    23 Pedro Faustino
    88 André Santos
    17 Paulo Inácio (45′)
    55 Simões
    11 Ruca (83′)
    28 Ricardo Isabelinha (68′)
    SUPLENTES
    12 Rui Oliveira
    94 Karim Labdi
    7 Hugo Neto (83′)
    10 Januário (68′)
    19 Marcelo
    9 Bruno Eduardo (45′)
    8 Bernardo Rodrigues
    Tr. José Vala
    VARZIM
    1 Ismael
    61 João Amorim
    3 Hugo Gomes
    23 Luís Pedro
    12 Tiago Cerveira (C)
    20 Minhoca (74′)
    98 Pedro Ferreira
    22 Chris
    7 Filipe Abreu (65′)
    9 Leonardo Ruiz
    11 Lumeka (87′)
    SUPLENTES
    19 Serginho
    44 Gonçalo Silva
    10 Pavlovski
    16 Rui Moreira (65′)
    17 George (74′)
    28 Stanley Awurum (87′)
    31 Ricardo Barros
    Tr. Paulo Alves
    ⚽ Leonardo Ruiz 45’+1
    Simões 9′, Cerveira 13′, Farinha 45′, Lumeka 82′, Juvenal 82′, Ismael 90’+3

     

    Acompanhe a transmissão em webstream do canal do Caldas SC no portal MyCujoo

  • Bis de Guga não chegou para pontuar

    Bis de Guga não chegou para pontuar

    Municipal da Quinta da Boneca, Caldas da Rainha
    Árbitro: Luís Filipe, AF
    Assistentes: Daniel Farinha e Ruben Hilário

    CALDAS 2

    Guilherme Querido; Bernardo Veludo (Gonçalo Veludo 58’), João Pedro, Ulisses Magalhães e Júlio Sousa (C); Tiago Catarino (Afonso Martins 75’), Rodrigo Ferreira (Ivo Nabais 75’), Gonçalo Barreiras e Gonçalo Matias (Gonçalo Ribeiro 58’); Guga e António Brito (Martim Magalhães 58’)
    Não utilizados: Luka Félix, Guilherme Lourenço
    Treinador: Walter Estrela

    AC. SANTARÉM 3

    Simão Santos, Rafael Fonseca, Petrick Correia, Afonso Simões, Pedro Soares, Francisco Paulo (Guilherme Ferreira 87’), Gabriel Gomes (Salvador Coutinho 45’), Simão Santos, Rodrigo Pascoal (Tomás Parreia 64’), Ricardo Barrela (João Rabuge 68’), Bernardo Maia, Tiago Amado
    Ao intervalo: 1-1
    Marcadores
    Rodrigo Pascoal (5’ gp), Guga (33’ e 64’), Petrick Correia (68’) e Bernardo Maia (90’+2)
    Disciplina
    Amarelos: Tiago Amado (42’), Petrick Correia (55’), Ulisses Magalhães (57’), Francisco Paulo (72’), Afonso Simões (82’), Salvador Caetano (90’+4)

    O Caldas fez uma exibição discreta frente à Académica de Santarém e acabou derrotado por 2-3, numa tarde de final de Verão marcada pela chuva que caiu de forma quase constante.
    Vinda de uma vitória fora, em Elvas, a equipa alvinegra não conseguiu dar seguimento e acabou derrotada com a formação de Santarém.
    O jogo não começou da melhor maneira para os pelicanos, que ao quinto minuto de jogo já estavam a perder. A equipa visitante teve uma entrada forte no jogo, procurando surpreender com uma frente de ataque veloz de boa técnica individual. Rodrigo Pascoal, numa jogada pelo corredor esquerdo, conquistou uma grande penalidade e converteu-a.
    O Caldas acusou o golpe. Demonstrava muitas dificuldades para tomar a iniciativa de jogo de forma organizada. No entanto, à entrada para o último quarto de hora da primeira parte, o empate surgiu. Mérito de Guilherme Querido que recolheu um cruzamento fruto de uma bola parada e bateu comprido para a corrida de Guga, que à saída de Tiago Amado tocou para o fundo da rede.
    Praticamente da mesma forma o Caldas deu a volta ao marcador, já na segunda parte. Depois de uma recuperação defensiva, Gonçalo Ribeiro fez um passe longo a desmarcar Guga, que repetiu o desfecho.
    Mesmo sem jogar bem, o Caldas estava a ganhar, mas a vantagem não durou muito. Quatro minutos depois Petrick Correia repôs a igualdade com um golpe de cabeça na sequência de um livre.
    E quando já nada fazia prever nova mudança no marcador, golpe de teatro em plenos descontos. Livre para a área do Caldas, Guilherme Querido saiu para socar a bola, mas não se apercebeu do movimento de Bernardo Maia, que se antecipou e desviou a bola para o golo. J.R.

  • Final do Oeste Ladies Open será no domingo

    Final do Oeste Ladies Open será no domingo

    Arrancou no passado fim-de-semana a primeira edição do Oeste Ladies Open, um torneio feminino que atribui 60 mil dólares em prémios e se apresenta como o maior torneio de ténis feminino realizado este ano em Portugal.
    Nos primeiros dois dias a prova foi dedicada às rondas de qualificação, que acrescentaram oito jogadoras ao quadro principal (que se iniciou na terça-feira). Entre essas oito vencedoras da qualificação não constam portuguesas, uma vez que Ana Filipa Santos e Sara Lança perderam as respectivas finais. No entanto, no quadro principal figuram três atletas lusas, que garantiram wild cards da organização. São elas Francisca Jorge (524 do ranking WTA), Inês Murta (689) e Maria Inês Fonte (884).
    O quadro principal integra 32 jogadoras, das quais Kaia Kanepi é a mais cotada (114 do mundo). Além da tenista da Estónia, há mais cinco no top 200 WTA.
    O torneio decorre até domingo nos courts de ténis do Complexo Desportivo Municipal das Caldas da Rainha, dia em que se realiza a final, estando as semi-finais agendadas para sábado.

  • Projecto de Natal é prioridade para a nova direcção da ACCCRO

    Projecto de Natal é prioridade para a nova direcção da ACCCRO

    A nova direcção da ACCCRO tomou posse no passado dia 19 de Setembro e tem como grande prioridade o desenvolvimento do projecto de Natal, que terá de estar em funcionamento dentro de dois meses.
    Luís Gomes, o novo presidente da associação empresarial, disse que, depois de se inteirar da realidade da associação, a prioridade será total para o projecto de animação natalícia da cidade. O empresário, de 26 anos, disse que não tinha ainda qualquer conhecimento em relação ao andamento desse processo e, a dois meses da data habitual para a inauguração da iluminação de Natal, já não há muito tempo para pôr tudo de pé. “Num curto espaço de tempo temos que saber se já foi feito algum trabalho ou não, saber o que existe do lado do município, os orçamentos e os parceiros”, afirmou.
    Caso tenha que começar todo o processo do zero, Luís Gomes adianta que não será fácil ter uma iluminação e a animação de Natal ao nível dos anos anteriores. “Perderam-se quatro a cinco meses cruciais para realizar um conjunto de procedimentos necessários, o que pode comprometer os prazos”, acrescentou.
    De resto, no seu discurso após a tomada de posse, Luís Gomes aproveitou a presença do presidente da Câmara, Tinta Ferreira, para pedir uma reunião urgente para discutir o projecto de Natal.
    Contactado pela Gazeta das Caldas, Paulo Agostinho, anterior presidente da ACCCRO, disse que ficou feito um levantamento do que existe no mercado para este tipo de iniciativa. “As empresas sabem que a ACCCRO vai fazer o evento de Natal e há algumas propostas de orçamento. Falta tomar as decisões, o que caberá à nova direcção”, adiantou.
    Com o foco totalmente direccionado a esta pasta, Luís Gomes considera prematuro pensar em mais projectos para associação, ou garantir a viabilidade dos existentes.
    “Seria utópico da nossa parte dizer que vamos manter os principais projectos existentes, ou não. Temos que perceber primeiro em que ponto eles estão e onde queremos chegar para definir a estratégia”, observou.
    No entanto, há um projecto que Luís Gomes quer lançar no imediato e está relacionado com a proibição de atirar pontas de cigarro para o chão. “Este é um flagelo que queremos combater, temos que nos bater por um comércio limpo e ajudar a limpar a cidade”, afirmou. Será lançado em breve um protótipo de cinzeiro para ser utilizado pelos comerciantes nos seus espaços.
    O que o novo presidente também pretende é aumentar o envolvimento dos associados na actividade da ACCCRO. “A associação não é da direcção, é dos sócios, é preciso saber a vontade deles e que sintam que são parte integrante dela”, disse Luís Gomes.
    Na cerimónia de tomada de posse estiveram representados os anteriores corpos sociais e os presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal das Caldas da Rainha.

