Categoria: Economia

  • Um Atelier de artes decorativas em Alfeizerão

    Um Atelier de artes decorativas em Alfeizerão

    Abriu na antiga florista do Viamar um novo espaço comercial onde se encontra exposto todo o tipo de matérias para artes decorativas. Além destes artigos pode ainda encontrar-se uma gama bastante diversificada de lembranças e bijuteria.
    Catarina Sábio, que está ligada a esta área já há quatro anos, dedica-se também ao fabrico de caixas de madeira pintadas à mão e que podem servir para guardar café, chá, bijuterias, relógios, etc. Aventais pintados à mão, enxovais para bebé também pintados à mão e prendas personalizadas, são também produtos que ali podem ser comercializados.

    A proprietária desta casa concretiza assim um sonho que alimentava já há algum tempo. Catarina Sábio está habilitada a dar aulas de pintura em tecido e outros temas ligados às artes. Fez recentemente o seu primeiro workshop de pintura em tecido.
    Este atelier de artes decorativas está aberto de terça a sábado das 10h30 às 18h00 (não encerra à hora de almoço) e aos domingos abre das 15h00 às 19h30.

    T. Antunes

  • Instituto da Saúde com novas especialidades médicas

    Instituto da Saúde com novas especialidades médicas

    O Instituto de Saúde, uma clínica privada que está instalada na Praça 5 de Outubro, conta agora com novas especialidades, disponibilizando aos seus pacientes consultas de Ginecologia, Pediatria e Nutrição, bem como a realização de análises clínicas.
    Este projecto nasceu quando Luís Filipe Fernandes, médico-dentista caldense – que teve consultório na Rua do Jardim,  durante dez anos – entendeu que era chegada a altura de iniciar um projecto privado que fosse além das várias especialidades da Medicina Dentária. Apesar de tudo, esta continua a ser a área forte da clínica pois mantém as consultas de Medicina Dentária, Estomatologia, Odontopediatria, Implantologia e de Ortodontia.

    O Instituto asseguram quatro postos de trabalho, para além dos cinco médicos com os quais conta em regime de prestação de serviços. “Mais tarde teremos que colocar mais pessoas na recepção e na área da assistência dentária podendo chegar às oito pessoas”, disse Ana Fernandes, uma das sócias-gerentes do Instituto.
    Além dos recursos humanos, esta responsável ocupa-se de todas as áreas não médicas. Deixou a consultadoria jurídica numa empresa em Lisboa para se dedicar a este projecto nas Caldas que demorou “três anos a concretizar”, contou. O investimento rondou os 300 mil euros.
    “Estamos a tentar ter um médico para cada uma das especialidades”, disse Ana Fernandes, que quer ter profissionais que também apostam em sub-especializações, citando, como exemplo o facto de contarem com um odontopediatra que se dedica apenas a tratar crianças. “As suas consultas têm mais tempo e os seus pequenos pacientes são distinguidos com um diploma no final”, esclareceu a sócia-gerente.
    No Instituto da Saúde também se pretende tirar partido da interdisciplinaridade entre as várias especialidades e aposta-se sobretudo em médicos com experiência. O mais novo tem 36 anos e a maioria possui grande experiencia no sector público.
    Ana Fernandes revelou que o Instituto está preocupado com as acessibilidades e quer colocar sinalética em Braille e proporcionar um curso de linguagem gestual à recepcionista de modo a poder receber melhor os seus pacientes.
    “As pessoas ainda têm algum receio de uma clínica privada”, disse a responsável, que tenta por isso tratar bem os seus pacientes e aplicar uma tabela de preços ajustada à região. “Por vezes é metade do preço do que custa em Lisboa e não se cobra mais pelo chá que se oferece ou pela imagem cuidada que o espaço tem”, rematou.
    As consultas podem custar entre os 25 euros (observação dentária) e os 60 euros, mas há descontos para quem adere ao cartão de cliente. Há até modalidades que permitem consultas gratuitas até 50% de descontos nos tratamentos. O Instituto tem ainda um Cartão Família e protocolos com várias empresas da região.
    Esta clínica situa-se na Praça 5 de Outubro nº 34 e funciona entre as 8h30 e as 20h00. Encerra aos domingos e feriados.

  • Marca internacional Metro Kids já tem espaço nas Caldas da Rainha

    Marca internacional Metro Kids já tem espaço nas Caldas da Rainha

    Já lá vão 23 anos que Deolinda Gonçalves abriu a sua loja de roupa infanto-juvenil nas Caldas, a Kikas. Há dois meses decidiu apostar num novo espaço comercial, também dedicado ao vestuário para os mais novos, com a diferença que desta vez é em franchising. A loja tem nome da marca internacional, chama-se Metro Kids e fica na Rua Henrique Salles, nº7.
    Há oito anos atrás, Deolinda Gonçalves inseriu a marca norte-americana na linha de roupas da Kikas, ainda a Metro Kids era vendida em lojas multimarca. No entanto, a ideia de abrir um espaço nas Caldas somente dedicado à Metro Kids sempre esteve nos planos de Alexandre Cunha, empresário da marca de roupa em Portugal. “Passaram-se alguns anos, até que houve a coincidência da Sandra [filha da responsável da loja] ir trabalhar para esta empresa como estilista”, contou Deolinda Gonçalves.
    A partir daí foi um passo até à concretização da Metro Kids na cidade, visto que a responsável do espaço comercial sempre admirou o vestuário que a marca internacional produz já há 21 anos. “Tem um estilo clássico, mas que tenta estar actual. É uma marca que inspira confiança, pois tem uma garantia 100% produzida em Portugal, o que hoje em dia é muito importante”, disse.
    T-shirts para rapaz a partir de 21 euros, calças a 40, vestidos a 52 euros e sapatos a 47,50 euros, são alguns dos artigos que se podem encontrar na loja, sendo que a roupa é fabricada na zona norte do país, enquanto o calçado vem da Benedita. Sandra Gonçalves, responsável pelo departamento de design da Metro Kids, refere que o valor das peças deve-se ao “grande trabalho que as roupas levam a confeccionar”.

    A Metro Kids abrange um público dos zero até aos 16 anos, contendo quatro linhas de vestuário para cada gosto: teddy (mais direccionada para menina), poloteam (a preferida para os rapazes), clássica e royal polo team. “Por norma somos mais fortes na linha de bebé até aos 12 anos e nesta loja também temos tamanhos maiores, mas os intermédios são o que funciona melhor na disposição do vestuário”, disse a estilista, responsável pelas colecções nacionais da Metro Kids.
    Por agora, Sandra Gonçalves, enquanto criativa, está a produzir a colecção outono/inverno (com a ajuda de mais duas colegas na moldagem e desenho das peças), mas também já pensa nos modelos que irão vestir os miúdos da Metro Kids, no próximo verão. Sobre as tendências para o Outono, a estilista caldense diz que será feita de “cores vivas, sendo que para as meninas é sempre com estampados florais e também teremos xadrezes”.
    Quanto ao espaço comercial está todo ele decorado em tons de branco, com as roupas arrumadas em pequenas gavetas, grandes tapetes, espelho decorado e um jarrão de flores, como de um quarto para crianças se tratasse.
    Abrir uma loja no tempo de crise gera receio. A franchising não nega que “que foi um grande risco investir num novo espaço”, mas “estou contente por ter arriscado, pois não choca em nada com aquilo que tenho na Kikas”. Sobre a localização da Metro Kids, Deolinda Gonçalves desvaloriza a ideia de estar num local “mais escondido” para a venda dos artigos. “A Metro Kids já esteve na Rua Heróis da Grande Guerra há quatro anos e apenas durou duas estações. Quando o cliente quer comprar aquilo de que gosta, ele desloca-se”, afirmou.
    Para cativar os clientes no franchising informou que a marca tem ao serviço um cartão de desconto, que pode ir até aos 10%, onde o cliente, ao subscrevê-lo, recebe newsletters com promoções, colecções e artigos novos na loja, todas as semanas.
    A Metro Kids está aberta de segunda-feira a sábado, entre as 10h00 e as 13h00, e, das 14h30 até às 19h00.

  • Obras na Upacal estão concluídas

    Obras na Upacal estão concluídas

    Se tudo tiver corrido como previsto, esta sexta-feira, 6 de Agosto, já volta a funcionar a unidade de produção de pão da Upacal – União Panificadora Caldense, encerrada a 16 de Julho pela ASAE.
    Na passada terça-feira, dia de fecho desta edição, Joel Henriques, sócio-gerente, previa que até ao final da semana a produção seria retomada, estando dependente de uma vistoria daquele organismo estatal.

    “Fizemos obras de fundo para melhorar a qualidade da panificação, mas ainda existem alguns ajustamentos a fazer e que serão feitos de forma gradual, para voltarmos a ser uma grande marca e ter uma qualidade máxima”, adiantou.
    Segundo o sócio-gerente, terão sido gastos cerca de 40 mil euros nesta primeira fase de reestruturação, que incluíram alterações nas câmaras de congelação e estufa. Estão também a renovar a frota automóvel com que fazem o transporte de pão.
    Joel Henriques salienta que quando assumiu as suas funções encontrou uma empresa debilitada e que agora pretende fazer um trabalho de reabilitação que poderá demorar algum tempo. “O objectivo é tornar a Upacal numa empresa sólida”, afirma.
    Os planos para o futuro são muitos e passam também pela modernização dos seus estabelecimentos comerciais. “Queremos torná-los mais atraentes com um novo conceito que ainda não se viu em Portugal, de cafetaria gourmet”, explicou o empresário, que prevê mesmo a possibilidade de abrir outros estabelecimentos em regime de “franchising”.
    “Vamos criar novos produtos”, referiu ainda, sem querer adiantar pormenores.
    A unidade industrial na estrada de Tornada tem uma capacidade de produção muito grande (podem produzir até seis toneladas de pão por dia), que está subaproveitada. “A nossa ideia é começar a produzir pão durante o dia e não só nocturna”, adiantou.
    De qualquer forma, “o nosso primeiro objectivo será estabilizar a empresa e depois pensaremos em crescer”.