  • Mais uma plantação de cannabis desmantelada nas Caldas da Rainha

    A GNR desmantelou mais uma plantação de cannabis no concelho das Caldas da Rainha, no passado dia 22 de Setembro. Um homem de 49 anos foi detido.
    A plantação foi detectada durante uma acção de patrulhamento e foi denunciada pelo “forte odor a produto estupefaciente” perto de uma residência, refere a GNR em comunicado. Do exterior, os militares visualizaram a existência das plantas de cannabis no interior de um barracão devoluto, num terreno contíguo à residência. Na sequência da acção de patrulhamento, foi realizada uma busca domiciliária que permitiu identificar o proprietário da residência, que foi constituído arguido. Foram ainda aprendidas 386 doses de haxixe, cinco plantas de cannabis, uma arma de ar comprimido, 22 munições e duas ventoinhas.

  • Tinta Ferreira pede medidas de qualificação para os imigrantes no sector do turismo

    Tinta Ferreira pede medidas de qualificação para os imigrantes no sector do turismo

    Tinta Ferreira, presidente da Câmara das Caldas, pediu à secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, medidas para qualificar a mão-de-obra estrangeira no sector do turismo e também o reforço do SEF para que os fluxos de imigração possam aumentar. O autarca realçou que o sector precisa dos imigrantes devido à falta de mão-de-obra nacional, mas teme que a falta de qualificação possa fazer baixar a qualidade do serviço.

    Dirigindo-se directamente a Ana Mendes Godinho, Tinta Ferreira afirmou que existe “um problema de quantidade e qualidade dos recursos humanos a trabalhar nesta actividade”.
    O problema começa com a falta de mão-de-obra nacional qualificada, que é potenciado pela saída dos recursos qualificados que procuram melhores salários noutros países.
    A dificuldade em ter trabalhadores faz com que as empresas deste e de outros sectores se virem para a imigração, o que também acarreta problemas. “Há uma quebra de qualidade por força da entrada de pessoas que não têm formação, mas das quais o mercado precisa para continuar a ter os estabelecimentos a funcionar”, realçou Tinta Ferreira.
    A solução poderá passar, segundo o edil, por actuar na qualificação da mão-de-obra estrangeira. “Essas pessoas precisam de beneficiar da formação para adultos, em horários nocturnos, nas escolas de turismo”, sugeriu.
    Outra solução para a questão da falta de trabalhadores com que este e outros sectores de actividade se debatem, é “reforçar os quadros do SEF para ter capacidade de receber adequadamente as pessoas que vêm de fora para ser mão de obra em Portugal”, disse.
    O presidente da Câmara falou durante a sessão de boas-vindas do seminário de abertura do Programa Nacional de Qualificação da Administração Local Autárquica para o Turismo (ALA+T), que decorreu no passado dia 19 de Setembro no CCC, nas Caldas da Rainha.
    Tinta Ferreira abordou o crescimento que o sector do turismo tem evidenciado no concelho, acompanhando a tendência regional e nacional. A construção de mais duas unidades hoteleiras – nos Pavilhões do Parque e nas antigas instalações de Secla – e a reabertura do termalismo, fazem crer ao autarca que as dormidas vão continuar a aumentar no concelho.
    Caldas da Rainha beneficia da diversidade de oferta que o Oeste proporciona, “como o surf na Nazaré e Peniche, o castelo de Óbidos, o mosteiro de Alcobaça, ou proximidade de Fátima”, realçou o presidente da Câmara das Caldas, observando que o concelho tem tido uma taxa de crescimento das dormidas superior aos outros concelhos da região.

    TURISMO DINAMIZA OS TERRITÓRIOS

    Ana Mendes Godinho, que discursou a seguir a Tinta Ferreira, não respondeu a nenhum dos desafios do autarca caldense, preferindo focar-se no programa ALA+T. Disse que é fundamental para o sector que os técnicos públicos que estão no terreno tenham “instrumentos” para perceber como funciona o mercado, “para que os nossos destinos sejam cada vez mais competitivos”. E reforçou a necessidade de se trabalhar em rede nos diversos níveis da administração pública, local, regional e central.
    A secretária de Estado apresentou alguns números importantes, como o crescimento de 45% das receitas de turismo no país nos últimos três anos, o facto de Portugal ter sido em 2018 o país da União Europeia com maior volume de receitas de turismo, ou o atingir de 10 milhões de dormidas no interior, também no ano passado. Resultados que se devem ao trabalho de promoção dos destinos junto dos públicos que estão mais predispostos a viajar para Portugal.
    Ana Mendes Godinho considera que o Turismo deve ser mais do que o instrumento para atrair novos visitantes porque é um pólo dinamizador das regiões. “O turismo atrai novos investimentos, novos residentes, estudantes, inovação, filmes internacionais. É um instrumento de mobilização cultural, de aceleração da sustentabilidade ambiental, desde que tenhamos o foco de colocar isso nas nossas prioridades”, afirmou.

     

    É fundamental trabalhar em rede

    O programa ALA+T é dirigido aos técnicos públicos de turismo e reúne câmaras municipais, CIMs, entidades regionais de turismo e comissões de coordenação e desenvolvimento regional no âmbito do desenvolvimento, com o objectivo de colocar estas entidades a trabalhar em rede.
    Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, disse que este é um programa importante para o sector, porque nenhum outro é dirigido aos territórios de forma tão directa, uma vez que este é dirigido “às pessoas que estão no terreno e têm poder de decisão na oferta do território e nas experiências que se disponibilizam aos turistas”.
    O presidente do Turismo de Portugal realçou que é cada vez mais fundamental trabalhar em rede para promover o país, lembrando que no turismo já não existem fronteiras entre os países, pelo que o mesmo deve acontecer entre as regiões.
    Nesta segunda edição, o programa terá seis master classes nos meses de Outubro e Novembro e ainda uma outra fase para elaboração de projectos de desenvolvimento turístico supramunicipais com vista à dinamização da actividade no território. Os três melhores projetos poderão ser alvo de apoio pelo Turismo de Portugal.

  • Pão de Açúcar das Caldas passou a chamar-se Auchan

    Pão de Açúcar das Caldas passou a chamar-se Auchan

    O supermercado do centro comercial La Vie, que agora se chama Auchan, inaugurou a nova designação e conceito de loja no passado dia 12 de Setembro. A loja caldense já utilizava a nova imagem desde o início do ano, uma vez que serviu de piloto a estas alterações em toda a rede Auchan em Portugal.
    Este grupo decidiu, por ocasião dos 40 anos de actividade em Portugal, alterar o nome dos seus hiper e supermercados (Jumbo e Pão de Açúcar) para Auchan. Ao mesmo tempo, foram introduzidas diversas alterações na loja. Em termos de filosofia, foram criados os conceitos Local, São e Bom, aplicados directamente aos produtos.
    A etiqueta local aplica-se a produtos provenientes de um raio de raio de 50 quilómetros da zona de influência da loja, que se identifiquem ou utilizem uma receita local. Rui Rodrigues, director de loja, realça que o estreitar de laços com a comunidade é um pilar da doutrina da marca, que além dos produtos envolve igualmente “a ligação com instituições de solidariedade social”.
    Aos produtos que promovem a saúde física e ou psicológica é aplicado o termo São. Já a etiqueta Bom surge associada à satisfação dos cliente, em bens com standards de qualidade elevados.
    Rui Rodrigues disse que as alterações na loja incluíram obras de remodelação, com a introdução de espaços mais amplos para os frescos e para a dietética e biológicos, além de um novo espaço de cafetaria.
    A transformação do supermercado iniciou-se no final do ano passado e serviu de piloto para a alteração a nível nacional. “Fomos os primeiros no país a mudar a marca e a testar estes novos conceitos, para ver a reacção dos clientes e fornecedores”, apontou Rui Rodrigues.
    O director de loja escusou-se a divulgar o montante investido na transformação, mas adiantou tratar-se de uma intervenção “de centenas de milhares de euros, o que mostra que a empresa está a apostar nesta localização”.
    Com a concorrência a aumentar na sua zona de influência directa, com a abertura de mais dois supermercados, Rui Rodrigues acredita que há espaço para todos, mas acredita que o espaço que dirige tem condições para continuar a atrair os clientes pela diversidade da oferta e os preços baixos.
    O Auchan das Caldas da Rainha está aberto há 11 anos e conta com uma equipa de 40 colaboradores.