  • Caldas Empreende com novas empresas a partir de Setembro

    Caldas Empreende com novas empresas a partir de Setembro

    Os Gambuzinos, um projecto na área do turismo, e um outro de criação de algoritmos para um projecto de defesa internacional, irão instalar-se no Caldas Empreende até ao final do ano, esgotando os 15 espaços disponíveis no edifício.

    Promovido pela Câmara das Caldas e pela AIRO, o Caldas Empreende arrancou em Dezembro do ano passado como uma solução de criação de próprio emprego para caldenses desempregados. Os interessados tinham como ajuda o pagamento, por parte da autarquia, do aluguer das instalações e das despesas de água e electricidade, assim como a possibilidade de ali ficarem instalados durante dois anos.

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    As primeiras 12 empresas começaram a funcionar logo em Dezembro e, volvidos seis meses, a presidente da AIRO, Ana Maria Pacheco, faz um balanço “bastante positivo” da actividade desenvolvida, destacando que algumas das empresas já estão até a recrutar colaboradores através do Gabinete de Inserção Profissional desta associação.

    A responsável acredita também que a recuperação da indústria tem a ver com o somatório destas e outras pequenas empresas que existem por todo o país.

    Sérgio Félix, daquela associação industrial, conta que há projectos com tempo de maturação diferentes e outros que tiveram que se readaptar, face à realidade económica do país. Também a demora nos apoios que a que alguns se candidataram levaram a alguns atrasos.

    O vereador Hugo Oliveira recordou que o objectivo inicial era retirar as pessoas da situação de desemprego em que se encontravam e afirmou que a prova do sucesso do Caldas Empreende está no facto de já terem o edifício todo ocupado e estarem já a estudar a possibilidade de criar outro espaço. “Há muita vontade das pessoas criarem a sua própria empresa”, afirma o autarca, insistindo no investimento ao nível do empreendedorismo.

    Hugo Oliveira destaca que este foi um projecto inovador e considera que deve ser replicado noutros concelhos. Contou que quando a ideia foi concebida, pensava-se que o espaço seria aproveitado para outras profissões, como costureira, canalizador ou sapateiro, “que estão em desuso e que são precisas e até bem remuneradas”, mas que a procura acabou por ser de empresas de prestação de serviços, energias alternativas, informática, cerâmica e artesanato.

    O primeiro open day do Caldas Empreende decorreu no dia 9 de Julho, sob o tema “1000 ideias 1 visão de negócio”, com a realização de reuniões e workshops promovidos pelas empreendedores instalados no edifício.

    Testemunhos

    Velas artesanais já comercializadas em Inglaterra

    Josefina Abreu e as filhas Ema Serra e Paula Braga ficaram desempregadas e viram na criação de um negócio próprio a solução para contornar o problema. A experiência que detinham ao trabalhar em fábricas de velas levou-as a criar a empresa “Aroma da Serra”, que se dedica à produção de velas artesanais. Instaladas no Caldas Empreende desde a sua inauguração, contam que o negócio está a correr bem, produzindo essencialmente para um armazenista da zona Oeste.

    Esta semana estão também já a trabalhar na quarta encomenda que têm para Inglaterra que dizer ser “um bom mercado”. Quando se aproxima o prazo de entrega das encomendas grandes, o horário normal não chega, levando-as a fazer serão. Nestas alturas contam também com a ajuda da família.

    Consideram que o espaço é o “suficiente” para exercerem a sua actividade e para os clientes verem o que fazem. “É um sitio muito acessível”, diz Paula Braga, acrescentando que possuem contrato por dois anos e pretendem aproveitar essa oportunidade.

    Peças únicas na Crosta Cerâmica

    “Crosta Cerâmica” intitula o primeiro local de trabalho do ceramista Renato Vieira, que tirou o curso no Cencal. No seu atelier faz trabalhos de cerâmica de autor. “São peças únicas, principalmente de roda e com design específico”, concretiza o ceramista, que comercializa o seu trabalho sobretudo em feiras e em lojas.

    Com o começo do verão, iniciam-se também as feiras, tendo já previstas participações em Celorico da Beira e no Crato. “Estou a experimentar várias para ver o meu público e, como tenho diferentes tipos de peças, vou adaptar aos vários certames”, disse Renato Vieira.

    Instalado no edifício desde Dezembro, considera que o espaço é óptimo para actividade que desenvolve, até porque “a minha empresa ainda é bebé e precisa de um espaço pequeno”. Dentro de pouco tempo irá ter um forno maior, resultado de uma candidatura que fez ao Centro de Emprego e que lhe vai permitir uma maior produção.

    Renato Vieira diz que os seus objectivos não são apenas monetários e que estes passam pelo gosto pela cerâmica e a tentativa de dinamizar a sua vertente artística. “Sei que é um caminho difícil, mas não importa – esse tempo há-de chegar”, afirma o ceramista que pretende ali permanecer durante dois anos.

    WSB vai exportar equipamento para os PALOP

    A empresa caldense dedicada a comercialização de equipamentos de energia alternativa, WSB Premium, arrancou juntamente com o Caldas Empreende. Bruno Pereira faz um balanço positivo deste primeiro semestre de funcionamento, destacando que a instalação no edifício da antiga fábrica das Calças deu uma “maior visibilidade” à empresa.

    A WSB é representante nacional da empresa grega de sistemas solares térmicos Helional e, de acordo com o responsável, a ideia inicial era mudar de instalações durante o primeiro semestre do ano, mas a conjuntura de mercado – com a finalização da medida solar térmico 2009 – levou a protelar esta mudança.

    Entretanto, a empresa conseguiu uma representação nova, inglesa, de sistemas de iluminação doméstica e industrial, assim como de baterias para acumulação.

    “Com seis meses de actividade já temos projectos internacionais, que faz uma expansão da empresa e das Caldas da Rainha”, conta Bruno Pereira, adiantando que estão em processo de exportação para os PALOP, nomeadamente para Angola, Moçambique e Cabo Verde.

    O empresário é da opinião que as pessoas têm consciência da importância das energias alternativas, mas deparam-se com um problema de falta de liquidez financeira para investir. Isto leva a que as empresas da área apostem “mais na internacionalização do que propriamente no mercado interno”, explica, adiantando que uma das apostas da empresa para o final do ano é o mercado moçambicano, com alguns projectos novos. Em inícios de 2011 vão começar a trabalhar com o mercado angolano e também querem chegar a Cabo Verde, “através da nossa empresa ou de parcerias directas”.

    Tatuagens e piercings a partir de Setembro

    Gil Martinho e Clara Bilhau são de Peniche, mas resolveram apostar nas Caldas da Rainha para abrir a sua loja direccionada para a arte da tatuagem e body piercing. As condições do espaço são, para Gil Martinho, uma “ajuda grande no arranque das actividades”, e que junta a dimensão da cidade que, à partida, lhe dará um maior mercado.

    A “Ancestral Tattoo” irá abrir as portas em Setembro e nela será possível fazer tatuagens (temporárias e definitivas), piercings e dermo pigmentação (maquilhagem definitiva).

    Consideram que os programas televisivos sobre o assunto têm dado bastante divulgação às tatuagens e isso reflecte-se depois na procura. “Há um maior gosto pela tatuagem, que também já é mais aceite pelas pessoas”, referem, destacando que esta forma de arte já é reconhecida por pessoas de várias idades e classes sociais.

    Os sócios-gerentes desta loja afirmam-se como uma alternativa e pretendem abordar um conceito diferente, de que não é preciso ter muitas tatuagens. Eles próprios não gostam de ver o corpo coberto de tatuagens, por isso, as que têm “não estão visíveis”, contam. Na loja terão um catálogo com desenhos e farão aconselhamento aos clientes.

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  • Desacordo entre FDO e João Santos leva a mais um adiamento da abertura do Lisbonense

    Desacordo entre FDO e João Santos leva a mais um adiamento da abertura do Lisbonense

    A FDO recusou à última da hora assinar o contrato que tinha pré-acordado com o empresário caldense João Santos (do grupo Luna Hotéis) para a venda do Hotel Lisbonense, tendo-o comunicado 24 horas antes da “inauguração simbólica” realizada no passado 15 de Maio. Ainda assim, nessa altura foi anunciado que o hotel deveria abrir dois meses depois. O presidente da Câmara das Caldas, Fernando Costa, já tinha conhecimento de que o negócio fracassara, mas nada disse, apesar de saber que dificilmente aquele prazo se concretizaria. (mais…)

  • Resioeste “engolida” pela Valorsul

    Resioeste “engolida” pela Valorsul

    Desde quarta-feira, 21 de Julho, a Resioeste deixou de existir, passando a fazer parte de uma nova empresa – a Valorsul – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos das Regiões de Lisboa e do Oeste, S.A..
    Foi desta forma que ficou concluído o processo de fusão entre as empresas Valorsul e Resioeste, apesar de ter predominado o nome da empresa que tratava os resíduos da Grande Lisboa.
    A primeira Assembleia Geral da nova empresa, realizada a 15 de Julho, elegeu Emídio Xavier como o novo presidente do Conselho de Administração e João Figueiredo como presidente da Comissão Executiva.
    Quem ainda não sabia o seu destino até ao dia de fecho desta edição (na passada terça-feira) era o ainda administrador da agora extinta Resioeste. Damas Antunes (que aufere um salário de quase 5 mil euros por mês) confessou à Gazeta das Caldas que não sabia se iria continuar ou não nas suas funções, embora acredite que isso possa acontecer durante um período de transição. “Hoje é um dia duvidoso”, afirmou o administrador no 20 de Julho.
    Os cerca de 150 funcionários da ex-Resioeste, que receberam uma carta a comunicar que o vínculo laboral com a Resioeste terminava no dia 20 de Julho, estão também muito apreensivos.
    Embora tenha sido garantido que não iriam ser extintos postos de trabalho, a verdade é que alguns cargos poderão deixar de fazer sentido na nova estrutura e cerca de uma dezena de contratos a prazo não foram renovados.
    Alguns vigilantes foram mudados para outras funções porque a Valorsul tem um contrato com uma empresa externa de segurança.
    O nosso jornal soube que para acautelar a situação dos quadros superiores, houve aumentos consideráveis em salários de alguns funcionários.