  • Praiense-Caldas em tempo real

    Acompanhe em tempo real o encontro do Caldas na deslocação à Praia da Vitória, nos Ações, da quinta jornada do Campeonato de Portugal – Série C.
    Estádio Municipal da Praia da Vitória Marcos Brazão, AF Algarve Cristiano Pires e Rui Correia

    PRAIENSE
    1 Tiago Maia
    13 Bruno Sousa (74′)
    2 Alexsandro
    22 Weliton
    28 Itto Cruz
    20 Vitinha (63′)
    70 João Peixoto
    10 Márcio (85′)
    7 Ragner
    9 Magina
    33 Matheus Souza
    SUPLENTES
    24 Fábio Pimentel
    4 Diogo Martins
    23 Manuel Câmara
    11 Filipe Andrade (63′)
    4 Diogo Moniz (74′)
    5 Marcos Silva (85′)
    Tr. Francisco Agatão
    CALDAS
    1 Luís Paulo
    14 Juvenal
    6 Militão (C)
    13 Gaio
    25 Farinha
    23 Pedro Faustino (84′)
    88 André Santos
    17 Paulo Inácio
    55 Simões
    11 Ruca (90’+2)
    28 Ricardo Isabelinha (67′)
    SUPLENTES
    12 Rui Oliveira
    23 Duarte Coito
    23 Passuco
    10 Januário (67′)
    19 Marcelo (84′)
    28 Karim Labdi (90’+2)
    23 Miguel Cunha
    Tr. José Vala
    ⚽ André Santos (73′)
    Ricardo Isabelinha (43′), Simões (75′), André Santos (83′), João Peixoto (83′)

     

  • Caldas, Vidais e Ribafria em destaque na Gala do Futebol Distrital

    Caldas, Vidais e Ribafria em destaque na Gala do Futebol Distrital

    O Caldas foi duplamente clube excelência, na formação e no saber estar no futebol, e ainda viu o reforço Pedro Faustino ser considerado o jogador do ano na Gala do Futebol Distrital da AF Leiria. O NDA Vidais teve a melhor treinadora e a melhor jogadora de futsal feminino. Destaque ainda para o CRP Ribafria, que foi considerado clube excelência na formação de futsal.

    O prémio melhor atleta-aluno teve como vencedor João Frazão, dos iniciados do Nazarenos. Foram distinguidos três atletas da AE Óbidos, Francisco Martins, Bernardo Barros e Isabel Cardoso.

    O Caldas foi dos clubes mais premiados da noite na Gala do Futebol Distrital da AF Leiria, que decorreu no passado dia 13 de Setembro no Teatro José Lúcio da Silva, na capital do distrito.
    O clube alvinegro subiu sete vezes ao palco e venceu dois dos prémios mais apetecíveis da noite, nomeadamente o prémio Excelência na Formação de futebol (à frente do Ginásio de Alcobaça e da U. Leiria) e também de clube de Excelência no programa Saber Estar no Futebol, associado às práticas de ética e fair-play. Pedro Faustino, médio criativo contratado ao Marinhense e que tem estado em destaque neste início de época do Caldas, foi aclamado jogador do ano pela sua influência no ano dominador dos marinhenses na temporada passada, na qual conquistou campeonato, taça e supertaça.
    Além destes prémios, o Caldas subiu ao palco para receber os diplomas pelos títulos no torneio de abertura de futebol de 9 (Sub13), no Grupo B da I Divisão de Iniciados e ainda pela dobradinha da equipa de juniores, no desfile dos campeões.
    A equipa de juniores dos pelicanos ainda acrescentou ao rol de títulos o Prémio Fair Play daquele escalão atribuído pela AF Leiria em conjunto com a Gazeta das Caldas. Ao conjunto alvinegro só escapou o prémio de treinador do ano na formação, para o qual Vasco Silva estava entre os três nomeados.

    VIDAIS DOMINA FUTSAL FEMININO

    Se o Caldas se destacou no futebol, o mesmo aconteceu com o NDA Vidais Futsal, na variante feminina de pavilhão. A equipa caldense, que também fez a dobradinha na temporada passada, viu Susana Macedo ser considerada a treinadora do ano. Já para o prémio de jogadora do ano a formação dos Vidais tinha duas em três nomeadas: Pipa e Andreia Nascimento. O prémio, atribuído por votação dos treinadores, coube a Andreia Nascimento.
    Há ainda a destacar a atribuição do prémio Excelência na Formação para o CRP Ribafria no futsal, com o Casal Velho a ficar em terceiro na mesma categoria.
    Ainda na atribuição dos melhores do ano, há a destacar a presença de Xana e Filipe Pinheiro (Gaeirense), entre os finalistas para melhor treinador e melhor jogador de futsal, de Ricardo Marques (CRP Ribafria) e Luís Carapucinha (Casal Velho) para melhor treinador de formação de futsal e ainda de Paulo Couto (Peniche) para melhor treinador de futebol de formação.
    No desfile dos campeões, os clubes da região foram chamados ao palco 18 vezes para receber taças e diplomas pelo títulos alcançados. Além do Caldas e do NDA Vidais, subiram ao palco a Ribafria, o Casal Velho, a Burinhosa, o Alvorninha, o Olho Marinho e o Gaeirense.

    GAZETA DAS CALDAS
    ASSOCIA-SE À DISCIPLINA

    Como tem sido habitual nas últimas temporadas, Gazeta das Caldas voltou a associar-se ao prémio disciplina na variante de futebol nos escalões de iniciados, juvenis, juniores. Além do Caldas, também o Atouguiense venceu o prémio, nos iniciados, enquanto nos juvenis o prémio foi para o GD Ilha.
    No futsal, também o Casal Velho foi distinguido com a sua equipa de iniciados.
    Habitual tem sido igualmente a distinção dos atletas que se tornaram internacionais pela primeira vez na época passada. Entre estes estiveram duas atletas do A-dos-Francos, Marta Salvador e Maria Malta, ambas nas Sub15 de futebol. Paulo Ferreira, da Burinhosa, tornou-se internacional Sub19 no futsal e Ruben Brilhante, dos nazarenos do Sótão, conseguiu o mesmo no futebol de praia.
    Novidade este ano foi a atribuição do prémio melhor atleta-aluno, que teve como vencedor João Frazão, que representou os iniciados do Nazarenos. Entre os nomeados, e também distinguidos, estiveram três atletas da AE Óbidos, Francisco Martins, Bernardo Barros e Isabel Cardoso.
    Numa noite longa de homenagens, João Viola o presidente do GD Peniche foi distinguido a título póstumo por Mérito no Associativismo, assim como o jornalista Ângelo Gomes.
    A AF Leiria também atribuiu prémios aos árbitros que subiram de categoria e o Núcleo de Árbitros do Oeste voltou a estar em evidência. António Nobre (promovido a internacional), Nelson Pereira (subiu à categoria 2 de árbitro assistente), as gémeas Daniela e Vânia Roque (CF futsal) e Henrique Brites e Rafael Marques (ambos promovidos a C2FP) foram os distinguidos.
    O organismo que tutela o futebol no distrito atribuiu ainda lembranças aos clubes que concluíram o seu processo de certificação como entidades formadoras. Na região são apenas três, o SU Alfeizerense (centro básico), o Beneditense e o Ginásio de Alcobaça (2 estrelas).
    A gala abriu com a tradicionais homenagem atribuídas pelos clubes. Oito clubes da região homenagearam colaboradores, foram eles o Caldas (Rui Almeida), a Areco (Vasco Silva), a Casa do Benfica nas Caldas da Rainha (Mário Duarte), o Alcobaça (José Possidónio), NDA Vidais (Pedro Leal), o Gaeirense (João Cascão), o Bombarralense (Sofia Ribeiro) e o Olho Marinho (Ana Sofia Mesquita).

  • Quando a paciência é uma virtude

    Quando a paciência é uma virtude

    Goleada na Taça inspirou os alvinegros para a primeira vitória no campeonato, com uma exibição segura e confiante. Três pontos aproximam os alvinegros do topo da tabela.

    campo da mata, caldas da rainha
    Árbitro: luís reforço, AF setúbal
    Assistentes: luís vaz e paulo rodrigues

    Caldas 2

    luís paulo [7]; passos [4] (juvenal [7] 14’), militão [7] (c), gaio [7] e farinha [7]; yordy [4] (paulo inácio [7] 11’), andré santos [8], simões [7] e pedro faustino [8]; ricardo isabelinha [8] e hugo neto [7] (ruca [4] 84’)
    Não utilizados: rui oloveira, bernardo rodrigues, januário, karim labdi
    Treinador: josé vala

    u. santarém 0

    diogo ferreira; yaka medina, hugo grilo e cajarana; nuno longo (didi 83’), pedro ganhão (c), saavedra, joão martins e andré pires (josé pratas 83’); Leo Mofreita e Pedro augusto (mendonça 69’)
    Não utilizados: alberto coli, miguel lopes, Tomás cardoso, fabinho
    Treinador: andré luís
    Ao intervalo: 0-0
    Marcadores
    André Santos (68’), Gaio (79’)
    Disciplina
    Amarelo: Pedro Ganhão (45’+5), André Pires (62’), Cajarana (64’ e 69’), Hugo Grilo (74’), Juvenal (87’)
    Vermelho: Cajarana (69’)

     

    À terceira tentativa o Caldas conseguiu a primeira vitória no campeonato, que somada aos dois empates coloca os alvinegros no sétimo lugar à condição. É que, vencendo o jogo em atraso, em casa com o Fontinhas, os alvinegros só podem ser superados em pontuação pelo Anadia, que também tem um jogo a menos.
    Na ressaca da goleada para a Taça na semana anterior, que foi uma forma de entrar à força no campo das vitórias, – e depois de saber que terá o Varzim pela frente na próxima ronda – os caldenses surgiram motivados e logo nos primeiros minutos mostraram vontade de travar um U. Santarém que ainda não conhecia a derrota. Logo no primeiro minuto uma bola colocada na área para Hugo Neto podia ter dado golo madrugador, mas Hugo Grilo fez um corte precioso.
    A boa entrada do Caldas podia ter sido condicionada pela dupla lesão que tirou do jogo o médio Yordy e o lateral Passos em três minutos. Contudo, Juvenal encarregou-se de manter o comboio em andamento com um cruzamento que apanhou Pedro Faustino em boa posição, mas o remate apanhou a bola de raspão.
    O Caldas estava forte e confiante. Pressionava bem alto com um meio campo muito bem composto e não deixava os visitantes sairem a jogar com a profundidade que pretendiam pelos corredores laterais. Isso levou a que os escalabitanos se mantivessem num bloco recuado que tirava espaço ao ataque do Caldas no último terço do terreno. Apesar de terem surgido algumas oportunidades, a decisão final tardava em acertar.
    No entanto, a equipa alvinegra manteve-se paciente e, quando chegou a altura, o golo surgiu. Boa iniciativa de Ricardo Isabelinha à esquerda, ganhando o duelo a Cajarana e oferecendo o golo a André Santos depois de um movimento interior. Cajarana protestou e viu o segundo amarelo.
    A partir daí tudo se facilitou para o Caldas, que não entrou em loucuras. Mantendo um futebol pela certa, eficaz na recuperação de bola e na procura tranquila do golo, que surgiu 11 minutos depois. Novamente Ricardo Isabelinha com um bom trabalho a ganhar canto, do qual saiu assistência de André Santos para a estreia de Gaio a marcar pelo Caldas.

    Melhor do Caldas

    André Santos – 8

    Influente no meio-campo, onde o Caldas começou a ganhar o jogo pela forma como não deixava jogar o adversário. Contudo, destacou-se sobretudo pela eficácia que se revelou decisiva ao apontar o golo inaugural e assistir a cabeça de Gaio para o segundo golo.

    R. ISABELINHA, JOGADOR DO CALDAS
    Estávamos a precisar


    Estávamos a precisar de uma vitória no campeonato, uma vez que temos estado a trabalhar muito bem. Conseguimos os três pontos e agora é pensar já no próximo jogo. A vitória na Taça foi importante mas sabíamos que era um adversário mais acessível, agora é manter esta série de vitórias o mais prolongado possível. A época passada foi muito infeliz para mim, lesionado desde Dezembro. Nesta quero trabalhar ao máximo para ajudar a equipa dentro de campo, seja com golos, assistências ou cortes em cima da linha. Aos poucos estou a ganhar confiança e vou chegar ao meu melhor.

     

    JOSÉ VALA, TREINADOR DO CALDAS

    Incontestável

    Aos 12 minutos tínhamos duas substituições. Noutras situações podia deitar por terra a estratégia, mas estávamos bem e continuámos porque quem entrou, entrou muito bem. Depois era continuar com volume de jogo, organizados defensivamente para não permitir transições ao adversário e o golo haveria de parecer. Fizemos uma boa exibição com uma vitória incontestável. Sentimos o sabor da vitória e agora cria-se a dinâmica, mas o importante é continuar da mesma forma no treino. Na Taça calhou o Varzim, gostamos de equipas de II Liga, mas era mais para a frente. Eles são os favoritos, mas vamos jogar com isso, desfrutar e encher o Campo da Mata seria uma grande prenda que as pessoas das Caldas nos davam.

    ANDRÉ LUÍS, TREINADOR DO U. SANTARÉM

    Caldas dominou

    O Caldas dominou completamente a nossa equipa. Foi o nosso pior jogo em termos posicionais, de dinâmicas defensivas e ofensivas. Não tivemos astúcia nem capacidade para contrairar o ascendente do Caldas. Viémos limitados, mas não serve de desculpa.

  • Termas da Piedade reabriram após 22 anos de encerramento

    Termas da Piedade reabriram após 22 anos de encerramento

    O Your Hotel & Spa reabriu no passado dia 12 de Setembro as Termas da Piedade, na Vestiaria (Alcobaça). A exploração das termas tinha cessado há 22 anos devido a alterações nas características das águas termais, ultrapassadas agora com uma nova captação que resultou de um processo de seis anos de investigação e que custou cerca de 500 mil euros.

    Os tratamentos termais voltaram no início deste mês às Termas da Piedade, integradas no Your Hotel & Spa, em Alcobaça. A água termal voltou a ser aproveitada colocando fim a um processo de 22 anos após o encerramento motivado pela alteração das características da água, que tornaram a sua utilização insegura.
    Nessa altura, em 1997, a impossibilidade de utilizar as águas termais levou a administração da unidade termal a repensar o modelo de negócio. Foi construído o hotel, aberto em 2010, com uma forte componente de spa que até agora funcionou com água mineral, mas já preparado para poder funcionar com as águas termais quando estas voltassem a estar disponíveis.
    Depois de um ciclo de prospecção que não teve sucesso, em 2013 iniciou-se um novo ciclo de investimento para ali reactivar o termalismo. Seis anos de investigações, furos e análises liderados por uma equipa da Universidade de Coimbra permitiram encontrar um local viável para a captação da água.
    “Por razões de ordem económica apostámos num furo que fica na Mata, a 130 metros daqui. As águas são as mesmas que saíam aqui à superfície – que ainda monitorizamos -, mas por questão de segurança usamos as da nova captação”, disse aos jornalistas o director geral do Your Hotel & Spa, Hugo Gaspar.
    Em todo o processo foram investidos cerca de 500 mil euros, incluindo a pesquisa, os estudos, os técnicos especializados, a abertura do furo, as canalizações e os equipamentos necessários.

    AUMENTAR TAXA DE OCUPAÇÃO

    Actualmente, o hotel tem uma taxa de ocupação anual que ronda os 60% de 62 quartos. Com a reabertura das termas, o objectivo é que essa taxa possa subir para os 70% em dois anos, disse Hugo Gaspar.
    “Temos o negócio da área bem-estar bem consolidado. O termalismo permitirá reforçar esse negócio”, refere o director geral do hotel. Hoje o spa tem um cliente tipo entre os 25 e aos 40 anos, Hugo Gaspar refere que o objectivo agora é alargar esse público para a faixa acima dos 50 anos, e também recuperar clientes que vinham às termas com as suas famílias no passado.
    A taxa de ocupação poderá ainda subir por via do aumento da estadia média, que hoje está abaixo das duas noites. “Por norma, o cliente termal fica mais tempo”, refere.
    Além dos clientes que ficam alojados na unidade, o Your Hotel & Spa espera também vender o termalismo para os locais, que podem aceder às consultas e aos tratamentos.
    As águas da Piedade são indicadas para as doenças da pele e dos aparelhos digestivo, musculo-esquelético e reno-urinário. Os tratamentos disponíveis são os banhos, as massagens, os duches vichy e de agulhetas. Para os problemas do foro digestivo, estes incluem a ingestão das águas, a massagem abdominal e o tratamento por lavagem do intestino.
    Hugo Gaspar refere que a equipa do hotel já tem formação para a área do termalismo, mas adiantou que a equipa deverá crescer, nomeadamente no marketing e atendimento ao cliente, no spa, na área da nutrição e, mais tarde, na fisioterapia. Ao todo poderão ser criados 10 novos postos de trabalho, incluindo nas restantes áreas do hotel, caso o aumento de afluência o justifique.