    Autarquias vão pagar menos pela recolha e tratamento de resíduos

    À Valorsul foi atribuída a responsabilidade de garantir a valorização dos resíduos sólidos urbanos dos concelhos de Alcobaça, Alenquer, Amadora, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Vila Franca de Xira, Lisboa, Loures, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Odivelas, Peniche, Rio Maior, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras.
    A empresa passa a ser responsável pelos resíduos sólidos urbanos produzidos por 1,5 milhões de habitantes, o que equivale a cerca de 1 milhão de toneladas/ano provenientes de 19 municípios, numa extensão de 3396 quilómetros quadrados.
    Com a fusão, parte dos resíduos dos concelhos da região Oeste passam a ser incinerados na Central de Valorização Energética da Valorsul, reduzindo a quantidade de lixo no aterro sanitário localizado no Cadaval.
    O objectivo deste processo foi exactamente o da optimização da gestão de resíduos, com ganhos de escala e maior sustentabilidade económica e financeira. “É claramente melhor para os municípios do ponto de vista económico”, salientou Damas Antunes.
    Os municípios do Oeste vão ter a sua factura de tratamento dos lixos reduzida quase para metade. Estava previsto que as câmaras municipais passassem a pagar 38 euros por tonelada de resíduos a partir de 2010, mas com esta mudança o custo baixa para os 21 euros por tonelada.
    A recolha selectiva irá continuar a ser feita pela ex-Resioeste, ao contrário do que acontece nos outros concelhos que fazem parte da Valorsul, onde cada município é responsável por essa actividade.

    Oeste apenas com 5,25% do capital social

    Embora tenha sido anunciada como uma fusão, os municípios do Oeste, anteriormente servidos pela Resioeste (representados pela Comunidade Intermunicipal do Oeste), ficam apenas com 5,25% do capital social da nova sociedade (que é de 25,2 milhões de euros).
    A EGF (Empresa Geral do Fomento), do Grupo Águas de Portugal, detém a maioria do capital, com 56,17%. A Câmara Municipal de Lisboa tem 17,85% do capital, enquanto o município de Loures fica com 11,51%. Amadora e Vila Franca de Xira ficam, cada uma, com 4,6%.
    O presidente da Câmara do Cadaval, Aristides Sécio, é o único autarca do Oeste a estar representado no novo conselho de administração, como administrador não executivo.

  • Grupo Fábrica é o concessionário oficial da Konica Minolta na região Oeste Norte

    Grupo Fábrica é o concessionário oficial da Konica Minolta na região Oeste Norte

    O Grupo Fábrica, sedeado nas Caldas da Rainha, é o novo concessionário oficial da Konica Minolta na região Oeste, numa área compreendida entre os concelhos do Cadaval (a sul) e Alcobaça (a norte). (mais…)

  • Oeste marca presença em torneio de golfe na Alemanha

    A zona turística do Oeste voltou a estar representada em circuitos europeus, desta vez na área do golfe, através do Golfeoeste, que compareceu no “BMW International Open” integrado no PGA European Tour, em Munique (Alemanha), entre os dias 24 e 27 de Junho.
    Mais do que ter sido um encontro, de apenas quatro dias, entre “amantes do golfe” (ao todo 70 mil visitantes), foi uma oportunidade de vários países europeus – como Espanha, Itália e Irlanda – se auto promoverem a nível de ofertas turísticas. Atitude contrária teve o Turismo de Portugal, que segundo Luís Miguel Garcia, da Golfeoeste, “mais uma vez” voltou a “não participar com uma grande tenda” para promover “o produto golfe a nível global”.
    A pequena representação portuguesa golfista em Munique foi composta por quatro estruturas (grupo Oceânico, Lisboa Golf Coast, Hotéis Tivoli e o Golfeoeste), no qual estiveram espalhadas entre operadores e pavilhões de publicação de golfe. A organização ligada ao Turismo do Oeste ficou no pavilhão do Operador Classic Golf Tours, com balcão próprio e pacotes de golfe para a região oestina.
    A faltar ao torneio esteve a região turística do Algarve, que este ano não participou no “BMW International Open” por não ter conseguido negociar um espaço adequado para colocar os seus stands. Esta falta de espaço para a divulgação do golfe, responsabilizada pelo Turismo de Portugal, foi o factor que mais preocupou Luís Miguel Garcia, até mesmo, para acções semelhantes na área. “É necessário um espaço onde todos tenhamos os nossos balcões individualizados, mas com um grande pórtico Golf in Portugal. Não é só querer e reivindicar um destino, é preciso mostrar que realmente somos um Destino de Golfe”, disse.
    Para o representante do Golfeoeste “é preciso mostrar uma força de conjunto liderada pelo Turismo de Portugal e não uns quantos players promocionais fragmentados pelo recinto”, referindo que o montante pago pelas pequenas tendas seria “suficiente para comparticipar um espaço Portugal” em torneios do género.