    REFORÇO DA COESÃO TERRITORIAL

    Hugo Oliveira, presente na inauguração como vice-presidente da Câmara das Caldas e da Associação Termas de Portugal, acredita que a reabertura das Termas da Piedade é fundamental para o “reforço da marca territorial das termas nesta região”. O autarca diz que o termalismo também reforça a coesão territorial, nesta fase com as Caldas da Rainha, mas espera que, futuramente, outros concelhos como Óbidos e Batalha possam também juntar-se.
    Hugo Oliveira acredita que a região pode tornar-se um cluster no termalismo, o que pode aumentar a sua atractividade como um todo. “O termalismo está ligado a uma ideia romântica, com espaços edílicos como são o Parque D. Carlos I e este espaço aqui [a zona envolvente às Termas da Piedade], mas depois temos a urbanidade das Caldas, a praia, o património histórico e natural”, realça Hugo Oliveira, acrescentando que toda a oferta do Oeste actua como uma mais-valia para a captação turística.
    Hugo Gaspar, director geral do Your Hotel & Spa, também acredita que o Oeste tem a ganhar com a criação de um cluster termal. “As nossas termas, as das Caldas da Rainha e de Monte Real têm valências comuns, mas diferenciam-se noutras e isso é bom para atrair público”, considera.
    Vítor Leal, presidente da Associação Termas de Portugal, disse que as Termas da Piedade “são uma referência do passado e, pelo que vi, serão uma referência para o futuro pelas instalações e pelo serviço”. O dirigente disse que as termas estão “na moda”, não só na sua vertente terapêutica, como na promoção da saúde e bem-estar, o que tem levado a grandes investimentos no sector em requalificação de equipamentos.

    Um local cheio de história

    Não é certo quando se iniciou a exploração do termalismo nas Termas da Piedade, mas estudos apontam que nos tempos do Império Romano já aquelas águas serviam para banhos.
    Já no século XVI, no reinado do Cardeal-rei D. Henrique I ali se tomavam os “Banhos de Cura” e que terá mandado edificar nos finais desse século uma capela sob a égide da Senhora da Piedade, nome que ficou até à actualidade. Relatos apontam que nessa altura se banhavam naquelas termas cerca de 2000 aquistas por temporada, entre Março e Outubro.
    O primeiro estabelecimento termal foi construído pelos monges de Cister. A estrutura rudimentar era constituída por uma casa dotada de umas tinas para banhos de imersão.
    Com a extinção das ordens religiosas, passou a ser o município de Alcobaça a deter a concessão das termas, cedendo a sua exploração a particulares, nomeadamente às famílias Sousa Carvalho e Serrazina Lameiras, os actuais proprietários.
    Em 1981 as águas da Piedade foram adquiridas pela Sociedade Termas da Piedade, Lda, que ao longo dos anos transformou, melhorou e remodelou a unidade termal.
    Em 1997, com o encerramento das termas, a unidade termal sofreu uma profunda remodelação para manter a actividade como uma unidade hoteleira com serviço de spa idealizado para trabalhar com as águas termais.

    Na inauguração das novas Termas da Piedade os convidados puderam beber a água

     

  • Patrulhamento florestal levou à apreensão de 35 mil doses de haxixe

    Uma acção de patrulhamento florestal no dia 11 de Setembro conduziu à detecção e desmantelamento de uma unidade de produção de canábis no concelho das Caldas da Rainha. Um homem, de 53 anos, apanhado em flagrante delito, foi detido e sujeito a termo de identidade e residência. Da acção resultou a apreensão de vários produtos estupefacientes, incluindo mais de 35 mil doses de haxixe.
    Os agentes identificaram várias plantas de canábis na varanda de uma moradia isolada.
    No seguimento da investigação, os militares encontraram mais plantas de canábis no interior da casa, no logradouro e em anexos, bem como dezenas de sacos individuais com folhas daquela planta, levando à detenção do suspeito.
    No decorrer da acção foram apreendidas 35.320 doses de haxixe, 81 plantas de canábis, 352 euros numerário, uma caçadeira e quatro munições.
    No dia 12 de Setembro um homem de 23 anos foi detido por ter uma moca artesanal – considerada uma arma proibida – no interior da viatura em que circulava, no Valado dos Frades.

  • Caldas-U. Santarém em tempo real

    Acompanhe em tempo real o encontro entre o Caldas e a U. Santarém, da quarta jornada do Campeonato de Portugal – Série C.
    Campo da Mata, Caldas da Rainha Luís Reforço, AF Setúbal Luís Vaz e Paulo Rodrigues

    CALDAS SC
    1 Luís Paulo
    22 Passos (14`)
    6 Militão (C)
    13 Gaio
    25 Farinha
    23 Pedro Faustino
    88 André Santos
    2 Yordy (11`)
    55 Simões
    7 Hugo Neto (84`)
    28 Ricardo Isabelinha
    SUPLENTES
    12 Rui Oliveira
    14 Juvenal (14`)
    17 Paulo Inácio (11`)
    8 Bernardo Rodrigues
    10 Januário
    94 Karim
    11 Ruca (84`)
    Tr. José Vala
    U. SANTARÉM
    47 Diogo Ferreira
    12 Yaka Medina
    4 Cajarana
    44 Hugo Grilo
    52 André Pires (83`)
    7 Pedro Ganhão (C)
    21 Nuno Longo (83`)
    19 Carlos Saavedra
    27 João Martins
    17 Leo Mofreita
    20 Pedro Augusto (69`)
    SUPLENTES
    1 Alberto Coli
    3 Miguel Lopes
    13 Didi (83`)
    35 Tomás Cardoso
    50 Mendonça (69`)
    10 Fabinho
    28 José Pratas (83`)
    Tr. André Luís
    ⚽ André Santos 68′, Gaio 79′
    Pedro Ganhão 45’+5, André Pires 62′, Cajarana 64′, Hugo Grilo 74′, Juvenal 87′

    Cajarana 69′

    Acompanhe a transmissão do jogo em directo via canal do Caldas SC no portal My Cujoo

  • Ano lectivo arranca hoje para 8700 alunos das Caldas e Óbidos

    O ano lectivo inicia-se hoje, 13 de Setembro, em todas as escolas dos concelhos das Caldas da Rainha e de Óbidos. No conjunto serão mais de 8700 alunos a iniciar ou regressar às aulas, desde o pré-escolar ao ensino secundário.
    O Agrupamento de Escolas Raul Proença continua a ser o que reúne maior número de alunos, num total de 2770. O Agrupamento de Escolas Rafael Bordalo Pinheiro atinge este ano lectivo os 2100 alunos, enquanto o Agrupamento D. João II fica próximo dos 2000 estudantes. Ainda nas Caldas da Rainha, o Colégio Rainha D. Leonor contará com 487 alunos. Já o Agrupamento das Escolas de Óbidos contará com 1374 alunos.
    No conjunto destes agrupamentos e unidades escolares, o arranque do ano lectivo deverá ocorrer sem problemas. No início desta semana, tanto ao nível do corpo docente como do pessoal não docente, haviam apenas vagas residuais por preencher, que as respectivas direcções de agrupamento contavam ver resolvidas atempadamente.
    O ano lectivo arranca igualmente no ensino profissional. A Escola Técnica e Empresarial do Oeste procedeu ontem, 12 de Setembro, à recepção dos novos alunos, estando o início das aulas agendado para segunda-feira, 16 de Setembro. Na Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste, o arranque do ano lectivo será a 27 Setembro.

  • Benecar patrocina equipa da I Liga de futebol

    Benecar patrocina equipa da I Liga de futebol

    A Benecar Automóveis, SA, empresa da Benedita, anunciou um acordo de parceria com o Vitória Sport Clube, de Guimarães, para ser a marca presente na parte frontal das camisolas que o clube utiliza nas diversas competições de futebol profissional, num acordo válido por uma temporada.
    Nuno Grosa, presidente da Benecar, assumiu que encontrou no Vitória SC o parceiro “ideal” para reforçar o seu visível crescimento nos últimos anos com uma aposta no desporto. O clube vimarenense, que é um dos mais mediáticos do futebol português, compete na I Liga e garantiu também presença na fase de grupos da Liga Europa. A seguir a Benfica, FC Porto e Sporting, é o clube português com maior assistência no seu estádio.
    “Esta é uma aposta nova no desporto. É um projecto novo e estamos muito entusiasmados com esta parceria. Acreditamos que tudo irá correr bem para e que esta será uma época de sucesso para a Benecar e o Vitória SC”, disse o responsável numa nota enviada à imprensa.
    Miguel Pinto Lisboa, presidente do Vitória SC, manifestou o desejo de que esta ligação possa ser um êxito para as duas instituições e que a Benecar possa estar associada a uma temporada recheada de êxitos do Vitória SC.
    A Benecar Automóveis, SA, que este ano assinala o seu 30º aniversário, é uma empresa que actua no segmento automóvel, com actividade no comércio ao público e grossista, no aluguer de viaturas, na repação e ainda na mediação de seguros e no financiamento.

  • Jogos do Caldas ao segundo

    Acompanhe os jogos do Caldas ao segundo, no Campeonato de Portugal e na Taça de Portugal, com a Gazeta das Caldas.


    Municipal de Vila Velha de Ródão André Pereira, AF Lisboa João Cabral e Ricardo Baptista
            TAÇA DE PORTUGAL

    V.V. RÓDÃO

    0

    5

    CALDAS

    1 Hugo
    6 Delvany (59’)
    20 Xisto
    9 Esteves (59’)
    8 Pedro Tavares (45’)
    16 Fernando
    5 Salavesa
    2 João Carrilho 
    4 Taborda
    7 Zé-Tó
    18 João Martins (C)
    SUPLENTES 
    14 Pedro Amaro (59’)
    10 Daniel Fernandes 
    3 Norberto
    19 Duarte
    15 Gonçalo
    17 João Diogo (59’)
    11 Jadiel (45’)
    Tr. Francisco Lopes 


    12 Rui Oliveira
    14 Juvenal (77’)
    6 Militão (C)
    13 Gaio
    25 Farinha
    23 Pedro Faustino
    55 Simões
    94 Karim (66’)
    10 Januário
    7 Hugo Neto
    8 Bernardo Rodrigues (65’)
    SUPLENTES 
    1 Luís Paulo
    17 Paulo Inácio
    88 André Santos (66’)
    73 Passuco
    19 Marcelo (77’)
    28 Ricardo Isabelinha
    11 Ruca (65’)
    Tr. José Vala 

    ⚽  Hugo Neto (22’ gp), Bernardo Rodrigues (39’), Hugo Neto (65’ gp), Ruca (80’), Hugo Neto (83’)
    Zé-Tó (24’), Simões (52’), Juvenal (60’)

     

     


     

     

  • Quatro animais da CRAPAA adoptados em Inglaterra

    A CRAPAA anunciou no passado dia 29 de Agosto o envio de quatro dos seus cães para o Reino Unido, onde os patudos foram conhecer as suas novas famílias.
    A associação de protecção animal revelou tratar-se de “um dia especial”, não só para a própria associação, como para a Chara, o Tootsie, o Socks e o Seth, que assim têm oportunidade de recomeçar as suas vidas.
    “É um misto de sentimentos, felicidade e tristeza. Por um lado, como tratamos deles todos os dias, no início é estranho, sentimos a sua falta… mas por outro lado ficamos muito felizes por saber que em breve vão estar junto de pessoas que estão dispostas a darem-lhes muito amor e qualidade de vida”, refere a associação.
    Neste processo, além dos voluntários da associação caldense, estiveram envolvidas o The Happy Tails Project e a Wild at Heart Foundation, assim como a Purrfect Pet Transport, que providenciou o transporte dos animais.

     

  • Dois baldes de água fria

    Dois baldes de água fria

    Campo da Mata, Caldas da Rainha

    Árbitro: Diogo Trancadas, AF Madeira. Assistente: Luís Abreu e Carlos Pestana

    Caldas 2

    Guilherme Querido; David Sil (Afonso Martins 87’), João Pedro, Ulisses Magalhães (Guilherme Lourenço 70’) e Gonçalo Cota; David Santos (C), Tiago Catarino (Martins 87’), Gonçalo Matias (Júlio Sousa 87’) e Gonçalo Barreiras; António Brito (Martim Magalhães 66’) e Guga

    Não utilizados: Luka Félix, Gonçalo Veludo

    Treinador: Walter Estrela

    Sintrense 2

    Tomás Pereira; Rodrigo Santos, Rodrigo Luís, Filipe Oliveira (C) e Flávio Gonçalves; Miguel Plácido (Rodrigo Lopes 76’), Bruno Rodrigues e Alexandre Casimiro; Pires, Dauda Mané e Tomás Silva (André Pedroso 82’)

    Não utilizados: Francisco Pinheiro, João Dias, Maurício, Bernardo Felgueiras, Mateus Almeida

    Ao intervalo: 2-1

    Marcadores

    Gonçalo Barreiras (8’), Guga (25’), Bruno Rodrigues (45’+2) e Rodrigo Lopes (90’+6)

    Disciplina

    Amarelos a David Santos (44’), Filipe Oliveira (61’), João Pedro (75’), Miguel Plácido (76’), David Sil (77’), Pires (90’+4)

    Foi com um golo em tempo de descontos de cada uma das partes que o Sintrense logrou levar um ponto das Caldas. A equipa caldense começou bem e construiu uma vantagem de dois golos e até teve oportunidade para “matar” o jogo a escassos minutos do fim, mas acabou por sofrer um empate muito ingrato.

    Logo nos primeiros lances do jogo o Caldas mostrou que podia ser muito perigoso, mesmo sem o seu goleador Ivo Nabais, ausente por lesão. No seu lugar, António Brito foi mesmo o primeiro a criar perigo, respondendo a um passe longo com um remate, já na área, que deu sensação de golo, mas passou ao lado.

    Porém, o golo não demorou muito. O Caldas estava bem organizado, o seu meio campo trabalhava bem na recuperação de bola e no lançamento de ataques rápidos. E ao minuto 8 a bola entrou pela primeira vez. Felicidade para Gonçalo Barreiras, que rematou forte, rasteiro e colocado, Tomás Pereira lançou-se e parecia ter defendido, mas enrolou na parte final da defesa e acabou por deixar a bola escapar para a baliza.

    A vantagem aumentou ao minuto 25 de novo com o Caldas a sair rápido em ataque e os seus dois homens da frente a combinar. António Brito serviu Guga e o avançado obrigou Tomás Pereira a ir buscar a bola ao fundo da baliza pela segunda vez.

    O jogo corria de feição, mas o Sintrense não desistiu e foi crescendo, ainda na primeira parte. Tomás Silva e Pires ameaçaram com remates de longe. Mas foi de canto que o Sintrense reduziu, já em tempo de compensação. Bruno Rodrigues desviou com êxito ao primeiro poste.

    A segunda parte abriu cm novo lance de perigo dos sintrenses, mas o Caldas, ainda que com o bloco muito recuado, conseguiu controlar o ímpeto do adversário e até ameaçar com um terceiro golo. Martim Magalhães, isolado já para lá dos 90, permitiu a defesa a Tomás Pereira e, na insistência, David Santos acertou na barra.

    Na resposta, o Sintrense ganhou um canto, Rodrigo Luís tentou o golo mas Guilherme negou-lho com uma grande defesa. Mas nada pôde fazer no canto seguinte ao desvio de Rodrigo Lopes.

     

  • O Caldas arrancou em pleno os trabalhos para a nova temporada

    O Caldas arrancou em pleno os trabalhos para a nova temporada

    Após o jogo dos juniores com o Sintrense, o Caldas fez a reunião de apresentação dos restantes escalões de formação, para as equipas de futebol de 5, 7 e 9 e ainda as equipas que vão representar o clube nos campeonatos distritais nos escalões de iniciados e juvenis.
    O presidente Jorge Reis deu as boas-vindas aos atletas e aos pais, sublinhando que “todos os atletas são importante na vida do clube”. Desde a presença na meia-final da Taça de Portugal o clube sentiu um “crescimento significativo do número de atletas nos escalões de formação”, sublinha o presidente.
    Para manter os benefícios dessa mítica temporada de 2017/18, o clube pretende que a sua equipa sénior continue a ser uma referência para os jovens, e parte desse trabalho passa por fazer jogadores integrarem as equipas técnicas.
    Para cimentar esta mística, Jorge Reis pretende que cada vez mais jovens façam todo o percurso na formação até aos seniores, mas sublinha que a competição é só parte do processo e “todos os atletas são bem vindos”.
    Actualmente com o processo de certificação enquanto entidade formadora, o clube reconhece que há sempre novos problemas aos quais é necessário dar resposta e novos níveis de exigência que o clube quer colocar a si mesmo.
    “Já podíamos ter concluído o processo com um nível três, que é um nível intermédio, mas ambicionamos a mais, de acordo com os pergaminhos que o clube tem na formação”, afirma Jorge Reis.
    A nova época traz vários novos nomes nas equipas técnicas do clube. Jorge Reis diz que alguns técnicos saíram por iniciativa própria, outros por iniciativa do clube. “Ter visões diferentes ajuda-nos a crescer, agradecemos aos que saíram, porque deram muito ao clube, mas as coisas são mesmo assim”.
    Nesta altura o clube está próximo da sua máxima capacidade, embora possa receber mais 5 a 10% de atletas em relação à época passada. O Caldas continuará, a ter três equipas de iniciados, duas de juvenis e uma de juniores no futebol de 11. Mas este ano passa a ter no seu seio a equipa B, que nas duas épocas anteriores funcionou em parceria com o GD Peso. Para lá disso é difícil ter mais equipas, devido às limitações dos espaços de treino, que continuam a ser a Quinta da Boneca, o Campo da Mata e o campo das Gaeiras.
    Jorge Reis deixa no ar a hipótese que no futuro o clube possa ter mais campos para trabalhar. “Quem sabe no futuro se não poderemos ter outras condições, estamos a trabalhar para que as possamos ter”, concluiu.
    Também o coordenador do futebol juvenil, Rui Almeida, que na sua mensagem de boas-vindas referiu que o clube está a trabalhar para amenizar a questão da “hora de ponta” no trânsito junto à Quinta da Boneca, o que vai passar pela limitação dos treinos a duas equipas no horário entre as 18h00 e as 19h00.
    Dias dos treinos
    Petizes e Traquinas: segundas e quartas-feiras (18h00)
    Benjamins: terças e quintas-feiras (18h00)
    Infantis: Segundas, quartas e quintas-feiras (19h00)
    Iniciados B e C: terças, quintas e sextas-feiras (19h00)
    Juvenis B: segundas (20h15), quartas (20h00)e quintas-feiras (20h15).