    Tânia Marques

  • ASAE mandou parar panificação da Upacal

    ASAE mandou parar panificação da Upacal

     

    A Upacal está a recorrer a duas panificadoras dos concelhos de Alcobaça e Cadaval para assegurar o fornecimento de pão aos seus estabelecimentos, depois da ASAE ter encerrado a unidade de produção da empresa caldense na estrada de Tornada.
    A informação foi confirmada por Joel Henriques, o novo sócio-gerente da Upacal – União Panificadora Caldense. O gerente explicou que uma inspecção da ASAE detectou alguns problemas nas áreas de estufa e refrigeração.
    Os funcionários do sector de produção foram de férias e as obras de remodelação já começaram. Joel Henriques acredita que os problemas estarão resolvidos dentro de uma semana. “Para nós acaba por ser uma oportunidade para apostarmos na modernização das instalações”, referiu o gerente.
    Gazeta das Caldas contactou a ASAE e o gabinete de imprensa do Ministério da Economia para obter mais esclarecimentos sobre o encerramento da panificadora, mas não obteve resposta até ao dia de fecho desta edição, apesar das várias tentativas.
    Com cerca de 40 sócios, a Upacal está a passar por uma fase de reestruturação. Joel Henriques quer avançar com um aumento de capital para poder passar a ser sócio maioritário e usar os fundos para investir na empresa. “Queremos celebrar os 50 anos da Upacal com estabilidade operacional e financeira”, salientou Joel Henriques.
    O objectivo é a Upacal concentrar os seus esforços na produção e distribuição. Dos 20 estabelecimentos que a empresa detinha, restam apenas cinco (três nas Caldas, um no Nadadouro e outro na Foz do Arelho), depois de os restantes terem sido vendidos.
    Há dois anos a empresa tinha cerca de 150 funcionários, mas actualmente são apenas 60.
    No dia 7 o encerramento da panificação e o facto dos salários de Junho não terem sido pagos gerou algum descontentamento. Mas, numa reunião com os funcionários, Joel Henriques garantiu que o pagamento dos salários seria feito no dia seguinte e que, com as obras, a paragem da panificadora seria solucionada.

  • João Caraça visitou exposição dedicada a Zé Povinho

    João Caraça visitou exposição dedicada a Zé Povinho

    “Quando é que o Zé Povinho passa a ser uma figura do passado?”, questionou-se João Caraça, director do serviço de Ciência da Fundação Calouste Gulbenkian, que  esteve nas Caldas a 1 de Julho para visitar a exposição dedicada a Zé Povinho. (mais…)

  • Rio Cortiço Lagoa já abriu no Bom Sucesso

    Rio Cortiço Lagoa já abriu no Bom Sucesso

     

    Susana e Pedro Miguel Bastos concretizaram um sonho antigo na semana passada com a abertura do restaurante “Rio Cortiço Lagoa” nos equipamentos de madeira instalados pela Câmara de Óbidos junto à praia do Bom Sucesso.
    O casal começou o seu negócio da restauração na praia do Rio Cortiço há 13 anos. “Começou por ser quase uma brincadeira, até porque eu tinha a minha vida profissional noutro local”, contou Pedro Bastos.
    Encerradas as instalações no Rio Cortiço, “que já estava a ficar muito pequeno para o que queríamos fazer”, é bem no centro do Bom Sucesso que o projecto conjunto deste casal parte para uma nova etapa.
    A inauguração oficial aconteceu no final da tarde de sábado, 3 de Julho, com a presença de amigos e clientes, mas desde a segunda-feira anterior que o espaço estava aberto ao público.
    Localizado no Largo do Bom Sucesso, o restaurante tem uma vista privilegiada para a Lagoa de Óbidos, a Foz do Arelho e o Mar, numa conjugação quase mágica.
    “Nós não vamos fugir muito da filosofia de funcionamento que tínhamos no Rio Cortiço. O sargo que aqui vierem comer é o mesmo que comiam no Rio Cortiço”, salienta Pedro Bastos
    A ementa passa a ser mais composta e variada, com a continuação na aposta forte no peixe grelhado e com muitos produtos da Lagoa de Óbidos. Entre os pratos, os gerentes salientam o robalo ao sal e ao pão, o marisco, as muitas variadas de cataplanas “e mais algumas surpresas”. A carta de vinhos também tem muitos vinhos regionais.
    A gerência do restaurante quer continuar a desenvolver as parcerias que tem com os aldeamentos e operadores turísticos de Óbidos, que lhes trazem muita clientela estrangeira.
    Embora sejam ambos de Santarém, desde os sete anos que Pedro Bastos passa os verões na casa que os pais têm no Bom Sucesso. “Agora também temos aqui casa e fazemos a nossa vida no Bom Sucesso”, referiu o comerciante.
    A única “preocupação” acaba por ser o conhecido “micro-clima” da região, de que têm ouvido muitas queixas dos estrangeiros que aqui vêm passar férias ou jogar golfe.
    Depois de um processo conturbado que durou cerca de seis anos até que houvesse autorização da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, a concessão do restaurante foi finalmente atribuída pela Câmara Municipal.
    Segundo a autarquia, a concessão do direito de exploração do equipamento composto por restaurante, apoio de praia e ponto de aluguer de bicicletas, foi feita por um montante inicial de 80 mil euros e uma renda mensal de mil euros.
    O restaurante vai estar aberto durante todo o ano, a cozinha funciona das 10h00 às 22h00 e no Verão não encerram em nenhum dia da semana. Está prevista também alguma animação musical, cultural e desportiva.