  • Lance de Daniel Fernandes deu vitória ao Caldas

    Lance de Daniel Fernandes deu vitória ao Caldas

    Municipal da Quinta da Boneca, Caldas da Rainha
    Árbitro: João Conde, AF Santarém
    Assistentes: Nuno Ferreira e João Lopes

    Caldas 1
    Duarte Almeida, David Gonçalves, Wilson Estrela, Rodrigo Ferreira (Leonardo Agostinho 55’), Diogo Vieira, Gonçalo Jesus, Daniel Fernandes, Gustavo Costa (José Sousa 80’), Tiago Gomes (Rodrigo Mondim 73’), Dinis Ferreira (Duarte Pereira 40’), Rafael Dias (Martim Cruz 40’)
    Não utilizados: Rafael Tavares, António Castelo
    Treinador: João Aguiar

    Peniche 0
    Diogo Firmino, Francisco Almeida (Marcos Anastácio 80’), Alexandre Silva, Tiago Vitorino, Ivo Domingos, Francisco Duarte (Martim Santos 65’), Salvador Cardoso (Luís Reis 73’), Martim Martins (Leandro Cobre 40’), Tomás Silva, Guilherme Real, Telmo Fonseca (Henrique Lopes 73’)
    Não utilizados: Duarte Cardoso, Diogo Costa
    Treinador: José Pedro Lopes
    Ao intervalo: 0-0
    Marcadores: Daniel Fernandes (43’)

    Disciplina: Amarelos a Tiago Vitorino (25’), Rodrigo Ferreira (52’), Francisco Duarte (59’), Leandro Cobre (79’), Wilson Estrela (79’)

    Segunda vitória para a equipa do Caldas em dois jogos no campeonato. Mas o derby com o Peniche ficou decidido com apenas um golo, obtido numa jogada individual de Daniel Fernandes, o jogador que mais desequilíbrios foi capaz de criar ao longo do jogo.
    As duas equipas chegavam a este derby do Oeste em circunstâncias diferentes. O Caldas vinha de uma vitória moralizadora em casa da U. Leiria, ao passo que o Peniche vinha de uma pesada derrota em casa com o Fátima. E isso fez-se sentir nos momentos iniciais da partida. O Caldas tentou tomar de assalto a baliza do Peniche, que não se aventurava muito no ataque.
    O Caldas procurava explorar a profundidade pelos corredores laterais e conseguiu nesses momentos iniciais dois cruzamentos perigosos que indiciavam a proximidade do golo.
    Contudo, com o avançar do cronometro e a persistência do nulo o Peniche foi construindo confiança e organização, o Caldas teve que começar a jogar de forma demasiado directa. Mesmo assim, um remate de Daniel Fernandes de fora da área e um livre que Wilson Estrela não conseguiu desviar para a baliza podiam ter alterado o marcador.
    O Peniche teve o seu primeiro remate a três minutos do intervalo, por Tomás Silva.
    O nulo durou até ao intervalo, mas a abrir o segundo tempo Daniel Fernandes encarregou-se de o alterar, com uma arrancada individual que acabou com a bola no fundo da rede.
    A vantagem permitiu ao Caldas gerir o jogo e criar perigo com algumas transições, mas não conseguiu transformar mais lances em golo. O Peniche tentou subir linhas e procurar a baliza do Caldas, mas nas duas vezes que se aproximou mais do alvo, o guarda-redes Duarte Almeida resolveu antes de surgir remate.

  • Mercadinho das Águas Santas anima o Bairro da Ponte há um ano

    Mercadinho das Águas Santas anima o Bairro da Ponte há um ano

    O Mercadinho das Águas Santas anima há um ano os sábados no Bairro da Ponte, nas Caldas da Rainha. Esta é uma iniciativa de dois comerciantes daquele bairro, com o propósito de o dinamizar. Agora querem dar maior projecção ao evento, de modo a torná-lo uma referência, para que ali possa atrair cada vez mais pessoas.

    Os vendedores que participaram no mercadinho deste sábado com alguns dos produtos disponíveis

    No passado sábado realizou-se mais uma edição do Mercadinho das Águas Santas, no Largo Frederico Pinto Basto, no Bairro da Ponte. Trata-se de um pequeno mercado semanal de artesanato, que junta também gastronomia e cultura.

    Rita Teresa foi a impulsionadora deste certame que no próximo mês de Setembro assinalará o primeiro ano de actividade.

    Há 32 anos que Rita Teresa explora um salão de cabeleireiro no Bairro da Ponte. Nas horas vagas dedica-se às artes plásticas, tendo já realizado várias exposições na cidade. Criar o Mercadinho das Águas Santas foi o juntar do gosto pelo bairro e pelas artes. “É uma zona da cidade que tem muito comércio, mas precisava de ter mais vida. Era preciso fazer qualquer coisa para chamar mais pessoas, e para que os moradores pudessem também encontrar-se e conversar”, explicou à Gazeta das Caldas.

    Uniu esforços com outro empresário do Bairro, Vítor Brito, proprietário do Café Creme. Ambos associaram-se aos Pimpões e reuniram o apoio da União de Freguesias de Santo Onofre e Serra do Bouro. Assim nasceu o mercadinho, que além de fomentar o convívio entre os moradores, pretende também atrair visitantes àquela zona da cidade e mostrar que também ali se vive a cultura e a arte.

    Uma das características do mercado é não ser estático. Quem o visita irá encontrar todas as semanas algo novo. Uma das novidades mais recentes é uma banca para troca de livros, onde qualquer pessoa pode levar um livro gratuitamente e deixar outros que já não precisa.

    Aos artistas e artesãos locais, juntam-se outros vindos de fora. Esta semana, era possível encontrar uma banca com produtos regionais de Pedrógão Grande.

    “Temos sempre exposições novas, artesanato e gastronomia também”, realça Rita Teresa, que quer agora melhorar a parte da animação, quando o evento regressar a 14 de Setembro. “Queremos apostar mais nessa parte, ter cá músicos, bandas, teatro ou outras actividades que as pessoas queiram trazer”, acrescenta.

    A dificuldade em fazê-lo até esta altura tem sido o pagamento de honorários, o que só será possível com apoios externos. No entanto, esta é uma necessidade para que a iniciativa possa crescer em termos de visitantes.

    Os organizadores estão também a criar uma imagem própria para o mercado, através da construção de bancas próprias, uma vez que até agora o espaço funcionava com bancas emprestadas.

    Sendo um evento sem fins lucrativos, a participação não tem custos. “Qualquer pessoa pode trazer os seus produtos e fazer a sua exposição ou venda, só tem que se inscrever antecipadamente”, refere Rita Teresa.

  • Chafariz em São Mamede secou ao fim de quase 500 anos

    Chafariz em São Mamede secou ao fim de quase 500 anos

    Não há memória na população de São Mamede, concelho do Bombarral, que o Chafariz que terá sido mandado construir no século XVI por Martim Afonso de Melo e Castro, tenha alguma vez secado. Isto até ao passado dia 1 de Agosto. Esta situação está a preocupar os residentes, mas não é a única. Do património doado à comunidade pela família Melo e Castro, também a Capela de São Lourenço está a precisar de intervenção urgente.