  • Governo suspende modernização da linha do Oeste por causa da crise

    Governo suspende modernização da linha do Oeste por causa da crise

    As restrições à despesa pública, no âmbito do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC), levaram a Refer a propor ao governo que não se avançasse já com a modernização da linha do Oeste.
    A empresa gestora de infra-estruturas ferroviárias tinha inscrita no seu plano de investimentos uma verba de 127,7 milhões de euros para afectar à linha do Oeste até 2016, dos quais 8,5 milhões seria investidos já este ano, 40 milhões no próximo ano e 48,5 milhões em 2012. (mais…)

  • “Viva Maria” abriu no empreendimento Bom Sucesso

    “Viva Maria” abriu no empreendimento Bom Sucesso

    O clássico da década de 60, com a diva do cinema Brigite Bardot “Viva Maria”, dá o nome ao restaurante de requinte no Bom Sucesso Design Resort. Localizado junto dos campos de ténis e paddel do resort, está aberto todos os dias da semana e oferece durante o período de almoço uma ementa mais leve num ambiente descontraído, enquanto que ao jantar aposta numa atmosfera enriquecida com elementos de maior sofisticação.
    Este espaço surge na sequência de um outro restaurante que já existe em Óbidos há oito anos – a Casa das Senhoras Rainhas – onde há uma aposta na “cozinha feita com gosto e ao momento, com produtos de primeira qualidade, com uma apresentação muito bonita e com sabores diferentes”, refere Maria Mariana Palma, sócia-gerente do Viva Maria, em conjunto com mais dois empresários. (mais…)

  • Especialistas reúnem-se em Óbidos e procuram coesão entre as várias entidades

    Especialistas reúnem-se em Óbidos e procuram coesão entre as várias entidades

    O conselho INOV C (ecossistema de inovação que tem como intuito reforçar a promoção e o desenvolvimento económico na região centro) constituído por elementos da Universidade de Coimbra, da Obitec, da incubadora Pedro Nunes, do Instituto Politécnico de Leiria, do Coimbra iParque e da More Energy, esteve reunido no Convento de S. Miguel, nas Gaeiras, no passado dia 14 de Junho.
    De acordo com Henrique Madeira, vice-reitor da Universidade de Coimbra e responsável pela gestão do INOV C, o primeiro passo será a promoção da coesão entre as várias entidades. “O resultado desejado é criar esse espírito”, disse, realçando que é o desafio  colocado aos vários parceiros, que sabem “muito bem trabalhar sozinhos ou em pequenas associações”. (mais…)

  • Valladolid é exemplo para o aeroporto que o Oeste e Centro querem construir em Monte Real

    Valladolid é exemplo para o aeroporto que o Oeste e Centro querem construir em Monte Real

    O investimento é barato, mas a sua rentabilização já não é tão fácil. Estas as principais conclusões de uma visita ao aeroporto de Valladolid, realizada pela Turismo do Oeste que quer replicar para Monte Real uma infra-estrutura idêntica destinada aos voos low cost e chaters.
    A ideia passa por criar um lobby com as regiões de turismo do Centro e de Leiria-Fátima que defenda um aeroporto a meio caminho entre o Tejo e o Douro, posto que os restantes aeroportos (Pedras Rubras, Alcochete, Beja e Faro) estão ou estarão fora deste território.