    Desde 1 de Agosto que não brota água no histórico chafariz que terá sido mandado construir há cerca de 500 anos por Martim Afonso Melo e Castro. A situação foi reportada à Gazeta das Caldas por um morador de São Mamede, Fernando Monteiro. Nascido e criado na localidade, cresceu habituado a ver a água que alimenta o chafariz sair sempre em grande quantidade das duas bicas de bronze em forma de delfim.

    Fernando Monteiro conta que não há registo, nem memória da população, de que alguma vez a fonte tenha secado. No entanto, no início do mês passado a água parou mesmo de correr.

    Joana Delgado, presidente da Junta de Freguesia da Roliça, disse à Gazeta que a Administração Regional Hidrográfica do Tejo está a tentar descobrir o que estará na origem da falta de água, uma análise que poderá estar concluída nos próximos dias. Conhecer a origem do problema abrirá caminho para que este seja solucionado.

    HERANÇA DE MARTIM MELO E CASTRO

    O chafariz é parte integrante de um património de grande riqueza histórica na localidade de São Mamede, juntamente com o Solar dos Melo e Castro e a Capela de São Lourenço. Os três monumentos estão unidos pelo Largo Salvador Carvalho dos Santos. Embora não haja certeza em relação ao ano de construção do chafariz, tudo indica que será contemporâneo das duas outras construções, erigidas por Martim Afonso de Melo e Castro na década de 40 do século XVI.

    Reza a história que, quando regressava das Índias em 1541, enfrentou uma forte tempestade. Temendo pela vida, fez uma promessa a São Lourenço de que construiria uma capela em sua honra se chegasse são e salvo a Portugal. Assim aconteceu e a promessa foi cumprida.

    A capela foi construída lado a lado com o Solar dos Melo e Castro, erigido na mesma altura e possivelmente aproveitando construções anteriores de inícios do século, segundo consta no portal monumentos.gov.pt. Esta capela era, inicialmente, apenas para uso privado.

    O solar apresenta uma arquitectura onde se destacam a regularidade e simetria característicos dos modelos renascentistas e está classificado como imóvel de interesse público, apesar de ser propriedade privada. Segundo o que se pode ler no arquivo da DGPC, a construção inicial é composta por três corpos quadrangulares em forma de L. Mais tarde, já no século XVIII, a casa foi requalificada e construído um novo corpo paralelo ao edifício principal, fechando o pátio com uma disposição em U.

    Esta requalificação terá sido realizada para acolher duas visitas reais, testemunhadas por duas lápides comemorativas no interior da casa. Em 1782 o solar recebeu D. José, Príncipe do Brasil, e os infantes D. João e D. Mariana Vitória. Mais tarde, em Setembro de 1786 e Maio de 1787 a propriedade recebeu a Rainha D. Maria e a infanta D. Carlota Joaquina.

    Por essa altura era António Lobo de Melo e Castro o titular das propriedades. Antes de falecer (em Julho de 1795), o descendente de Martim Melo e Castro passou a capela à população, assim como uma avultada quantia em dinheiro (23.000 cruzados e 800 mil réis) destinada a sustentar tanto a actividade religiosa, como a apoiar com cuidados médicos a população empobrecida da localidade, segundo a obra “Bombarral e o seu concelho – subsídios para a sua história”, de Augusto José Ramos.

    Já o solar ficou na família Melo e Castro até 1904, altura em que foi vendido a privados, ascendentes dos actuais proprietários.

    O estado da Capela de São Lourenço também preocupa a população de São Mamede pelo avançado estado de degradação, tanto do telhado, como da azulejaria que, tal como a construção, data do século XVI.

    Joana Caetano, presidente da Junta de Freguesia da Roliça, diz que esta também é uma questão à qual está atenta. “É uma capela que tem painéis de azulejos que não existem em mais lado nenhum”, disse à Gazeta das Caldas. No entanto, a sua manutenção “é uma situação mais complicada, porque é património do Estado”, observa. A edil acrescenta que “houve uma tentativa de submeter um projecto de reabilitação por um antigo prior e a informação que tenho é que a Câmara do Bombarral está a encaminhar o assunto”.

    Gazeta das Caldas contactou a Câmara do Bombarral sobre as questões do chafariz e da Capela de São Lourenço, mas não obteve resposta em tempo útil.

    O CHAFARIZ E AS SUAS ÁGUAS

    Apesar de não haver referência ao ano de construção do chafariz, é convicção da população de São Mamede que este seja contemporâneo do solar e da capela. Ou seja, também aquele equipamento terá sido mandado construir por Martim Afonso Melo e Castro para abastecer de água a casa. Este é parte integrante de um complexo sistema de captação e canalização.

    De resto, ainda antes da remodelação realizada no solar na segunda metade do século XVIII, as suas águas são mencionadas no Aquilégio Medicinal de 1726, de Francisco da Fonseca Henriques.

    Ao contrário da capela, que era de uso privado da família Melo e Castro, o sistema de águas servia também a população. Fernando Monteiro, morador de São Mamede e estudioso da sua história e património, diz que Martim Melo e Castro “foi um verdadeiro democrata à sua época”. E explica a sua afirmação: “Ele podia ter levado a água só para a sua propriedade, mas deu-a primeiro ao povo e ficava apenas com o que sobrava”.

    O complexo sistema começa com uma mãe de água (que se encontra junto à sede da associação local). Esta funciona como uma estação elevatória, da qual a água é conduzida por um sistema de canos. O primeiro conduz a água ao chafariz e disponibiliza-a ao povo, tanto para os locais, como para servir os passantes.

    A água sobrante é dividida em duas novas saídas. Uma calha conduz o bem precioso para o interior do solar, onde é guardado num sistema de tanques. Na época, seria utilizada para consumo e para regar os terrenos cultivados da quinta. A segunda calha conduzia a água para um novo local público, tanques que as lavadeiras utilizavam para lavar a roupa. Esta segunda construção foi destruída na década de 60 do século passado.

    PROPRIEDADES MEDICINAIS

    Na actualidade, o consumo da água é desaconselhado, uma vez que esta não é tratada. No entanto, no passado a água era consumida e até se lhe apontavam propriedades terapêuticas. É que a origem da água será termal. Foram-lhe apontados benefícios em relação a problemas respiratórios, rins e reumatismo, segundo o portal aguas.ics.ulisboa.pt, da Universidade de Lisboa, que reúne informação de diversos aquilégios medicinais.

    Segundo a mesma fonte, a água é tépida, sai da nascente a 33 graus. Terá origem no mesmo sistema que alimenta as termas das Caldas da Rainha, das Gaeiras, Vale de Flores e do Rio Real, diz aquele portal citando os autores Lopes (1892) e Tavares (1810). Ambos os autores realçam que o caudal da nascente teve uma redução em 1770 e 1780 devido a intempéries.

    Agora cessou mesmo de correr, algo que a população local espera que não seja irreversível.

     

     

  • Produtividade das macieiras em níveis historicamente elevados

    Produtividade das macieiras em níveis historicamente elevados

    As colheitas de maçã e de pera estão ainda a decorrer e as perspectivas são de que a produtividade será elevada para os dois tipos de fruto. Também na uva a estimativa aponta para uma melhoria em relação ao ano passado.

    Segundo o boletim de previsões agrícolas do INE, a produção de maçã poderá apresentar “níveis historicamente elevados”, o que decorre das condições meteorológicas bastante favoráveis na época da floração e do vingamento. O documento aponta a existência de uma considerável amostra de frutos de bom calibre e coloração.

    A previsão é de que a campanha de 2019 seja “uma das mais produtivas de sempre”, com um rendimento próximo das 23,9 toneladas por hectare, mais 30% que na campanha do ano passado.

    Na pera, a produtividade deverá ser semelhante à da campanha de 2018, com cerca de 13 toneladas por hectare. No entanto, esta rentabilidade ainda fica três toneladas abaixo da campanha de 2017. Neste fruto, o Oeste concentra 85% dos pomares. O fruto teve “um vingamento irregular”, diz o boletim de previsões agrícolas do INE, devido às baixas temperaturas noturnas e à precipitação registadas no Oeste em Abril, assim como à ocorrência de focos de estenfiliose no Baixo Oeste.

    CLIMA FAVORÁVEL À VINHA

    Na vinha, as condições meteorológicas ao longo da campanha foram, em geral, favoráveis ao desenvolvimento do fruto. O Inverno seco contribuiu para a destruição do agente patogénico do míldio e a Primavera também seca evitou o surgimento de infeções primárias graves. Os arrefecimentos noturnos têm contribuído para avançar com o processo de maturação das uvas, estimando-se um aumento de produtividade de 10% face à vindima de 2018, para 37 hectolitros por hectare. Este valor é também superior ao da média dos últimos cinco anos em 4%.

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