    Um edifício parecido com um grande stand de automóveis, uma pista militar (que já existe desde os anos quarenta), um parque de estacionamento e uma central eléctrica. É assim, simples e barato, o aeroporto de Valladolid, que serve uma cidade com 318 mil habitantes e uma província (Castela e Leão) com meio milhão de habitantes. (mais…)

  • Cencal marca presença na Semana Internacional da Cerâmica em Limoges

    Cencal marca presença na Semana Internacional da Cerâmica em Limoges

     

    Termina hoje, 18 de Junho, na cidade francesa de Limoges, a Semana Internacional da Cerâmica, organizada no âmbito do projecto UNIC (Urban Netxwork for Innovation in Ceramics) do programa europeu URBACT. (mais…)

  • Relógios astronómicos vão poupar até 35% da factura da iluminação pública da região

    Relógios astronómicos vão poupar até 35% da factura da iluminação pública da região

     

    Maria Susana Carvalho é a directora da Oeste Sustentável – Agência Regional de Energia e Ambiente do Oeste que irá trabalhar na implementação de projectos de soluções inovadoras para a promoção da gestão sustentável dos recursos naturais da região. A tomada de posse desta engenheira do ambiente, assim como do novo secretário executivo da OesteCIM, André Macedo, decorreu no passado dia 27 Maio, nas instalações da OesteCIM, nas Caldas das Rainha. (mais…)

  • Jovens empreendedores mostraram projectos inovadores

    Jovens empreendedores mostraram projectos inovadores

    Um candeeiro reciclável que fornece luzes de várias tonalidades com o objectivo de iluminar o quarto dos bebés, acalmando-os, deu a Carolina Santos, que frequenta o 5º ano na EBI de Santa Catarina, o prémio “O meu primeiro cêntimo”. (mais…)

  • Túnica – A primeira loja especializada em produtos de bebé celebra o 40º aniversário

    Túnica – A primeira loja especializada em produtos de bebé celebra o 40º aniversário

    “Fomos a primeira casa especializada em artigos para bebé nas Caldas e na região”, conta Fernanda Tomás, explicando que o seu marido, depois de ter passado pela Casa Tomás ainda laborou para a firma de Serafim Moreira – onde é hoje a Açoteia – e passou por uma loja–atelier na Marinha Grande.
    Depois de fazer a tropa, e já casado, Carlos Tomás iniciava o seu próprio negócio. “Arrendámos em 1970 um espaço na Rua das Montras numa época em que não havia muitas lojas disponíveis e o aluguer era caríssimo”, disse a empresária, que hoje toma um papel de relações públicas deixando a gestão aos dois filhos. (mais…)

  • Maratona – o café dos anos sessenta que é hoje um símbolo de modernidade das Caldas

    Maratona – o café dos anos sessenta que é hoje um símbolo de modernidade das Caldas

    Quem visita hoje o Maratona não dirá que este é um dos cafés mais antigos das Caldas. Data dos anos sessenta, mas a decoração é actual e o estabelecimento tem sido notícia devido a iniciativas inéditas e vanguardistas.
    A história de um café, hoje também restaurante, que transitou dos pais para o filho e a quem este soube dar continuidade. (mais…)

  • Óbidos Records vai instalar-se no Parque Tecnológico

    Óbidos Records vai instalar-se no Parque Tecnológico

    A “Óbidos Records” será uma das próximas empresas a instalar-se no Parque Tecnológico de Óbidos (PTO). Trata-se de uma empresa com três marcas, em que uma delas será a HD Fabrique, que é responsável pela produção de música para várias indústrias criativas, nomeadamente cinema, música e vídeo jogos. “Temos uma característica, que é a possibilidade de gravar orquestras num estúdio sinfónico”, contou à Gazeta das Caldas, o engenheiro de som Raul Ribeiro. (mais…)

  • Concurso internacional para construção de hotel de cinco estrelas

    Concurso internacional para construção de hotel de cinco estrelas

    O concurso internacional para a construção do “Hilton Bom Sucesso, Óbidos” será aberto em Junho, de modo a que esteja concluído no final do ano, para “começar a construção no dia 2 de Janeiro de 2011”, informou Paulo Graça Moura presidente da Acordo SGPS (a parceria empresarial responsável pelo Bom Sucesso Design Resort). (mais…)

  • Centro comercial do Bom Sucesso Design Resort abre em finais de Maio

    Centro comercial do Bom Sucesso Design Resort abre em finais de Maio. Desenhado pelo arquitecto Siza Vieira, contará com 14 espaços, que irão contemplar um supermercado, uma parafarmácia, um serviço de entregas de medicamentos em casa (da responsabilidade da Farmácia Perdigão), uma agência bancária do BES, um restaurante, dois cafés e um bar, uma loja de decoração, uma tabacaria, uma galeria de arte, uma engraxadoria e cabeleireiro. Até ao final de Junho está ainda prevista a abertura de três restaurantes e dois bares. (mais…)

  • Jovem joalheira abre loja com peças de autor

    A designer de jóias Joana Carvalho abriu recentemente no rés-do-chão do Centro Comercial D. Carlos, no coração das Caldas, uma loja de joalharia de autor.
    A jovem começou a sua aprendizagem na área da ourivesaria aos 15 anos na Escola António Arroio, em Lisboa. Depois de alguns workshops e estágios feitos nesta área licenciou-se em Design de Joalharia na Escola Superior de Artes e Design em Matosinhos. (mais…)

  • Restaurantes do Bom Sucesso vão finalmente abrir ao público

    Seis anos depois de construídos, os equipamentos de madeira instalados pela Câmara de Óbidos junto à praia do Bom Sucesso, vão finalmente ser concessionados, podendo abrir já no dia 15 de Maio. (mais…)

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